Mundo
Israel rebaixa relações com o Brasil e ficará sem embaixador no país
26/08/2025

Foto: Arte/Metrópoles
Israel decidiu rebaixar as relações diplomáticas com o Brasil, após o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não aprovar a nomeação de um novo embaixador israelense em Brasília. A decisão aconteceu nesta segunda-feira (25).
Segundo nota da chancelaria israelense, divulgada pelo jornal The Times of Israel, Tel Aviv decidiu retirar o pedido de agrément do embaixador Gali Dagan, após Brasília ignorá-lo por meses.
“Após o Brasil, excepcionalmente, se abster de responder ao pedido de agrément do embaixador Dagan, Israel retirou o pedido, e as relações entre os países agora são conduzidas em um nível diplomático inferior”, disse o Ministério das Relações Exteriores de Israel.
Desde o último dia 12 de agosto, a representação diplomática israelense no Brasil está sem diplomata. O cargo está vago após o embaixador Daniel Zonshine, que ocupou o posto desde 2021, se aposentar.
Indicação
Em janeiro deste ano, o ex-embaixador de Israel na Colômbia, Gali Dagan, foi indicado pelo governo israelense para assumir a chefia da embaixada no Brasil.
O governo brasileiro, no entanto, não aprovou a indicação em meio ao distanciamento diplomático entre Brasil e Israel — e as críticas do presidente Lula sobre a violência contra palestinos na Faixa de Gaza.
Até o momento, o Itamaraty ainda não se manifestou sobre a decisão de Israel.
Metrópoles
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China revoluciona a medicina com rim artificial que poderá salvar milhões de vidas
21/08/2025

Pesquisadores chineses anunciaram a criação do primeiro rim de laboratório capaz de filtrar sangue, produzir urina e reagir a hormônios como um rim humano real. Desenvolvido a partir de células-tronco, o órgão representa um avanço histórico na medicina regenerativa e pode transformar o futuro dos transplantes.
O objetivo é fabricar rins personalizados, eliminando filas de espera, rejeição imunológica e a dependência de doadores. A inovação promete salvar milhões de vidas e inaugura uma nova era na bioengenharia de órgãos humanos.
Revista do Ceará
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Governo Trump diz que vai usar toda ‘toda a força’ contra Maduro na Venezuela
20/08/2025

Presidente dos EUA, Donald Trump. Foto: Official White House Photo by Daniel Torok
A porta-voz do governo Trump, dos EUA, Karoline Leavitt, disse nesta terça-feira (19) que vai usar “toda a força” contra o regime de Nicolás Maduro, na Venezuela.
“Maduro não é um presidente legítimo. Ele é um fugitivo e chefe de um cartel narcoterrorista acusado nos EUA de tráfico de drogas. Trump está preparado para usar toda a força americana para deter o tráfico de drogas”, disse Leavitt, a jornalistas, na Casa Branca.
O termo em inglês usado por Leavitt, “power”, pode ser traduzido como “força” ou “poder”.
Nesta semana, os EUA deslocaram três navios de guerra para o sul do Caribe, perto da costa da Venezuela, sob a alegação de conter ameaças de cartéis de tráfico de drogas. O presidente Trump afirmou que iria usar forças militares para perseguir o tráfico organizado, cujos grupos foram designados como organizações terroristas globais por Washington.
De acordo com a Reuters e a AP, os navios deslocados são destróiers com sistemas de mísseis guiados Aegis: USS Gravely, USS Jason Dunham e USS Sampson. As agências dizem que mais de 4.000 militares serão posicionados na região.
O governo da Venezuela, em nota, chamou a acusação americana de cumplicidade com o narcotráfico de “ameaças”, as quais “não só afetam a Venezuela, mas colocam em risco a paz e a estabilidade na região”.
Sem se referir aos navios de guerra, o presidente venezuelano disse na segunda-feira (18), em um discurso, que a Venezuela “defenderá nossos mares, nossos céus e nossas terras”. Ele aludiu ao que chamou de “a ameaça bizarra e absurda de um império em declínio”.
Recompensa
No último dia 7, os EUA anunciaram que irão pagar até US$ 50 milhões (cerca de R$ 270 milhões) por informações que levem à prisão ou condenação de Maduro. O valor é maior do que o oferecido por detalhes do paradeiro de Osama Bin Laden após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001.
Segundo a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, Maduro é um dos “maiores narcotraficantes do mundo” e representa uma ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos.
Acusação formal sob Trump
Os EUA acusam formalmente Maduro de narcoterrorismo desde março de 2020, durante o primeiro mandato de Donald Trump. Na época, o governo passou a oferecer uma recompensa de US$ 15 milhões (cerca de R$ 75 milhões).
Esse valor foi aumentado para US$ 25 milhões em janeiro de 2025, já sob o governo de Joe Biden, como retaliação à posse de Maduro para um novo mandato como presidente. Agora, a recompensa foi dobrada e chegou a US$ 50 milhões.
O novo montante ultrapassa o valor oferecido pelos EUA por Osama Bin Laden logo após os atentados de 11 de setembro. À época, o governo americano anunciou uma recompensa de US$ 25 milhões pelo líder da Al-Qaeda, e ele passou a ser o homem mais procurado do planeta.
O Senado dos EUA chegou a aprovar a elevação desse valor para US$ 50 milhões, em 2007, mas não há registros de que a mudança tenha sido oficializada. Registros do Departamento de Estado indicam que a recompensa ficou em US$ 25 milhões.
Bin Laden foi morto em maio de 2011, durante uma operação da Marinha dos EUA no Paquistão. Segundo a imprensa americana, nenhuma recompensa foi paga, já que o líder da Al-Qaeda foi localizado por meio de dados da inteligência norte-americana.
Antes mesmo da morte de Bin Laden, em 2003, os Estados Unidos já haviam pagado uma recompensa superior — mas referente a dois alvos. Na ocasião, um homem recebeu US$ 30 milhões por fornecer informações sobre o paradeiro de Uday e Qusay Hussein, filhos do então ditador iraquiano Saddam Hussein.
Buscas por Maduro
Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, Nicolás Maduro é acusado de envolvimento em conspiração com o narcoterrorismo, tráfico de drogas, importação de cocaína e uso de armas em apoio a crimes relacionados ao tráfico.
Maduro também é apontado pelo governo americano como líder do suposto Cartel de los Soles, grupo classificado recentemente pelos EUA como organização terrorista internacional.
Ao anunciar a recompensa de US$ 50 milhões, o governo americano afirmou que já apreendeu mais de US$ 700 milhões em bens ligados ao venezuelano, incluindo dois jatos particulares e nove veículos.
Ainda de acordo com o governo, as autoridades interceptaram 30 toneladas de cocaína ligadas a Maduro e seus aliados — quase 7 toneladas diretamente relacionadas ao presidente.
Apesar disso, a recompensa oferecida pelos EUA tem efeito prático limitado e é vista como gesto político. Maduro segue no comando da Venezuela, e a medida não equivale a um pedido internacional de prisão.
Como estratégia, para se blindar, Maduro continua mantendo relações diplomáticas com aliados estratégicos como Rússia, China e Irã.
Fonte: g1
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Governo Trump diz que vai usar ‘toda a força’ contra Maduro na Venezuela; EUA deslocam navios de guerra para a costa do país
19/08/2025

Foto: Federico PARRA, KAMIL KRZACZYNSKI/AFP
A porta-voz do governo Trump, dos EUA, Karoline Leavitt, disse nesta terça-feira (19) que vai usar “toda a força” contra o regime de Nicolás Maduro, na Venezuela.
“Maduro não é um presidente legítimo. Ele é um fugitivo e chefe de um cartel narcoterrorista acusado nos EUA de tráfico de drogas. Trump está preparado para usar toda a força americana para deter o tráfico de drogas”, disse Leavitt, a jornalistas, na Casa Branca.
Foto: Federico PARRA, KAMIL KRZACZYNSKI/AFP
A porta-voz do governo Trump, dos EUA, Karoline Leavitt, disse nesta terça-feira (19) que vai usar “toda a força” contra o regime de Nicolás Maduro, na Venezuela.
“Maduro não é um presidente legítimo. Ele é um fugitivo e chefe de um cartel narcoterrorista acusado nos EUA de tráfico de drogas. Trump está preparado para usar toda a força americana para deter o tráfico de drogas”, disse Leavitt, a jornalistas, na Casa Branca.
O termo em inglês usado por Leavitt, “power”, pode ser traduzido como “força” ou “poder”.
Nesta semana, os EUA deslocaram três navios de guerra para o sul do Caribe, perto da costa da Venezuela, sob a alegação de conter ameaças de cartéis de tráfico de drogas. O presidente Trump afirmou que iria usar forças militares para perseguir o tráfico organizado, cujos grupos foram designados como organizações terroristas globais por Washington.
De acordo com a Reuters, os navios deslocados são destróiers com sistemas de mísseis guiados Aegis: USS Gravely, USS Jason Dunham e USS Sampson. A agência diz que mais de 4.000 militares serão posicionados na região.
O Ministério das Comunicações da Venezuela não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters. Sem se referir aos navios de guerra, o presidente venezuelano disse na segunda-feira (18), em um discurso, que a Venezuela “defenderá nossos mares, nossos céus e nossas terras”. Ele aludiu ao que chamou de “a ameaça bizarra e absurda de um império em declínio”.
Recompensa
No último dia 7, os EUA anunciaram que irão pagar até US$ 50 milhões (cerca de R$ 270 milhões) por informações que levem à prisão ou condenação de Maduro. O valor é maior do que o oferecido por detalhes do paradeiro de Osama Bin Laden após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001.
Segundo a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, Maduro é um dos “maiores narcotraficantes do mundo” e representa uma ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos.
Acusação formal sob Trump
Os EUA acusam formalmente Maduro de narcoterrorismo desde março de 2020, durante o primeiro mandato de Donald Trump. Na época, o governo passou a oferecer uma recompensa de US$ 15 milhões (cerca de R$ 75 milhões).
Esse valor foi aumentado para US$ 25 milhões em janeiro de 2025, já sob o governo de Joe Biden, como retaliação à posse de Maduro para um novo mandato como presidente. Agora, a recompensa foi dobrada e chegou a US$ 50 milhões.
O novo montante ultrapassa o valor oferecido pelos EUA por Osama Bin Laden logo após os atentados de 11 de setembro. À época, o governo americano anunciou uma recompensa de US$ 25 milhões pelo líder da Al-Qaeda, e ele passou a ser o homem mais procurado do planeta.
O Senado dos EUA chegou a aprovar a elevação desse valor para US$ 50 milhões, em 2007, mas não há registros de que a mudança tenha sido oficializada. Registros do Departamento de Estado indicam que a recompensa ficou em US$ 25 milhões.
Bin Laden foi morto em maio de 2011, durante uma operação da Marinha dos EUA no Paquistão. Segundo a imprensa americana, nenhuma recompensa foi paga, já que o líder da Al-Qaeda foi localizado por meio de dados da inteligência norte-americana.
Antes mesmo da morte de Bin Laden, em 2003, os Estados Unidos já haviam pagado uma recompensa superior — mas referente a dois alvos. Na ocasião, um homem recebeu US$ 30 milhões por fornecer informações sobre o paradeiro de Uday e Qusay Hussein, filhos do então ditador iraquiano Saddam Hussein.
Buscas por Maduro
Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, Nicolás Maduro é acusado de envolvimento em conspiração com o narcoterrorismo, tráfico de drogas, importação de cocaína e uso de armas em apoio a crimes relacionados ao tráfico.
Maduro também é apontado pelo governo americano como líder do suposto Cartel de los Soles, grupo classificado recentemente pelos EUA como organização terrorista internacional.
Ao anunciar a recompensa de US$ 50 milhões, o governo americano afirmou que já apreendeu mais de US$ 700 milhões em bens ligados ao venezuelano, incluindo dois jatos particulares e nove veículos.
Ainda de acordo com o governo, as autoridades interceptaram 30 toneladas de cocaína ligadas a Maduro e seus aliados — quase 7 toneladas diretamente relacionadas ao presidente.
Apesar disso, a recompensa oferecida pelos EUA tem efeito prático limitado e é vista como gesto político. Maduro segue no comando da Venezuela, e a medida não equivale a um pedido internacional de prisão.
Como estratégia, para se blindar, Maduro continua mantendo relações diplomáticas com aliados estratégicos como Rússia, China e Irã.
g1
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Zelensky se reúne com Trump no Salão Oval para discutir paz na Ucrânia; após conversa, presidentes encontrarão líderes europeus para nova reunião
18/08/2025

Foto: Reprodução
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, participa de uma reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Salão Oval da Casa Branca, nesta segunda-feira (18) para discutir um acordo de paz que leve ao fim da guerra com a Rússia.
Após a conversa com o líder ucraniano, Trump receberá os líderes do Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Finlândia, União Europeia e Otan para uma reunião conjunta na Sala Leste da Casa Branca.
Os europeus esperam apoiar Zelensky em um momento diplomático crucial da guerra e evitar qualquer repetição do encontro mal-humorado entre Trump e o líder ucraniano no Salão Oval em fevereiro.
CNN Brasil
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Direita vence eleições presidenciais na Bolívia e dois candidatos vão ao segundo turno
18/08/2025

Reprodução
Dois candidatos de direita disputarão o segundo turno das eleições presidenciais na Bolívia, marcando o fim de 20 anos de domínio da esquerda no país.
O senador Rodrigo Paz, de centro-direita e filho do ex-presidente Jaime Paz Zamora, liderou o primeiro turno com 32% dos votos. Em segundo lugar ficou o ex-presidente Jorge “Tuto” Quiroga, da direita conservadora, com 26%. O milionário Samuel Doria Medina, apontado como favorito nas pesquisas até uma semana atrás, ficou em terceiro lugar, com 20%, e declarou apoio a Rodrigo Paz.
Rodrigo Paz afirmou que o resultado reflete a vontade dos bolivianos de mudar o sistema político do país. A Bolívia enfrenta grave crise econômica, com inflação anual de cerca de 25%, falta de combustíveis e escassez de dólares. O país ainda lida com a influência política de Evo Morales, ex-presidente indígena que governou entre 2006 e 2019. Impedido de concorrer, Morales defendeu o voto nulo, alegando que o pleito não era legítimo.
O atual presidente, Luis Arce, eleito em 2020 pelo partido de Morales, o Movimento ao Socialismo, rompeu com o ex-líder. Até o momento, o governo brasileiro não se manifestou sobre a guinada à direita na Bolívia, país com o qual o Brasil compartilha a maior fronteira internacional, de mais de 3.423 km, atravessando áreas como o Pantanal e a Amazônia.
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Bolívia vota neste domingo em eleição que pode encerrar mais de 20 anos de governo de esquerda
17/08/2025

Mais de 7,5 milhões de bolivianos vão às urnas, neste domingo 17, para escolher o próximo presidente e vice do país, além de 36 senadores e 130 deputados, em um pleito que pode encerrar mais de 20 anos de governo do Movimento ao Socialismo (MAS). A disputa ocorre com a esquerda dividida e os principais candidatos tradicionais da direita liderando as pesquisas de intenção de voto.
O ex-presidente Evo Morales, que governou o país por quase 14 anos, não foi autorizado pela Justiça a concorrer a uma nova reeleição. O atual presidente Luis Arce, que chegou ao poder pelo MAS em 2020 mas rompeu com Morales durante o governo, também optou por não disputar.
A sigla oficialista apresenta como candidatos Andrónico Rodríguez, presidente do Senado, e Eduardo del Castillo, ex-ministro de Governo, enquanto Morales defende que a população anule o voto.
Segundo levantamento do instituto Ipsos-Ciesmori para a emissora Unitel, o candidato com maior intenção de votos é o empresário Samuel Doria Medina, da coalizão Alianza Unidad, com cerca de 21%, seguido pelo ex-presidente Jorge “Tuto” Quiroga, com 20%. Rodrigo Paz Pereira e Manfred Reyes aparecem na sequência, com 8,3% e 7,7%, respectivamente.
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Na mesma pesquisa, os candidatos de esquerda Andrónico Rodríguez e Eduardo del Castillo registram 5,5% e 1,5%. Outro levantamento da Atlas/Intel aponta Quiroga em primeiro com 22,3%, Doria Medina com 18% e Eduardo del Castillo com 8,1%.
As eleições bolivianas utilizam votação em papel, com o eleitor marcando seus candidatos a presidente, vice e legisladores em uma grande cédula que é depositada em urnas de papelão com abertura plástica frontal.
Eleição na Bolívia é apurada manualmente
A apuração é manual, feita pelos mesários, e as atas fotográficas são enviadas ao Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) para divulgação preliminar no mesmo dia. O resultado oficial será proclamado somente após revisão de cada ata pelo TSE.
O MAS está no poder quase continuamente desde 2006, exceto entre 2019 e 2020, quando Morales renunciou após eleições contestadas e pressão das Forças Armadas, dando lugar à interina Jeanine Áñez, que posteriormente foi condenada a 10 anos de prisão pelo episódio, considerado golpe pelo governo.
AGORA RN
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‘Uma partida de xadrez’: Putin e Trump travam o primeiro cara a cara desde o início da guerra da Ucrânia sob desconfiança
15/08/2025

“Será como uma partida de xadrez”.
A frase, dita pelo presidente EUA, Donald Trump, na quinta-feira (14), resume o clima com o qual Estados Unidos e Rússia chegam para a primeira cúpula entre os dois países desde o início da guerra na Ucrânia, em fevereiro de 2022.
Donald Trump e Vladimir Putin, os dois grandes atores do tabuleiro atual da geopolítica mundial, voltarão a ficar cara a cara nesta sexta-feira (15) em um encontro com potencial de “selar a paz mundial”, como disse esperar Putin. Mas que, com apenas um movimento errado, pode também minar as chances de um fim próximo de uma das guerras mais longas dos últimos anos.
A reunião, que ocorrerá a partir das 16h pelo horário de Brasília em uma base militar do Alasca que já foi usada para espionagem à ex-União Soviética — em território norte-americano, portanto — não terá a presença do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. Segundo a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, a exclusão de Zelensky ocorreu porque partiu de Putin a ideia do encontro com Trump.
Será também o primeiro encontro a sós entre os dois líderes desde 2018. Na ocasião, quando a cúpula bilateral tratou de acusações de interferência russa nas eleições dos EUA, Putin conseguiu convencer Trump, que ainda saiu do encontro defendendo a versão do Kremlin e contradizendo a própria CIA, que dizia ter provas de que Moscou interferiu no pleito norte-americano.
A avaliação da imprensa norte-americana é que, desta vez, um Trump mais autoritário e experiente pode bater de frente com o homólogo russo.Mas, como disse o próprio Trump, “nada está garantido”.
Embora tenham trocado críticas e ameaças nos últimos meses, tanto Trump como Putin sinalizaram, na véspera da reunião, estar esperançosos que será um bom encontro.O líder russo elogiou os “esforços sinceros” de Washington para solucionar a guerra na Ucrânia e disse achar que o cara a cara com Trump pode selar a “paz mundial”.
Mas ponderou que isso só ocorrerá caso haja um acordo para restringir o uso de armas estratégicas, incluindo as nucleares, já sugerindo uma tentativa de barganhar algo em troca de um cessar-fogo na Ucrânia.Trump também enviou mensagens dúbias nos últimos dias: se mostrou esperançoso e disse que “acho que ele (Putin) fará um acordo”, mas admitiu que “nada está garantido. Será como uma partida de xadrez”.
E, mesmo munido de autoconfiança como negociador, o líder norte-americano e seu governo foram baixando as expectativas ao longo dos últimos dias.
Ele afirmou ter calculado em 25% as chances de o encontro “terminar mal” e já fala na necessidade de uma segunda reunião com o mandatário russo antes mesmo da a primeira acontecer.
Seu secretário de Estado, Marco Rubio, também afirmou que, embora esperançoso, “em última instância, caberá à Ucrânia e à Rússia concordar pela paz”.
Territórios
Uma certeza que ambos os lados apontam é que o debate pelas regiões ucranianas atualmente ocupados por tropas russas será o ponto central das negociações. Segundo o Instituto para o Estado da Guerra (ISW, na sigla em inglês),
Moscou controla militarmente cerca de 20% de todo o território ucraniano.E nenhum dos lados sinalizou querer abrir mão dessas regiões.No início ano, quando Trump ensaia uma aproximação com Putin, os EUA já chegaram a mencionar que a única solução para o fim da guerra que já dura três anos e meio, a Ucrânia teria de abdicar desse território.
Depois, voltou atrás e disse que negociaria essas áreas com o Kremlin. Nesta semana, o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, voltou a dizer que não quer nem pode ceder as áreas ocupadas.
Ao longo da semana, Zelensky, já ciente de que estava excluído do encontro, se reuniu com uma série de líderes europeus, com quem também telefonou para Trump.
Do líder norte-americano, conseguiram a garantia de que nenhum acordo para um cessar-fogo seria fechado sem o conhecimento e autorização de Kiev.
Fonte: g1
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EUA afirmam ter apreendido US$ 700 milhões em bens de Maduro
15/08/2025

Foto: Gaby Oraa/Bloomberg/Getty Images
A embaixada dos Estados Unidos em Caracas anunciou na quarta-feira, 13, que, segundo a procuradora-geral do país, Pam Bondi, foram apreendidos US$ 700 milhões (quase R$ 3,8 bilhões) em bens do presidente venezuelano, Nicolás Maduro.
Segundo ela, a ação se justifica pela operação contínua do “crime organizado” do regime chavista. “Isso é crime organizado. Não é diferente da máfia, e os bens relacionados a Maduro somam mais de US$ 700 milhões que já apreendemos; no entanto, seu reinado de terror continua”, explicou.
“Esses bens (de Maduro) incluem dois aviões multimilionários, várias casas, uma mansão na República Dominicana, várias casas multimilionárias na Flórida, uma fazenda de cavalos, automóveis — nove veículos, acredito — milhões de dólares em joias e dinheiro”, afirmou Bondi.
VEJA
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Ditador Nicolás Maduro reage a recompensa dos EUA por informações que levem à captura dele: “resposta pode ser o início do fim do império americano”
12/08/2025

Foto: reprodução
O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, reagiu à última oferta de recompensa dos Estados Unidos por informações que levem à captura dele na emissora de televisão venezuelana VTV, na segunda-feira (11).
Maduro disse para “os imperialistas” que não se atrevam a atacá-lo porque a resposta “pode ser o início do fim do império americano”.
Ele acrescentou que na Venezuela, até cadetes do primeiro ano recebem formação com uma visão anti-imperialista.
“Eu digo aos imperialistas, e digo ao meu povo: não ousem”, disse ele durante a transmissão.
Esses comentários vieram após os EUA anunciarem que iriam dobrar a recompensa por informações que levem à prisão do ditador da Venezuela. Inicialmente, o valor foi anunciado em US$ 25 milhões, e agora, passa a ser US$ 50 milhões.
Anteriormente, o governo americano já havia argumentado que a vitória de Maduro nas eleições em 2024 foi “ilegítima”, além de emitir uma ordem para captura do mandatário.
A oposição alega ter vencido o pleito, e o resultado foi amplamente contestado por observadores internacionais.
Maduro, presidente desde 2013, foi declarado vencedor das eleições de julho de 2024 pela autoridade eleitoral e pelo tribunal superior da Venezuela, embora nunca tenham sido publicadas as apurações detalhadas que confirmam sua vitória.
CNN Brasil
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Recurso pede que Suprema Corte anule união do mesmo sexo nos EUA
12/08/2025

Foto: REUTERS/Kevin Mohatt
A Suprema Corte dos Estados Unidos deve avaliar se aceita ou não analisar um caso que pede para que o tribunal anule uma decisão que estendeu o direito do casamento para casais do mesmo sexo, segundo a ABC News e a Newsweek.
O recurso é de Kim Davis, ex-escrivã do condado de Kentucky que foi presa por seis dias em 2015 após se recusar a emitir licenças de casamento para um casal gay por motivos religiosos.
Ela recorre de um veredicto de US$ 100 mil (equivalente a R$ 544 mil) por danos morais, além de US$ 260 mil (equivalente a R$ 1,4 milhão) em honorários advocatícios.
Em uma petição apresentada no mês passado, Davis argumenta que a Primeira Emenda da Constituição dos EUA, que protege o livre exercício da religião, a isenta de responsabilidade pessoal por negar licenças de casamento, de acordo com a ABC.
O jornal ressalta que, mais fundamentalmente, ela alega que a decisão da Suprema Corte no caso Obergefell v. Hodges — que estendeu os direitos de casamento para casais do mesmo sexo — foi “extremamente equivocada”.
Ainda assim, Daniel Urman, professor de Direito na Northeastern University, disse à Newsweek que é improvável que a Suprema Corte concorde em anular o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Além disso, a ABC relatou que tribunais inferiores rejeitaram as alegações de Davis e que especialistas jurídicos consideram a anulação improvável.
CNN
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Governo Trump chama Eduardo Bolsonaro para reunião em Washington
09/08/2025

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o jornalista Paulo Figueiredoforam convidados pelo governo dos Estados Unidos a fazer uma nova rodada de conversas com autoridades do governo americano e auxiliares de Donald Trump.
A notícia é da coluna de Débora Bergamasco, do Metrópoles. Os encontros foram marcados para quarta (13) e quinta-feiras (14) da semana que vem, em Washington. Os americanos querem ouvir informações atualizadas sobre as questões políticas e jurídicas no Brasil.
Conforme a CNN informou, com a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) decretada na segunda-feira (4), Eduardo e Figueiredo estão trabalhando para que o governo dos Estados Unidos não apliquem sanções aos demais ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e nem cobrem novas tarifas aos produtos importados do Brasil.
As articulações por um endurecimento na aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, com aperto aos bancos, estão sendo feitas pela dupla.
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Ucrânia não cederá seu território, adverte Zelenski após anúncio de reunião entre Trump e Putin
09/08/2025

Foto: AFP
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu homólogo russo, Vladimir Putin, se encontrarão no Alasca, próximo à Rússia, no dia 15 de agosto, com o objetivo de encerrar o conflito — apesar dos repetidos alertas da Ucrânia e da Europa de que Kiev deve fazer parte das negociações.
Ao anunciar a cúpula na sexta-feira, Trump afirmou que “haverá alguma troca de territórios para benefício de ambos”, referindo-se à Ucrânia e à Rússia, sem dar mais detalhes.
“Os ucranianos não entregarão sua terra ao ocupante”, declarou Zelenski nas redes sociais horas depois.
“Não podem ser tomadas decisões contra nós, não podem ser tomadas decisões sem a Ucrânia. Seria uma decisão contra a paz. Não conseguirão nada”, alertou o presidente. A guerra “não pode terminar sem nós, sem a Ucrânia”, acrescentou.
As três rodadas de negociações entre Rússia e Ucrânia realizadas neste ano não tiveram resultados, e segue incerto se uma cúpula ajudará a aproximar as partes para alcançar a paz.
A invasão russa da Ucrânia, lançada em fevereiro de 2022, deixou dezenas de milhares de mortos, milhões de deslocados e grandes destruições.
Putin tem resistido aos repetidos apelos dos Estados Unidos, da Europa e da própria Ucrânia para que seja declarado um cessar-fogo.
Zelenski afirmou que Kiev está “preparada para tomar decisões reais que possam trazer a paz”, mas frisou que deve ser uma “paz digna”, sem entrar em mais detalhes.
O presidente ucraniano pressiona pela realização de uma cúpula tripartite e afirmou diversas vezes que reunir-se com Putin é a única forma de avançar para a paz. No entanto, o líder russo descartou conversar com Zelenski neste momento.
A cúpula no Alasca — território vendido pela Rússia aos Estados Unidos em 1867 — será a primeira entre presidentes em exercício dos dois países desde que Joe Biden se encontrou com Putin em Genebra, em junho de 2021.
Também marcará a primeira vez que o mandatário russo pisará em solo americano desde 2015, quando o democrata Barack Obama estava no poder.
O Alasca está “muito longe desta guerra, que é travada em nossa terra, contra o nosso povo”, disse Zelenski sobre o local escolhido para a reunião.
O Kremlin considerou a escolha “bastante lógica”, já que o estado, próximo ao Ártico, faz fronteira com os dois países e é onde se cruzam seus “interesses econômicos”.
Moscou também convidou Trump para realizar uma visita recíproca à Rússia em momento posterior.
Trump e Putin se reuniram pela última vez em 2019, durante a cúpula do G20 no Japão, no primeiro mandato do norte-americano, embora tenham conversado por telefone em diversas ocasiões desde janeiro.
O Globo
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EUA dobra para US$ 50 milhões recompensa por informações que levem à prisão ou condenação de Maduro
08/08/2025

Foto: Leonardo Fernandez Viloria/Reuters
Os Estados Unidos elevaram para US$ 50 milhões (cerca de R$ 270 milhões) a recompensa por informações que levem à prisão ou condenação de Nicolás Maduro, presidente da Venezuela. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (7) pela procuradora-geral Pam Bondi.
No início de janeiro, ainda sob o governo de Joe Biden, os EUA divulgaram um cartaz com a foto de Maduro, oferecendo uma recompensa de US$ 25 milhões.
Nesta quinta, Bondi afirmou que o valor foi dobrado por Maduro representar uma ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos. Ainda segundo ela, o presidente venezuelano é “um dos maiores narcotraficantes do mundo”.
“Os Departamentos de Justiça e de Estado anunciam uma recompensa histórica de US$ 50 milhões por informações que levem à prisão de Nicolás Maduro. Ele utiliza organizações terroristas estrangeiras para trazer drogas letais e violência ao nosso país”, afirmou.
Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, o presidente venezuelano é acusado de envolvimento em conspiração com o narcoterrorismo, tráfico de drogas, importação de cocaína e uso de armas em apoio a crimes relacionados ao tráfico.
Maduro também é apontado pelo governo americano como líder do suposto Cartel de los Soles, grupo classificado recentemente pelos EUA como organização terrorista internacional.
Bondi informou que os Estados Unidos já apreenderam mais de US$ 700 milhões em bens ligados ao venezuelano, incluindo dois jatos particulares e nove veículos.
Ainda de acordo com a procuradora-geral, as autoridades interceptaram 30 toneladas de cocaína ligadas a Maduro e seus aliados — quase 7 toneladas diretamente relacionadas ao presidente. Parte dessa droga estaria misturada com fentanil, segundo ela.
Apesar disso, a recompensa oferecida pelos EUA tem efeito prático limitado e é vista como gesto político. Maduro segue no comando da Venezuela, e a medida não equivale a um pedido internacional de prisão.
Para se blindar, Maduro continua mantendo relações diplomáticas com aliados estratégicos como Rússia, China e Irã.
O Departamento de Justiça também oferece recompensas por informações sobre Diosdado Cabello Rondón, ministro do Interior, Justiça e Paz, e Vladimir Padrino López, ministro da Defesa da Venezuela.
G1
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EUA condenam decisão de Moraes: “Deixem Bolsonaro falar”
05/08/2025

Foto: EFE-Via Agência Brasil
Os Estados Unidos condenaram nesta segunda-feira (4) a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de determinar a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Em uma postagem nas redes sociais, o Escritório do Departamento de Estado para Assuntos do Hemisfério Ocidental criticou a medida do ministro Alexandre de Moraes, alegando uma ameaça a democracia:
“O juiz [Alexandre] Moraes, agora um violador de direitos humanos sancionado pelos EUA, continua a usar as instituições brasileiras para silenciar a oposição e ameaçar a democracia”, diz a nota.
“Impor ainda mais restrições à capacidade de Jair Bolsonaro de se defender em público não é um serviço público. Deixem Bolsonaro falar! Os Estados Unidos condenam a ordem de Moraes que impõe prisão domiciliar a Bolsonaro e responsabilizarão todos aqueles que auxiliarem e forem cúmplices da conduta”, finaliza o comunicado.
De acordo com a decisão publicada nesta segunda-feira (4), Moraes argumentou que o ex-presidente tem feito “reiterado descumprimento das medidas cautelares”
Segundo a decisão, Bolsonaro está proibido de receber visitas, com exceção de seus advogados e pode ter contato apenas com pessoas autorizadas pelo Supremo.
O ex-presidente ainda está proibido de usar o celular, direta ou indiretamente, por intermédio de terceiros. No último domingo (3), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma chamada de vídeo de Bolsonaro na manifestação em Copacabana, no Rio de Janeiro.
Moraes ainda reafirma na decisão que manteve as cautelares em proibir o ex-presidente de ter contato com embaixadores e se aproximar de embaixadas ou autoridades estrangeiras. Além manter a proibição do uso das redes sociais.
A PF (Policia Federal) cumpriu busca e apreensão na casa do ex-presidente e apreendeu seu celular.
Em nota, a defesa disse que “foi surpreendida com a decretação de prisão domiciliar, tendo em vista que o ex-presidente Jair Bolsonaro não descumpriu qualquer medida”.
CNN
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Esquentou: Estados Unidos diz à Venezuela que “Maduro e seu regime criminoso não durarão muito tempo”
28/07/2025

A Embaixada dos Estados Unidos na Venezuela afirmou neste domingo (27), em mensagem ao povo venezuelano, que o “regime criminoso” de Nicolás Maduro “não vai durar para sempre”. A publicação foi feita no perfil oficial da embaixada no X.
“Maduro e seu regime criminoso não durarão para sempre, e a terra de Bolívar voltará a ser democrática e livre”, diz o texto.
Mais cedo, o secretário de Estado Marco Rubio, chefe da diplomacia de Donald Trump, declarou que Maduro não é o presidente legítimo da Venezuela e o acusou de chefiar o cartel de Los Soles, classificado como organização narcoterrorista.
Na sexta (25), o Departamento do Tesouro dos EUA anunciou sanções contra o cartel, apontando que ele é liderado por membros do alto escalão do governo venezuelano e apoia grupos como o Tren de Aragua.
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Ônibus cai de 50 metros em ravina e deixa ao menos 18 mortos no Peru
26/07/2025

Foto: Rádio Sudamericana Tarma/El Cazador y Selva Progresa
Pelo menos 18 pessoas morreram e outras 48 ficaram feridas após um ônibus de dois andares despencar em uma ravina de cerca de 50 metros de altura no Peru. O acidente ocorreu nesta sexta-feira, em uma estrada na região montanhosa de Junín, próxima aos Andes, enquanto o veículo realizava o trajeto entre Lima e a região amazônica do país.
Segundo as autoridades locais, o motorista teria perdido o controle em um trecho sinuoso da rodovia antes de o ônibus sair da pista e despencar no desfiladeiro. De acordo com o jornal inglês The Sub, o impacto foi tão violento que a estrutura do ônibus se partiu ao meio.
“Quinze das vítimas morreram ainda no local. Outras três não resistiram aos ferimentos e faleceram após serem levadas ao hospital”, informou um porta-voz do serviço de saúde da cidade de Tarma, responsável por coordenar o socorro às vítimas.
Entre os mortos estão duas crianças. As autoridades ainda investigam as causas do acidente.
O veículo pertencia à empresa Expreso Molina Líder Internacional e transportava cerca de 60 passageiros no momento da tragédia. Imagens divulgadas pelas equipes de resgate mostram destroços espalhados pela encosta, com janelas estilhaçadas, estruturas metálicas retorcidas e partes da carroceria completamente destruídas.
Equipes de emergência foram mobilizadas para o resgate em uma operação de difícil acesso por conta do terreno acidentado da região. O estado de saúde dos feridos ainda não foi totalmente divulgado.
O Globo
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Departamento de Estado dos EUA diz que Moraes persegue e censura Bolsonaro
25/07/2025

O subsecretário de Diplomacia Pública dos Estados Unidos, Darren Beattie, afirmou nesta quinta-feira (24) que o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), é o “coração pulsante” do processo de “perseguição” e “censura” contra Jair Bolsonaro (PL). A declaração foi publicada no X (antigo Twitter).
De acordo com o diplomata, os EUA estão atentos e “tomando medidas” graças às ações do presidente Donald Trump e do secretário de Estado, Marco Rubio. Mais tarde, a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil republicou a postagem do subsecretário.
Beattie é subsecretário no Departamento de Estado dos EUA, um órgão similar ao Ministério de Relações Exteriores no Brasil.
A publicação foi feita algumas horas após Alexandre de Moraes responder a defesa do ex-presidente com uma advertência sobre o cumprimento de medidas restritivas impostas, mas descartando a prisão preventiva.
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Não há sobreviventes na queda de avião na Rússia, diz agência
24/07/2025

Foto: Reprodução/X
A aeronave An-24 que caiu na região de Amur, na Rússia, nesta quinta-feira (24/7), pegou fogo durante a descida e nenhum sobrevivente foi avistado no decorrer da inspeção aérea no local, informou o centro regional de defesa civil e segurança contra incêndio à agência de notícias russa TASS.
“De acordo com o diretor do Aeroporto de Tynda, a tripulação de um helicóptero Mi-8 que sobrevoava a área não relatou sinais de sobreviventes”, diz o comunicado.
O avião transportava 49 pessoas, segundo o governador regional Vasily Orlov. Ele disse que havia 43 passageiros, incluindo cinco crianças, e seis tripulantes a bordo.
“Todas as forças e os meios necessários foram mobilizados para procurar o avião”, escreveu o governador no Telegram.
Segundo a agência de notícias russa Interfax, os serviços de emergência registraram que “o avião An-24 voava na rota Khabarovsk-Blagoveshchensk-Tynda. Não passou pelos controles de segurança perto do seu destino final. Não houve contato com ele”.
Metrópoles
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Ucrânia deixa Brasil sem embaixador após insatisfações com Lula
21/07/2025

Foto: reprodução
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, decidiu não indicar um embaixador para a representação diplomática ucraniana em Brasília. A informação foi confirmada ao Metrópoles por fontes ligadas a chancelaria do país nesta segunda-feira (21/7).
Rusgas entre Brasil e Ucrânia
-Desde o início do governo Lula 3, o Brasil é alvo de críticas por parte da Ucrânia.
-Para o governo de Volodymyr Zelensky, gestos e falas do líder brasileiro são vistos como posicionamentos pró-Rússia.
-A situação entre os dois países escalou após Lula viajar à Rússia, no início de maio, para participar das comemorações do 80º aniversário do Dia da Vitória em Moscou.
-Na época, o governo ucraniano recusou ao menos duas tentativas de conversas telefônicas entre Lula e Zelensky.
-A tentativa de reaproximação de Lula com Zelensky foi vista por Kiev como um gesto de “cinismo”, com o objetivo de “mascarar” um possível novo sinal positivo a Putin.
-A diplomacia brasileira, no entanto, nega qualquer crise na relação entre os dois países. Fontes ouvidas pelo Metrópoles afirmam que o diálogo, a nível diplomático, funciona bem. O que o governo do Brasil tem buscado, acrescentaram, é o resgate da diplomacia presidencial entre Lula e Zelensky — que praticamente não têm diálogos desde o último ano.
-Na última cúpula do G7, no Canadá, um encontro entre os dois presidentes chegou a ser anunciado. A reunião, porém, não aconteceu devido a problemas de agenda.
Mais cedo, o líder ucraniano informou que se reuniu com o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha. No encontro, o nome de 16 novos embaixadores ucranianos foram definidos.
Sem um chefe desde o início de junho, quando o diplomata Andrii Melnyk deixou o posto em Brasília para assumir um cargo na Organização das Nações Unidas (ONU), a embaixada da Ucrânia no Brasil continuará sem embaixador.
A decisão surge após o governo da Ucrânia mostrar insatisfação com alguns posicionamentos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, vistos como favoráveis à Rússia.
No mundo diplomático, manter uma embaixada sem um embaixador é visto como um sinal de descontentamento de um país em relação a nação que recebe a missão diplomática.
Mais cedo, o líder ucraniano informou que se reuniu com o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha. No encontro, o nome de 16 novos embaixadores ucranianos foram definidos.
Sem um chefe desde o início de junho, quando o diplomata Andrii Melnyk deixou o posto em Brasília para assumir um cargo na Organização das Nações Unidas (ONU), a embaixada da Ucrânia no Brasil continuará sem embaixador.
A decisão surge após o governo da Ucrânia mostrar insatisfação com alguns posicionamentos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, vistos como favoráveis à Rússia.
Metrópoles
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