Economia
Vendas de veículos seminovos e usados crescem 16% no RN em 2025
08/10/2025

O mercado de veículos seminovos e usados segue em ritmo de expansão no Rio Grande do Norte em 2025. No acumulado de janeiro a agosto, foram registradas 159.625 unidades vendidas no estado, o que representa um crescimento de 16% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo levantamento da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto) com base em dados da Senatran.
Em agosto, as vendas somaram 21.475 veículos, alta de 11,5% sobre julho e 19,4% em comparação a agosto de 2024. A média por dia útil no mês chegou a 1.023 unidades, avanço de 22,1% em relação ao mês anterior. Os automóveis seguem como principal segmento do mercado potiguar, com 11.432 unidades vendidas em agosto, crescimento de 16% frente ao mesmo mês do ano anterior. Em seguida aparecem as motos, com 7.348 unidades e avanço de 22% no comparativo anual. Também houve aumento nas vendas de comerciais leves (+26,6%), pesados (+23,8%) e outros tipos de veículos (+47%).
Para o gerente de Seminovos da Nacional Seminovos – Concessionária Volks, Márcio Linhares, o bom momento do setor está diretamente ligado à valorização dos carros novos e às condições de crédito mais atrativas para quem compra usados. “A gente pode atribuir isso ao valor elevado dos carros zero quilômetro e às taxas de juros mais acessíveis para o segmento de seminovos”, explica. “Hoje, um carro novo parte de 90 a 100 mil reais, enquanto um seminovo de qualidade pode ser encontrado na faixa de 50 a 70 mil, o que se encaixa melhor na realidade local”, acrescenta.
Segundo ele, essa faixa de preço é justamente a mais procurada no mercado, o que tem até gerado escassez de oferta. “O carro entre 50 e 70 mil reais tem ficado mais valorizado e difícil de encontrar”, afirma. “A demanda é maior do que o estoque”.
Em Natal, o desempenho acompanha a tendência estadual. A capital potiguar registrou 5.741 unidades vendidas em agosto, aumento de 8,3% em relação a julho e de 6,7% na comparação com agosto de 2024. No acumulado do ano, Natal soma 42.894 veículos comercializados, avanço de 9,5% sobre o mesmo período do ano passado — o equivalente a cerca de 27% das vendas do estado.
Entre os segmentos, os automóveis representaram 3.845 unidades (alta de 8,5% frente a agosto de 2024) e as motos 1.231 unidades, com leve queda anual de 3,5%, mas crescimento acumulado de 7,5% no ano. O comportamento mostra um mercado aquecido tanto pela busca de modelos mais novos, impulsionada pela valorização dos usados, quanto pelo interesse em opções mais acessíveis.
Para o presidente da Associação Norte-Riograndense de Revendedores de Veículos (Anreve), Álvaro Crisanto, o bom desempenho surpreendeu até o setor, considerando o cenário de juros altos. “A taxa Selic está em 15%, e mesmo assim o mercado se manteve aquecido”, afirma. “Cerca de 50% a 70% das vendas de carros hoje são financiadas, o que mostra a força da demanda e a capacidade de reinvenção das lojas”, observa.
Ele destaca que a digitalização e a profissionalização das revendas têm sido fundamentais para sustentar esse crescimento. “Cada vez mais a gente vê o uso de plataformas digitais, investimento em tráfego pago e tecnologia. As lojas estão mais profissionais, o vendedor de carros virou um especialista, um profissional valorizado”, ressalta.
Álvaro também aponta a importância do setor para a economia potiguar. “Só aqui no Rio Grande do Norte, o setor emprega diretamente mais de 3,5 mil pessoas, fora os indiretos, como oficinas, lava-jatos e vistoriadoras”, explica. “É um mercado muito relevante, responsável por cerca de cinco a seis vezes o volume de vendas do mercado de carros novos”, aponta.
Mesmo com os desafios, o dirigente acredita que o ritmo positivo deve continuar. “Historicamente, o segundo semestre é melhor que o primeiro. A expectativa é muito boa até o fim do ano e também para 2026”, projeta.
No estado, os seminovos com até três anos de uso e os veículos mais antigos, com mais de 13 anos, foram os que mais cresceram em vendas neste ano. Em agosto, o aumento foi de 41,2% entre os seminovos e de 25,6% entre os carros mais velhos. Em Natal, os avanços foram de 24,3% e 12,1%, respectivamente.
Mercado nacional prevê recorde histórico em 2025
No cenário nacional, o mercado de veículos seminovos e usados caminha para um novo recorde histórico em 2025, consolidando-se como a opção mais vantajosa para os consumidores. De acordo com a Fenauto, já foram comercializadas 13,47 milhões de unidades até setembro, o que representa um crescimento de 16,4% em relação ao mesmo período de 2024. A federação projeta que o total de vendas deve alcançar entre 16 e 17 milhões de veículos até o fim do ano, superando os 15,7 milhões registrados em 2024.
TRIBUNA DO NORTE
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Aposta de Nova Lima (MG) leva prêmio de R$ 17,9 milhões da Mega-Sena; veja os números
08/10/2025

Uma aposta de Nova Lima (MG) acertou as seis dezenas da Mega-Sena sorteada nesta terça-feira (7), em São Paulo. O jogo vencedor foi um bolão com seis cotas, com apenas seis números escolhidos, e vai levar o prêmio de R$ 17.924.306,92.
O concurso 2.924 teve os seguintes números sorteados: 10 - 19 - 30 - 40 - 48 - 54.
Mesmo após o valor acumulado ter sido sorteado, o próximo sorteio terá prêmio de R$ 21 milhões, na quinta-feira (9), por ser concurso de final 5 (2.925).
Os 5 acertos tiveram 24 apostas ganhadoras, que vão levar R$ 70.623,98 cada uma. Já os 4 acertos registraram 2.134 vencedores, com prêmio de R$ 1.309,23 para cada.
Para concorrer à chance de se tornar milionário, basta ir a uma casa lotérica até as 19h do dia do sorteio e marcar de seis a 15 números no volante.
Há ainda a opção de deixar que o sistema escolha os números para você (Surpresinha) e/ou concorrer com a mesma aposta por dois, quatro ou oito concursos consecutivos (Teimosinha).
Cada jogo de seis números custa R$ 6. Quanto mais números o apostador marcar, maior o preço da aposta e maiores são as chances de faturar o prêmio mais cobiçado do país.
Outra opção é o Bolão Caixa, que permite fazer apostas em grupo.
R7
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Mais de 1,7 mil famílias do RN terão que devolver Auxílio Emergencial indevido; valor passa de R$ 4,6 milhões
08/10/2025

Foto: Arquivo
O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS) notificou 1.783 famílias do Rio Grande do Norte por receberem indevidamente o Auxílio Emergencial, pago durante a pandemia da Covid-19. O valor total a ser devolvido aos cofres públicos chega a mais de R$ 4,6 milhões.
Em todo o país, mais de 177 mil pessoas estão na mesma situação. Segundo o MDS, a cobrança atinge apenas quem não cumpria os critérios legais para receber o benefício. Ficam de fora famílias em situação de vulnerabilidade — como as inscritas no Bolsa Família ou Cadastro Único, ou que receberam menos de R$ 1,8 mil no total.
O governo aponta irregularidades como emprego formal ativo, acúmulo de benefícios previdenciários, renda familiar acima do limite permitido ou duplicidade de pagamentos. Esses casos foram detectados após cruzamento de dados com órgãos federais.
As notificações estão sendo enviadas por SMS, e-mail, WhatsApp e pelo aplicativo Notifica, priorizando quem tem maior capacidade de pagamento ou valores mais altos a devolver. Quem ignorar o aviso pode ser inscrito na Dívida Ativa da União, ter o nome negativado e entrar no Cadin (Cadastro de Inadimplentes do Governo Federal).
Devolução deve ser feita online
Segundo a coordenadora-geral de Pagamento e Controle do MDS, Raquel Araújo de Sousa,o ressarcimento deve ser feito pelo sistema Vejae, via PagTesouro, com opções de pagamento por PIX, cartão de crédito ou boleto bancário. O prazo é de 60 dias, com possibilidade de parcelamento em até 60 vezes, valor mínimo de R$ 50 por parcela e sem juros ou multa.
O MDS reforça que o processo não é automático: cada notificado precisa acessar o sistema oficial e confirmar a devolução voluntária para evitar penalidades.
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MARÉ MÓVEIS TOUROS: O presente ideal para os pequeninos acaba de chegar. Vem conferir.
07/10/2025

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Dia das Crianças deve gerar R$ 377 milhões em vendas no comércio do RN
07/10/2025

O Dia das Crianças, comemorado no próximo domingo (12), deve movimentar R$ 377,9 milhões no Rio Grande do Norte, segundo pesquisa de Intenção de Compras realizada pelo Instituto Fecomércio RN (IFC). O levantamento mostra um avanço nominal de 9,6% em relação ao ano passado, o que, descontada a inflação, significa crescimento real de cerca de 4%. Os dados apontam para um aquecimento do comércio e dos serviços, com impacto direto nas lojas de rua, nos shoppings e em setores ligados ao lazer.
Na capital, a movimentação estimada é de R$ 127,6 milhões, o que representa leve alta de 0,7% em relação ao ano passado. O IFC avalia que o resultado reflete um mercado maduro, mais voltado para conversão de vendas do que para expansão de volume. Dos entrevistados, 69,8% pretendem comprar presentes, com tíquete médio de R$ 157,48. O gasto médio com passeios é ainda maior, chegando a R$ 180,51. A maioria deve deixar as compras para a semana do Dia das Crianças (70,5%), pesquisando preços antes de decidir (75,5%). O pagamento à vista será a principal forma escolhida, citada por 59,2% dos consumidores.
Em Mossoró, o cenário é de maior dinamismo. O comércio local deve alcançar R$ 32,7 milhões, um crescimento de 22,2% em relação a 2024, acima da média estadual. Apesar de a intenção de compra ser menor que em Natal (57,8%), os mossoroenses devem gastar em média R$ 143,25 com presentes e R$ 158,68 em passeios. O comércio de rua lidera as preferências, reunindo 45,2% das compras.
Brinquedos (69,5%) e vestuário (42,8%) são os itens mais procurados, enquanto os eletrônicos seguem em expansão, representando 13,4% das intenções. Diferentemente da capital, em Mossoró o parcelamento domina as formas de pagamento (54,6%).
Juntas, as duas cidades concentram grande parte da expectativa de vendas no estado. O IFC sugere estratégias distintas para cada mercado. Em Natal, ações de desconto para Pix, combos de produtos e parcerias com o setor de lazer podem atrair consumidores. Já em Mossoró, onde o consumo cresce de forma acelerada, o parcelamento, campanhas de vizinhança e horários estendidos são considerados fundamentais para atender à alta demanda da véspera da data.
A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) também realizou uma pesquisa de Intenção de Compras para a data neste ano, com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Offerwise Pesquisas. Este levantamento aponta que o brasileiro deve movimentar R$ 16,7 bilhões no varejo para o Dia das Crianças. “O Dia das Crianças é uma data importante para o varejo, pois é um aquecimento para as vendas de fim de ano. Serve de termômetro para a Black Friday e para o ciclo natalino”, afirma o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal (CDL), José Lucena.
Segundo ele, os resultados servem como base para que empresários decidam sobre campanhas de marketing e até sobre contratações temporárias. Para ele, apesar da cautela dos consumidores, há disposição em manter a tradição de presentear. “A estimativa de movimentação de R$ 16,73 bilhões mostra a força do setor, ainda que este ano o ticket médio esteja mais baixo. Isso revela um consumidor cauteloso, que busca equilibrar orçamento e desejos, mas que não abre mão de ver a alegria das crianças”, avalia. Segundo ele, esse tem sido um comportamento recorrente observado pela CDL nas datas comerciais de 2024 e 2025.
No tradicional bairro comercial do Alecrim, em Natal, a expectativa já se transforma em realidade. Lojas populares de brinquedos, roupas e acessórios registram aumento no movimento e se preparam para o pico de vendas até o fim de semana. Damiana Gondim, repositora de uma dessas lojas, relata o crescimento nas vendas. “O setor de brinquedo está bombando. Nosso preço é único, a gente se preparou com antecedência e o estoque está cheio de mercadoria. Mas as pessoas têm que se antecipar para evitar filas longas ou não encontrar mais o que procura, porque o movimento vai ser grande”, comenta.
Segundo ela, muitos clientes estão buscando itens também para revenda e doações. É o caso da dona de casa Rosiane da Conceição. Ao fazer suas compras, ela reforçou o caráter afetivo da data. “Eu tenho muito prazer de sempre presentear, gosto muito de criança e de ver a alegria delas. Hoje vou comprar presentes para seis crianças, filhos de amigos, porque os meus já cresceram e ainda não tenho netos. Sempre faço uma brincadeira no Dia das Crianças ou no São João. É maravilhoso participar desse momento”, afirma.
A oportunidade de solidariedade se estende a outros consumidores. A cliente Luísa Melo explica que costuma aproveitar as promoções da data para comprar em quantidade e doar. “Aqui dá para dar uma lembrancinha para as crianças. Quem gosta de fazer doação também encontra preços em conta. Eu sempre procuro um lugarzinho para doar, porque meu trabalho também pede brinquedos para caridade. Então, compro tanto para minha filha quanto para vizinhos ou instituições”, diz.
O comportamento dos consumidores também confirma o clima de otimismo. Francisca Zuleide saiu de Parnamirim para fazer compras em Natal e conta que já garantiu um presente para a filha. “A minha filha estava pedindo uma cafeteria de brinquedo. Apesar de eu já ter comprado, guardei surpresa. Foi uma geladeira de brinquedo que ela também queria”, relata.
Perspectiva para os próximos meses
Para o presidente da CDL Natal, a confiança dos consumidores, mesmo diante de um cenário de cautela econômica, é um fator positivo para o setor. “Em Natal, acompanhamos essa tendência: os consumidores estão atentos ao custo-benefício, valorizam a qualidade e a segurança dos produtos e dão preferência a presentes que unem utilidade e diversão. Isso reforça a importância do comércio local estar preparado, oferecendo opções diversificadas, promoções atraentes e atendimento de excelência”, pontua Lucena.
A data, considerada um dos principais marcos do calendário varejista, deve consolidar o movimento que antecede as grandes campanhas de novembro e dezembro. “Mesmo diante de um cenário de retração no poder de compra, o fato de 70% das pessoas planejarem ir às compras demonstra confiança no varejo e disposição para movimentar a economia. Para nós da CDL Natal, esse é um sinal positivo de que, quando o comércio se reinventa e mantém o foco no cliente, a data se transforma em oportunidade de vendas e de fortalecimento da relação com os consumidores”, completa.
Números
R$ 180,51 – Será o gasto médio dos natalenses com passeios no Dia das Crianças
70,5% – É o percentual de entrevistados que devem deixar para comprar na semana do Dia das Crianças
TRIBUNA DO NORTE
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Renda de informais cresce três vezes mais que a dos celetistas
01/10/2025

No segundo trimestre de 2025, a renda de trabalhadores informais e autônomos avançou em ritmo superior à dos empregados com carteira assinada, segundo dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). De acordo com o órgão, em comparação com o segundo trimestre de 2024, os celetistas tiveram aumento médio de 2,3%, enquanto os informais cresceram 6,8% e os autônomos, 5,6%. Apesar disso, a renda média dos trabalhadores CLT ainda é mais alta, alcançando R$ 3.171, contra R$ 2.955 dos autônomos e R$ 2.213 dos informais.
Os números do IPEA apontam, no entanto, que a distância salarial entre CLT e autônomos, que em 2021 era de 25%, caiu para 7,3% em 2025, o que reflete uma mudança estrutural no mercado de trabalho. Para o economista e conselheiro do Conselho Regional de Economia do RN (Corecon-RN), Helder Cavalcanti, o país vive um reordenamento no mercado ocupacional.
“Aquele modelo fixo do empregado celetista, com carteira assinada, que construía uma carreira de longo prazo numa mesma empresa, hoje está sendo superado. Atualmente, as pessoas estão muito mais abertas às novas possibilidades. A informalidade chega como uma alternativa imediata ao desemprego, abrindo novos cenários e atendendo ao desafio do desemprego”, avalia o economista. Ele lembra que esse formato já vem substituindo atividades tradicionais, como o serviço de táxi, e se consolidando como um caminho de sobrevivência para diferentes setores.
Essa transformação no mercado de trabalho provoca efeitos diretos sobre a previdência e as contas públicas. Em 2024, a renúncia fiscal com os microempreendedores individuais (MEIs) alcançou R$ 6,44 bilhões, alta de 24,4% em um ano. No Rio Grande do Norte, a expansão da informalidade se reflete nas ruas do bairro Alecrim, onde bancas e pontos improvisados de comércio se tornaram a principal fonte de renda para centenas de famílias.
“A produção de marmitas, doces, bolos gera renda e oportuniza uma circulação maior de bens e riquezas. A economia tem como base a velocidade da circulação da moeda, e isso fortalece a economia”, avalia Helder Cavalcanti.
Comércio informal
No comércio popular de Natal, a realidade confirma os números da pesquisa. Aos 63 anos, Manoel Francisco mantém uma banca no Alecrim há mais de 15 anos. Informal, ele conta que já esteve registrado, mas viu na rua a alternativa para seguir trabalhando após perder o emprego. “Já estou perto da aposentadoria por idade, então já vou ter um salário mínimo garantido, mas vou continuar aqui para complementar”, afirma Manoel, que mantém uma rotina de trabalho de segunda a sábado.
Situação parecida vive Janiere de Melo, 49, que atua no camelódromo do Alecrim. Depois de experiências formais, optou pela informalidade como modo de sustento para a família. Ela diz que todo o patrimônio que conquistou veio da atividade atual, mas reconhece o peso da rotina. “Às vezes a gente chega sem um real no bolso, mas daqui sempre sai alguma coisa. Quero me formalizar até 2026 para garantir mais segurança nos meus direitos”, avalia.
Na opinião de Helder Cavalcanti, o desafio para os trabalhadores é conciliar essa realidade com a proteção social. “A questão previdenciária surge como um grande desafio. É preciso pensar em políticas públicas de forma integrada, tanto na esfera fiscal quanto na previdenciária”, defende o economista.
TRIBUNA DO NORTE
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Outubro terá bandeira vermelha patamar 1. Veja como economizar na conta reciclando resíduos
30/09/2025

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou, na sexta-feira (26/09), que a bandeira tarifária que estará em vigor em outubro é a vermelha patamar 1. Isso significa que os consumidores receberão as contas de energia elétrica com adicional de R$ 4,46 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A decisão abrange todos os estados brasileiros e, segundo a Aneel, a medida foi adotada em razão da continuidade do risco hidrológico provocado pela diminuição do volume de chuvas nas áreas onde estão instaladas as hidrelétricas.
Com atitudes simples do dia a dia, como a separação dos resíduos recicláveis dos orgânicos, por exemplo, é possível obter descontos na fatura mensal através do Programa de Eficiência Energética (PEE) da Neoenergia Cosern. Os clientes da distribuidora podem aderir ao Projeto Vale Luz, que conta com pontos fixos e itinerantes em Natal, Parnamirim e São Gonçalo do Amarante. O Vale Luz se divide em duas linhas: os pontos fixos e itinerantes das tendas em Natal, Parnamirim e São Gonçalo do Amarante; e com a Máquina Inteligente, em quatro pontos de Natal.
Todos os meses, o cronograma do projeto é publicado no seguinte endereço: https://www.neoenergia.com/eficiencia-energetica/vale-luz . Nele, você pode acessar os endereços das tendas fixas e itinerantes, além de outras informações do Projeto Vale Luz, como o cadastro para catadores, condomínios e empresas.
Veja onde trocar resíduos sólidos por descontos – Tendas Fixas
Parnamirim
Dias: Segunda-feira a sábado (exceto feriados) – Das 8h às 18h (segunda a sexta) e das 8h às 14h (sábado)
Endereço: Av. Pres. Getúlio Vargas, 1010 – Posto Pinheiro Borges
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CAIXA inicia pagamento de nova parcela do programa Pé-de-Meia nesta segunda-feira (29)
29/09/2025

Foto: Divulgação/MEC
A CAIXA inicia, nesta segunda-feira (29), o pagamento de nova parcela do Programa Pé-de-Meia do Governo Federal. Neste calendário de pagamento, cerca de 3,5 milhões de estudantes receberão o incentivo.
As parcelas serão creditadas em conta Poupança CAIXA Tem, aberta automaticamente pela CAIXA em nome dos estudantes, e os valores poderão ser movimentados preferencialmente pelo app CAIXA Tem.
Os pagamentos serão realizados de forma escalonada, de acordo com o mês de nascimento do estudante, conforme calendário divulgado.
Fonte: caixanotícias
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Mega-Sena paga R$ 80 mi para único apostador; veja números sorteados no concurso 2920
28/09/2025

A Caixa realizou na noite deste sábado (27) o sorteio do concurso 2920 da Mega-Sena. Os números sorteados foram 08-12-16-19-31-58. O prêmio, de R$ 80.688.743,70, ficou para uma única aposta.
A quina teve 117 apostas ganhadoras. Cada uma vai levar para casa um prêmio de R$ 28.705,88. Já a quadra foi cravada por 6.677 bilhetes, com um prêmio de R$ 829,13.
O próximo concurso da Mega-Sena será realizado na próxima terça-feira (30). A estimativa é que o prêmio chegue a R$ 3,5 milhões.
Para concorrer à chance de se tornar milionário, basta ir a uma casa lotérica até as 19h do dia do sorteio e marcar de seis a 15 números no volante.
Há ainda a opção de deixar que o sistema escolha os números para você (Surpresinha) e/ou concorrer com a mesma aposta por dois, quatro ou oito concursos consecutivos (Teimosinha).
Cada jogo de seis números custa R$ 6. Quanto mais números o apostador marcar, maior o preço da aposta e maiores são as chances de faturar o prêmio mais cobiçado do país. Outra opção é o Bolão Caixa, que permite fazer apostas em grupo.
R7
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Indústria do café prevê alta de até 15% nos preços do produto nos próximos dias
25/09/2025

O preço do café deve voltar a subir nos próximos dias, alertou a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic). Em entrevista coletiva concedida nesta quarta-feira (24), na capital paulista, o presidente da entidade, Pavel Cardoso, informou que é possível que haja um acréscimo entre 10% e 15% nos preços do produto a serem repassados aos supermercados, já que os custos com a compra da matéria-prima foram alavancados. Apesar disso, segundo Pavel, esse reajuste “não deve ser superior à média do ano”.
O diretor-executivo da Abic, Celírio Inácio da Silva, adiantou que esse novo preço já foi comunicado ao varejo no início deste mês. “Mas, como o varejo só foi às compras agora, a partir do dia 15, então a gente acredita que, a partir da semana que vem ou no início do mês, esses preços já estejam nas prateleiras, com repasse de 10% ou 15%”, previu.
Retração
A associação de produtores informa que a alta dos preços do café observada em 2025 causou uma retração no consumo do produto no mercado brasileiro. Segundo os dados que foram divulgados ontem pela Abic, houve queda de 5,41% nas vendas de café no mercado brasileiro, entre os meses de janeiro e agosto deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. Em números absolutos, as vendas caíram de 10,11 milhões de sacas para 9,56 milhões de sacas neste ano.
A Abic reconhece que a alta nos preços foi expressiva, fazendo com que alguns tipos de café, como o solúvel, acumulassem aumentos de até 50,59%. Apesar dessa volatilidade nos preços e também da retração no consumo, a Abic espera fechar este ano de 2025 com patamar semelhante ao do ano anterior.
“Os dados de setembro nos levam a crer que teremos um comportamento surpreendente ainda este ano, para o próximo fechamento. Este é um sentimento ainda incipiente, com base em números de setembro, já que estamos quase fechando o mês, mas é um indicativo de que possivelmente teremos boas notícias em relação ao consumo no fechamento do ano”, projetou Cardoso.
Tarifaço
Segundo Pavel, a indústria brasileira de café também vive incertezas a respeito das sobretaxas às exportações do grão para os Estados Unidos. O Brasil, ressaltou ele, é hoje o maior fornecedor de café aos norte-americanos, que aumentaram as tarifas contra produtos brasileiros, como forma de pressão contra o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado.
“A ordem executiva [do governo dos Estados Unidos], publicada no dia 6 de setembro, indica que os Estados Unidos concluíram e ouviram o mercado de que o café, não sendo lá produzido, não terá tarifas. Essa leitura ainda não nos dá clareza se voltará a zero [de tarifa] ou se continuará com 10%. A leitura que nós fizemos é que não terá tarifas, porque os Estados Unidos não produzem café. Tem apenas uma produção muito incipiente, no Havaí e em Porto Rico, mas quase nada”, falou o presidente da entidade.
Além dessa ordem executiva, o setor avaliou como positiva a possibilidade de ocorrer uma reunião entres os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e dos Estados Unidos, Donald Trump, na próxima semana. “Vamos conferir o encontro que haverá entre os dois presidentes na próxima semana, mas isso revela como o café e também o complexo de carnes é sensível em relação à inflação americana”, ressaltou.
Queda de preços
Um estudo divulgado também nesta quarta-feira (24) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), apontou que entre os dias 15 e 22 de setembro o preço do café arábica tipo 6 caiu 10,2% em São Paulo, enquanto o do café robusta recuou 11,1%.
Segundo o Indicador Cepea/Esalq, essa redução do preço foi resultado “da expectativa de chuvas mais expressivas nas regiões produtoras do Brasil, da realização de lucros e da liquidação de posições de compra na Bolsa de Nova York (ICE Futures), após fortes altas, além da possibilidade de que as tarifas dos Estados Unidos sobre o café sejam retiradas”.
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Mega-Sena acumula mais uma vez e prêmio vai a R$ 54 milhões
24/09/2025

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2918 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira 23, no Espaço da Sorte, em São Paulo. Com isso, o prêmio acumulou para R$ 54 milhões, e o próximo sorteio está marcado para quinta-feira 25.Mega-Sena acumula mais uma vez e prêmio vai a R$ 54 milhões - Agora RNMega-Sena acumula mais uma vez e prêmio vai a R$ 54 milhões - Agora RN
As seis dezenas sorteadas foram: 11 – 27 – 31 – 41 – 48 – 54
A quina teve 46 bilhetes premiados. Cada um receberá R$ 46.464,77. Os 2.859 acertadores da quadra terão o prêmio de R$ 1.232,30 cada.
Para o próximo concurso da Mega-Sena, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) pelo aplicativo Loterias Caixa e no portal Loterias Caixa.
O jogo também pode ser feito nas casas lotéricas de todo o país. A aposta simples, com seis números marcados, custa R$ 6.
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Pix parcelado acende alerta para endividamento, diz economista
24/09/2025

O Banco Central deve regulamentar até o fim de setembro o Pix Parcelado, modalidade que permitirá ao consumidor dividir pagamentos realizados via sistema de transferências instantâneas. A novidade já está disponível em bancos e fintechs de forma não padronizada e, com a regulamentação, passará a ter regras mais claras sobre juros, número de parcelas e custos envolvidos. O objetivo da autoridade monetária é aumentar a transparência, padronizar informações e estimular compras de maior valor, garantindo que o comerciante receba o montante integral à vista. A ferramenta, no entanto, exige cautela para evitar endividamentos entre a população.
A medida chega em um cenário no qual o Pix se consolidou como principal meio de pagamento do país. Segundo o Banco Central, no 2º trimestre de 2025 foram registrados 19,3 bilhões de transações, número 53,5% superior ao total movimentado com cartões, e 335% maior que os pagamentos por boletos e convênios. Em cinco anos, o Pix cresceu 110 vezes, alcançando 70 milhões de usuários que passaram a acessar serviços financeiros.
Diante da mudança, o economista Helder Cavalcanti, conselheiro do Conselho Regional de Economia do RN (Corecon-RN), alerta que o país corre o risco de ampliar problemas já existentes. “Cabe inicialmente ressaltar que o Pix é um sucesso, uma ferramenta brasileira que se espalhou pelo mundo como solução de negociação até em nível internacional. Mas ao aproximá-lo do cartão de crédito, há risco de um superendividamento ainda maior do que já existe nas famílias, principalmente de baixa renda. Disponibilizar essa ferramenta sem preparo é como entregar um caminhão de carga para alguém sem habilitação: o risco é muito grande”, avalia.
Os bancos já oferecem a funcionalidade com condições distintas, já que se trata de uma forma de crédito pessoal sem exigência de padronização pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Em algumas instituições, o Pix pode ser parcelado em até 24 vezes, com taxas médias a partir de 2,99% ao mês, mais o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Em outras, a operação varia entre 12 e 18 parcelas, com custos ajustados de acordo com o perfil do cliente.
“É necessário que a população primeiro se eduque para depois ter acesso a uma ferramenta que pode ser útil, mas também representa um risco enorme de superendividamento”, disse Helder. “É fundamental a transparência quanto ao custo efetivo total do Pix parcelado”, ressaltou.
Ainda de acordo com o conselheiro, é necessário atuar de forma ampla por meio de ações educativas que envolvam escolas, empresas e até a população idosa, a fim de orientar sobre o uso das ferramentas de crédito. “Nosso aconselhamento é que sempre as pessoas criem um orçamento que comprometa até 80% das receitas. Os 20% restantes devem ser destinados a uma reserva, a um investimento em patrimônio e a uma melhor qualidade de vida”, explica Helder.
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Da sala de aula ao mercado: jovens ganham espaço na indústria do futuro
21/09/2025

A indústria do futuro já não é mais uma ideia distante: ela se materializa em fábricas que operam com automação, em laboratórios de energias renováveis, em softwares que monitoram processos em tempo real e em jovens que, ainda no ensino médio, aprendem programação e robótica. No Rio Grande do Norte, onde a indústria responde por 22,89% do Produto Interno Bruto (PIB) e se projeta como motor do desenvolvimento, o Sistema da Federação das Indústrias do RN (FIERN) aposta na educação para transformar esse futuro em realidade. Sob essa responsabilidade, o Serviço Social da Indústria (SESI) atua para preparar os profissionais que ocuparão postos cada vez mais tecnológicos, exigindo competências que unem conhecimento técnico, criatividade e capacidade de adaptação.
É nesse ambiente que jovens como Caio Henry, 17, aluno do SESI em São Gonçalo do Amarante, encontram oportunidades para desenvolver habilidades que vão da modelagem em 3D às olimpíadas científicas. Mais do que preparar para vestibulares, a proposta da unidade é formar cidadãos aptos a enfrentar desafios globais e se inserir em setores estratégicos da economia potiguar, como energias renováveis, mineração, têxtil e confecções. Somente entre 2021 e 2025, 7.970 alunos do SESI, entre ensino fundamental e médio, ocuparam vagas em setores como esses.
“Eu estudava em uma escola de bairro, sem recursos, e aqui encontrei outra realidade. As salas têm lousas digitais, temos notebooks individuais e professores que usam metodologias mais dinâmicas. A cada dia estamos em contato com tecnologia, com conteúdos que já caem no Enem e que nos dão segurança para pensar na faculdade ou no primeiro emprego. O SESI abre portas e mostra que somos protagonistas do nosso futuro”, conta.
A experiência de Caio é um retrato do que o SESI busca alcançar com sua proposta de ensino tecnológico para a vida. De acordo com Danielle Mafra, superintendente regional do SESI no RN, o modelo alia inovação, acolhimento e desenvolvimento de competências socioemocionais, resultando em alto índice de empregabilidade de egressos. “O que a indústria do futuro está demandando do nosso aluno é a capacidade de se reinventar em um ambiente cada vez mais tecnológico. Com isso, o estudante é preparado não apenas para um vestibular, mas para a vida e para as exigências do mercado”, avalia.
Ela lembra que a robótica educacional é um dos diferenciais do SESI, que possui duas das maiores arenas do estado, em São Gonçalo do Amarante e em Mossoró. Além disso, iniciativas como a Semana da Indústria, quando os estudantes visitam fábricas e conhecem empresários, também facilitam o compartilhamento dessas experiências em sala de aula. “Nossa equipe já representou o Brasil em competições internacionais, com soluções desenvolvidas para indústrias locais, mostrando que é possível unir aprendizado e impacto econômico”, afirma Danielle Mafra.
Os resultados desse modelo educacional são evidentes. De acordo com dados do Departamento Nacional do SESI, de 2022 a 2024, 89,8% dos egressos foram inseridos no mercado de trabalho no RN, número acima da média nacional, de 87,1%. Além disso, apenas 2,6% dos egressos nem estudam e nem trabalham, percentual abaixo da média nacional de 4%.
Segundo a superintendente regional, o SESI Escola cumpre o papel de ser ponte entre o ensino de base e as demandas industriais de um estado em plena transformação. Um dos exemplos que se insere nesse contexto é Letícia Revonato, 26, que concluiu os estudos do ensino médio no SESI em 2017 e logo em seguida ingressou no curso técnico de automação industrial pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). Atualmente engenheira de energia, ela atua na operação de parques solares, eólicos e centrais hidrelétricas. “Hoje aplico no mercado muitas das competências que aprendi na robótica e nas aulas do SESI, especialmente raciocínio lógico, criatividade e segurança para apresentar projetos”, relata.
Ao longo da última década, a metodologia aplicada pelo SESI se consolidou como referência para preparar jovens em sintonia com os rumos da indústria do futuro. Além do ensino integrado, a escola aposta em valores socioemocionais e culturais, incentivando projetos de música, artes e carreiras criativas.
Para Roberto Serquiz, presidente do Sistema FIERN, essa é uma estratégia indispensável. “A chamada indústria do futuro está fortemente representada por áreas como as energias renováveis, especialmente a energia eólica, e a indústria de transformação com foco em sustentabilidade, como é o caso do setor da reciclagem. São segmentos com alto potencial de inovação, geração de valor e impacto econômico. O Sistema FIERN tem atuado de forma estratégica para atender essas demandas”, afirma.
Do total de egressos entre 2022 e 2024 no SESI-RN, 79,5% continuaram estudando após o ensino médio, sendo que 93% ingressaram em uma universidade.
SENAI-RN expande formação dos alunos
Se o SESI abre caminho para despertar o interesse pela inovação, o SENAI dá sequência à jornada oferecendo cursos técnicos e até ensino superior em áreas ligadas diretamente ao setor industrial. Entre 2022 e 2025, a instituição ultrapassou a marca de 100 mil matrículas, sendo 20% delas em ocupações emergentes, como automação, telecomunicação e tecnologia da informação.
Para Rodrigo Mello, diretor regional do SENAI no RN, a estrutura composta por laboratórios de robótica, conectividade e hidrogênio verde, além de investimentos em energias renováveis e eletromobilidade garante que o SENAI esteja alinhado às demandas globais. “Em 2024, 89,8% dos nossos alunos foram contratados pelo mercado, porque o SENAI mantém ligação direta com as empresas, ajustando os cursos às necessidades reais”, detalha.
Um exemplo dessa justaposição entre o SESI e o SENAI pode ser representado por Raíssa Filgueira, 19, ex-aluna do SESI e estudante de Engenharia Mecânica na Faculdade de Energias Renováveis e Tecnologias Industriais do SENAI-RN (Faeti), desde 2024. “O SESI me deu uma base sólida no ensino médio, enquanto o SENAI oferece a prática e a qualificação técnica voltada para a indústria. Essa combinação fortalece meu currículo e me deixa mais preparada para as oportunidades no mercado de trabalho do RN e até mesmo fora dele”, relata.
Essa mesma percepção é reforçada por Allan Lima, 19, também ex-aluno do SESI e hoje estudante de Engenharia Mecânica na Faeti. Para ele, a formação integrada amplia oportunidades. “As empresas do RN valorizam bastante esse perfil, pois ele combina conhecimento, experiência e disciplina. Além disso, a interação nesse formato de ensino contribui para o desenvolvimento de competências como trabalho em equipe, responsabilidade e habilidade de adaptação”, avalia.
Nos últimos cinco anos, o SENAI vem realizando investimentos estratégicos em áreas de vanguarda, como robótica, conectividade, energias renováveis e, mais recentemente, eletromobilidade, ao mesmo tempo em que segue investindo na formação de ocupações tradicionais.
“Continuamos formando costureiras e eletricistas, mas em outro nível. A costureira, que antes operava máquinas simples, hoje precisa dominar equipamentos eletrônicos. O mesmo vale para os eletricistas, que trabalham com sistemas muito mais modernos do que há dez anos. Isso mostra que há um incremento natural em todas as ocupações tradicionais que nós continuamos formando para a indústria. Nós estamos formando profissionais em ocupações novas ou em competências novas para as mesmas ocupações voltadas exatamente para essa evolução do ambiente fabril”, relata Rodrigo Mello.
Para o futuro, a expectativa é de que setores como alimentos, mineração, óleo e gás, energias renováveis e têxtil sigam puxando a economia potiguar. A perspectiva, segundo Rodrigo, é manter o alinhamento entre qualificação, inovação e empregabilidade, de forma que o Rio Grande do Norte esteja pronto para enfrentar os desafios de uma economia cada vez mais tecnológica.
Destaques do SESI-RN
88% dos egressos estão ocupados no mercado de trabalho
79,5% continuaram estudando após o ensino médio
93% ingressaram na universidade
2,6% dos egressos não estudam e nem trabalham
Fonte: Departamento Nacional do SESI, dados de 2022 a 2024
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Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio acumulado em R$ 40 milhões
20/09/2025

As seis dezenas do concurso 2.917 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.
O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 40 milhões.
O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.
O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.
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Preço da gasolina no RN cai e fica abaixo do da Petrobras
19/09/2025

O preço da gasolina na refinaria Clara Camarão, em Guamaré, administrada pela Brava Energia, caiu para R$ 2,710 nesta quinta-feira 18, uma redução de nove centavos por litro. É o menor valor desde 23 de novembro de 2023, quando o combustível foi fixado em R$ 2,699.
Com o reajuste, o litro da gasolina vendida pela refinaria potiguar ficou mais barato do que o praticado pela Petrobras após mais de 11 meses. Atualmente, o valor no terminal da estatal em Cabedelo, na Paraíba, é de R$ 2,739.
A última vez que o preço da gasolina da Petrobras foi superior ao da refinaria privatizada ocorreu em outubro de 2024, quando o combustível era vendido a R$ 2,901 no Rio Grande do Norte e a R$ 2,909 em Cabedelo.
Nesta quinta-feira 18, a Brava Energia também reduziu o preço do Óleo Diesel A S500, que passou de R$ 3,246 para R$ 3,231. No entanto, nesse caso, o custo da Petrobras continua menor: no terminal paraibano, o litro do diesel sai a R$ 3,076.
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