Economia
Metade dos brasileiros sofreu fraude em 2024, diz Serasa Experian
25/03/2025

Marcello Casal Jr/Agência Brasi
Metade dos brasileiros (51%) foi vítima de alguma fraude no ano passado. Desses, 54,2% tiveram prejuízo financeiro. Os dados fazem parte do Relatório de Identidade e Fraude 2025, divulgado nesta terça-feira (25) pela Serasa Experian ? empresa de tecnologia de dados que atua também na análise de crédito, autenticação e prevenção à fraude.
O principal tipo de golpe aplicado foi uso indevido de cartões de crédito (47,9%), seguido por pagamento de boletos falsos ou transações fraudulentas via Pix (32,8%) e phishing, emails ou mensagens fraudulentas que induzem ao roubo de dados (21,6%).
Foram entrevistadas 877 pessoas entre 18 e 65 anos, nas cinco regiões do país. A margem de erro é de 3,4% para mais ou para menos.
Essa publicação é um oferecimento
Segundou com tudo aqui na MARÉ MÓVEIS
24/03/2025




Já começamos o nosso dia com muita agitação e ofertas para você, que é o que você gosta. Arrasta pro lado e vem conferir:
O MEGA FEIRÃO COLCHÃO E CAMA BOX está bombando, mas corra pra não perder essa oportunidade. Estamos te esperando aqui!
Essa publicação é um oferecimento
Em dois anos, cai o número de beneficiários do Bolsa Família no RN
24/03/2025

Em dois anos, o número de beneficiários do Programa Bolsa Família no Rio Grande do Norte caiu cerca de 2,6%. Por outro lado, o número de pessoas empregadas com carteira assinada cresceu 11,6% no estado.
Os dados consultados pelo g1 RN são da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do governo federal.
Em março deste ano, o número de famílias beneficiadas foi de 497.791. O valor médio pago às famílias é de R$ 659,18.
Antes de reduzir, o número de potiguares no programa cresceu em 2023, chegando a 515.115 famílias em setembro daquele ano. Desde então o número passou a cair, com leves variações de alta.
O estado começou janeiro de 2025 com 495.077 famílias beneficiárias, o menor número na série desde 2023.
No mesmo período, no mesmo período o número de pessoas contratadas com carteira assinada aumentou no Rio Grande do Norte.
Segundo o último levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o estado tinha um "estoque" de 535.417 empregos com carteira assinada em janeiro de 2025, enquanto que em março de 2023, o número de pessoas contratadas no estado era de 479.474.
Em dezembro de 2023, o estado tinha mais beneficiários do Bolsa Família que pessoas contratadas com carteira assinada.
O número de empregados, no entanto, não leva em conta os servidores públicos, empresários e autônomos, por exemplo.
Além do aumento do emprego, o governo federal anunciou que cancelou 4,1 milhões de benefícios, em todo o país, por fraudes ou irregularidades no Bolsa Família e CadÚnico, entre 2023 e 2024.
G1 RN
Essa publicação é um oferecimento
Energia solar supera 5 milhões de imóveis no Brasil
23/03/2025

A chamada geração distribuída de energia solar chegou à marca de 5 milhões de imóveis, aponta um levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, Absolar. Trata-se da energia gerada pelos próprios consumidores perto do local de consumo, por meio de painéis em telhados e pequenos terrenos.
Com isso, a modalidade chegou a 37,4 GW de potência instalada no País, detalhou a Absolar. Considerando, também, a capacidade de grandes usinas fotovoltaicas conectadas no Sistema Interligado Nacional (SIN), de 17,6 GW, a fonte solar alcançou 55 GW no Brasil. Isso representa 22,2% da matriz elétrica brasileira (250 GW), o que lhe confere a posição de segunda maior fonte do País, atrás da hidrelétrica (44,6%) e à frente da eólica (13,4%).
Pelo balanço da Absolar, a geração fotovoltaica já evitou a emissão de cerca de 66,6 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade, contribuindo para a transição energética no Brasil.
Desde 2012, o setor teria trazido para o País mais de R$ 251,1 bilhões em investimentos novos, 1,6 milhão de empregos, e contribuído com mais de R$ 78 bilhões em arrecadação aos cofres públicos.
Entre as unidades consumidoras abastecidas pela geração distribuída, residências lideram o uso da tecnologia, com 69,2% do total de imóveis, seguidas pelos comércios (18,4%) e propriedades rurais (9,9%).
Entre os Estados, Minas Gerais aparece em primeiro no volume de unidades atendidas pela geração própria solar, com mais de 900 mil. Na sequência, estão São Paulo, com 756 mil, e Rio Grande do Sul, com 468 mil.
Entre janeiro e março, período marcado pela onda de calor extremo que elevou o consumo de energia, foram instalados mais de 147 mil sistemas solares pelos consumidores, que passaram a abastecer cerca de 228,7 mil imóveis, em total de 1,6 gigawatt (GW) adicionado, informou a entidade.
Apesar do crescimento, o setor enfrenta gargalos apontados pela Absolar no documento: falta de ressarcimento aos empreendedores pelos cortes compulsórios de geração renovável (curtailments), que traz “insegurança jurídica e maior percepção de risco”, e barreiras à conexão de pequenos sistemas de geração própria solar, sob a alegação de inversão de fluxo de potência, sem que haja estudos técnicos que comprovem as eventuais sobrecargas na rede.
Não fossem esses entraves, diz a Absolar, “o setor poderia contribuir ainda mais e atender volume maior de consumidores, de todos os perfis, que buscam economia, independência e autonomia”.
TRIBUNA DO NORTE
Essa publicação é um oferecimento
Com preços em alta, sardinha vira o bacalhau da Páscoa
22/03/2025

Só quem estiver disposto a gastar mais terá um almoço de Páscoa com direito a bacalhoada e ovo de chocolate. É o que sinaliza o Índice de Preços da APAS, a associação paulista dos supermercados. A inflação das compras medida na boca dos caixas registrou uma alta de 5,8% acumulada em 12 meses até fevereiro, em decorrência da alta de preços de 14 dos 19 produtos que compõem a cesta.
O bacalhau, tradicional pescado do almoço de Páscoa, registrou alta de 0,5% em fevereiro. Apesar de uma leve alta, o preço continua elevado, afastando-o das mesas nesse feriado. Segundo o índice da APAS, a sardinha foi o único peixe que registrou queda (4,9%). Todos os demais subiram, como a merluza, a corvina e o cação.
Os demais itens que sofreram queda foram a batata e a cebola –59,6% e 50,5%, respectivamente. Ambos são ingredientes da bacalhoada.
Os dois outros artigos com queda de preço foram o milho em conserva (4,1%) e as frutas da época (9,2%).
O chocolate voltou a sofrer reajuste. Essa alta foi de 15,5%, após uma queda de 1,6% no acumulado até janeiro. Nem os bombons escaparam, com alta de 11,5%.
Mesmo assim, a APAS projeta um crescimento de 4,2% nas vendas em relação ao ano passado.
” Estamos otimistas com a Páscoa, um cenário de preços em desaceleração nesse primeiro trimestre e um feriado mais longo incentiva mais encontros entre família e amigos”, disse Erlon Ortega, Presidente da associação.
Para Felipe Queiroz, economista-chefe da APAS, o crescimento será impulsionado principalmente pelo crescimento da renda.
“A taxa de desemprego, em níveis historicamente baixos, e o maior número de pessoas empregadas desde 2012 são fatores positivos”, disse.
No entanto, ele avalia que a alta taxa de juros pode atuar como um limitador, moderando o ritmo das vendas.
“Com o aumento da renda real, o bacalhau se apresenta como uma alternativa. Além disso, itens essenciais para os pratos salgados, como cebola e batata, apresentaram uma queda superior a 50% no mesmo período”, disse Queiroz.
Por outro lado, o azeite de oliva, embora tenha registrado uma alta de 9,25% nos últimos 12 meses, está em trajetória de desaceleração desde abril de 2024.
A recente redução de tributos de importação sobre itens da cesta básica promete impactar positivamente o preço do azeite nos próximos meses.
Entre os itens que terão aumento expressivo de preços, destacam-se a azeitona e o chocolate. Nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro de 2025. Nos últimos 12 meses até fevereiro de 2025, o preço das azeitonas subiu mais de 25%, enquanto o chocolate teve um aumento de 15,5%. Além disso, as bebidas alcoólicas, como o vinho, acumularam uma alta de 9,52% no mesmo período, superando a inflação geral.
Folha de SP
Essa publicação é um oferecimento
Preço médio do botijão de 13kg do gás de cozinha é R$ 100, aponta Procon Natal
22/03/2025

O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Natal), em pesquisa, realizada nesta terça-feira (18), encontrou o preço do gás de cozinha, o botijão de 13 kg, sendo vendido por R$ 100,00 na capital potiguar. Na última pesquisa realizada, em julho do ano passado, o preço médio encontrado foi de R$ 96,00, ou seja, um aumento de 4,63% para o consumidor.
Para o Núcleo de pesquisa, setor responsável pela análise e tabulação dos dados coletados, O aumento é referente ao reajuste em primeiro de fevereiro deste ano, onde o Conselho Nacional de Politica Fazendária (Confaz), anunciou aumento na alíquota “ad rem”, modelo de cobrança do ICMS. A metodologia aplicada considera os preços médios mensais divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, gás Natural e Bio Combustíveis (ANP), que reajustou, o preço do kg do Gás Liquefeito de Petróleo de R$ 1,39 para atuais R$ 1,41. Contudo, em comparação ao preço médio das duas pesquisas realizadas no ano passado, o aumento encontrado pelo estudo foi de R$ 4,00.
A equipe de pesquisadores percorreu trinta pontos de venda do produto, levando em consideração o porte do estabelecimento e o registro de licenciamento de comercialização fixado e identificado com placa de preço. Foram pesquisadas as quatro regiões da cidade, sendo identicada varição de 27,79% entre o maior de R$ 115,00, e menor R$ 90,00, ou seja, uma diferença de R$ 25,00.
O estudo feito por região identificou maior preço do produto na região sul, com preço médio do gás de cozinha botijão de 13 kg sendo vendido por R$ 109,00, no bairro de Ponta Negra. O maior preço do produto também foi encontrado nesta região, com valor de R$ 115,00. Já a região com o menor preço médio, R$ 96,00 foi a norte. Nesta mesma região foi encontrado o menor preço, R$ 89,99, no bairro de Lagoa Azul.
Na comparação do aumento nos preços do ano passado para o atual, a região oeste foi onde houve mais reajustes e menor a leste. As planilhas encontram-se no site do Procon Natal, onde o consumidor poderá encontrar o endereço dos estabelecimentos pesquisados, o maior e menor preço, assim com a média e variação dos preços entre a pesquisa atual e a anterior, como também as médias de preço região.
Foi identificado ainda uma diferença no preço do produto à vista e no cartão, a variação chega a R$ 7,00. O consumidor deve ficar atento a cobrança da taxa de entrega. A prática de taxa, assim como a diferença entre o preço à vista e a prazo, é legal, desde que seja informado ao consumidor em local visível conforme art. 6º inciso III da lei 8.078/1990 do Código de Defesa do Consumidor.
Essa publicação é um oferecimento
MEGA FEIRÃO MARÉ MÓVEIS
21/03/2025
Está rolando um MEGA FEIRÃO na MARÉ. São ofertas imbatíveis, do jeito que você gosta.
É o MEGA FEIRÃO COLCHÃO E CAMA BOX e as ofertas você confere agora. Pode dar o play.
Não perca tempo e nem deixe para última hora. Venha agora mesmo aproveitar!
Essa publicação é um oferecimento
Páscoa deve gerar 4 mil postos de trabalho temporários no RN
20/03/2025

Com o fim do Carnaval, os brasileiros já se preparam para a Páscoa, uma data que impulsiona o mercado de trabalho temporário, gerando oportunidades em diversos setores ligados à produção e comercialização de produtos típicos. Segundo o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal (CDL Natal), José Lucena, as contratações sazonais devem seguir a tendência observada nos últimos anos, gerando cerca de 4 mil postos de trabalho extra neste período no Rio Grande do Norte. Já no Brasil, fábricas de chocolates e embalagens devem abrir cerca de 800 mil vagas até o final de março, conforme a Associação Brasileira do Trabalho Temporário (ASSERTTEM).
De acordo com a projeção da CDL, no RN a maioria dos postos de trabalho temporários estão nas áreas de supermercados e lojas de varejo, com destaque para a função de promotor de vendas. Os números representam uma recuperação no comparativo com anos anteriores, quando a contratação de temporários no período era mais restrita, reflexo ainda da pandemia. “O movimento nas lojas de alimentos, especialmente nos supermercados, têm se mostrado forte. Setores como pescados e vinhos, que apresentam uma alta demanda nessa época do ano, são os mais procurados”, detalha o presidente da CDL Natal.
O presidente da Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (Assurn), Mikelyson Góis, prevê uma estabilidade nas contratações temporárias no período da Páscoa dentro do setor do varejo alimentar. “Todos os anos se contratam, principalmente, promotores de vendas por parte dos fornecedores, que são aqueles vendedores que abordam os clientes para oferecer os ovos de Páscoa, os bombons, as tábuas e alguns outros produtos relativos à Páscoa”, explica.
Mikelyson Góis acrescenta ainda que nesse período há a possibilidade de conversão, que é quando o funcionário temporário acaba sendo absorvido pela empresa e contratado de maneira definitiva. “No varejo, existe a conversão, aquelas pessoas se destacam, é uma porta de entrada. Então, há uma conversão, uma renovação de quadro”, pontua.
O gerente da Agência Sebrae Grande Natal, Thales Medeiros, destaca que o trabalho temporário pode ser visto como um período de experiência tanto para o profissional quanto para a empresa. Segundo ele, o profissional terá a oportunidade de conhecer a cultura organizacional, avaliar as possibilidades e benefícios e perceber se essa experiência faz sentido para sua carreira. Já a empresa poderá identificar os profissionais que melhor se encaixam na função e na cultura da organização.
O gerente aponta ainda que o profissional deve demonstrar interesse genuíno e relacionar-se de forma cortês e com as demais pessoas, sejam clientes, fornecedores ou colaboradores. “O desempenho técnico se aprende e se desenvolve com recursos, tempo e interesse, mas comportamentos tóxicos exigem mais tempo e dedicação para se reeducar. É preferível trabalhar com pessoas que somem à cultura e ao clima organizacional do que aquelas de difícil trato, ainda que precisem de mais tempo para se desenvolver”, explica.
Para se destacar durante o período de emprego temporário, o consultor sugere que o profissional demonstre suas principais competências e busque reduzir o tempo de aprendizado. Para isso, é fundamental focar em executar bem as tarefas essenciais, construir boas relações e deixar claro para os superiores seu interesse.
“Quando deixamos uma marca positiva onde passamos, as pessoas se tornam cartas de recomendação. Caso sua experiência lhe permitiu participar de algum projeto inovador, seja um novo produto ou melhoria no processo, isso também deve ser capitalizado no seu currículo em futuras entrevistas, pois pode demonstrar sua capacidade criativa e outros comportamentos positivos”, conclui Thales Medeiros.
TRIBUNA DO NORTE
Essa publicação é um oferecimento
Exportações de melão do RN podem triplicar em três anos
20/03/2025

Do Blog Saulo Vale
O melão produzido no Rio Grande do Norte poderá alcançar, em até três anos, novo patamar no mercado internacional, a partir do ingresso no mercado da China. A expectativa é de que, nesse período, a abertura comercial com chineses permita o envio ao país de até 34 mil contêiners da fruta ao ano. Se considerados os 17 mil contêiners /ano já exportados à Europa, maior comprador do melão potiguar, o volume exportado poderá triplicar, saltando, portanto, de 17 mil/ano para 51 mil/ano contêiners de melão enviados ao mercado exterior.
O plano para o alcance dessa meta começou a ser traçado na última terça-feira (18), no Workshop Melão Brasil China, ocorrido no auditório da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), em Mossoró. Realizado pelo Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (Coex), Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) e Sebrae-RN, o evento reuniu especialistas e apontou alternativas e gargalos a serem superados na busca pela conquista do espaço em território chinês.
O mercado da China é considerado estratégico para ampliar as oportunidades comerciais do melão brasileiro. Com população de 1,4 bilhão de habitantes, o país asiático é o maior produtor de melão do mundo, com média de 10 milhões de toneladas anuais. Apesar disso, em virtude de condições climáticas severas entre outubro e abril, os chineses ficam sem produzir a fruta, o que abre excelente janela de oportunidade ao melão brasileiro.
Segundo o presidente do Coex, Fábio Queiroga, é justamente nesse intervalo na produção chinesa que o melão potiguar deve se beneficiar e alavancar os índices de exportação. No mesmo período, no Brasil, a safra do melão está em pleno desenvolvimento, o que favorece o envio da fruta brasileira à China.
Comercialização
O melão produzido na área livre de Mossoró é a primeira fruta brasileira a ter autorização para comercialização com a China, há quatro anos. Recentemente, a uva produzida no Vale do São Francisco também foi habilitada a exportar para o mercado chinês.
Anualmente são produzidas 340 mil toneladas de melão no Brasil, com o Rio Grande do Norte figurando como maior produtor e exportador da fruta no país.
Essa publicação é um oferecimento
Cacau em alta freia otimismo na venda de ovos de Páscoa
19/03/2025

A alta do cacau em todo o Brasil e o consequente aumento no preço dos chocolates têm feito com que vendedores, empresários e lojistas freiem as expectativas de crescimento das vendas de produtos durante o período da páscoa, previsto para daqui a um mês. No caso da Associação dos Supermercadistas do Rio Grande do Norte (Assurn), a expectativa é de pelo menos manter o volume de vendas de 2024. Estimativas da Associação Brasileira da Indústria Alimentar (Abia) apontam que a alta de 189% no preço do cacau nos últimos 12 meses impactará o preço do item.
“Sempre estamos otimistas, porque é o segundo maior período de vendas, a sazonalidade da Páscoa, embora tenhamos enfrentado uma inflação também nos produtos relativos à Páscoa, principalmente carregados pelos chocolates. Em 12 meses, o cacau teve mais de 180% de aumento acumulado. Isso vem encarecendo bastante, principalmente os mais elaborados, que são os ovos de Páscoa”, explica o presidente da Assurn, Gilvan Mykelison.
“Ainda temos os licenciados, que pagam direitos autorais de personagens, que vêm com brinquedos,tudo isso fica caro ao consumidor, que tem perdido o poder de compra devido à alta inflação dos alimentos. Isso vai dificultar o acesso a esses produtos ainda mais caros. Então, esperamos pelo menos manter o número de vendas do ano passado”, acrescenta Mykelison.
Há casos que se destacam, como o do pequeno empresário Osias Evangelista Silva, que espera um aumento de 15% nas vendas em seu quiosque. Franqueado da Cacau Show há dois anos com três lojas, ele cita que está otimista para as vendas de chocolates neste ano.
“Esse ano estamos com uma ideia de crescimento em média de 15%. A marca Cacau Show nos sugere um crescimento de 30%, mas acho muito otimista para o cenário que vivemos hoje. Então, fiz um pedido baseado no crescimento de 2024 e esperamos zerar”, cita o empresário. Mesmo com os preços altos em relação ao cacau, Osias considera que os preços estão mais acessíveis em relação a outras marcas.
TRIBUNA DO NORTE
Essa publicação é um oferecimento
FPM: valor do segundo decêndio de março chega a R$ 1,2 bi
18/03/2025

Foto: José Cruz/Agência Brasil
A segunda parcela do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), referente ao mês de março, será transferida aos municípios brasileiros nesta quinta-feira (20). Ao todo, os entes partilham o valor líquido de R$ 1.206.726.909,62. O montante é cerca de 37% maior do que o repassado no mesmo período do ano passado. No segundo decêndio de março de 2024 o valor foi de R$ 880.447.841,93.
O especialista em orçamento público, Cesar Lima, reforça que se trata de uma verba relevante, sobretudo para os municípios menores, nos quais os recursos podem ser utilizados em áreas essenciais, como Saúde e Educação. Segundo ele, normalmente a segunda parcela de cada mês é menor, o que explica a queda em relação ao primeiro decêndio de março deste ano.
“É um resultado positivo em relação ao ano passado. Menor do que o último decêndio, mas é normal por ser intermediário, que sempre vem menor. Mas, em comparação com o ano passado, temos um resultado bem mais positivo. Então, continuamos em um ritmo de crescimento do FPM, e vamos esperar que, apesar das medidas de controle de demanda do governo, o FPM não sofra tanto em relação a esses índices”, destaca
Fonte: Brasil 61
Essa publicação é um oferecimento
Mais de 10 milhões de brasileiros têm dinheiro em contas do antigo PIS-Pasep; veja como acessar
17/03/2025

Cerca de 10,5 milhões de brasileiros ou seus herdeiros têm valores esquecidos em contas do antigo fundo do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação de Patrimônio do Servidor Público (Pasep). Somados, esses valores chegam a R$ 26 bilhões, segundo o Ministério da Fazenda. Têm direito a receber esses valores trabalhadores com carteira assinada entre 1971 e 1988 e seus herdeiros, já que muitos dos titulares podem já ter morrido.
Para ressarcir esses valores, a Fazenda divulgou, no dia 11 deste mês, um calendário de saques da cota. Os valores começam a ser disponibilizados a partir do final deste mês.
Segundo a Caixa, desde setembro de 2023, quando o dinheiro do antigo Fundo PIS/Pasep foi transferido para o Tesouro Nacional, cerca de 25 mil trabalhadores, herdeiros ou beneficiários legais pediram o saque do dinheiro nas agências do banco.
Antes, a consulta e o requerimento poderiam ser feitos apenas presencialmente, em uma agência na Caixa. Agora, podem ser feitos tanto pela plataforma criada pelo governo federal especificamente para isso, o Sistema de Ressarcimento de Valores do Extinto Fundo PIS/Pasep (Repis Cidadão), quanto por meio do aplicativo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
Confira abaixo como acessar.
Repis Cidadão
Acesse o site https://repiscidadao.fazenda.gov.br/;
Logo abaixo da página, clique no botão “Entra com gov.br”;
Insira seu login e senha do gov.br (é necessário ser nível prata ou ouro para isso);
Ao acessar, o serviço irá pedir que você autorize o acesso a dados pessoais, tais como identidade no gov.br, nome, foto, endereço de e-mail e outros;
O sistema irá informar se o seu CPF ou PIS/Pasep estão ou não na base de valores transferidos para a conta única do Tesouro Nacional;
Caso tenha, ele informará os valores.
Pelo aplicativo do FGTS
Na loja de aplicativos de seu celular, busque por FGTS;
Clique em instalar e baixe o aplicativo;
Para saber detalhes de como baixar o app, consulte este site da Caixa;
Após a instalação e cadastro, entre no aplicativo com os dados solicitados;
Na página principal, procure pelo ícone “Mais”, o primeiro da direita da tela com três risquinhos;
Ao acessá-lo, procure o ícone “Ressarcimento PIS/Pasep”;
Ele irá oferecer duas opções: “Sou titular das cotas PIS/Pasep” ou “Sou beneficiário legal de titular”;
Escolha o seu caso e clique;
Se você for o titular, ele irá informar os valores (caso tenha) na base de valores transferidos para a conta única do Tesouro Nacional;
No caso de beneficiário legal, ele irá solicitar a validação de outras informações antes de levar à página de consulta para requerer os valores.
Como sacar o pagamento
Os pagamentos são feitos exclusivamente em forma de crédito nas contas da Caixa. Veja quais são
Poupança Caixa Fácil;
Poupança Caixa;
Conta Corrente Caixa;
Poupança Caixa Tem;
Poupança Social Digital (aberta automaticamente pela Caixa).
É possível também fazer a movimentação de valores pelo aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas, transferências, pagamentos na maquininha e fazer compras com cartão de débito virtual.
Caixa Cidadão 0800 726 0207
SAC Caixa: 0800 726 0101
Pessoas com deficiência auditiva ou de fala: 0800 726 2492
Ouvidoria: 0800 725 7474
Site: caixa.gov.br
Estadão Conteúdo
Essa publicação é um oferecimento
Preço do cacau triplica, derruba produção e deixa ovos de Páscoa mais caros
17/03/2025

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O preço do cacau quase triplicou no último ano e obrigou o setor de alimentos a se redesenhar para a chegada da Páscoa. Para os fãs dos ovos de chocolate, o peso no bolso vai além do valor elevado dos produtos nas gôndolas, com a redução dos tamanhos e mudanças na composição das iguarias.
Preço do cacau disparou 189% no último ano
A variação de preço da matéria-prima essencial para a fabricação do chocolate é apurada pela FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura). A alta alcançou o pico de 282% no período.
Inflação está relacionada a questões climáticas. Responsáveis por 70% da produção mundial de cacau, os países da África Ocidental atravessaram períodos de chuvas e secas. O cenário foi determinante para a redução da oferta da matéria-prima.
Crise sanitária também inibe produção de cacau. O fungo Vascular Streak Dieback devastou as plantações na Costa do Marfim e em Gana, principais fornecedores da matéria-prima, fator que contribuiu na redução da disponibilidade do fruto. “Com menor oferta, o preço do cacau sobe e, naturalmente, atinge o valor do chocolate”, destaca Leandro Rosadas, especialista em gestão de supermercados.
Aumentos já atingem os chocolates brasileiros. Segundo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), o preço de chocolates em barra e bombons disparou 16,5% nos últimos 12 meses. A alta anual é a maior desde a atualização do indicador que mede a inflação oficial do Brasil, em 2020.
Cenário contribui para encarecimento na Páscoa. “Vai ficar mais caro. A expectativa é de que o chocolate do dia a dia da Páscoa esteja pelo menos 12% mais caro”, diz Rosadas. “As perspectivas não são boas para a venda de ovos de Páscoa neste ano, justamente por causa dessa inflação sentida na hora de comprar os produtos”, complementa.
Produção conta com 13 milhões de ovos a menos. Diante do cenário adverso, a Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados) afirma que 45 milhões de ovos foram produzidos para a Páscoa de 2025. O número é 22,4% menor em relação ao ano passado, quando foram distribuídas 58 milhões de unidades aos consumidores.
Indústria de chocolates aposta em alternativas. A Abia (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos) afirma que as adversidades afetaram os segmentos que dependem do cacau. “O setor tem buscado minimizar esse efeito por meio de eficiência produtiva, automação, inovação e otimização de processos, evitando repassar integralmente os custos aos consumidores”, diz a entidade.
UOL
Essa publicação é um oferecimento
ICMS de 20% entra em vigor dia 20 e deve impactar bolso do consumidor
16/03/2025

A partir da próxima quinta-feira (20) a alíquota modal do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) subirá dos atuais 18% para 20%, conforme mudança estabelecida pelo Decreto nº 34.284, de dezembro de 2024. O reajuste trará impactos para o bolso dos consumidores e afetará, principalmente, setores como o de energia elétrica e combustíveis. Entidades produtivas do RN seguem demonstrando preocupação com os reflexos do reajuste, que pode desencadear redução de consumo, além de perda de competitividade e de investimentos.
Roberto Serquiz, presidente da Federação das Indústrias do RN (Fiern), chama atenção para a elevação de custos nas empresas. “Paralelo a isso, há um impacto na renda popular. A dimensão vai depender não somente da nossa realidade, como também de um cenário nacional, como o câmbio, a taxa Selic e a inflação. Mas, historicamente, nós sabemos que aumento de imposto penaliza o investimento, fere a capacidade de compra das pessoas, ou seja, gera todo um desequilíbrio na economia”, fala Serquiz. Os efeitos na competitividade do RN também são uma preocupação da Federação.
“O aumento nos traz preocupação porque o RN já é o último estado do Nordeste em competitividade e o 24º do Brasil, de acordo com o ranking anual do Centro de Liderança Público. Isso ocorre por conta da falta de solidez fiscal e baixa capacidade de investimentos do Estado, problema para o qual o aumento de impostos não pode se vislumbrar como única solução”, aponta Serquiz.
As preocupações da Federação da Agricultura, Pecuária e Pesca do Rio Grande do Norte (Faern) são semelhantes. Para José Vieira, presidente da Faern, os impactos serão significativos tanto para os consumidores quanto para o setor agropecuário. “Para os consumidores resultará em preços mais elevados em diversos produtos e serviços. Isso tende a reduzir o poder de compra das famílias, especialmente as de baixa renda. O aumento generalizado dos preços pode contribuir para elevar a inflação, o que, por sua vez, pode levar a um ciclo vicioso de aumento de preços e redução do poder de compra e do consumo”, observou Vieira.
Para o agro, segundo o presidente da Faern, muitos insumos e produtos utilizados na produção estão sujeitos ao imposto, o que pode encarecer a produção, com custos que tendem a ser repassados aos consumidores na forma de preços mais altos. “O efeito cascata se dará, então, com aumento de preços, redução de consumo, diminuição da demanda e da produção e um volume menor de vendas, que pressiona a rentabilidade dos produtores e pode levar à queda dos investimentos no campo”, afirma.
Por meio de nota, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-RN) disse que acompanhará com atenção os efeitos da mudança. “Sabemos que a elevação da carga tributária pode exercer uma pressão ainda maior para a elevação dos preços de vários itens, se somando ao atual quadro inflacionário. Considerando ainda o cenário de juros elevados observados hoje, esse processo poderá ter repercussões negativas para a atividade econômica do estado”, pontuou a Federação.
Combustíveis e energia serão os mais afetados
Energia elétrica e combustíveis – os maiores responsáveis pela arrecadação estadual – serão os mais afetados com a alta da alíquota do ICMS para 20%, uma vez que não existem incentivos fiscais para ambos, segundo o economista Thales Penha. No caso dos combustíveis, além do reajuste do imposto, também deve ser considerada a regulação de preços por parte da Petrobras.
Para os demais setores, é mais difícil de medir os reflexos. Isso porque, de acordo com o especialista, o RN é um estado altamente importador, e os impactos, nesse aspecto, dependem muito mais do ICMS de outras unidades federativas. Os incentivos fiscais também interferem nos preços que chegam ao consumidor final. “Os atacadistas do Rio Grande do Norte não pagam tarifa cheia – para o segmento, a alíquota de ICMS é de 7%, e não será alterada com o reajuste. O Proedi [Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial do RN] continuará com os mesmos benefícios fiscais para a indústria. O varejo, que não tem os incentivos do atacado, também vai sentir a alta”, analisa Penha.
O economista avalia que o aumento da alíquota, apesar de ser uma decisão que gera desgaste político, é importante para o equilíbrio das contas públicas.
“Existe um problema grande que é a folha de pagamento. Há 15 anos o Estado paga acima do Limite de Responsabilidade Fiscal. Então, o ICMS é um instrumento que o Governo tem, porque não dá para reduzir salários. Para algumas categorias, como professores e enfermagem, é preciso obedecer, inclusive, ao piso estabelecido para os profissionais, conforme legislação nacional”, afirma o economista.
Para a população, a mudança gera insatisfação, uma vez que o aumento se soma à inflação, especialmente, a dos alimentos, que corrói o poder de compra dos potiguares. O motorista de transporte por aplicativo, Lúcio Jerônimo, de 43 anos, conta que precisou mudar de hábitos para reduzir o peso dos custos no orçamento. O aumento do ICMS, com impacto principalmente nos combustíveis, portanto, chega em uma péssima hora. “Lá em casa, nós temos dois carros, mas o que uso para as corridas, abasteço com gás, que compensa. O outro, que a gente usa gasolina, fica com minha esposa, para ir e voltar do trabalho apenas”, conta.
“Fiz as contas e, se eu rodasse com o carro a gasolina, teria um gasto diário de cerca de R$ 150 com combustível. Com o veículo a gás, esse gasto diário reduz para R$ 90 ou R$ 100, no máximo. Já em relação à alimentação, fiz algumas alterações. Antes, eu comprava quatro pacotes de café para o mês. Agora, compro somente um. Na maioria das vezes, prefiro tomar café na rua, que acaba sendo mais econômico. Então, ter que lidar com mais aumentos é complicado”, completa o motorista.
Do mesmo modo que Lúcio, o vendedor José Leonardo Santos, de 28 anos, considera que está cada vez mais difícil encaixar o orçamento nas compras do dia a dia. “Alimentação, água, luz, gás de cozinha, tudo já está muito caro. Eu, particularmente, tenho preferido comer fora do que fazer a feira para comer em casa, então, essa alta do ICMS é um absurdo”, declara o vendedor.
Jordan Fernandes, de 26 anos, afirma que o aumento afeta os consumidores e enfraquece a economia. “Como consumidor e como varejista, eu me preocupo, porque, no patamar atual, nós já convivemos com preços altos. Acredito que o melhor seria o movimento contrário, de redução de impostos, porque estamos todos sofrendo com a inflação”, indica Fernandes, que é locutor em uma loja no Alecrim.
Entidades são contra aumento do ICMS
As entidades do setor produtivo ouvidas pela reportagem reafirmaram o posicionamento contrário ao reajuste da alíquota modal do ICMS. “A Faern entende que a medida impacta negativamente toda a sociedade”, sublinhou José Vieira, presidente da Federação.
Em nota, a Fecomércio esclareceu que reforça o compromisso com a busca de alternativas que atenuem os efeitos do ajuste fiscal sobre o poder de compra dos potiguares e o ambiente de negócios, mas sem penalizar comércio e consumidores.
“Entendemos que a implementação de reformas estruturantes e o estímulo ao setor produtivo são caminhos essenciais para garantir a sustentabilidade financeira do Estado e mitigar os desafios impostos pelo cenário inflacionário atual, preservando a competitividade dos setores de comércio e serviços”, destacou a Fecomércio-RN.
A Fiern frisa que a alíquota menor seria um diferencial para a competitividade do RN. “Defendemos, lá atrás, a permanência dos 18%, para que o Estado pudesse ter um diferencial competitivo em função da fragilidade da nossa infraestrutura e até mesmo do ambiente de negócios. Até porque se tinha, àquela altura, uma arrecadação relativamente estável e um potencial de crescimento da arrecadação”, afirma o presidente da Fiern, Roberto Serquiz.
Com o reajuste de 2 pontos percentuais na alíquota modal, o Governo do Estado estima arrecadar R$ 7,4 bilhões com o imposto em 2025, o que representaria 32,35% da receita própria estadual. Além disso, 25% do montante arrecadado deve ser destinado aos municípios potiguares.
A recuperação da arrecadação do ICMS é considerada essencial pelo governo para equilibrar as contas públicas e garantir a revisão salarial anual aprovada no ano passado. O governo espera recompor gradualmente a despesa com pessoal, adequando-a à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Conforme o Relatório de Gestão Fiscal (RGF) publicado em 30 de janeiro no Diário Oficial do Estado (DOE), a folha (de ativos e inativos) já compromete 57,56% da Receita Corrente Líquida (RCL) do Estado). Esse percentual supera em 8,56 pontos o limite máximo de 49% estabelecido pela LRF, o que coloca o estado em uma situação de alerta.
Em reportagem publicada em fevereiro pela Tribuna do Norte, o secretário de Administração do Estado, Pedro Lopes, afirmou que o reajuste, que beneficia 65.828 servidores, representará um desembolso mensal de R$ 39 milhões.
TRIBUNA DO NORTE
Essa publicação é um oferecimento
No RN, 469.194 devem declarar Imposto de Renda em 2025
14/03/2025

Diogo Zacarias/MF
A Receita Federal divulgou os números relativos à quantidade de declarações previstas do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) para o Rio Grande do Norte e o Brasil em 2025. Ao todo, estão previstas 469.194 declarações no Estado. O número é 6,9% maior que o registrado em 2024, quando a Receita esperava 438.968 declarações. Para 2025, estão previstas novas regras para as declarações do Imposto de Renda, com a entrega sendo aberta em todo o Brasil a partir da próxima segunda-feira (17). Em todo o País, são previstas 46 milhões de declarações.
A Receita Federal informou que a declaração do Imposto de Renda terá poucas mudanças em relação a 2024. A principal delas é em relação à faixa de isenção do ano passado. Este ano, passa a ser obrigado a declarar quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888,00 no ano passado. O valor é um pouco maior em relação à declaração do IR de 2024 (R$ 30.639,90).
Outra mudança é que o limite da receita bruta de obrigatoriedade para atividade rural subiu de R$ 153.999,50 para R$ 169.440. Quem atualizou valor de bens imóveis e pagou ganho de capital diferenciado em dezembro de 2024 terá de preencher a declaração, e quem apurou rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos passa a declarar anualmente.
Além disso, outra alteração é a prioridade de restituição para quem simultaneamente utilizou a declaração pré-preenchida e optou pelo recebimento da restituição via Pix. Até o ano passado, a prioridade era definida apenas com base na utilização de uma das duas ferramentas.
Com informações da Tribuna do Norte
Essa publicação é um oferecimento
Orçamento: Bolsa Família pode ter um corte de quase R$ 8 bilhões
14/03/2025

O governo federal enviou, na quarta-feira (12), um ofício ao Congresso Nacional que contém uma série de ajustes no Orçamento de 2025, entre eles um corte de R$ 7,7 bilhões no Bolsa Família. Informa o portal Brasil 61
É necessário que os ajustes sejam feitos antes da votação do projeto para viabilizar a execução de alguns programas do governo, como o Auxílio-Gás, por exemplo.
O documento prevê um acréscimo de R$ 3 bilhões nos recursos do auxílio. A peça orçamentária inicial reservava somente R$ 600 milhões para o programa, como destacou o relator do Orçamento (PLN 26/2024), senador Angelo Coronel (PSD-BA).
Essa publicação é um oferecimento
Governo pede corte de R$ 7,7 bi no Bolsa Família no Orçamento de 2025
13/03/2025

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou um ofício nesta 4ª feira (12.mar.2025) ao Congresso Nacional pedindo mudanças no Ploa (Projeto de Lei Orçamentária Anual). Dentre elas, pede um corte de R$ 7,7 bilhões no Bolsa Família.
O texto foi assinado pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet. Não tem caráter definitivo – é apenas uma sugestão ao Congresso, que pode aceitar os termos ou não.
Segundo o relator do Orçamento, senador Angelo Coronel (PSD-BA), o corte será feito para ajustar “desvios” no programa. “É uma medida até impopular, mas eu acho que é necessária para acabar com fraudes, que, por acaso, existem”, declarou a jornalistas, depois de reunião com a ministra da SRI (Secretaria de Relações Institucionais), Gleisi Hoffmann.
A previsão é que o Ploa seja votado no Congresso na próxima semana.
Como mostrou o Poder360, o governo do presidente Lula vem fazendo uma operação de pente-fino no Bolsa Família. Em fevereiro, havia 1,1 milhão de beneficiários a menos do que quando o petista assumiu.
Em janeiro de 2025, havia 20,5 milhões de famílias no programa social. Quando Jair Bolsonaro (PL) deixou o poder, em dezembro de 2022, eram 21,6 milhões.
Essa publicação é um oferecimento
Inflação de fevereiro é a maior do mês em 22 anos
13/03/2025

A inflação oficial do país registrou, em fevereiro, a maior taxa para o mês dos últimos 22 anos. O IPCA, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, ficou em 1,31%, muito acima da taxa de janeiro, de 0,16%.
Os grupos Habitação, pressionado pelo reajuste de 16,8% na tarifa de energia elétrica residencial, por causa do fim do bônus de Itaipu, e Educação, com o aumento das mensalidades escolares, foram os maiores responsáveis pela alta da inflação de fevereiro.
De acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo IBGE, o grupo Alimentação e Bebidas também subiu, puxado pela aumento nos preços dos ovos de galinha e do café.
Já no grupo Transportes, o que mais pesou foi a alta dos combustíveis e o reajuste das passagens de ônibus urbanos.
A correção da bandeirada dos táxis também ajudou. Juntos, estes quatro grupos contribuem com 92% da composição do IPCA.
Ainda segundo o IBGE, todos os outros cinco grupos que compõem o Índice seguiram a tendência de alta, com variações positivas.
Com o resultado de fevereiro, a inflação acumulada nos últimos 12 meses chegou a 5,06%, acima da taxa de 4,56% registrada nos 12 meses imediatamente anteriores.
Já a inflação para as famílias que vivem com até cinco salários mínimos por mês, medida pelo INPC, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor, ficou em 1,48%. Em janeiro a taxa, foi nula.
A inflação de fevereiro para os mais pobres também foi a mais alta para o mês desde 2003, puxada pela conta de luz. E, nos últimos 12 meses, alcançou 4,87%, acima dos 4,17% observados nos 12 meses anteriores.
A alta de fevereiro é explicada em grande parte pelo Bônus Itaipu, que concedeu desconto na conta de luz dos brasileiros em janeiro. No primeiro mês do ano, o índice apresentou variação nula (0%).
Com o fim do desconto, o que já era previsto, a conta de energia elétrica subiu 16,96%, fazendo o grupo habitação – do qual faz parte a energia elétrica – subir 4,79%, impactando o INPC em 0,79 ponto percentual (p.p.).
Em fevereiro, os produtos alimentícios subiram 0,75%, desaceleração em relação a janeiro (0,99%).
O INPC impacta diretamente na vida de muitos brasileiros, pois o acumulado móvel de 12 meses costuma ser utilizado para cálculo do reajuste de salários de diversas categorias ao longo do ano.
O salário mínimo, por exemplo, leva o dado de novembro no seu cálculo. O seguro-desemprego, o benefício e o teto do INSS são reajustados com base no resultado de dezembro.
A principal diferença para o IPCA é que o INPC apura o custo de vida de famílias com renda de até cinco salários mínimos. Já o IPCA, é o consumo de famílias com renda até 40 salários mínimos. Atualmente o mínimo é de R$ 1.518.
A coleta de preços é feita nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.
TRIBUNA DO NORTE
Essa publicação é um oferecimento
Ovo sobe 15% em fevereiro e tem a maior inflação no Plano Real; café avança quase 11%
12/03/2025

O ovo de galinha e o café moído, dois produtos tradicionais da mesa do brasileiro, registraram inflação de dois dígitos em fevereiro, segundo dados do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) divulgados nesta quarta (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A alta dos preços do ovo foi de 15,39% no mês passado. É a maior inflação mensal desde o início do Plano Real. Na série histórica do IPCA, uma elevação mais intensa do que essa havia sido registrada em junho de 1994 (56,41%), antes de o real entrar em circulação.
Já o café moído teve inflação de 10,77% em fevereiro. É a maior em 26 anos, desde fevereiro de 1999 (12,55%).
O café está em trajetória de alta no IPCA desde janeiro de 2024. Segundo Fernando Gonçalves, gerente da pesquisa do IBGE, problemas de safra têm levado a uma disparada das cotações no mercado internacional.
“O café teve quebra de safra no mundo, e a gente continua com essa influência”, disse.
Gonçalves afirmou que uma combinação de fatores está pressionando os preços dos ovos. O técnico citou três questões: a maior demanda em razão do retorno das aulas no país, as exportações devido a problemas de gripe aviária nos Estados Unidos e os impactos do calor na oferta no Brasil.
“O tempo quente influencia a produção dos ovos, o bem-estar das aves”, disse.
Os dois produtos pressionaram a inflação do grupo alimentação e bebidas no IPCA. A alta dos preços desse segmento foi de 0,70% em fevereiro. A taxa, contudo, foi menor do que a de janeiro (0,96%).
As quedas dos preços de mercadorias como batata-inglesa (-4,10%), arroz (-1,61%) e leite longa vida (-1,04%) ajudaram a conter o resultado de alimentação e bebidas. Banana-d’água (-5,07%), laranja-pera (-3,49%) e óleo de soja (-1,98%) também mostraram baixas.
Em 12 meses, a inflação acumulada por alimentação e bebidas está em 7%. É a maior dos nove grupos do IPCA. Educação (6,35%) aparece na sequência.
A carestia da comida virou dor de cabeça para o governo Lula (PT) em um momento de queda da popularidade do presidente.
Em busca de uma redução dos preços, o governo anunciou que vai zerar a alíquota de importação de produtos como carne, café, milho, óleos e açúcar.
Associações de produtores, por outro lado, afirmaram que a medida é inócua. A ausência de fornecedores competitivos é apontada como uma das explicações para essa análise.
Folhapress
Essa publicação é um oferecimento
75% dos brasileiros vão aproveitar Semana do Consumidor para quitar dívidas, revela pesquisa Serasa
12/03/2025

Estimulada desde os anos 1980 como uma data para reforçar a cada 15 de março os direitos dos consumidores, o período se consolida como uma Black Friday fora da época, em que descontos e promoções se tornam obrigatórios para pagar dívidas ou contrair novas, conforme revela pesquisa encomendada pela Serasa. Pelo menos 75% dos brasileiros pretendem aproveitar o período para quitar pendências financeiras e se livrar das dívidas.
Produzido pelo Instituto Opinion Box, o estudo acaba traçando uma radiografia do novo consumidor brasileiro, que pretende aproveitar a semana dedicada a seus direitos: seja para comprar ou limpar o nome, o principal motivador para 53% dos brasileiros realizarem alguma compra ou negociação durante esta semana são os descontos exclusivos. Além disso, 24% deles admitem ter deixado de pagar contas básicas em algum momento para aproveitar promoções e descontos.
Levantamento mostra que 34% dos consumidores conseguem se adaptar a “imprevistos ou compras que surgem ao longo do caminho” e 85% pesquisam preços e promoções antes de realizar qualquer compra, demonstrando sensibilidade com o planejamento financeiro. “Felizmente, promoções e descontos conquistaram espaços cativos na saúde financeira do brasileiro”, observa Thiago Ramos, especialista em educação financeira da Serasa.
Lojas, Pix e cartão
A pesquisa também traz os meios preferidos de fazer as compras durante essa semana. Mesmo com a digitalização, as lojas físicas continuam sendo o canal de compra favorito de 50% dos entrevistados, embora sites de e-commerce já representem 29% da preferência nacional. Cada vez mais o Pix (29%) e o cartão de crédito (28%) se consolidam como as principais formas de pagamento, embora, o cartão de crédito parcelado venha ganhando adeptos (16,8%).
Descontos no Serasa Premium
Para marcar a Semana do Consumidor, o Feirão Limpa Nome oferece desconto especial de 67% na assinatura do Serasa Premium, serviço de monitoramento de dados. Quem negociar uma dívida no site ou no aplicativo da empresa poderá contratar o serviço por apenas R$7,90 mensais. As dívidas de 1.456 empresas podem ser negociadas com até 99% de desconto.
Metodologia
Pesquisa realizada pelo Instituto Opinion Box entre 21 de fevereiro e 5 de março de 2025, com 1.583 entrevistas realizadas com consumidores de todo o país.
ANNA RUTH DANTAS
Essa publicação é um oferecimento










