Economia

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Mega-Sena sorteia nesta terça-feira prêmio acumulado em R$ 130 milhões

25/02/2025


 

As seis dezenas do concurso 2.833 da Mega-Sena serão sorteadas a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no?YouTube e no?Facebook das Loterias Caixa. O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 130 milhões.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

 

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

 

Fonte: Agência Brasil

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RÁDIO FAROL - TOUROS

Economia

Mega-Sena, concurso 2.832: prêmio acumula e vai a R$ 130 milhões

23/02/2025

                     Mega-Sena, concurso 2.832 — Foto: Reprodução/Caixa

 

O sorteio do concurso 2.832 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (22), em São Paulo (SP). Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 130 milhões.

 

Veja os números sorteados: 02 – 12 – 18 – 21 – 24 – 37.

 

5 acertos – 238 apostas ganhadoras: R$ 32.322,01

4 acertos – 14.573 apostas ganhadoras: R$ 751,76

O próximo sorteio da Mega será na próxima terça-feira (25).

 

Fonte: g1

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101 FM

Economia

Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio acumulado em R$ 120 milhões

22/02/2025


 

As seis dezenas do concurso 2.832 da Mega-Sena serão sorteadas a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.ebcebc

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no?YouTube e no?Facebook das Loterias Caixa. O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 120 milhões.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

 

 

AGORA RN

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ATELIÊ DO AÇAÍ

Economia

Intenção de consumo das famílias recua 0,2%

22/02/2025


 

O Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), calculado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), registrou uma leve retração de 0,2% em fevereiro, atingindo 104,5 pontos já considerando os ajustes sazonais. A queda foi puxada, principalmente, pela redução no consumo de bens duráveis, que recuou 1,6% na variação mensal e 4,8% na comparação anual, interrompendo a tendência de alta iniciada em dezembro. Em relação a fevereiro de 2024, o índice acumula retração de 1,1%.

O levantamento da CNC mostra que as famílias com maior poder aquisitivo estão mais cautelosas ao consumir. Entre aquelas com renda superior a dez salários mínimos, a intenção de compra recuou 0,5%, enquanto entre as de menor renda a redução foi de 0,2% em relação ao mês anterior. Já o subindicador Perspectiva de Consumo, que avalia a expectativa dos consumidores para os próximos três meses, também apresentou queda nos dois segmentos: 2,2% entre as famílias de maior renda e 1% entre as de menor renda.

“As famílias já sentem dificuldade em adquirir bens duráveis neste início de ano. Apesar do cenário desafiador, há um esforço em manter o padrão de consumo. No entanto, o comércio já deve sentir a redução das vendas nos próximos meses”, afirma o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros.

No recorte por gênero, nota-se maior pessimismo em relação ao consumo, com a baixa na variação anual de intenção de compra de 1,4% entre os homens e de 0,4% entre as mulheres.

Apesar disso, as mulheres demonstraram uma melhora na expectativa de consumo em relação a fevereiro de 2024, com avanço de 1,1%. Já entre os homens, a percepção foi negativa, com um recuo de 2,2% no mesmo período.

O acesso ao crédito continua sendo um fator determinante para o consumo. O subindicador que mede essa variável mostrou queda de 0,4% entre as famílias de maior renda, enquanto aquelas com rendimentos menores registraram um leve avanço de 0,4%.

“A maioria dos componentes do ICF teve alta, com exceção dos duráveis, que teve a maior redução. Isso deixa claro que as famílias sentem o impacto dos juros altos, principalmente os consumidores de maior renda, que estão sendo os mais afetados pela seletividade do crédito”, explica o economista-chefe da CNC, Felipe Tavares.

Após quatro meses seguidos de queda, os consumidores demonstraram mais otimismo em relação ao emprego. O subindicador “emprego atual”, que mede a satisfação com a ocupação profissional, teve leve alta de 0,2%. Já a “perspectiva profissional”, que avalia a visão dos trabalhadores sobre oportunidades futuras, registrou o quinto avanço consecutivo, subindo 0,4%.

 

 

AGORA RN

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ATELIÊ DO AÇAÍ

Economia

Com bandeja de ovos a quase R$ 30, preço deve continuar alto até o fim da Quaresma no RN: “É um ciclo anual”

22/02/2025

 

O preço do ovo disparou nos últimos meses, chegando a até R$ 30 a bandeja, mais que o dobro do valor registrado há dois meses. Segundo o presidente da Associação de Supermercados do Rio Grande do Norte, Gilvan Mikelyson, a alta tem várias causas, incluindo a aproximação da Quaresma.

“A gente tem, assim, notoriedade por produtos. Agora o ovo está na crista da onda. São vários fatores que contribuem para essa alavancada no preço do ovo ao consumidor. A proximidade da Quaresma, a gente tem aí já uma tendência de aumento de consumo. Isso é um ciclo anual”, explicou Mikelyson. Com a tradição católica de reduzir o consumo de carne, a demanda por ovos cresce e os produtores reajustam os preços.

Outro fator que pressiona os preços é a exportação. Em janeiro, o Brasil exportou mais de 220 toneladas de ovos para os Estados Unidos, que enfrentam escassez devido a um surto de gripe aviária. “O preço que o mercado exterior está pagando aqui no Brasil é muito maior e é em dólar”, acrescentou. A alta do dólar também estimula os produtores a venderem para fora do país.

As condições climáticas também impactam a oferta. “As altas temperaturas fazem com que as galinhas produzam menos”, afirmou Mikelyson. Segundo ele, os grandes produtores controlam a temperatura das granjas para minimizar perdas, mas a produção ainda sofre impacto.

A tendência é que os preços permaneçam elevados até o fim da Quaresma. “Acredito que não deve aumentar muito mais, mas também não deve baixar tão rapidamente. Passado esse ciclo, o mercado se estabiliza e a oferta aumenta”, afirmou o presidente da Associação de Supermercados do RN.

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MARE MOVEIS TOUROS

Economia

Depois de café e ovo, consumidores podem lidar com carne, azeite e frango mais caros

21/02/2025


 

Com a alta dos alimentos, consumidores brasileiros viram produtos básicos do dia a dia, como café e ovo, ficarem mais caros. No acumulado de 2024, o grupo de alimentos e bebidas foi o que registrou maior alta, de 7,7%. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que os preços desses produtos aumentaram pelo quinto mês seguido em janeiro. Para especialistas, a tendência é de que os valores continuem altos, especialmente, para itens como carne, azeite e frango. Além do cenário exterior, mudanças climáticas são as principais responsáveis pelo índice.

Nesta quinta-feira (20), o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, afirmou que a população já pode encontrar alimentos mais baratos, porém, nas palavras dele, os preços precisam cair “ainda mais”. A inflação oficial de janeiro ficou em 0,16%, segundo o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor). No entanto, analistas entendem o cenário inflacionário como algo momentâneo, uma vez que o resultado foi puxado, principalmente, pelo bônus de comercialização da Usina Hidrelétrica Itaipu Binacional.

Mesmo com a desaceleração da inflação geral, os preços dos alimentos seguem altos. Especialistas explicam que isso acontece porque a alimentação tem seus próprios fatores de pressão, como o clima, que afeta a safra de diversos produtos, e os custos de produção e transporte. Além disso, a demanda por alguns alimentos segue forte, o que mantém os preços elevados.

No caso do café arábico, por exemplo, o item sofreu um aumento de 188% nos últimos 10 anos, segundo o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), ligado à Universidade de São Paulo. Os valores são referentes ao preço em real à vista entre os anos de 2015 e 2024.

 

 

R7

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Open Master - Agência de Desenvolvimento Web

Economia

Abrasel-RN espera aumento de 15% no faturamento do Carnaval

21/02/2025


A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Rio Grande do Norte (Abrasel-RN) espera um aumento nas vendas e no faturamento com a chegada do Carnaval, que acontecerá a partir da próxima sexta-feira (29). Os estabelecimentos apostam em bloquinhos, prévias e programações especiais para atrair a clientela, além dos tradicionais “happy-hours”. Em 2025, a expectativa no crescimento do faturamento pode chegar a 15%, segundo estimativas da Abrasel.

A pesquisa do Instituto Fecomércio (IFC) divulgada na última quarta-feira (19) reforça esse otimismo ao apontar que o Carnaval 2025 deve movimentar cerca de R$ 552,8 milhões na economia potiguar, um crescimento de 10,2% em relação ao ano passado. O levantamento mostra ainda que 56% dos natalenses pretendem consumir durante o período, com destaque para o segmento de Alimentos e Bebidas, que lidera as intenções de compra com 91,2%.

Esse cenário favorece diretamente bares e restaurantes, impulsionados pelo aumento da demanda tanto de moradores quanto de turistas que aproveitam a festa na capital. “As expectativas são boas. Estamos vendo nos últimos anos que, desde que a prefeitura retomou a atividade carnavalesca na cidade, com vários polos e atrações, o natalense fica mais na cidade e não vai longe para passar o Carnaval, por isso temos mais movimento nos estabelecimentos”, explica o presidente da Abrasel-RN, Paolo Passariello.

“Para este ano esperamos um movimento bom. Geralmente nossa média tem sido de 10 a 15% de aumento. Tudo está atrelado à ocupação hoteleira, com dados da ABIH que mostram expectativa de 85% de ocupação, e a engorda de Ponta Negra, que mesmo com críticas, deve atrair mais turistas. Juntando tudo isso vai dar um incremento sim em relação ao ano passado”, explica o presidente da entidade, Paolo Passariello.

Empresários estão animados com a perspectiva de mais uma edição do Carnaval em Natal. Segundo Thiago Haddad, empreendedor da área de restaurantes e dono de dois estabelecimentos na capital, o período gera boas expectativas de aumento de faturamento.

“O Carnaval de Natal, a cada ano, fica maior. Hoje, o evento é um trade procurado por pessoas de fora e acabamos tendo incremento da população que curte a festa aqui. E isso reflete em todos os bares e restaurantes. Como temos blocos espalhados em toda cidade, todo mundo acaba se beneficiando”, explica.

Quem também cria boas expectativas é o empresário Diego Amaral, que administra um bar com o pai, Edgar, na zona Leste. Visando o Carnaval, o estabelecimento vai promover a concentração de prévia carnavalesca nesta sexta-feira (21), do bloco KDXoxó. “Expectativas estão boas, porque o pré-carnaval está agitado na região de Petrópolis, que é o que anima para melhorar o faturamento”, disse.

 

Pesquisa

 

Pesquisa da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) feita com empresários do setor entre os dias 10 e 18 de fevereiro, com 2.850 respostas, apontou que 69% dos empresários no país projetam aumento no faturamento em relação ao ano passado. No entanto, mesmo diante de um cenário otimista, a maioria dos estabelecimentos optará por uma postura conservadora: 66% afirmam que não vão contratar funcionários temporários e trabalharão com o quadro atual de colaboradores.

Para Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel, essa cautela reflete um agravamento da situação financeira dos negócios no início deste ano. “Os resultados da nossa pesquisa mostraram que, em janeiro, o número de empresas operando em prejuízo cresceu, assim como a taxa de endividamento. Com isso, é natural que os empresários optem por segurar gastos para evitar riscos e tentar maximizar os lucros durante o Carnaval”, explica.

De acordo com Paolo Passariello, presidente da Abrasel-RN, normalmente não há grande necessidade de contratações temporárias no Carnaval. “Acho que não tem essa grande exigência, porque são poucos dias e as equipes devem ser mantidas as mesmas. Um restaurante ou outro, com fluxo maior, vão providenciar algum extra”, acrescenta.

 

 

TRIBUNA DO NORTE

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ATELIÊ DO AÇAÍ

Economia

Carnaval deve injetar quase R$ 553 mi na economia do RN

20/02/2025


 

O Carnaval 2025 deve impulsionar o comércio potiguar, com uma movimentação econômica estimada em R$ 552,8 milhões, conforme levantamento do Instituto Fecomércio RN (IFC). O montante representa um crescimento de 10,2% em relação ao ano anterior, confirmando o impacto positivo da festa para diversos setores da economia do Rio Grande do Norte.

Em Natal e Mossoró, os dados indicam um cenário positivo tanto para consumidores quanto para comerciantes. Mais da metade da população dessas cidades pretende realizar compras para o período carnavalesco, com destaque para os setores de alimentação, vestuário e acessórios.

Somente a capital potiguar deve registrar uma movimentação econômica de R$ 163,8 milhões, um crescimento de 13,2% em comparação a 2024. O levantamento aponta que 56% dos natalenses planejam consumir durante o Carnaval, beneficiando principalmente o setor de Alimentos e Bebidas, que lidera as intenções de compra com 91,2%.

O segmento de Vestuário e Calçados aparece em seguida, com 37,8% das preferências, seguido por acessórios como cintos e bolsas (15,5%). O gasto médio estimado para os consumidores da capital é de R$ 378,74, representando um aumento em relação ao ano anterior.

“O Carnaval traz um aquecimento significativo para o comércio de Natal, gerando oportunidades de negócios, empregos e dinamizando a economia local”, destacou o presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz.

O cenário também é favorável em Mossoró, onde a previsão é de um crescimento de 7,3% na movimentação econômica, atingindo R$ 40,3 milhões ao longo do Carnaval. O estudo aponta que 53,8% dos mossoroenses pretendem realizar compras para a festa, mantendo a tendência de alta dos últimos anos.

Os itens mais procurados em Mossoró seguem o mesmo padrão da capital: Alimentos e Bebidas lideram (90,8%), seguidos por Vestuário e Calçados (34,6%) e Acessórios (13,2%). O ticket médio previsto é de R$ 398,54, superando o registrado no ano passado.

Em Natal, 69,3% dos foliões que planejam viajar no Carnaval 2025 pretendem se hospedar na casa de amigos e familiares, embora essa escolha tenha registrado uma leve redução em comparação a 2024 (74,3%). A procura por hotéis e pousadas aumentou de 8,3% para 16,3%, demonstrando uma retomada da demanda por hospedagem comercial. O aluguel de casas, apartamentos e sítios também registrou crescimento, atingindo 10,9% das preferências.

 

 

Em Mossoró, a maioria (61,3%) ainda opta por ficar na casa de parentes e amigos, mas essa alternativa apresentou queda em relação ao ano anterior (72,8%). Por outro lado, hotéis e pousadas retomaram o índice registrado em 2023 (20,3%), enquanto o aluguel de imóveis permaneceu estável (9,4%). A categoria “Outros” subiu para 9,0%, indicando um interesse maior por opções de hospedagem alternativas.

 

CNC projeta recorde para o Carnaval

 

De acordo com um levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Carnaval 2025 deve movimentar R$ 107,78 milhões no Rio Grande do Norte, o maior valor desde 2016.

A diferença nos números em relação aos dados da Fecomércio pode ser explicada pelo fato de que a pesquisa do IFC RN considera os gastos declarados pelos foliões em cada polo, incluindo despesas que vão além dos itens analisados pela CNC, como transporte, vestuário e acessórios típicos do período carnavalesco.

A Confederação estima um crescimento de 2,36% em relação ao ano passado, puxado principalmente pelos setores de alimentação, transporte de passageiros e hospedagem. Além disso, a expectativa é de que o evento gere 367 postos de trabalho temporários no estado, representando um aumento de 31,5% em comparação a 2024.

 

 

TRIBUNA DO NORTE

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101 FM

Economia

Preço dos ovos deverá continuar alto por mais dois meses, dizem produtores

20/02/2025


                                       Foto: Romildo de Jesus/Estadão Conteúdo

 

Os preços dos ovos devem continuar subindo por mais dois meses, até o fim da quaresma, avalia a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Segundo os produtores, a alta recente representa uma “situação sazonal”, comum ao período pré e durante a quaresma, que acontece em abril.

“Após longo período com preços em baixa, a comercialização de ovos aqueceu pela demanda natural da época, quando há substituição de consumo de carnes vermelhas por proteínas brancas e por ovos”, afirmou a ABPA.

A entidade informou que os custos de produção acumularam alta nos últimos oito meses, com elevação de 30% no preço do milho, que é usado como ração para as galinhas, e de mais de 100% nos custos de insumos de embalagens.

A ABPA avaliou ainda que, ao mesmo tempo, as temperaturas em níveis históricos têm impacto direto na produtividade das aves, com reflexos na oferta de ovos.

Em janeiro, a inflação oficial do país teve alta de 0,16%, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com desaceleração. ?Os preços dos alimentos, entretanto, continuaram pressionados, com aumento de 0,96% na alimentação e bebidas.

 

Supermercados preocupados

 

Na semana passada, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) alertou para o aumento expressivo no preço dos ovos de galinha repassado pelos fornecedores.

“Desde a segunda quinzena de janeiro, a combinação de alta demanda e oferta restrita tem levado a reajustes significativos. Nesta semana, a elevação já chega a 40% em diversas regiões do país”, informou a associação.

A procura por ovos também está maior porque, segundo Marcio Milan, vice-presidente da Abras, o consumidor também tem recorrido mais aos ovos de galinha devido à alta dos preços das demais proteínas (como carnes, por exemplo).

Além do aumento dos preços, a Abras observou que os consumidores também enfrentam uma redução no peso médio dos ovos pois, com a entrada em vigor de uma portaria da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, a nova classificação diminuiu o peso médio dos ovos em quase 10 gramas por unidade, afetando o custo/benefício do produto.

Por fim, a associação de supermercados informou que “segue monitorando a evolução dos preços e reforça a importância do equilíbrio no mercado para evitar impactos excessivos ao consumidor”.

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101 FM

Economia

Preço do ovo registra alta de 51% e muda hábitos dos natalenses; afirma jornal

19/02/2025


 

O preço do ovo disparou em Natal, registrando um aumento de 51% em pouco mais de duas semanas. Segundo levantamento do Procon Natal, a bandeja com 30 unidades, que era vendida a R$ 17,73 em janeiro, já chega a R$ 26,90 em supermercados da cidade, conforme apurado pela reportagem da TN na terça-feira (18). O avanço da inflação do produto acompanha um movimento nacional, impulsionado pelo aumento das exportações, alta nos custos de produção e maior demanda interna.

O economista Helder Cavalcanti Vieira explica que o aumento tem relação com fatores globais. Nos Estados Unidos, um surto de gripe aviária ocasionou o abate de aves, o que reduziu a produção no País. “Foi uma quantidade enorme de aves abatidas. Houve uma queda na oferta de ovo lá, algo que é extremamente relevante para a culinária americana, então os EUA, para suprir essa eficiência, veio buscar no Brasil e aumentou as nossas exportações para lá em cerca de 33%. Isso, de certa forma, desequilibrou a nossa oferta interna”, explica.

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DROGARIA POUPE JÁ

Economia

Mega-Sena acumula novamente e prêmio está estimado em R$ 105 milhões

19/02/2025


                              Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil/ARQUIVO

 

O concurso 2.830 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (18), não teve nenhum acertador das seis dezenas. O prêmio acumulou e está estimado em R$ 105 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados foram: 01 – 28 – 34 – 36 – 51 – 52. Essa foi a décima vez seguida que o prêmio principal da Mega-Sena não tem vencedor. 

A quina teve 55 apostas vencedoras, que irão receber  R$ 99.629,63 cada. Outras 5.431 apostas tiveram quatro acertos e faturaram R$ 1.441,36.

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de quinta-feira (20), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 5.

 

Fonte: Agência Brasil

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101 FM

Economia

MARÉ MÓVEIS PARTICIPANDO NA FEMOP 2025

18/02/2025

 

É com grande entusiasmo que anunciamos a participação do nosso CEO Marcelino Dantas "Coroné", na FEMOP 2025! Este evento, que reúne os principais players do setor de móveis, colchões e estofados, foi uma oportunidade única para explorar as últimas tendências do mercado e descobrir inovações que podem transformar a experiência dos nossos clientes nas Lojas Maré Móveis.

Durante a FEMOP, Coroné  teve a chance de dialogar com especialistas do setor, conhecer novas tecnologias  e ampliar nosso portfólio. As novidades apresentadas na feira refletem nosso compromisso contínuo com a qualidade e a inovação, sempre buscando oferecer o melhor aos nossos clientes.

 

Juntos, vamos transformar o seu lar!

 

#MareMoveis #”AquiTemTudo #Moveis #Eletrodomesticos #VemPraCa #Incomparavel #Marcelino-do-Precinho

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MARE MOVEIS TOUROS

Economia

Número de potiguares que desistiram de procurar emprego em 2024 caiu 37%, segundo IBGE

17/02/2025


 

O número de potiguares que haviam desistido de procurar emprego – a chamada “população desalentada” – caiu quase 37% em dezembro do ano passado, na comparação com o mesmo período de 2023. É o que mostram os números da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio (PNAD) Trimestral, divulgada na sexta-feira (14) pelo IBGE e analisados pela Fecomércio RN. Em 2024, apenas 75 mil pessoas estavam nesta situação no Rio Grande do Norte, enquanto no ano anterior, o número era cerca de 119 mil.

Porém, a volta dessas pessoas ao mercado de trabalho contribuiu para o aumento da taxa de desemprego, uma vez que impacta diretamente no cálculo do indicador. Segundo o levantamento, o Rio Grande do Norte encerrou o ano de 2024 em 8,5%, registrando um leve aumento de 0,2 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2023.

Outro dado relevante aponta que o número de pessoas ocupadas no estado cresceu significativamente, passando de 1,38 milhão no final de 2023 para 1,46 milhão em dezembro de 2024, um acréscimo de 79 mil pessoas. Ainda assim, o crescimento da força de trabalho disponível manteve a taxa de desemprego praticamente estável.

O presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, avalia que o cenário reflete um movimento natural do mercado de trabalho. “A desaceleração na queda do desemprego ocorre quando há um aumento na oferta de trabalho, pois as pessoas que haviam desistido de procurar uma vaga voltam a buscar oportunidades, o que impacta o cálculo da taxa”, explica.

No aspecto da renda, o trabalhador potiguar registrou um ganho médio de R$ 2.594 em 2024, um crescimento de apenas 1,17% em relação ao ano anterior, valor abaixo da inflação acumulada de 4,83% no período, conforme o IPCA.

 

Cenário Nacional

 

Em âmbito nacional, a taxa de desemprego foi de 6,2%, a menor para o quarto trimestre desde o início da série histórica em 2012, representando uma queda de 1,2 ponto percentual em relação ao ano anterior. A renda média nacional ficou em R$ 3.315, com um aumento de 4,31% em relação a dezembro de 2023.

 

 

TRIBUNA DO NORTE

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MARE MOVEIS TOUROS

Economia

Repasses dos royalties do petróleo para o RN crescem 83,53% em 14 anos

16/02/2025


 

Em 14 anos, o repasse dos royalties do petróleo para o Rio Grande do Norte cresceu 83,53%, segundo levantamento consolidado da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). No período analisado, o montante de royalties distribuídos passou de R$ 307,6 milhões, em 2010, para R$ 564,6 milhões para o Estado e os municípios potiguares em 2024, o que representa um incremento de R$ 256,9 milhões.

Em 2010, o Estado recebeu R$ 158,9 milhões; e outros R$ 148,7 milhões para 96 municípios, segundo os dados da ANP. Já no ano passado, os royalties foram distribuídos da seguinte forma: R$ 246,2 milhões para o Estado e R$ 318,3 milhões para os 96 municípios atualmente beneficiados.

No comparativo entre 2024 e 2023, o repasse apresentou uma queda de 4,34%, mas permanece como uma das principais fontes de receita para o Estado e municípios. A diminuição foi mais acentuada no primeiro semestre, mas houve recuperação no último quadrimestre, o que reforça a relevância dos recursos para a economia potiguar.

Em 2024, a oscilação na arrecadação refletiu mudanças na dinâmica da produção de petróleo no Estado. Os primeiros meses do ano registraram uma queda mais acentuada, especialmente em fevereiro e abril, período em que os repasses chegaram a ficar abaixo de R$ 40 milhões. No entanto, a recuperação ocorreu progressivamente, com o terceiro trimestre apresentando os melhores desempenhos do ano, impulsionados pelo aumento no volume produzido e pelas oscilações favoráveis no mercado internacional de petróleo.

Para Sílvio Torquato, secretário de Desenvolvimento Econômico do RN, a redução nos repasses deve ser vista como parte de um ajuste natural no setor. “Essa pequena queda de 4% é uma questão de acomodação. Algumas grandes empresas resolveram leiloar campos que não estavam satisfatórios para elas, então isso fez parte do movimento. Mas os royalties são muito importantes para o Estado do Rio Grande do Norte”, afirma.

Mesmo com a redução registrada em 2024, o cenário para este ano se mostra promissor, especialmente diante do crescimento projetado para o setor de exploração e produção de petróleo e gás natural. O Estado deve manter os royalties como uma fonte de receita vital para o desenvolvimento regional em 2025. “Com certeza, vamos aumentar essa participação, porque novos empreendimentos estão chegando e novos grupos estão assumindo vários campos de petróleo”, diz Torquato.

A arrecadação de royalties variou entre os municípios potiguares em 2024. Enquanto algumas cidades registraram um aumento, outras sofreram quedas. Entre os municípios que mais cresceram na arrecadação estão Felipe Guerra, que recebeu R$ 30,1 milhões, um aumento de 57,8% em relação ao ano anterior; Grossos, com R$ 28,4 milhões, registrando um crescimento de 301%; e Serra do Mel, que alcançou R$ 27,6 milhões, com alta de 239%. Por outro lado, Mossoró teve uma redução de 22,8%, totalizando R$ 32,8 milhões, embora a cidade permaneça na liderança das cidades mais beneficiadas desde 2023.

Para Anteomar Pereira (Babá), presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), os royalties seguem sendo uma fonte essencial de recursos para os municípios. “A importância desses recursos é gigantesca para os municípios, pois impacta diretamente a prestação de serviços de saúde, educação e infraestrutura”, afirmou.

Diante dessas variações, a distribuição dos royalties deve ser tema de debate na regulamentação da reforma tributária. “E a Femurn vai debater isso através da CNM [Confederação Nacional dos Municípios], na regulamentação da reforma tributária que será agora até o meio do ano”, destaca.

Os royalties do petróleo são uma compensação financeira paga pelas empresas concessionárias que exploram petróleo e gás natural no Brasil. Esses recursos são destinados à União, aos estados e aos municípios, como forma de remunerar a sociedade pela exploração de bens não renováveis.

O cálculo dos royalties leva em consideração três fatores principais: a alíquota do campo produtor, que pode variar entre 5% e 15%; o volume mensal produzido; e o preço de referência no período analisado. Dessa forma, a arrecadação mensal resulta da multiplicação desses elementos, garantindo que os valores acompanhem as variações na produção e no mercado externo.

 

US$ 3,1 bi na Margem Equatorial

 

Apesar da redução na arrecadação em 2024, o setor de petróleo e gás segue sendo fundamental para a economia potiguar, representando 24,51% do PIB industrial e movimentando R$ 5,78 bilhões apenas na etapa de extração. Quando somados os setores de refino e derivados, o valor se aproxima de R$ 11,4 bilhões, de acordo com dados do Observatório Mais RN.

O Plano 2024-2028 da Petrobras prevê um investimento de US$ 3,1 bilhões na Margem Equatorial – região onde o RN está inserido – com a perfuração de 16 poços neste período. Os impactos esperados para a economia estadual são expressivos. “Projeções do Ministério de Minas e Energia indicam que o RN poderá receber até R$ 9 bilhões em investimentos no setor”, comenta Pedro Albuquerque, assessor técnico do Observatório Mais RN, da Fiern.

Além disso, segundo estimativas do Observatório Nacional da Indústria (CNI), a exploração na Margem Equatorial poderá gerar 326 mil empregos formais no Brasil, adicionar R$ 65 bilhões ao PIB nacional e arrecadar R$ 3,87 bilhões em impostos indiretos. “Os royalties permanecerão relevantes para economias locais e, com as perspectivas de exploração do Campo de Pitu, tais perspectivas apenas se intensificam”, acrescentou Albuquerque.

 

Repasse e aplicação

 

Os royalties são considerados fundamentais para o desenvolvimento socioeconômico dos municípios potiguares. De acordo com Pedro Albuquerque, os valores cresceram substancialmente ao longo dos anos. “Entre 2010 e 2024 percebeu-se um aumento dos valores transferidos de royalties do petróleo, saltando de R$ 148 para R$ 318 milhões impactando municípios como Mossoró, Assú, Alto do Rodrigues, Felipe Guerra e outros onde as receitas provenientes desses repasses alcançam até 25% das receitas brutas realizadas pelo poder público local”, diz.

Apesar do volume, Pedro Albuquerque questiona a eficácia da aplicação dos royalties, especialmente na área educacional. Por lei, 75% dos valores devem ser destinados à educação e 25% à saúde. No entanto, segundo Albuquerque, os municípios que mais recebem royalties per capita apresentam desempenho abaixo da média estadual no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). “Quando olhamos, por exemplo, para evolução do Ideb municipal (ensino fundamental) do RN, atingimos uma média de 4,5 pontos, mas os municípios que mais recebem royalties per capita atingiram uma média de 4,2,”, afirma.

A Fiern avalia que, para que os royalties impulsionem de forma mais eficaz o desenvolvimento, é necessário direcionar os investimentos para projetos estruturantes. “Os royalties do petróleo, quando bem aplicados na educação, podem ser um fator estratégico para impulsionar a competitividade industrial local. Investimentos na qualificação de professores, ampliação do ensino técnico e tecnológico, além da modernização da infraestrutura escolar, garantem a formação de uma mão de obra mais capacitada”, argumenta.

“Existem casos de sucesso no Brasil e no mundo que podem ser adaptados e utilizados no RN. Por exemplo, o Espírito Santo criou o Fundo Soberano, destinando parte dos royalties para investimentos de longo prazo, visando diversificar a economia. A Noruega criou o Government Pension Fund Global”, pontua.

 

Produção de petróleo cresce em janeiro no RN

 

A produção de petróleo e gás natural no Rio Grande do Norte registrou crescimento em janeiro de 2025, impulsionada pelo avanço dos programas de perfuração e recuperação de campos maduros conduzidos pelas duas principais operadoras do Estado. PetroReconcavo e Brava (ex-3R Petroleum), responsáveis por 98,3% da produção onshore potiguar, ampliaram as atividades no primeiro mês do ano.

A PetroReconcavo registrou produção média de 26,8 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/dia), um crescimento de 3,1% em relação a dezembro de 2024. No Ativo Potiguar, a produção totalizou 13,3 mil boe/dia, com aumento de 1,8%. Somente a produção de petróleo atingiu 8,5 mil barris por dia (bbl/dia), um avanço de 1,3%, puxado pelos campos de Sabiá da Mata e Janduí, além dos projetos de workover executados no mês. A produção de gás natural chegou a 4,7 mil boe/dia, crescendo 2,8% na comparação com o mês anterior, resultado das intervenções realizadas nos poços.

A Brava (ex-3R Petroleum), que opera o Complexo Potiguar, registrou produção de 22,3 mil bbl/dia de petróleo e 1,95 mil boe/dia de gás natural em janeiro. A medição fiscal da produção foi parcialmente impactada por restrições de escoamento ao ATI e pela manutenção da Refinaria Clara Camarão, concluída no início de fevereiro. Parte da produção acumulada nos polos Potiguar e Macau será escoada ao longo deste mês, compensando a limitação temporária de entregas.

 

 

TRIBUNA DO NORTE

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DROGARIA POUPE JÁ

Economia

Mega-Sena: Ninguém acerta as seis dezenas e prêmio acumula em R$ 90 milhões

16/02/2025


                                                           Foto: reprodução

 

Mega-Sena: Ninguém acerta as seis dezenas e prêmio acumula em R$ 90 milhões.

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do sorteio do concurso 2.829 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (15/02), em São Paulo. O prêmio acumulou e o valor para o próximo sorteio é de R$ 90 milhões.

 

Veja os números sorteados: 13 – 22 – 38 – 46 – 51 – 56.

 

A quina teve – 90 apostas ganhadoras, R$ 52.384,82; A quadra teve – 6.377 apostas ganhadoras, R$ 1.056,16. O próximo sorteio será no terça-feira (18/02).

 

Fonte: Portal G1

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ATELIÊ DO AÇAÍ

Economia

Governo inicia pagamento do abono salarial 2025 a partir de segunda-feira 17

15/02/2025


 

O governo federal começa a pagar o abono salarial 2025 a partir da próxima segunda-feira 17. Nesta primeira etapa, dois milhões de trabalhadores nascidos em janeiro receberão R$ 2,3 bilhões. Conforme a Agência Brasil, ao longo do ano, o benefício será distribuído a 24,4 milhões de pessoas, totalizando R$ 2,3 bilhões.

O abono salarial é destinado a trabalhadores da iniciativa privada e servidores públicos que receberam até dois salários mínimos em 2023, trabalharam por pelo menos 30 dias no ano e estão cadastrados no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos.

O valor do benefício varia conforme o tempo trabalhado em 2023, podendo chegar a R$ 1.518 (equivalente a um salário mínimo) ou ser proporcional ao número de meses trabalhados.

Os pagamentos serão feitos pela Caixa Econômica Federal para trabalhadores da iniciativa privada e pelo Banco do Brasil para servidores públicos. Quem tem conta na Caixa ou no Banco do Brasil receberá o valor diretamente na conta. Para não correntistas, o saque poderá ser feito em agências, lotéricas, autoatendimento ou pelo aplicativo Caixa Tem.

Os trabalhadores podem consultar se têm direito ao abono pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital, no portal Gov.br ou pelo telefone 158. O atendimento telefônico é gratuito e funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h, exceto em feriados nacionais.

 

Cronograma de pagamento

 

O pagamento seguirá um calendário conforme o mês de nascimento do trabalhador. Em fevereiro, além dos nascidos em janeiro, serão beneficiados 1,85 milhão de trabalhadores da iniciativa privada e 163,8 mil servidores públicos. O saque dos valores poderá ser feito até o fim de dezembro de 2025.

 

AGORA RN

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Open Master - Agência de Desenvolvimento Web

Economia

Acumulada mais uma vez, Mega-Sena tem prêmio estimado em R$ 60 milhões

14/02/2025


                                 Foto: Marcello Casal JR/Agência Brasil

 

O concurso 2.828 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (13), não teve nenhum acertador das seis dezenas. O prêmio acumulou e está estimado em R$ 60 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados foram: 15 – 21 – 25 – 55 – 58 – 59. Esta é a oitava vez seguida que o prêmio principal da Mega-Sena não tem vencedor. 

A quina teve 40 apostas vencedoras, que irão receber  R$ 90.736,78 cada. Outras 3.864 apostas tiveram quatro acertos e faturaram R$ 1.341,86.

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de sábado (15), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 5.

 

Fonte: Agência Brasil

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101 FM

Economia

Varejo potiguar registra em 2024 maior alta em vendas desde 2013

14/02/2025


                                                                Tomaz Silva

 

O Comércio Varejista do Rio Grande do Norte encerrou 2024 com um crescimento de 6,5%, o maior índice registrado desde 2013, quando o setor havia registrado um crescimento de 8,8% Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) divulgada nesta quinta-feira (13) pelo IBGE.

O resultado é expressivo e supera dez vezes a alta de 2023, quando o estado teve um incremento de apenas 0,6% nas vendas. Além disso, o desempenho positivo coloca o Rio Grande do Norte em posição acima da média nacional, que foi de 4,1% no mesmo período. O crescimento reflete uma recuperação relevante no setor varejista local, mostrando um cenário de maior dinamismo econômico.

Para o presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, o resultado reforça o potencial do comércio potiguar em contribuir para o desenvolvimento econômico do estado. “O crescimento de 6,5% em 2024 evidencia a resiliência e a capacidade de recuperação do nosso setor varejista, apesar dos desafios enfrentados nos últimos anos”, afirmou.

Com base nas tendências atuais e nos dados históricos, as projeções para 2025 no Comércio Varejista apontam um cenário de crescimento moderado para o Brasil, Nordeste e RN, condicionado à estabilidade econômica e à manutenção de políticas de incentivo ao consumo.

 

do site 98FM

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DROGARIA POUPE JÁ

Economia

VERÃO MARÉ TUDO QUE TODO MUNDO QUER

14/02/2025



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MARE MOVEIS TOUROS

Economia

Comércio registra alta de 4,7% e tem melhor resultado em 12 anos

13/02/2025


 

As vendas no comércio varejista fecharam 2024 com alta de 4,7%, o maior crescimento desde 2012 (8,4%). Em dezembro de 2024, frente a novembro, as vendas no comércio no país variaram negativamente 0,1%, resultado considerado estabilidade. Já a média móvel trimestral mostrou variação nula (0,0%) no trimestre finalizado em dezembro. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada hoje (13) pelo IBGE.

A expansão registrada no ano passado levou a série do índice de base fixa do volume com ajuste sazonal a novos níveis de recordes sucessivos, o que não acontecia desde 2020, atingindo o patamar máximo em outubro.

“Um aspecto importante sobre o varejo restrito na perspectiva anual é de que, na margem, viemos de dois meses de estabilidade (novembro e dezembro). No entanto, vale lembrar que essa estabilidade sustenta um patamar recorde que foi atingido em outubro de 2024, ou seja, é uma estabilidade na alta”, avalia o gerente da pesquisa, Cristiano Santos.

No comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo, as atividades de veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de vendas em dezembro de 2024 caiu 1,1% frente ao mês imediatamente anterior, após queda de 1,4% em novembro. Com isso, fechou 2024 acumulando alta de 4,1%, a maior desde 2021, quando havia registrado 4,5%.

Oito das onze atividades pesquisadas, no âmbito do varejo ampliado, fecharam o ano no campo positivo: artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (14,2%), veículos e motos, partes e peças (11,7%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (7,1%), material de construção (4,7%), hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (4,6%), móveis e eletrodomésticos (4,2%), tecidos, vestuário e calçados (2,8%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (0,7%).

“Em termos setoriais, o grande destaque foi o setor farmacêutico, que é a única atividade a sustentar também oito anos de crescimento contínuo. Nesse caso, ambos os subsetores cresceram ao longo de 2024: tanto o de produtos farmacêuticos em si quanto o de perfumaria e cosméticos. O setor de outros artigos de uso pessoal e doméstico, que engloba lojas de departamentos, material esportivo, entre outros, também teve saldo bastante positivo. Diferentemente do ocorrido com a farmacêutica, que teve um desempenho forte nos anos anteriores, esse setor vem de dois anos de queda, muito por conta de questões contábeis de algumas redes de lojas de departamento que ocorreram desde o fim de 2022, percorrendo todo o ano de 2023”, afirma Cristiano.

 

Pelo lado negativo, as três atividades que sofreram queda em 2024 foram combustíveis e lubrificantes (-1,5%), atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-7,1%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (-7,7%).

“O segmento de livros, jornais, revistas e papelaria já vem acumulando quedas há alguns anos, a última alta foi em 2022. Isso está relacionado ao crescente processo de digitalização de parte de seus produtos. O que vem sustentando essa atividade é o livro didático. No caso de atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, foi um ano muito focado na distribuição de cereais e leguminosas, num mercado muito competitivo. Já o setor de Combustíveis e lubrificantes está vinculado à demanda de transportes, que não foi tão forte em 2024”, observa o gerente.

 

Vendas cresceram 2,0% na comparação com dezembro de 2023

Frente a dezembro de 2023, o volume de vendas do varejo aumentou 2,0% no mesmo mês de 2024, 19º mês consecutivo de resultados positivos nesse indicador, com quatro atividades no campo positivo: móveis e eletrodomésticos (10,2%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (9,7%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (9,6%) e tecidos, vestuário e calçados (3,4%).

Com resultados negativos, ficaram os seguintes setores: hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,8%), Combustíveis e lubrificantes (-1,7%), Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,2%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (-3,9%).

No varejo ampliado, Veículos e motos, partes e peças teve alta de 6,8%, Material de construção cresceu 2,0% e Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo caiu 8,1%.

 

Comparação com novembro

A variação negativa (-0,1%) de novembro para dezembro de 2024 acontece após a variação de -0,2% registrada em novembro. Houve resultados negativos em cinco dos oito setores pesquisados no varejo restrito: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-5,0%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-3,3%). Combustíveis e lubrificantes (-3,1%), Tecidos, vestuário e calçados (-1,7%) e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,4%).

Somente três dos oito grupamentos pesquisados não registraram taxa negativa: Outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,6%), Móveis e eletrodomésticos (0,7%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (0,8%). No varejo ampliado, Veículos e motos, partes e peças e Material de construção caíram: -0,8% e -2,8%, respectivamente.

Na passagem de novembro para dezembro, as vendas do comércio varejista mostraram recuo em 20 das 27 unidades da federação, com destaque para Amapá (-9,3%), Espírito Santo (-6,2%) e Roraima (-5,5%). Por outro lado, pressionando positivamente, ficaram sete estados, destacando-se Distrito Federal (4,5%), Rio de Janeiro (2,9%) e Pernambuco (1,4%).

Já no varejo ampliado a variação nesse indicador teve resultados negativos em 19 das 27 unidades da federação, com destaque para Amapá (-12,6%), Mato Grosso (-6,5%) e Espírito Santo (-4,7%). No sentido inverso, pressionando positivamente, figuraram oito estados, podendo ser destacados Distrito Federal (3,1%), Bahia (1,9%) e Sergipe (1,7%).

 

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