Economia
Petrobras reduz preço do diesel em R$ 0,17 a partir de 1º de abril
01/04/2025

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira 31, redução de R$ 0,17 por litro no preço do diesel A, equivalente a queda de 4,6%. O novo valor médio de R$ 3,55 por litro para as refinarias entra em vigor nesta terça-feira 1º. A medida reduz em R$ 0,15 o custo do diesel B nos postos, considerando a mistura obrigatória com biodiesel.
“Monitoramos os preços a cada 15 dias e ajustamos conforme necessário”, disse Magda Chambriard, presidente da Petrobras. “Nosso modelo evita transferir volatilidade internacional ao consumidor brasileiro.”
Esta é a primeira redução desde o aumento de R$ 0,22 em 1° de fevereiro. Desde dezembro de 2022, o diesel acumula queda de R$ 0,94 por litro (20,9% nominal), que chega a 29% quando descontada a inflação do período.
A estatal destacou que sua nova política de preços, implementada em 2023, considera custos locais e participação de mercado. “O abrasileiramento dos preços protege a competitividade da Petrobras”, afirmou Chambriard durante evento no Rio de Janeiro.
A redução ocorre simultaneamente ao lançamento do programa de créditos de carbono da companhia. A Petrobras mantém revisões quinzenais de preços, com objetivo de equilibrar competitividade e estabilidade para o mercado interno.
ANNA TUTH DANTAS
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Ganhador da Mega da Virada ainda não resgatou prêmio e prazo acaba nesta segunda (31)
31/03/2025

Foto: divulgação/Caixa
Um dos ganhadores da Mega da Virada 2024 ainda não resgatou o prêmio e a Caixa Econômica Federal avisa que o prazo para resgate do dinheiro acaba nesta segunda-feira, 31 de março.
O sortudo ou sortuda que ainda não reclamou seu dinheiro ganhou em uma das cotas de um bolão com 56 pessoas na cidade de Osasco (SP) e tem R$ 1.418.495,90 milhão esperando.
O prazo para sacar qualquer prêmio de loteria é de 90 dias pela regra da Caixa. Como o sorteio da Mega da Virada se deu em 31 de dezembro, a pessoa tem até hoje, 31 de março, para comparecer a uma agência do banco para efetuar o saque.
Caso contrário, o valor será repassado ao Tesouro Nacional para destinação ao FIES (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior), conforme Lei 13.756/18.
Quantos ganhadores teve a Mega da Virada 2024?
Cinco das oito apostas que ganharam a Mega da Virada 2024 eram de bolões. Com isso, o número de novo milionários chegou a 170, considerando que cada cota premiada em bolões tenha um ganhador diferente.
Brasília (DF) e Curitiba (PR) tiveram duas apostas ganhadoras cada, os demais acertadores da sena foram de Nova Lima (MG), Osasco (SP), Pinhais (PR) e Tupã (SP).?
O prêmio recorde de R$ 635.486.165,38 milhões foi dividido entre estas apostas e cada uma embolsou R$ 79.435.770,67 milhões.
Uma aposta de Curitiba (PR) e as de Tupã (SP) e Nova Lima (MG) foram jogos ‘individuais’. As demais, foram de bolões.
Veja abaixo quanto ganhou cada cota dos bolões recebeu:
Brasília (DF): 3 cotas com prêmio de R$ 26.478.590,22 por cota.
Brasília (DF): 30 cotas com prêmio de R$ 2.647.859,02 por cota.
Curitiba (PR): 28 cotas com prêmio de R$ 2.836.991,81 por cota.
Osasco (SP): 56 cotas com prêmio de R$ 1.418.495,90 por cota. (só 1 ainda não sacou)
Pinhais (PR): 50 cotas com prêmio de R$ 1.588.715,41 por cota
Valor Econômico
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ICMS sobre compras internacionais sobe para 20% no RN a partir desta terça-feira 1°
31/03/2025

A partir desta terça-feira 1º, o Rio Grande do Norte aumenta a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre compras internacionais. A taxa sobe de 18% para 20%, acompanhando a decisão de outros nove estados brasileiros.
Além da alíquota estadual, as encomendas internacionais de até US$ 50 seguem sujeitas a um imposto de importação de 20%, em vigor desde agosto de 2023. Com isso, segundo grandes importadoras, a tributação global sobre essas compras chega a 50% do valor dos itens. Um produto de R$ 100, por exemplo, passa a ter um custo total de R$ 150.
O governo do Rio Grande do Norte justifica o aumento da tributação como uma forma de “garantir isonomia competitiva entre produtos importados e nacionais, promovendo o consumo de bens produzidos no Brasil”.
Aprovação da nova taxa de ICMS
A aprovação se deu por 12 votos a favor e 10 votos contrários em 17 de dezembro de 2024. Ao todo, 22 parlamentares estavam presentes – os únicos ausentes foram Galeno Torquato (PSDB) e Terezinha Maia (PL). Durante a sessão plenária, as galerias da Assembleia ficaram tomadas de servidores, que defenderam a aprovação do projeto.
Veja abaixo como votaram os deputados:
Favoráveis
Divaneide Basílio (PT)
Dr. Bernardo (PSDB)
Eudiane Macedo (PV)
Ezequiel Ferreira (PSDB)
Francisco do PT
Hermano Morais (PV)
Isolda Dantas (PT)
Ivanilson Oliveira (União Brasil)
Kleber Rodrigues (PSDB)
Neilton Diógenes (PP)
Vivaldo Costa (PV)
Ubaldo Fernandes (PSDB)
Contrários
Adjuto Dias (MDB)
Coronel Azevedo (PL)
Cristiane Dantas (Solidariedade)
Dr. Kerginaldo (PL)
Gustavo Carvalho (PSDB)
José Dias (PL)
Luiz Eduardo (Solidariedade)
Nelter Queiroz (PSDB)
Taveira Júnior (União Brasil)
Tomba Farias (PL)
Ausentes
Galeno Torquato (PSDB)
Terezinha Maia (PL)
AGORA RN
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Ovos de Páscoa estão até 20% mais caros no RN em 2025
31/03/2025

O preço dos ovos de Páscoa está até 20% mais caro em 2025, segundo o Conselho Regional de Economia. Apesar disso, alguns supermercados de Natal esperam crescimento nas vendas na comparação com o ano passado.
Em alguns casos, os estabelecimentos também apresentam caixas e tabletes de chocolate como alternativa aos consumidores.
O motociclista por aplicativo Matheus Medeiros foi ao supermercado pesquisar o preço do ovo de Páscoa que pretende dar para seu filho de 4 anos.
"Vim dar uma pesquisada nos preços, como é que está em relação ao ano passado, se está mais caro, se está mais barato, para a gente decidir o que vai levar para o pequeno", comentou.
O aumento no preço dos ovos de Páscoa é atribuído a uma quebra na safra de cacau, que encareceu o produto em todo o país.
"A indústria estima um aumento entre 8% e 20%, de acordo com a tipologia, conteúdo, pureza, enchimentos, textura deles", afirmou o economista Ricardo Valério.
Apesar dos preços mais altos, um hipermercado da cidade espera um aumento nas vendas de 8% a 10% em relação ao ano passado. "A expectativa de venda é muito boa", afirmou o gerente Jair Lima.
Para tentar driblar o aumento, muitos consumidores estão optando por alternativas. Um supermercado, por exemplo, montou um stand com caixas de chocolate para atrair os clientes.
O gerente de um supermercado no Alecrim, Luan Silva, relatou dificuldades em comprar ovos de Páscoa a preços mais acessíveis na indústria, optando por investir em caixas e barras de chocolate como alternativa.
"Quem não consegue comprar ovo de Páscoa tem a segunda opção. Ficou como uma alternativa, né? E não deixa de comer o chocolate", explicou.
Em outro supermercado em Nova Descoberta, os ovos de Páscoa ainda nem foram colocados à venda. O engenheiro Sávio Vasconcelos foi com seus dois filhos fazer compras e os meninos já escolheram seus ovos de Páscoa. "A gente tem que atender. Porque senão vão ficar em cima da gente cobrando. Mas é a data deles também, né?", disse.
Uma dica para os consumidores é antecipar as compras de chocolate, evitando o período da Páscoa. "Em janeiro, você encontrava chocolate a um preço melhor", aconselhou Ricardo Valério.
G1 RN
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Teto para reajuste de medicamentos será divulgado nesta segunda (31)
31/03/2025

A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) divulga, nesta segunda-feira (31), a lista com o novo teto de preços dos remédios vendidos em farmácias e drogarias. A Lei nº 10.742, de 2003, que trata da regulação do setor farmacêutico, prevê o reajuste anual dos medicamentos.
Isso não significa, entretanto, que haverá aumento automático dos preços praticados, mas uma definição de teto permitido de reajuste. Cabe aos fornecedores – farmacêuticas, distribuidores e lojistas – fixarem o preço de cada produto colocado à venda, respeitados o teto legal estabelecido e suas estratégias diante da concorrência.
Para definição dos novos valores, o conselho de ministros da CMED leva em consideração fatores como a inflação dos últimos 12 meses, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a produtividade das indústrias de medicamentos e custos não captados pela inflação, como o câmbio e tarifa de energia elétrica e a concorrência de mercado.
Em 2024, por exemplo, o reajuste anual do preço de medicamentos foi de 4,5%, equivalente ao índice de inflação do período anterior. A lista com os preços máximos que podem ser cobrados pelos produtos fica disponível no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
De acordo com a Anvisa, a lei prevê um reajuste anual do teto de preços com o objetivo de proteger os consumidores de aumentos abusivos, garantir o acesso aos medicamentos e preservar o poder aquisitivo da população. Ao mesmo tempo, o cálculo estabelecido na lei busca compensar eventuais perdas do setor farmacêutico devido à inflação e aos impactos nos custos de produção, possibilitando a continuidade no fornecimento de medicamentos.
Caso o consumidor encontre irregularidades, é possível acionar os órgãos de defesa do consumidor, como os Procons e a plataforma consumidor.gov.br. Também é possível encaminhar denúncia diretamente à CMED, por meio de formulário disponível na página da Anvisa.
A CMED é composta pelos ministérios da Saúde, Casa Civil, da Justiça e Segurança Pública, da Fazenda, e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária exerce a função de secretaria executiva, fornecendo o suporte técnico às decisões.
Fonte: Agência Brasil
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Aneel mantém bandeira tarifária verde de energia para abril
30/03/2025

Foto: Agência Brasil
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) acionou, nesta sexta-feira (28), a bandeira verde para abril. Ou seja, a conta de luz segue sem taxa extra no próximo mês.
Segundo a agência, “mesmo com a transição do período chuvoso para o seco, a geração de usinas hidroelétricas, mais barata que a geração térmica, continua em níveis estáveis.”
O sistema de cores da Aneel sinaliza as condições de geração de energia. Se chove pouco e as hidrelétricas geram menos, é preciso acionar usinas termelétricas, que são mais caras.
Para pagar por essas usinas, a Aneel aciona as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2, com taxas extras na conta de luz.
Em 2024, por conta da estiagem, a Aneel precisou cobrar taxas extras na conta de luz de julho, setembro, outubro e novembro. Desde dezembro, a bandeira está no patamar “verde”, sem taxas adicionais.
Saiba quanto custa cada bandeira
Cada bandeira tarifária acionada pela Aneel pode gerar um custo extra ao consumidor:
bandeira verde (condições favoráveis de geração de energia) – sem custo extra;
bandeira amarela (condições menos favoráveis) – R$ 18,85 por MWh (megawatt-hora) utilizado (ou R$ 1,88 a cada 100kWh);
bandeira vermelha patamar 1 (condições desfavoráveis) – R$ 44,63 por MWh utilizado (ou R$ 4,46 a cada 100 kWh);
bandeira vermelha patamar 2 (condições muito desfavoráveis) – R$ 78,77 por MWh utilizado (ou R$ 7,87 a cada 100 kWh).
Fonte: g1
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Mega-Sena, concurso 2.846: prêmio acumula e vai a R$ 45 milhões
30/03/2025

Foto: Marcelo Brandt/G1
O concurso 2.846 da Mega-Sena foi realizado às 20h deste sábado (29), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 45 milhões.
Veja os números sorteados: 01 – 12 – 16 – 17 – 25 – 57
5 acertos: 74 apostas ganhadoras levam R$ 48.408,41
4 acertos: 5.871 apostas ganhadoras levam R$ 871,65
O próximo sorteio da Mega será na terça-feira (1º).
Fonte: g1
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Preço dos medicamentos sobe nesta segunda (31); aumento deve ser de até 5%
29/03/2025

O preço dos medicamentos poderá ter reajuste a partir da próxima segunda-feira (31). A expectativa do setor farmacêutico é que a alta seja de até 5,06% neste ano, segundo cálculos do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma).
O índice, que deve ser anunciado oficialmente pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) no próximo dia 31, funcionará como um teto.
Farmacêuticas poderão aplicar reajustes em patamares inferiores aos 5,06%, mas nunca superiores.
O aumento não será automático e dependerá da conveniência de cada produtor. O Sindusfarma estima, no entanto, que o reajuste médio no preço dos medicamentos deverá ser abaixo do teto a ser oficializado pela CMED.
A entidade projeta uma elevação média de cerca de 3,48% — o que pode ser o menor patamar de aumento médio desde 2018.
Salvo exceções, os preços de comercialização dos remédios no Brasil são regulados pela CMED, um órgão composto por membros de diferentes ministérios e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Anualmente, com base em uma série de critérios como a inflação, a CMED define níveis máximos de reajuste no valor dos remédios.
A medida passa a valer assim que é publicada no “Diário Oficial da União (DOU)”, o que deve ocorrer na próxima segunda. A partir disso, empresas de medicamentos podem ajustar os preços de seus produtos.
Os aumentos são aplicados em cima do valor máximo de venda do remédio, também definido pela CMED. Por lei, as farmácias e laboratórios não podem cobrar acima do preço permitido pela Câmara de Regulação.
A Anvisa afirma que o reajuste anual dos medicamentos funciona como um mecanismo de proteção aos consumidores de “aumentos abusivos”.
“Ao mesmo tempo, o cálculo estabelecido na lei, busca compensar eventuais perdas do setor farmacêutico devido à inflação e aos impactos nos custos de produção, possibilitando a continuidade no fornecimento de medicamentos”, diz a agência.
Impacto no consumidor
O presidente executivo do Sindusfarma, Nelson Mussolini, avalia que o impacto do reajuste pode demorar a chegar ao consumidor.
Segundo ele, a competição entre farmácias e os estoques dos produtos são fatores que contribuem para que o reajuste médio esteja projetado para um patamar abaixo do teto a ser oficializado pela CMED.
“Dependendo da reposição de estoques e das estratégias comerciais dos estabelecimentos, aumentos de preço podem demorar meses ou nem acontecer”, diz Mussolini.
“É importante o consumidor pesquisar nas farma?cias e drogarias as melhores ofertas dos medicamentos prescritos pelos profissionais de sau?de”, acrescenta.
A Anvisa alerta que o descumprimento do teto de preços pode levar a punições. A agência recebe denúncias por meio de um formulário digital.
g1
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RN gera 2,4 mil novos empregos formais em fevereiro
29/03/2025

O Rio Grande do Norte registrou, em fevereiro, um saldo de 2.495 novos postos de trabalho com carteira assinada, resultado de 22,5 mil admissões e 20 mil desligamentos no período. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) e foram divulgados nesta sexta-feira 28 pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
No primeiro bimestre de 2025, o estado acumula saldo de 2,2 mil novas vagas formais. Nos últimos 12 meses, foram 34,7 mil novos postos de trabalho. O estoque de empregos formais no RN chegou a 538,2 mil trabalhadores.
Em fevereiro, três dos cinco grandes setores econômicos registraram saldo positivo no estado. O setor de Serviços liderou com 2.367 novas vagas, seguido por Construção (726) e Comércio (558). Indústria e Agricultura tiveram saldo negativo, com menos 101 e 1.055 vagas, respectivamente.
As novas contratações no estado foram ocupadas, em sua maioria, por mulheres (1.827). Pessoas com ensino médio completo representaram o maior grupo atendido pelas vagas (2.249), enquanto a faixa etária de 18 a 24 anos teve o maior saldo de empregos (1.627).
Natal foi o município com melhor desempenho em fevereiro, registrando 1,9 mil novos postos. O estoque de empregos formais na capital chegou a 235 mil. Outros municípios com saldo positivo no mês foram Currais Novos (146), Macaíba (144), Parnamirim (132) e Caicó (120).
No Brasil, fevereiro teve saldo de 431,9 mil empregos com carteira assinada, o maior da série histórica do Novo Caged. O resultado veio da diferença entre 2,5 milhões de admissões e 2,1 milhões de desligamentos no país. O estoque nacional de empregos formais chegou a 47,7 milhões, com crescimento de 0,91% em relação a janeiro.
AGORA RN
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Conta de luz: Aneel mantém bandeira verde em abril, sem cobrar taxa extra
29/03/2025

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) acionou, nesta sexta-feira (28), a bandeira verde para abril. Ou seja, a conta de luz segue sem taxa extra no próximo mês.
Segundo a agência, “mesmo com a transição do período chuvoso para o seco, a geração de usinas hidroelétricas, mais barata que a geração térmica, continua em níveis estáveis.”
O sistema de cores da Aneel sinaliza as condições de geração de energia. Se chove pouco e as hidrelétricas geram menos, é preciso acionar usinas termelétricas, que são mais caras.
Para pagar por essas usinas, a Aneel aciona as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2, com taxas extras na conta de luz.
Em 2024, por conta da estiagem, a Aneel precisou cobrar taxas extras na conta de luz de julho, setembro, outubro e novembro. Desde dezembro, a bandeira está no patamar “verde”, sem taxas adicionais.
Saiba quanto custa cada bandeira
Cada bandeira tarifária acionada pela Aneel pode gerar um custo extra ao consumidor:
bandeira verde (condições favoráveis de geração de energia) – sem custo extra;
bandeira amarela (condições menos favoráveis) – R$ 18,85 por MWh (megawatt-hora) utilizado (ou R$ 1,88 a cada 100kWh);
bandeira vermelha patamar 1 (condições desfavoráveis) – R$ 44,63 por MWh utilizado (ou R$ 4,46 a cada 100 kWh);
bandeira vermelha patamar 2 (condições muito desfavoráveis) – R$ 78,77 por MWh utilizado (ou R$ 7,87 a cada 100 kWh).
Fonte: g1
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Remédios devem ficar até 5,06% mais caros a partir de segunda-feira (31)
29/03/2025

A partir da próxima segunda-feira (31), os preços dos medicamentos em todo o Brasil ficarão mais caros. Estimativa baseada na fórmula de cálculo elaborada pela Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) indica reajuste de até 5,06%. O percentual, que serve como teto para as farmacêuticas, corresponde à inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro.
O reajuste médio, porém, deverá ser menor, ficando em 3,48%, o menor patamar desde 2018. Os números de 2025 serão divulgados até segunda pela Cmed, que é o órgão responsável pela regulamentação de preços. A autorização do reajuste aguarda a publicação no Diário Oficial da União.
O percentual de reajuste anual é calculado com base na inflação, da qual é descontada a produtividade da indústria farmacêutica e à qual são somados os custos de produção não captados pelo IPCA, como variação cambial, tarifas de energia elétrica e variação de preços de insumos.
O cálculo considera ainda três faixas de ajuste, de acordo com os níveis de concentração de mercado -do mais competitivo à menor concorrência.
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RN gera 2,4 mil novos empregos formais em fevereiro
28/03/2025

O Rio Grande do Norte registrou, em fevereiro, um saldo de 2.495 novos postos de trabalho com carteira assinada, resultado de 22,5 mil admissões e 20 mil desligamentos no período. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) e foram divulgados nesta sexta-feira 28 pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
No primeiro bimestre de 2025, o estado acumula saldo de 2,2 mil novas vagas formais. Nos últimos 12 meses, foram 34,7 mil novos postos de trabalho. O estoque de empregos formais no RN chegou a 538,2 mil trabalhadores.
Em fevereiro, três dos cinco grandes setores econômicos registraram saldo positivo no estado. O setor de Serviços liderou com 2.367 novas vagas, seguido por Construção (726) e Comércio (558). Indústria e Agricultura tiveram saldo negativo, com menos 101 e 1.055 vagas, respectivamente.
As novas contratações no estado foram ocupadas, em sua maioria, por mulheres (1.827). Pessoas com ensino médio completo representaram o maior grupo atendido pelas vagas (2.249), enquanto a faixa etária de 18 a 24 anos teve o maior saldo de empregos (1.627).
Natal foi o município com melhor desempenho em fevereiro, registrando 1,9 mil novos postos. O estoque de empregos formais na capital chegou a 235 mil. Outros municípios com saldo positivo no mês foram Currais Novos (146), Macaíba (144), Parnamirim (132) e Caicó (120).
No Brasil, fevereiro teve saldo de 431,9 mil empregos com carteira assinada, o maior da série histórica do Novo Caged. O resultado veio da diferença entre 2,5 milhões de admissões e 2,1 milhões de desligamentos no país. O estoque nacional de empregos formais chegou a 47,7 milhões, com crescimento de 0,91% em relação a janeiro.
AGORA RN
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Remédios devem ficar até 5,06% mais caros a partir de segunda-feira
28/03/2025

A partir da próxima segunda-feira 31, os preços dos medicamentos em todo o Brasil ficarão mais caros. Estimativa baseada na fórmula de cálculo elaborada pela Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) indica reajuste de até 5,06%. O percentual, que serve como teto para as farmacêuticas, corresponde à inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro.
O reajuste médio, porém, deverá ser menor, ficando em 3,48%, o menor patamar desde 2018. Os números de 2025 serão divulgados até segunda pela Cmed, que é o órgão responsável pela regulamentação de preços. A autorização do reajuste aguarda a publicação no Diário Oficial da União.
O percentual de reajuste anual é calculado com base na inflação, da qual é descontada a produtividade da indústria farmacêutica e à qual são somados os custos de produção não captados pelo IPCA, como variação cambial, tarifas de energia elétrica e variação de preços de insumos.
AGORA RN
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Mega-Sena não tem ganhador e prêmio acumula em R$ 40 milhões
28/03/2025

Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.845 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (27). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 40 milhões para o próximo sorteio.
Os números sorteados foram: 10 – 31 – 40 – 52 – 54 – 56
A quina teve 31 apostas vencedoras, que irão receber R$ 86.551,10 cada. Outras 2.307 apostas tiveram quatro acertos e faturaram R$ 1.661,45.
Fonte: Agência Brasil
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58% dos brasileiros avaliam que economia está no “caminho errado”
28/03/2025

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Pesquisa Ipespe (Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas) divulgada nesta 5ª feira (27.mar.2025) mostra que 58% dos eleitores acreditam que a economia do país está no “caminho errado”. Outros 35% avaliam que a condução na área está no “caminho certo”.
O levantamento ainda contabilizou a percepção econômica entre os que aprovam e desaprovam a política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ministro da FazendaFernando Haddad.
Entre os insatisfeitos com a gestão dos petistas, 93% consideram que a economia do país está no “caminho errado“. Já entre os satisfeitos com a administração federal, 79% avaliam o cenário econômico como no “caminho certo“.
Os dados de maior avaliação da economia brasileira como no “caminho certo” estão entre mulheres de 16 a 24 anos, com o ensino médio completo, que ganham de R$ 2.000 a R$ 5.000 e que vivem no Nordeste.
Já a maior avaliação da política econômica como no “caminho errado” está entre homens de 45 a 59 anos, com nível superior completo, renda de até R$ 2.000 e que vivem nas regiões Centro-Oeste ou Sul.
O levantamento ouviu 2.500 pessoas de 20 a 25 de março. A margem de erro estimada é de 2 p.p. (pontos percentuais) para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95,45%.
Poder 360
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Rio Grande do Norte avalia redução de ICMS de itens da cesta básica
26/03/2025

A Secretaria de Estado da Fazenda do Rio Grande do Norte (Sefaz-RN) avalia a redução do ICMS para itens da cesta básica no Estado. Atualmente, parte dos produtos que compõem a cesta básica são tributados em 7% no RN. A Sefaz não disse, no entanto, quando pretende tomar uma decisão definitiva sobre o tema.
O assunto veio à tona após o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pedir aos estados a isenção de tributos sobre os itens da cesta básica para conter a alta dos alimentos em todo o Brasil. O Governo Federal já isentou de tributos federais e quer que os estados também adotem a medida.
No RN, produtos como ovos, leite pasteurizado, frutas e verduras, farinha de mandioca, queijo de coalho e de manteiga, mel e rapadura são isentos de ICMS. Outros produtos da cesta básica, por sua vez, possuem alíquotas de 7%, como feijão, arroz, café em pó (exceto cápsula e solúvel), pão francês, óleo de soja e de algodão, flocos de fubá e milho, entre outros. Produtos como carne têm modalidades de alíquotas que variam de zero a 15%; leite em pó, manteiga e açúcar, 20%.
Segundo publicou a CNN, os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Sergipe, Maranhão, Ceará e Acre avaliam a redução de ICMS. Outros sete estados disseram que não avaliam a possibilidade e também defenderam já contar com isenções e reduções do imposto para a cesta básica, como São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Goiás, Bahia, Alagoas e Piaui. Alguns estados, incluindo o RN, querem uma compensação nos efeitos de uma eventual redução do ICMS, uma vez que haveria queda na arrecadação.
Entidades representativas do setor produtivo defendem as isenções. O presidente da Associação dos Supermercadistas do Rio Grande do Norte (Assurn), Gilvan Mikelyson, disse que a medida pode ser “assertiva e efetiva” para a redução dos preços.
“Nós avaliamos como uma medida assertiva e efetiva para a redução dos preços da cesta básica aqui no nosso estado. Os produtos da cesta básica são itens que contam com bastante concorrência entre as marcas e as lojas que os comercializam. Essa medida fomentará ainda mais essa concorrência, ocasionando uma consequente redução nos preços dos produtos da cesta básica”, declarou.
Há dez dias, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) apresentou para o Ministério da Fazenda uma proposta para a composição da Cesta Básica Nacional de Alimentos. O presidente da entidade, João Galassi, participou de reuniões com o ministério para discutir temas como cesta básica e cashback, com base na reforma tributária.
“Havendo isenção dos impostos dos alimentos, em especial das carnes, leite, arroz, feijão, óleo, açúcar, por exemplo, com a antecipação e a compensação de impostos ainda incidentes como o ICMS e tributos municipais, consequentemente, haverá redução dos preços para o consumidor final”, explica o presidente da Abras, João Galassi.
Aliado a isso, o vice-presidente da Abras, Marcio Milan, disse, que a isenção do ICMS em produtos na cesta básica seria uma “medida imediata” capaz de reduzir os preços dos alimentos no país.
Em contato com a TRIBUNA DO NORTE, o diretor institucional do Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda (Comsefaz), André Horta, disse que o comitê não tem como se posicionar, uma vez que o assunto não é “uniforme” entre as fazendas, isto é, cada uma tem suas alíquotas e políticas específicas para o tema.
TRIBUNA DO NORTE
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Mega-Sena acumula e prêmio vai para R$ 32 milhões
26/03/2025

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.844 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (25). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 32 milhões para o próximo sorteio.
Os números sorteados foram: 07 – 20 – 31 – 54 – 55 – 58
A quina teve 29 apostas vencedoras, que irão receber R$ 73.167,72 cada. Outras 2.007 apostas tiveram quatro acertos e faturaram R$ 1.510,33.
Fonte: Agência Brasil
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Ovos de páscoa ficam 9,5% mais caros neste ano, diz pesquisa
26/03/2025

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Quem pretende comprar chocolate para comemorar este feriado de Páscoa deve sentir um gosto mais salgado — no bolso.
Segundo pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), os tradicionais ovos de chocolate ficaram 9,5% mais caros em 2024.
Já no acumulado dos últimos três anos, os ovos de Páscoa tiveram um aumento de 43% nos preços. O maior aumento ocorreu em 2023, quando os ovos de Páscoa subiram 18,6%.
Apesar do salto, alguns itens subiram muito acima da média dos ovos. O chocolate, por exemplo, teve um aumento de mais de 27% neste ano em relação à Páscoa do ano passado, enquanto os bombons encareceram 13,5%.
Segundo Guilherme Moreira, coordenador do IPC-Fipe, “o aumento dos custos de produção do chocolate é o principal motivo da elevação dos preços nos últimos anos. Questões climáticas causaram queda na oferta mundial do Cacau, disparando o preço desse importante insumo nos últimos 3 anos”.
O cacau enfrenta um déficit global de oferta devido às questões adversas sofridas pelos maiores produtores da commodity — Costa do Marfim e Gana.
No ano passado, as regiões foram atingidas pelos efeitos climáticos La Niña e El Niño, que impactaram o ciclo de chuvas.
O contrato do cacau chegou a atingir um valor recorde de US$ 12.931 por tonelada métrica na bolsa de Nova York no início deste ano.
Outros itens da cesta tradicional de Páscoa também apresentaram um aumento nos preços, como o peixe.
De acordo com o levantamento, o bacalhau teve um aumento de 3,91% no preço, enquanto a merluza ficou 6,81% mais caro.
CNN
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