Economia

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Brasil é o país que mais paga juros de dívida no mundo, aponta estudo

21/11/2024


                                            REUTERS/Adriano Machado

 

Com dívida bruta de 84,67% do Produto Interno Bruto (PIB) e juros básicos em 11,25%, o Brasil é o país que mais paga encargos no mundo, com uma taxa de 5,97% do PIB.

O cálculo apresentado no relatório anual do Conselho de Estabilidade Financeira (FSB) foi feito com base em dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), do JPMorgan e do Banco de Compensações Internacionais (BIS).

O país é seguido por México e Índia, que possuem, respectivamente, dívidas brutas de 53,09% e 82,75% do PIB; e pagamento de juros equivalentes a 5,83% e 5,27% do PIB.

As maiores dívidas, por outro lado, são do Japão (252,36% do PIB), Argentina (154,54%), Itália (137,28%), Estados Unidos (122,15%) e França (110,64%).

O levantamento do FSB foi entregue junto de uma carta do presidente do Conselho, Klaas Knot, aos líderes do G20.

“Desenvolver políticas não é suficiente. Um desafio claro neste momento é que as reformas financeiras acordadas ainda não foram totalmente implementadas. Num contexto de elevados níveis de dívida pública e privada e de um crescimento modesto do PIB, o mundo não pode permitir a instabilidade financeira”, escreveu Knot.

O Conselho aponta que a dívida pública saltou a níveis “sem precedente” após a pandemia, por conta de uma combinação entre expansão fiscal e desaceleração das economias.

Segundo o relatório, a preocupação do FSB gira em torno do fato de que os elevados encargos com juros estão relacionados à continuidade dessas políticas expansionistas e à expectativa de crescimento da dívida em diferentes países, especialmente nos emergentes e países de baixa renda.

E esse é um problema que não se reflete apenas sobre as contas dos governos, mas no bolso de todos os envolvidos com aquela economia.

 

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MARE MOVEIS TOUROS

Economia

Negros são 60,5% dos empreendedores no RN

20/11/2024


 

A conexão entre negócios e a preocupação com o bem-estar faz parte, respectivamente, da rotina de Tatiana Pires e Luara Almeida, duas empresárias potiguares que, além da aposta na sustentabilidade, contribuem para os dados sobre liderança de empreendedores negros no Rio Grande do Norte. De acordo com o estudo “Empreendedorismo Negro Sob a Ótica da PNAD Contínua”, elaborado pelo Sebrae com informações do IBGE analisadas entre 2012 e 2023, 60,5% do total de donos de negócios no Estado são negros, índice acima do registrado no País, que é de 52%. Para além dos números, no entanto, a trajetória dessas mulheres ainda é repleta de desafios.

Tatiana Pires, de 46 anos, oferece consultorias, mentorias e palestras com foco em projetos de impacto para o setor público, empresas e sociedade civil. Ela está à frente do Conexões 84, empresa criada em 2011. “Nosso objetivo é conectar o primeiro, segundo e terceiro setor atuando com responsabilidade social, porque os três ainda atuam de forma bastante dispersa. As conexões têm o propósito de resultar em um ‘match’, digamos assim, uma vez que o poder público tem as políticas, o segundo setor tem os recursos e a sociedade civil faz um trabalho de fortalecimento junto às comunidades”, afirma.

Já Luara Almeida, de 33 anos, comanda a Fri Cosméticos Naturais desde 2020, após ficar desempregada e decidir criar a própria empresa. Ela oferece produtos como sabonetes, condicionadores sólidos, shampoos sólidos e óleos essenciais, todos à base de composições naturais. “A missão é transformar a rotina diária das pessoas em um ritual sagrado de cuidado, um momento para se fazer uma autoavaliação e tirar um tempo para si. Não são apenas produtos, mas há toda uma experiência envolvida também”, descreve a empresária.

Orgulhosas da própria jornada, as duas reconhecem que muitos desafios foram vencidos, embora haja muito a ser superado, especialmente pela condição de mulher negra. “Trabalhei como responsável técnica em uma indústria, mas era muito invalidada. Em várias ocasiões a palavra final não era a minha, era a do meu auxiliar. Foi um ano e meio nessa função, com um homem ao meu lado para me validar. Enquanto mulher negra, os desafios se acumulam duas vezes mais. Creio que, mais difíceis são as lutas internas, porque, para eu me ver como empresária, foi um processo gigante”, relata Luara Almeida.

Tatiana Pires, do Conexões 84, reconhece que há pequenos avanços, mas ressalta a longa caminhada que ainda é necessário percorrer em busca de maior igualdade. “Ir a uma reunião e ser a única negra ou estar em um evento e as pessoas se surpreenderem com isso, bem como ser questionada com dúvidas sobre o que você está falando, é muito difícil. A única forma de burlar isso e de ter visibilidade é por meio do conhecimento. Quantas mulheres negras com potencial ainda não são vistas?”, indaga a empresária.

 

Apoio do Sebrae

 

O apoio do Sebrae ajudou no desenvolvimento dos negócios das duas empreendedoras. Elas participaram do Quartzo, programa de aceleração voltado exclusivamente para mulheres negras no RN. “O foco é transformar negócios mais tradicionais em negócios mais tecnológicos, para fazer com que elas ganhem mais mercado”, frisa Mona Paula Nóbrega, gerente da unidade de Desenvolvimento Rural e Negócios de Impacto do Sebrae-RN. Em dois anos, 68 mulheres já foram atendidas.

Atualmente, o Quartzo não está ativo, mas a entidade oferece o programa Sebrae Plural, que engloba grupos subrepresentados: mulheres, negros, LGBTQIA+ e pessoas com mais de 60 anos. Além disso, o Sebrae-RN tem o programa Quilombo Empreendedor, para incentivar a criação de negócios a partir da vocação das próprias comunidades. “A gente seleciona alguns quilombos, conhece as potencialidades e transforma isso em produtos e serviços que possam gerar renda. Fizemos isso em Capoeiras, em Macaíba. Por lá foi desenvolvido o roteiro dos quilombos, onde escolas e turistas são recebidos, fazendo girar uma movimentação financeira para a comunidade. Tem também a Rota dos Quilombos, no Alto Oeste”, detalha.

“Para além do apoio aos negócios, nós oferecemos, no Quartzo, um programa de letramento racial. Não podemos cair na armadilha do racismo estrutural. Outra preocupação nossa foi a da representatividade. Não poderíamos ter um programa para mulheres negras sem que a consultora fosse negra. Tudo isso é fundamental de ser trabalhado. A maior parte dos donos de negócios é formada por pessoas negras, mas, apesar disso, ainda existem marcadores de desafios”, cita Mona Paula.

“O principal deles é que esses negócios geram menos rendimento do que os liderados por pessoas brancas. Também há menor formação para os negros que estão à frente de iniciativas empreendedoras. Por isso, é necessário que haja cada vez mais acessos à capacitação, desde a base até a formação acadêmica, para que eles gerem mais riqueza”, afirma Mona Paula Nóbrega. Em todo o Brasil, segundo o Sebrae, empreendedores negros (pretos e pardos) já somam mais de 15 milhões.

A maior parte dos empreendedores negros está concentrada nas regiões Sudeste (37,7%) e Nordeste (32,7%), ressaltando a necessidade de políticas públicas que considerem as dinâmicas locais. A disparidade de gênero, no entanto, é alarmante: enquanto 67,8% dos donos de negócios negros são homens no País, apenas 32,2% são mulheres. A educação é um fator crítico nesse contexto: 42,8% possuíam ensino médio completo em 2023.

 

 

TRIBUNA DO NORTE

 

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ATELIÊ DO AÇAÍ

Economia

Caixa paga hoje Bolsa Família para beneficiários com NIS terminado em 3

19/11/2024


                                                  Foto: Gabriel Lyon/MDS

 

A CAIXA inicia nesta terça-feira, dia 19, o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de novembro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 3.

O pagamento é realizado na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com o CAIXA Tem, o beneficiário pode pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.

O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada.

 

Fonte: Brasil 61

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ATELIÊ DO AÇAÍ

Economia

RN será contemplado com mais de R$ 43 milhões pelo Novo PAC

19/11/2024


 

O Rio Grande do Norte deve receber R$ 43,6 milhões por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). Os valores serão destinados a iniciativas no âmbito do Eixo Cidades Sustentáveis e Resilientes, com foco na gestão de resíduos sólidos. Entre os repasses, destacam-se R$ 21,2 milhões e R$ 13 milhões para o Governo do RN, destinados a duas propostas diferentes, além de R$ 8,2 milhões para o consórcio do município de Portalegre e R$ 1,1 milhão para a cidade de Macau. A informação foi divulgada no Diário Oficial da União desta terça-feira (19).

Os investimentos beneficiarão diretamente projetos voltados para a erradicação de lixões, incentivo à economia circular e ações de enfrentamento às mudanças climáticas. A medida busca levar qualidade de vida à população, além de reduzir desigualdades regionais e sociais. O montante será dividido entre projetos do governo estadual e consórcios regionais.

As ações integram uma estratégia do Ministério das Cidades para promover o desenvolvimento sustentável e aprimorar a infraestrutura nos estados. O cronograma de execução será divulgado no site oficial do Ministério.

Os recursos, no valor total de R$ 43,6 milhões, provêm do Orçamento Geral da União (OGU) e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Essas fontes de financiamento foram estabelecidas pelo Ministério das Cidades para apoiar projetos no âmbito do Novo PAC, especificamente no Eixo Cidades Sustentáveis e Resilientes, subeixo Gestão de Resíduos Sólidos.

 

TRIBUNA DO NORTE

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101 FM

Economia

ANIVERSÁRIO MARÉ - FAZ PARTE DA VIDA

18/11/2024

 
 
 
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MARE MOVEIS TOUROS

Economia

Crescimento do varejo no RN supera média nacional, aponta IBGE

16/11/2024


 

As vendas do comércio varejista no Rio Grande do Norte cresceram 3% em setembro, na comparação com o mesmo mês de 2023. O índice superou a média nacional, que foi de 2,1%.

Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De janeiro até setembro, o comércio varejista potiguar registrou uma alta de 5,3%, também acima do índice nacional de 4,8%. O desempenho contrasta com o mesmo período de 2023, quando o estado apresentava queda nas vendas.

O setor de serviços no RN também apresentou um crescimento significativo. Em setembro, houve avanço de 10,4% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. No acumulado do ano, o setor teve crescimento de 2,1%.

De acordo com a Fecomércio RN, os números são resultados de fatores nacionais e locais, como maior acesso ao crédito, diminuição do endividamento, ampliação da renda média do trabalhador e a manutenção do ICMS em 18%.

"Esses números reforçam a resiliência e o potencial do setor terciário potiguar, que tem mantido um ritmo de crescimento consistente, mesmo diante dos desafios econômicos. Essa recuperação é um reflexo direto dos esforços do setor em se adaptar e inovar”, afirmou Marcelo Queiroz, presidente da Fecomércio RN.

 

G1 RN

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101 FM

Economia

Pagamento do 13º salário injeta R$ 3,6 bilhões na economia do RN em 2024, diz Dieese

15/11/2024


 

O pagamento do 13º salário a trabalhadores, servidores públicos e aposentados deve injetar pouco mais de R$ 3,6 bilhões na economia do Rio Grande do Norte, até o fim de 2024. A projeção foi divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

O montante representa em torno de 3,5% do PIB estadual. A média de valores por pessoa é estimada em R$ 2.416.

De acordo com o Dieese, pouco mais de 1,261 milhões de pessoas devem receber o 13º no Rio Grande do Norte.

Os trabalhadores têm até o dia 30 de novembro para receber a parcela única ou a primeira parcela, conforme lei criada em 1962. Em caso de parcelamento, a segunda deve cair na conta até o dia 20 de dezembro.

O levantamento aponta que os empregados do mercado formal, celetistas ou estatutários, representam 56%, enquanto pensionistas e aposentados do INSS equivalem a 42,9%. O emprego doméstico com carteira assinada responde por 1,1%.

Os valores que cada segmento receberá estão distribuídos da seguinte forma: os empregados formalizados ficam com 62,3% (R$ 2,2 bilhões) e os beneficiários do INSS, com 21,2% (R$ 773 milhões); aos aposentados e pensionistas do Regime Próprio do estado caberão 12,5% (R$ 454 milhões) e aos do Regime Próprio dos municípios, 4,0% (R$ 145 milhões).

Para o cálculo do pagamento do 13º salário em 2024, o Dieese reuniu dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ambos do Ministério do Trabalho e Emprego. Também foram consideradas informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PnadC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Previdência Social e da Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

 

 

G1 RN

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ATELIÊ DO AÇAÍ

Economia

Com alta no preço da carne, bares e restaurantes adaptam cardápios

15/11/2024


                                                  Foto: Adriano Abreu

 

 Com o aumento no preço da carne bovina, que subiu 6,83% e se consolidou como a maior alta de outubro, segundo o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), bares e restaurantes de Natal estão buscando estratégias para manter os pratos acessíveis.

O impacto nas contas dos estabelecimentos é expressivo, e a reação do setor é um consenso: implementar adaptações no cardápio, substituições de cortes de carne e diversificação de pratos têm sido as principais saídas para driblar a alta. De acordo com Paolo Passariello, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) no RN, o segmento está se adaptando como pode para não repassar os custos diretamente ao consumidor.

“Todo fim de ano o preço da carne aumenta. Já estávamos esperando que isso aconteceria, mas foi muito além da expectativa. Muitos bares e restaurantes estão mudando os cortes de carne usados e até testando opções alternativas de proteína. Esses são os pratos que saem muito, porque o brasileiro gosta muito de carne” explica Paolo, destacando a dificuldade enfrentada pelos empresários para executar os reajustes necessários.

Entre os estabelecimentos tradicionais que têm enfrentado essas mudanças está o restaurante de Suedson Torres e Samaia Souza, um ponto clássico do Beco da Lama, na Cidade Alta, em Natal, com mais de 60 anos de história. Conhecido pela fidelidade a um cardápio acessível e com opções populares com preço único de R$ 14,00, o casal comenta que, com o aumento dos custos, foi preciso redobrar os cuidados para que o impacto não chegasse diretamente ao cliente.

“O que resta é procurar outras alternativas. Antes usávamos muito coxão duro, agora precisamos recorrer mais ao músculo. Sempre demoramos muito a trazer esse reajuste para nossos clientes, justamente porque nós somos um restaurante popular, mesmo com o custo dos ingredientes subindo quase todos os meses” conta Suedson. O último aumento aplicado pelo restaurante foi de apenas R$ 0,50 nos últimos seis meses, antes mesmo de alta da carne.

Segundo o IPC, enquanto Frutas (-11,08%), Óleo (-6,41%), Tubérculos (-4,96%), Legumes (-3,89%) e Farinha (-1,11%) registraram queda, outros alimentos sofreram aumento no mês de outubro, como o Pão (4,58%), Margarina (4,47%), Café (3,28%), Arroz (2,12%), Feijão (1,28%), Açúcar (0,96%) e Leite (0,08%).

 

 

 

Tribuna do Norte

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DROGARIA POUPE JÁ

Economia

Natal é a oitava capital com a maior valorização de imóveis no País em 12 meses

15/11/2024


                                         Foto: Alex Régis/ Tribuna do Norte

 

Os imóveis em todo o Brasil registraram alta nos preços de 0,60% em outubro de 2024, de acordo com o Índice FipeZAP de Venda Residencial, divulgado pelo DataZAP. Em 12 meses, a alta foi de 7,22%, a maior variação acumulada desde o período finalizado em novembro de 2014. Neste recorte, das 10 capitais brasileiras com maior valorização, cinco são do Nordeste: João Pessoa (PB), com aumento de 16,83%; Salvador, com 13,57%; São Luís, que registrou alta de 12,39%; Aracaju, com aumento de 10,07%; e Natal, que teve alta de 9,83% no recorte que compreende os meses entre outubro de 2023 e outubro de 2024.

Além do Nordeste, o índice é composto pelos dados das capitais de outros 13 estados. No ranking geral, Natal ocupa, portanto, a oitava posição no acumulado de 12 meses. Fontes ouvidas pela TRIBUNA DO NORTE indicam que a capital potiguar vive um momento de valorização imobiliária que tende a se manter ainda mais expressivo em 2025. Para Renato Gomes Netto, presidente do Sindicato de Habitação do RN (Secovi), os dados apontam para uma cenário que vem sendo observado no mercado natalense a partir de outros indicadores: o de retomada do setor após a revisão do Plano Diretor.

“O engessamento do plano anterior travou o mercado, que passou a registrar vendas, praticamente, apenas de imóveis prontos. E isso atrapalha o crescimento de qualquer setor, porque os preços estavam muito defasados. Nossa perspectiva é a de que continue havendo uma valorização, numa tentativa de equilibrar com cidades do nosso porte e recuperar a margem perdida para capitais como João Pessoa, Maceió e Aracaju. Sentimos essa valorização a cada dia, com novos players chegando a Natal. A cidade vive um momento de desenvolvimento e a tendência é de que os preços sigam se valorizando”, analisa.

Ricardo Abreu, da Abreu Imóveis, concorda. Ele diz que o surgimento de novos empreendimentos contribuiu para a valorização já notada atualmente. “O advento do novo Plano Diretor mexeu com o mercado. Natal começou a ser vista novamente como um cenário promissor. À medida que o plano vai acontecendo, a gente pode ver com mais nitidez essa valorização”, afirma. Para 2025, Abreu aposta em um cenário onde os imóveis estejam cada vez mais valorizados, levando em conta alguns bairros que têm performado bem nesse cenário.

“Bairros como Lagoa Nova, Capim Macio e Ponta Negra (após o projeto de engorda) vão crescer tanto quanto vem crescendo hoje Tirol e Petrópolis”, aponta Abreu, que é membro do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-RN). Caio Fernandes, da Imobiliária Caio Fernandes, avalia que Natal viveu uma forte estagnação do setor entre os anos de 2010 e 2015, ao contrário de João Pessoa e Fortaleza, nossos vizinhos. A capital paraibana, inclusive, é a primeira do País com maior crescimento do Índice FipeZAP de Venda Residencial em 12 meses.

Com a retomada do mercado potiguar após o Plano Diretor, os preços dos imóveis ainda não atingiram o ápice em Natal, o que indica que haverá maior valorização no próximo ano, na avaliação de Fernandes. “A tendência do metro quadrado por aqui é chegar aos R$ 11 mil ou R$ 12 mil para empreendimentos de alto padrão. Imóveis de menor porte, cujo metro hoje se encontra na casa dos R$ 6 mil, deverão aumentar para cerca de R$ 8,5 mil”, projeto Caio Fernandes.

Para quem pretende investir mas ainda quer aproveitar preços em conta, segundo Renato Gomes Netto, do Secovi, o momento de fazer aplicações é agora. “Falamos para os clientes que buscam imóveis exatamente isso: este é o momento de comprar porque, não é que os empreendimentos irão ficar caros, mas é que eles ainda estão com preços muito abaixo do mercado”, detalha. Além do acumulado em 12 meses, Natal registrou alta de 8,49% no acumulado de 2024, entre janeiro e outubro, segundo o Índice FipeZAP. Com isso, a cidade ficou em sexto lugar no Nordeste, dentre as capitais da região com maior valorização de imóveis no período. O ranking geral do indicador é composto por 22 capitais brasileiras.

O Nordeste brasileiro tem sido destaque no setor. De acordo com dados apresentados no webinar “Expectativas do Mercado Imobiliário na Região Nordeste do Brasil”, uma iniciativa da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Brain Inteligência Estratégica, durante o primeiro trimestre de 2024, as nove capitais da região alcançaram um Valor Geral de vendas (VGV) de aproximadamente R$ 6,6 bilhões, acompanhadas por um volume de 14.235 imóveis vendidos.

 

Panorama

 

Índice FipeZAP analisa o Valor Geral de Vendas nas 22 capitais

 

Capitais onde os imóveis mais se valorizaram entre janeiro e outubro de 2024

 

Curitiba (+15,46%)

João Pessoa (+14,57%)

Salvador (+14,18%)

Goiânia (+11,17%)

Belo Horizonte (+10,21%)

Aracaju (+10,17%)

São Luís (+9,54%)

Belém (+9,05%)

Cuiabá (+8,78%)

Fortaleza (+8,77%)

Natal (+8,49%)

Florianópolis (+8,17%)

Vitória (+7,16%)

Maceió (+7,16%)

Recife (+6,44%)

São Paulo (+5,54%)

Manaus (+5,35%)

Porto Alegre (+5,28%)

Brasília (+2,83%)

Rio de Janeiro (+2,61%)

Campo Grande (+2,08%)

Teresina (+0,19%)

 

Capitais onde os imóveis mais se valorizaram em 12 meses (outubro/2023 a outubro/2024)

 

João Pessoa (+16,83%)

Curitiba (+16,74%)

Goiânia (+14,53%)

Salvador (+13,57%)

São Luís (+12,39%)

Belo Horizonte (+11,72%)

Aracaju (+10,07%)

Natal (+9,83%)

Florianópolis (+9,47%)

Cuiabá (+9,42%)

Fortaleza (+9,15%)

Maceió (+8,96%)

Belém (+8,15%)

Manaus (+8,08%)

Recife (+7,75%)

Vitória (+7,32%)

São Paulo (+6,05%)

Porto Alegre (+5,60%)

Campo Grande (+4,28%)

Brasília (+3,50%)

Rio de Janeiro (+2,67%)

Teresina (+1,03%)

 

Tribuna do Norte

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MARE MOVEIS TOUROS

Economia

Com alta no preço da carne, bares e restaurantes adaptam cardápios

14/11/2024


 

Com o aumento no preço da carne bovina, que subiu 6,83% e se consolidou como a maior alta de outubro, segundo o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), bares e restaurantes de Natal estão buscando estratégias para manter os pratos acessíveis. O impacto nas contas dos estabelecimentos é expressivo, e a reação do setor é um consenso: implementar adaptações no cardápio, substituições de cortes de carne e diversificação de pratos têm sido as principais saídas para driblar a alta. De acordo com Paolo Passariello, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) no RN, o segmento está se adaptando como pode para não repassar os custos diretamente ao consumidor.

“Todo fim de ano o preço da carne aumenta. Já estávamos esperando que isso aconteceria, mas foi muito além da expectativa. Muitos bares e restaurantes estão mudando os cortes de carne usados e até testando opções alternativas de proteína. Esses são os pratos que saem muito, porque o brasileiro gosta muito de carne” explica Paolo, destacando a dificuldade enfrentada pelos empresários para executar os reajustes necessários.

Entre os estabelecimentos tradicionais que têm enfrentado essas mudanças está o restaurante de Suedson Torres e Samaia Souza, um ponto clássico do Beco da Lama, na Cidade Alta, em Natal, com mais de 60 anos de história. Conhecido pela fidelidade a um cardápio acessível e com opções populares com preço único de R$ 14,00, o casal comenta que, com o aumento dos custos, foi preciso redobrar os cuidados para que o impacto não chegasse diretamente ao cliente.

“O que resta é procurar outras alternativas. Antes usávamos muito coxão duro, agora precisamos recorrer mais ao músculo. Sempre demoramos muito a trazer esse reajuste para nossos clientes, justamente porque nós somos um restaurante popular, mesmo com o custo dos ingredientes subindo quase todos os meses” conta Suedson. O último aumento aplicado pelo restaurante foi de apenas R$ 0,50 nos últimos seis meses, antes mesmo de alta da carne.

Para Samaia, a tradição de servir refeições populares torna a situação ainda mais desafiadora. O restaurante não utiliza sistema de balança, ou seja, o cliente paga um valor fixo para colocar quanto de comida quiser, incluindo duas opções de proteínas que são servidos pelos colaboradores. Isso faz com que os proprietários tenham que absorver o aumento dos custos de maneira estratégica. “Não temos como repassar esse custo agora. Quando é no peso, é mais fácil porque ele vai pagar um pouquinho a mais na balança”, completa Samaia. O local recebe cerca de 300 a 350 pessoas por dia, além de garantir a variação no cardápio diariamente.

Segundo o IPC, enquanto Frutas (-11,08%), Óleo (-6,41%), Tubérculos (-4,96%), Legumes (-3,89%) e Farinha (-1,11%) registraram queda, outros alimentos sofreram aumento no mês de outubro, como o Pão (4,58%), Margarina (4,47%), Café (3,28%), Arroz (2,12%), Feijão (1,28%), Açúcar (0,96%) e Leite (0,08%).

Cláudio Abdon, proprietário há três anos de um bar na Cidade Alta, também desabafa sobre os aumentos consecutivos de itens essenciais para a elaboração dos pratos. No último mês, alguns pratos aumentaram R$ 1,00 para possibilitar o equilibro das contas. “As pessoas preferem comer mais carne aqui, porque frango consome em casa. A gente vê que tem muita coisa subindo, mas a gente não pode ficar toda hora reajustando”, afirma.

Entre as compras necessárias, Cláudio explica que comprava a carne de sol por aproximadamente R$ 34,00 e hoje já encontra por R$ 41,00, uma diferença de R$ 7,00. “Eu uso também muito feijão, que também aumentou e a gente precisa ir se adaptando do jeito que dá”, considera o empreendedor. No local, os pratos variam de R$ 14,00 a R$ 17,00.

 

 

TRIBUNA DO NORTE

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RÁDIO FAROL - TOUROS

Economia

Lojistas esperam aumento de até 50% nas vendas com a Black Friday

13/11/2024


 

Lojistas do Alecrim estão otimistas com a aproximação da Black Friday – que este ano vai ocorrer no próximo dia 29 – e esperam um incremento nas vendas de até 50% em relação ao mesmo período do ano passado. Os comerciantes cogitam descontos que podem chegar a 70%, mas as promoções já começaram. O resultado é o aumento do fluxo de clientes desde o início de novembro, segundo relatos colhidos pela reportagem. Em uma loja de eletroeletrônicos do bairro, já há produtos sendo vendidos pela metade do preço, com a perspectiva de ampliação dos descontos até o final do mês, de olho na data.

“Aqui estamos fazendo a black do mês inteiro e a gente espera aumentar as vendas em 30%. As pessoas estão procurando muito por aparelhos de TV, ventiladores, micro-ondas e máquinas de lavar. Por enquanto, estamos com descontos de até 50%, mas, para o dia, planejamos aumentar para até 70%. Neste final de semana, teremos mais promoções especiais, então, o fluxo de clientes já está bem intenso”, afirma o gerente da loja, Miguel Fonseca. Chenbo Han, gerente de uma loja de bolsas, diz que está animado com o movimento observado atualmente. Ele espera aumento das vendas em 50% na Black Friday.

“Teremos descontos de até 30%, então, acho que vamos conseguir um bom crescimento nas vendas. A data é muito boa, porque a gente baixa os preços para o consumidor e ao mesmo tempo ganha rentabilidade”, aponta o gerente. Na loja gerenciada por Daniel Leocádio, a projeção é de também aumentar as vendas em 50%. “A Black Friday é muito esperada por todos nós do comércio. Desde o começo do mês a gente tem notado uma circulação de clientes bem intensa”, revela.

Fernanda Goveia, vendedora em uma loja de variedades, diz que desde o Haloween as vendas estão aquecidas. A expectativa é incrementar em 30% a saída de produtos durante a black, na loja. “Todo esse período de final de ano é muito bom. A gente já tem descontos de 10% a 35% e estamos avaliando como será na Black Friday. Até lá, a tendência é que as pessoas nos procurem cada vez mais. Os objetos de desejo são as maquiagens”, diz a vendedora.

Pelas ruas, os consumidores estão ansiosos pela data. Alguns deles tiraram a manhã desta quinta-feira (7) para pesquisar, já de olho na programação das compras no final do mês. É o caso da nutricionista Alana Monteiro. Ela diz que escolhe comprar na data sempre, na intenção de economizar. “Quero presentear meus clientes e alguns amigos em dezembro, então, já vim pesquisar para quando chegar a Black Friday fazer as compras. A ideia é comprar garrafas d’água, bolsa térmica, coisas desse sentido”, conta.

A cabeleireira Gabrielle Matos também costuma se programar para comprar na data os produtos com os quais trabalha. “Hoje estou apenas pesquisando para as compras no dia 29. Pretendo gastar R$ 2 mil em produtos de beleza e economizar a metade do que eu gastaria sem as promoções. Estou chegando agora no Alecrim e já vou entrar em uma loja para começar a fazer essa pesquisa”, disse no final da manhã de ontem. Ela e a nutricionista Alana Monteiro revelam que pesquisar antes é importante para evitar cair em fraudes.

“A gente sabe que muita promoção na Black Friday, na verdade, não é. Há quem aumente os preços antes para baixar no dia, por isso, acho que a pesquisa é importante”, comenta a nutricionista. Diante da euforia das promoções, de fato é fundamental ficar atento para não cair em golpes. A agente fiscal do Procon Natal Ana Paula Pereira orienta que o consumidor precisa tomar alguns cuidados antes de efetuar uma compra. Se essa compra for virtual, alerta, é imprescindível uma pesquisa sobre o site onde o produto está sendo ofertado.

“É uma pesquisa muito simples e rápida. Existem alguns sites como o Reclame Aqui, onde é fácil de fazer uma consulta e verificar a reputação do site ou da empresa”, explica. Além disso, ensina, o cliente deve sempre desconfiar de preços muito baixos, mesmo em períodos de promoção, como é o Black Friday. Ainda sobre compras na internet, Ana Paula Pereira esclarece que muitas ofertas em redes sociais copiam empresas e sites. Consultar o CNPJ também é uma medida eficaz. “Não se deve clicar em links, mesmo aqueles que aparecem nas pesquisas online, no Google ou outros sites de pesquisa”, diz.

Nas compras físicas, a principal dica é evitar o impulso. “Assim, o consumidor vai comprar sem dores de cabeça futuras ou danos e lesão ao seu patrimônio”, destaca. Ficar de olho em promoções mirabolantes é outro cuidado que pode evitar transtornos. “É importante desconfiar de ofertas inacreditáveis, muito abaixo do preço do mercado. Os produtos, em sua maioria, terão um desconto de 50%, no máximo. Também não se deve aceitar brindes ou presentes de empresas através de motoboys ou entregadores. É comum que golpistas ofereçam esses brindes dizendo que é de alguma empresa que o cliente consome. Eles alegam que é preciso pagar pelo frete e é nessa hora que acontece o golpe: as maquininhas mostram um valor na hora do pagamento e depois, na verdade, passam outro valor”, alerta.

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ATELIÊ DO AÇAÍ

Economia

ANIVERSÁRIO 53 ANOS MARÉ MÓVEIS

12/11/2024

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MARE MOVEIS TOUROS

Economia

Em crise, bares e restaurantes temem alta do ICMS no RN

12/11/2024


Grace Gosson afirma que proposta de aumento do ICMS no RN será “extremamente prejudicial” | Foto: Magnus Nascimento

 

 

O segmento de bares e restaurantes do Rio Grande do Norte também se mostrou contrário à possibilidade de aumento do ICMS de 18% para 20% para o ano de 2025. Na avaliação de entidades representativas do setor, o aumento de imposto é prejudicial a economia e pode afetar o faturamento dos estabelecimentos que ainda se recuperam dos prejuízos causados pela pandemia.

O presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Rio Grande do Norte (Abrasel), Paolo Passariello, aponta que o aumento trará prejuízos significativos ao setor.

“Claramente isso terá uma influ-ência grande a respeito do que já temos de altos preços, em especial no final do ano. Estamos com um alto número de associados apertados porque não conseguem repassar o valor dos insumos muito alto, e com esse aumento de impostos vai ser ainda pior para o nosso setor ter lucro e não fechar no negativo”, cita. “Nossas pesquisas mostram que ainda hoje temos um número alto, na faixa de 40%, não conseguem fechar os meses no positivo. Somos absolutamente contra o aumento”, aponta.

Ainda segundo Paolo, caso o aumento seja de fato aprovado junto à Assembleia Legislativa, será inevitável o aumento de preços junto aos cardápios dos estabelecimentos em Natal e no interior do Estado.

“Impacta em tudo, porque com certeza vamos ter aumento de preço e matéria-prima. E parte desse aumento será repassado para o consumidor, outra parte não conseguimos repassar. Se repassarmos tudo, vou afastar o cliente do meu restaurante e do meu bar”, acrescenta.

Mesmo pensamento tem a presidente do Sindicato dos Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares do RN (SHRBS-RN), Grace Gosson, a proposta de aumento do ICMS no RN será “extremamente prejudicial” para o setor.

“Avaliamos que a proposta de aumento da alíquota do ICMS no Rio Grande do Norte de 18% para 20% será extremamente prejudicial para a atividade econômica dos hotéis, restaurantes, bares e similares, especialmente se considerarmos que essas atividades não tem conseguido repassar todo o custo de suas matérias primas para o preço dos produtos e serviços, em virtude do aumento da inflação. Na prática, o impacto do aumento de alíquota de ICMS afetará, principalmente, os mais pobres, que terão seu poder de compra reduzido”, acrescenta.

Além do setor de bares e restaurantes, entidades representativas do setor produtivo do Rio Grande do Norte emitiram um posicionamento conjunto se mostrando contrários ao aumento de ICMS no Estado. A nota é assinada pela Fecomércio RN, FIERN, Faern, Facern, FCDL e CDL Natal.

“Com base nos resultados de arrecadação e desempenho econômico registrados, bem como no crescimento das despesas do Governo verificado em 2024 e na falta de previsão de um plano de diminuição de gastos, as entidades são unânimes em reforçar sua posição contrária ao aumento do Imposto. Este é um posicionamento em defesa de toda a sociedade norte-rio-grandense, sobretudo aqueles mais pobres, que são os maiores impactados pelo aumento da carga tributária. Com o objetivo maior de manter o diálogo respeitoso, as entidades propõem um amplo debate sobre o desenvolvimento sustentável e equilíbrio fiscal norte-rio-grandense, por meio do qual seja possível repactuar o estado”, aponta a nota conjunta.

 

Projeto

 

O Governo do Rio Grande do Norte encaminhou à Assembleia Legislativa (ALRN) um projeto de lei para aumentar a alíquota do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) de 18 para 20%. O Governo alega perdas de arrecadação e tem condicionado reajustes de servidores ao aumento do imposto em 2025. Além disso, o PL quer alterar a taxação de IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações de Quaisquer Bem e Direitos (ITCMD) e passar a taxar carros elétricos, atualmente isentos de IPVA no Estado. A expectativa do Estado é arrecadar R$ 948 milhões no ano que vem caso o pacote fiscal seja aprovado.

Na mensagem enviada à ALRN, a governadora Fátima Bezerra (PT) alega que o aumento do imposto é necessário para evitar perdas substanciais na arrecadação do Rio Grande do Norte. O argumento principal é a Reforma Tributária. Segundo o Executivo, a nova Lei estabelece como parâmetro para o rateio da arrecadação do novo imposto sobre o consumo, a receita média de cada ente federativo no período de 2019 a 2026. O Governo disse que discutiu e apresentou as medidas junto ao setor produtivo antes do envio das matérias à ALRN.

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RÁDIO FAROL - TOUROS

Economia

Ganhador único leva prêmio de R$ 201 milhões da Mega-Sena; veja dezenas

11/11/2024


                                                     Foto: Reprodução / YouTube

 

O sorteio do maior prêmio do ano da Mega-Sena, ocorrido na noite deste sábado (9/11), teve um ganhador único. A aposta vencedora, que acertou as seis dezenas e levou mais de R$ 201 milhões, é de Cuiabá (MT).

Conforme os dados da Caixa Econômica Federal, o vencedor registrou uma aposta simples na Lotérica Ipiranga, na capital mato-grossense. O prêmio exato do concurso de número 2.795 da Mega ficou em R$ 201.963.763,26.

Os números foram anunciados neste sábado no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, em São Paulo. As dezenas sorteadas foram: 13 – 16 – 33 – 43 – 46 – 55.

Outras 242 apostas fizeram cinco acertos e levaram, cada, R$ 49.426,51. Já outras 19.146 apostas fizeram quatro acertos e levaram, cada, R$ 892,48. O próximo sorteio da Mega-Sena será na quarta-feira (13/11). O prêmio estimado será de R$ 3,5 milhões.

 

 

Metrópoles

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DROGARIA POUPE JÁ

Economia

Saiba como o governo Fátima vai pagar o 13º salário

09/11/2024


               Fátima deve fazer anúncio no início de dezembro - Foto: arquivo

 

 O governo Fátima Bezerra (PT) possui um calendário prévio para o pagamento do 13º salário de 2024.

Para isso, vai contar com uma complementação do Governo Federal no valor de R$ 500 milhões, fruto de um diálogo que a administração estadual tem mantido, há meses, com a gestão Lula (PT). No ano anterior, também houve repasse semelhante com a mesma finalidade.

As informações foram dadas pelo secretário estadual de Tributação, Carlos Eduardo Xavier, em entrevista ao Jornal da Tarde, da Rádio Rural de Mossoró (AM 990) desta sexta-feira, programa ancorado pelo jornalista Saulo Vale.

“Sem essa ajuda federal, não teríamos condições de pagar o 13º, devido à queda brutal do ICMS de 20% para 18%, que afetou drasticamente as finanças do estado”, explicou, acrescentando a necessidade de aprovação da proposta do governo que quer elevar a alíquota para 20%, projeto que tramita na Assembleia Legislativa.

Ainda segundo ele, só a aprovação dessa proposta pode garantir a continuidade do pagamento dos salários dos servidores em dia.

 

Calendário

 

Carlos Eduardo Xavier destacou que a governadora Fátima deve anunciar oficialmente o calendário do 13º no início do próximo mês de dezembro.

“A expectativa é de que seja muito semelhante ao do ano passado”, adiantou.

Em 2023, o governo pagou, no dia 9 de dezembro, para quem recebia até R$ 7 mil. No dia 20 de dezembro, os servidores ativos de órgãos com arrecadação própria como: Arsep, Ipem, Jucern,  Detran e Idema, que tiveram o adiantamento de 30% em junho, receberam o complemento.

Já no dia 30 de dezembro, receberam o complemento os servidores ativos da carreira do magistério, que tiveram adiantamento em junho.  Em janeiro de 2024, no dia 10, houve o complemento do 13? dos demais servidores.

 

 

 

Fonte: Blog de Saulo Vale

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MARE MOVEIS TOUROS

Economia

MARÉ MÓVEIS TOUROS - ANIVERSÁRIO MARÉ FAZ PARTE DA VIDA

08/11/2024





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MARE MOVEIS TOUROS

Economia

Inflação sobe 0,56% em outubro e fura o teto da meta em 12 meses, diz IBGE

08/11/2024


                                                       Foto: Danilo Verpa

 

A inflação oficial de preços ganhou força e subiu 0,56% em outubro, ante alta de 0,44% em setembro, segundo dados apresentados nesta sexta-feira (8) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). As projeções sinalizavam para alta de 0,53% do índice.

Diante da aceleração, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) acumula alta de 4,76% nos últimos 12 meses, desempenho acima do limite da meta definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) para este ano.

 

Como foi o IPCA

Variação de preços ganha ritmo pelo segundo mês seguido. A alta de 0,56% apurada pelo IBGE é a segunda maior deste ano, atrás apenas do avanço de 0,83% registrado em fevereiro. Na análise apenas dos meses de outubro, o resultado é o maior desde 2022 (0,59%). No ano passado, a alta foi de 0,24%.

Inflação em 12 meses é a mais alta desde outubro de 2023. Com as duas acelerações após a leve deflação de 0,02% registrada em agosto, a inflação oficial acumula alta de 4,76% entre novembro de 2023 e outubro de 2024. Somente neste ano, a variação dos preços alcança 3,88%.

IPCA volta a apresentar variação acima do teto da meta. Com os resultados recentes, a inflação do Brasil aparece acima da margem de tolerância de 1,5 ponto percentual da alta de 3% idealizada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) para 2024. As bandas que o IPCA oscile entre 1,5% e 4,5% neste ano.

Mercado financeiro prevê furo do limite da meta neste ano. As últimas projeções apresentadas pelo Relatório Focus, do BC (Banco Central), estimam que o IPCA deve fechar 2024 em 4,59%. Conforme as expectativas, o resultado será motivado por altas de 0,2% do índice em novembro e de 0,55%, em dezembro.

Conta de luz foi novamente a vilã do bolso dos brasileiros. O preço das tarifas de energia elétrica residencial saltaram 4,74% no mês passado, com a adoção da bandeira vermelha patamar 2, que acrescenta R$ 7,87 a cada 100 kw/h consumidos. Em setembro, a cobrança adicional foi referente a bandeira vermelha patamar 1, que adiciona R$ 4,46 a cada 100 kw/h.

Inflação subiu em todos os locais pesquisados pelo IBGE em outubro. A maior variação, de 0,8%, foi apurada em Goiânia (GO), puxada pelas altas do tomate (26,88%) e da energia elétrica residencial (9,76%). Por outro lado, a menor variação, de 0,09%, foi observada em Aracaju (SE). Cidade com maior peso para o índice, São Paulo (SP) registrou alta de 0,67% dos preços.

 

UOL

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Open Master - Agência de Desenvolvimento Web

Economia

Preço médio da gasolina é de R$ 6,56 em Natal, aponta Procon

07/11/2024


 

O preço médio da gasolina comum, nos postos de combustiveis de Natal, é de R$ 6,56, enquanto a gasolina aditivada é comercializada a R$ 6,61. O levantamento foi realizado Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Natal) e divulgado nesta quarta-feira (6).

A pesquisa apontou uma redução de nível em relação ao levantamento anterior, realizada em outubro, quando o preço médio da gasolina comum era de R$ 6,64, representando uma queda de R$ 0,08.

De acordo com o Procon, muitos postos mantiveram os preços do mês passado. Na Zona Sul, 79% dos postos mantiveram os preços inalterados, seguidos pela Zona Leste (48%), Zona Norte (33%) e Zona Oeste (31%).

Apesar da estabilidade e e da queda recente no valor, o orgão informou que o cenário pode mudar em breve, devido a um reajuste que eleva a alíquota do ICMS aprovado pelo Conselho Nacional Fazendário (CONFAZ.

O reajuste começa a valer a partir de 1º de fevereiro de 2025. O aumento sobre a gasolina e o etanol é de R$ 0,10 por litro. Para o diesel e biodiesel, a alíquota subirá 5,31%, de R$ 1,06 para R$ 1,12.

Além disso, a variação do valor do petróleo no mercado internacional, atualmente cotado a R$ 5,75, impacta os custos internos, pois a Petrobras depende da importação para atender à demanda nacional.

O Procon orienta que os consumidores pesquisem antes de abastecer, já que a diferença entre o maior e o menor preço encontrado pode gerar uma economia relevante. Por exemplo, no caso do etanol, o maior preço registrado foi de R$ 4,99, enquanto o menor foi de R$ 3,59, na Zona Norte, bairro Igapó, uma variação de 39%, representando uma economia de R$ 1,40 por litro.

 

 

G1 RN

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RÁDIO FAROL - TOUROS

Economia

Governo do RN quer acabar com isenção de IPVA para carros elétricos

07/11/2024


                                    Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi.

 

Um projeto de lei que pretende acabar com a isenção do Imposto sobre Propriedades de Veículos Automotores (IPVA) nos carros com motor elétricos foi enviado pelo governo do Rio Grande do Norte para a Assembleia Legislativa do Estado, nesta quarta-feira (6).

Em junho, o g1 RN adiantou que a isenção do imposto sobre os carros elétricos havia entrado na mira da equipe técnica da Secretaria da Fazenda, que pretendia extinguir o benefício.

Segundo a proposta do governo, os veículos desse tipo passarão a pagar o imposto a partir do próximo ano.

Se aprovada pelos deputados, a aplicação do imposto será gradual, começando com 0,5% do valor do veículo no primeiro ano, aumentando mais 0,5% por ano até chegar a 3% - percentual cobrado sobre o valor dos carros e motos no estado.

Já o prazo para que os veículos usados, de qualquer tipo, se tornem isentos do imposto, passará dos atuais 10 anos para 15 anos. A medida também depende de aprovação dos deputados. Segundo o governo, nesse caso, será preservado o direito daqueles que já usufruem da isenção.

Com o incremento do IPVA sobre veículos elétricos, o governo estima um aumento de R$ 12 milhões nas receitas, em 2025. Com o fim da isenção do imposto para veículos com idades entre 10 e 15 anos, o aumento previsto é de R$ 60 milhões no próximo ano.

Em junho, o coordenador da Assessoria Técnica da Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Norte, Neil Armstrong de Almeida, afirmou que a lei estadual que garante isenção de IPVA para os elétricos tem mais de 20 anos e não previa, na sua implantação, a presença desse tipo de veículo nas avenidas e estradas potiguares.

"Na época, praticamente inexistia carro elétrico. Os carros que a lei previa eram os usados em recreações, em atividades de hotéis, de empresas, veículos que não representavam uma parte significativa da frota. A legislação é de um cenário em que não se imaginava uma demanda dessa natureza", disse, na ocasião.

Em 2019, apenas quatro carros elétricos foram emplacados no estado. Em 2024, já foram 2.092.

Segundo o governo, estado deixou de arrecadar cerca de R$ 5 milhões com esse tipo de veículo no ano passado. Em 2024, a "perda" foi de R$ 7,9 milhões.

 

G1 RN.

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ATELIÊ DO AÇAÍ

Economia

Lula parabeniza Donald Trump: “A democracia é a voz do povo”

06/11/2024

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) parabenizou, nesta quarta-feira (6), o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, do Partido Republicano, pela vitória.

Após quatro anos fora do cargo, Trump voltará à Casa Branca para ser o 47º presidente dos Estados Unidos. De acordo com Lula, “a democracia é a voz do povo e ela deve ser sempre respeitada”.

“Meus parabéns ao presidente Donald Trump pela vitória eleitoral e retorno à presidência dos Estados Unidos. A democracia é a voz do povo, e ela deve ser sempre respeitada. O mundo precisa de diálogo e trabalho conjunto para termos mais paz, desenvolvimento e prosperidade. Desejo sorte e sucesso ao novo governo”, escreveu Lula no X.

Após quatro anos fora do cargo, Donald Trump voltará à Casa Branca para ser o 47º presidente dos Estados Unidos, segundo indicam projeções da Associated Press (AP) e da CNN. A definição ocorreu às 7h35 desta quarta-feira (6), horário de Brasília.

 

Com informações de Metrópoles

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MARE MOVEIS TOUROS

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