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Pedidos de reembolso ao INSS passam de 1 milhão

16/05/2025


      Pedidos de reembolso ao INSS passam de 1 milhão - Foto: © José Cruz/Agência Brasil

 

Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) registraram mais de 1 milhão de pedidos de reembolso de descontos não autorizados feitos por entidades associativas.

Em números totais, 1.051.238 de segurados formalizaram a contestação na plataforma Meu INSS ou pelo canal 135 de atendimento telefônico.

Outros 17.963 informaram que o desconto foi autorizado. O balanço foi divulgado na tarde desta quinta-feira (15) pelo INSS, com dados apurados até as 17h.

Este é apenas o segundo dia de funcionamento do serviço que permite ao beneficiário consultar quanto teve de descontos ao longo dos últimos anos e informar se eles foram autorizados ou não, abrindo, assim, um processo administrativo para receber o dinheiro de volta.

São 41 entidades associativas contestadas em todos esses lançamentos, abrangendo todas que têm ou tinham algum credenciamento com o órgão para fazer o desconto.

Cerca de nove milhões de segurados começaram a ser notificados desde terça-feira (13) sobre descontos por entidades e associações. Agora, é possível saber o nome da entidade à qual o aposentado ou pensionista que teve desconto está vinculado, por meio do serviço Consultar Descontos de Entidades Associativas, disponível no aplicativo.

 

Investigação

Esses descontos são alvo de investigação pela Polícia Federal e pela Controladoria Geral da União (CGU), que apura a atuação de organizações criminosas para fraudar os benefícios previdenciários, associando de forma não autorizada os segurados do INSS.

Ao todo, desde ontem, mais de 4,3 milhões de usuários consultaram a plataforma Meu INSS para verificar quanto tiveram de desconto. O prazo para solicitar um eventual reembolso é indeterminado.

As associações que tiverem seus descontos contestados por um segurado terão de apresentar uma documentação individualizada, no prazo de 15 dias úteis, para comprovar a adesão voluntária do beneficiário aos descontos ou efetuar o recolhimento do dinheiro devido. 

Em caso de pagamento, o valor será repassado ao Tesouro Nacional para posterior devolução na conta do segurado. Essas organizações poderão usar uma plataforma própria disponibilizada pela Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social).

Desde a semana passada, quem não teve descontos associativos recebeu a seguinte mensagem: “Fique tranquilo, nenhum desconto foi feito no seu benefício”.

 

Alerta de golpes

Em seu site, o INSS alerta que não tem feito ligações telefônicas nem enviado mensagens SMS por e-mail, WhatsApp ou outro canal diferente dos oficiais para informar sobre os descontos de entidades associativas.

“É preciso redobrar o cuidado com golpes! O contato oficial com os beneficiários do INSS será feito exclusivamente por meio de notificação no aplicativo Meu INSS. […] Evite clicar em links suspeitos e não forneça dados pessoais se receber alguma ligação”, disse a autarquia, em nota.

As informações de interesse dos cidadãos serão divulgadas pelos meios oficiais do instituto: o site do INSS e as redes sociais oficiais do INSS com símbolo de conta verificada.

 

Em caso de dúvidas, o cidadão deve ligar para a central de teleatendimento 135.

 

Fonte: Agência Brasil

 

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RÁDIO FAROL - TOUROS

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Ministro da Previdência vai ao Senado explicar reembolso a aposentados do INSS

15/05/2025


 

Em meio aos novos desdobramentos do esquema de fraudes no INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social), o novo ministro da Previdência, Wolney Queiroz, vai ao Senado nesta quinta-feira (15) e deve dar mais informações sobre os desvios e as estratégias do governo para reembolso a aposentados e pensionistas.

Queiroz será interrogado na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor, às 10h. Ele confirmou presença no colegiado.

Conforme apurou o R7, o colegiado quer tentar entender como o governo planeja reembolsar as vítimas de descontos indevidos em benefícios do INSS.

“Espero que o ministro Wolney venha aqui à comissão dizer como nós vamos ressarcir, da maneira mais rápida possível, essa roubalhada que aconteceu na conta dos aposentados e pensionistas do país”, afirmou o presidente da comissão, Dr. Hiran (PP-RR).

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), classificou a ida do ministro ao Senado como uma forma de mostrar a resposta do Executivo aos desvios.

“A investigação está em curso, está sendo feita. A Polícia Federal está atuando, todas as pessoas citadas foram afastadas. O ministro da Previdência vai comparecer para conversar com os parlamentares. Tudo que tem que ser feito, está sendo feito”, sustentou.

 

 

R7

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MARÉ MÓVEIS - MINHA MÃE É INCOMPARÁVEL

15/05/2025





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MARE MOVEIS TOUROS

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Caixa libera abono salarial para nascidos em maio e junho

15/05/2025


 

Cerca de 3,8 milhões de trabalhadores com carteira assinada nascidos em maio e junho que ganham até dois salários mínimos podem sacar, a partir desta quinta-feira 15, o valor do abono salarial do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) em 2025 (ano-base 2023). A quantia está disponível no Portal Gov.br.ebcebc

Ao todo, a Caixa Econômica Federal liberará pouco mais de R$ 4,5 bilhões neste mês. Aprovado no fim do ano passado, o calendário de liberações segue o mês de nascimento do trabalhador. Os pagamentos começaram em 17 de fevereiro e vão até 15 de agosto. O trabalhador pode conferir a situação do benefício no aplicativo Carteira de Trabalho Digital.

Neste ano, R$ 30,7 bilhões poderão ser sacados. Segundo o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), o abono salarial de 2025 será pago a 25,8 milhões de trabalhadores em todo o país. Desse total, cerca de 22 milhões que trabalham na iniciativa privada receberão o PIS e 3,8 milhões de servidores públicos, empregados de estatais e militares têm direito ao Pasep.

O PIS é pago pela Caixa Econômica Federal; e o Pasep, pelo Banco do Brasil. Como ocorre tradicionalmente, os pagamentos serão divididos em seis lotes, baseados no mês de nascimento. O saque iniciará nas datas de liberação dos lotes e acabarão em 29 de dezembro de 2025. Após esse prazo, será necessário aguardar convocação especial do Ministério do Trabalho.

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RÁDIO FAROL - TOUROS

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Brasileiros têm R$ 9,13 bilhões em valores para receber, informa o BC. Veja como consultar

14/05/2025


 

O Banco Central (BC) informou hoje (13) que ainda existem R$ 9,13 bilhões em recursos deixados nas contas por clientes de instituições financeiras. Desse total, pouco mais de R$ 6,94 bilhões foram “esquecidos” por 42.133.520 pessoas físicas. Segundo o BC, o restante, cerca de R$ 2,19 bi, foram esquecidos por 4.300.668 pessoas jurídicas.

Os valores divulgados se referem ao mês de março. O balanço mostra ainda que foram devolvidos R$ 10,020 bilhões. Desse montante, R$ 7,39 pertenciam a 26.999.562 pessoas físicas e R$ 2,62 bi a 2.692.387 empresas.

O Sistema de Valores a Receber é uma plataforma que permite aos cidadãos e empresas consultarem se possuem dinheiro esquecido em bancos e outras instituições fiscalizadas pelo BC. Caso o resultado seja positivo, é possível solicitar a devolução.

Não precisa pagar nada para consultar e solicitar os valores. O serviço do BC é 100% gratuito.

Para consultar se você tem dinheiro esquecido em banco ou em outra instituição financeira basta acessar o site valoresareceber.bcb.gov.br/publico.

Não precisa fazer login. Basta informar seu CPF e sua data de nascimento ou o CNPJ e a data de abertura da empresa, inclusive para empresas encerradas.

Também é possível consultar valores de pessoa falecida, informando o CPF e data de nascimento dela.

O dinheiro pode ser resgatado de duas formas: a primeira é entrando diretamente em contato com a instituição responsável pelo valor e solicitar o recebimento; a segunda é fazendo a solicitação pelo sistema de valores a receber.

Para resgatar os valores, há a necessidade da Conta Gov.Br níveis prata ou ouro com verificação em duas etapas habilitada. Após esses procedimentos, o usuário poderá selecionar sua chave Pix (não pode ser uma chave aleatória) e solicitar o resgate normalmente.

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101 FM

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Vítimas de fraude do INSS podem contestar desconto a partir desta quarta; veja como

14/05/2025


 

A partir desta quarta-feira, 14, beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) podem começar a contestar descontos indevidos no seu pagamento. Segundo o órgão, os aposentados e pensionistas passaram a ser informados desde terça, 13, sobre os valores e entidades que fizeram os descontos

Todo esse processo de pedido de ressarcimento será feito pelo aplicativo Meu INSS ou pela central de atendimento telefônico 135. Se o segurado reconhecer os descontos feitos em seu pagamento, não precisará fazer nada. Se desconhecer, poderá contestar dentro dos próprios canais. Essa contestação será feita de forma automática, e o sistema irá acionar a associação para que justifique a cobrança.

Para aqueles que não tiverem acesso ao aplicativo, é possível fazer todo o processo por meio da central 135, segundo o instituto. Não haverá atendimento presencial nas agências para tratar dos descontos indevidos.

 

Veja como acessar a Central 135 e como baixar e usar o aplicativo do MEU INSS

 

Central 135

 

Basta ligar para o número 135 para iniciar o atendimento. É necessário informar o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e confirmar alguns dados ao atendente. O atendimento telefônico está disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h.

Aplicativo MEU INSS

 

Se ainda não tiver o aplicativo instalado, acesse a loja de aplicativos do seu smartphone e procure por MEU INSS;

O acesso é feito com o login e senha gov.br;

Para fazer o cadastro é preciso CPF, nome completo, data de nascimento e responder algumas perguntas do seu cadastro junto ao INSS.

Ressarcimento

 

Após instalar o aplicativo e fazer o cadastro, será necessário procurar a seguinte opção: Ressarcimento/Associações. Nela, o beneficiário deverá encontrar e clicar na seção específica para tratar de ressarcimentos ou questões relacionadas a associações dentro do aplicativo.

Confira passo a passo como fazer:

 

Visualizar os vínculos e descontos: ao acessar a seção, o sistema mostrará ao beneficiário os vínculos que ele teve com associações e os respectivos descontos realizados em seus pagamentos;

Informar o reconhecimento ou não: o beneficiário deverá analisar as informações apresentadas e indicar se reconhece ou não esses vínculos e descontos.

Em caso de não reconhecimento: não é necessário juntar documentos; o beneficiário não precisará anexar nenhuma documentação nesse momento;

INSS aciona a associação: o INSS notificará a instituição que informou a associação do beneficiário para que ela apresente a documentação comprobatória.

E se a associação tiver o aval do beneficiário para o desconto?

 

Se a associação tiver como comprovar que de fato o beneficiário contraiu esse empréstimo e autorizou o desconto, deverá fornecer ao INSS os seguintes documentos:

 

Comprovação do vínculo com o beneficiário;

Autorização para realizar os descontos;

Cópia do documento de identificação do beneficiário.

E se a associação não conseguir comprovar?

 

Caso a associação não consiga comprovar a regularidade dos descontos, ela terá um prazo de 15 dias úteis para efetuar o pagamento dos valores descontados indevidamente ao beneficiário.

As associações que não realizarem os pagamentos dentro do prazo serão encaminhadas para a Advocacia-Geral da União (AGU). A AGU tomará as medidas judiciais cabíveis, incluindo o bloqueio de bens para garantir o ressarcimento dos valores aos beneficiários

 

Entenda os descontos indevidos

 

A atual crise no INSS é a mais recente no histórico do órgão, que convive com fraudes desde a sua criação, nos anos 1990. Apesar de ter sido deflagrada pela Polícia Federal (PF) e Controladoria Geral da União (CGU) em abril deste ano, os indícios de irregularidades já eram conhecidos desde o ano de 2018, ainda no governo do ex-presidente Michel Temer.

A auditoria da CGU mostrou que o valor dos débitos saltou 34% em 2018, mas caiu nos dois anos seguintes, em 2019 e 2020. Depois disso, voltou a subir a partir de 2021, na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em 2023, aumentou 84%, para disparar 119% em 2024, já no governo Lula.

Ainda em 2023, a CGU deu início a uma série de apurações sobre o aumento do número de entidades e dos valores descontados dos aposentados. Foram realizadas auditorias em 29 entidades que tinham Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) com o INSS. Também foram realizadas entrevistas com 1.300 aposentados que tinham descontos em folha de pagamento.

Foi então que a CGU descobriu que a entidades não tinham estrutura operacional para prestar os serviços que ofereciam aos beneficiários e que, dos entrevistados, a maioria não havia autorizado os descontos. A CGU também identificou que 70% das 29 entidades analisadas não tinham entregue a documentação completa ao INSS, segundo relatório da Controladoria.

 

Operação Sem Desconto

 

A operação Sem Desconto, de abril deste ano, cumpriu 211 mandados de busca e apreensão cumpridos e outros 6 mandados de prisão temporária, sendo 3 cumpridos e 3 alvos foragidos.

 

No processo, 11 entidades associativas foram alvo de medidas judiciais. Em troca dos descontos mensais, elas afirmam que prestam serviços dos mais diversos tipos, como assistência funerária, consultas médicas e “maridos de aluguel” (reparos em residências). Confira abaixo o nome das entidades e a data dos acordos firmados.

 

Contag (1994);

Sindnapi/FS (2014);

Ambec (2017);

Conafer (2017);

AAPB (2021);

AAPPS Universo (2022);

Unaspub (2022);

APDAP Prev (anteriormente denominada Acolher) (2022);

ABCB/Amar Brasil (2022);

CAAP (2022);

AAPEN (anteriormente denominada ABSP) (2023).

A operação abriu uma nova crise institucional e política no governo.

 

Estadão Conteúdo

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DROGARIA POUPE JÁ

Economia

Preço da carne no Brasil tem aumento acumulado de 22% em 12 meses, diz IBGE

13/05/2025


 

O preço da carne no Brasil acumulou alta de 22,24% nos últimos 12 meses, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A elevação atinge todas as categorias de carne monitoradas pelo órgão, incluindo a picanha, que subiu 15,6% no período. A picanha ganhou destaque na campanha presidencial de 2022, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prometeu torná-la mais acessível à população.

Os dados constam na pesquisa Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado na última sexta-feira (09) pelo IBGE. Segundo os dados, as maiores altas acumuladas são acém (25,22%) e patinho (24,06%), que são tidas como carnes mais populares. Além destas, a alcatra subiu 23,51%, lagarto comum 23,29%, capa de filé 22,94% e costela 22,75%.

Cortes como carne de carneiro (1,65%) e fígado (9,70%) ficaram nos menores índices acumulados. Frango e ovos também apresentaram aumento acumulado nos últimos 12 meses de 9,1% e 16,7%, respectivamente.

A TN visitou estabelecimentos nas zonas Sul e Leste de Natal para comparar preços de peças específicas, com o quilo de alguns cortes variando em até R$ 8, como no caso da picanha, com quilo praticado a R$ 80 em determinados locais. Peças como maminha e alcatra variam entre R$ 48 e R$ 53 o quilo.

Segundo avaliação do economista e ex-presidente do Conselho Regional de Economia (Corecon-RN), Helder Cavalcanti, a alta no preço das carnes está associada a uma série de fatores, entre eles o aumento na exportação da carne por parte do Brasil para a China, além do aumento da curva de corte da pecuária brasileira e questões climáticas.

“Tivemos secas, enchentes, tudo isso influencia o nosso rebanho. Tem também a questão da redução do nível de desemprego, com mais pessoas tendo acesso a renda, comprando produtos e a proteína passando a integrar a mesa das pessoas. Esses fatores em conjunto geraram esse crescimento elevado, impactando de maneira significativa a cesta básica do povo brasileiro”, explica.

Nos mercados e açougues, consumidores tentam driblar os preços altos para levar as carnes vermelhas nos seus carrinhos. Há quem pesquise bastante, outros abrem mão de cortes mais selecionados e há até quem prefira outras proteínas, como o frango, que também apresentou alta acumulada de 9%.

“Acho que os preços estão um absurdo. Onde você for não tem escolha, todos estão iguais. Até porque eles não têm outra forma de trabalhar. A culpa não é do supermercado, é do sistema. Você tem que comprar aquilo que cabe no seu bolso, não é aquilo que gostaria de levar. Estou levando o lombo serrado, mas gostaria de levar uma picanha, maminha, mas dar R$ 50 num quilo? Eu pesquiso bastante, bato perna mesmo. Gasto a sola do sapato. Compro um pouco aqui e ali”, explica a aposentada Lúcia Melo, de 67 anos.

A alta nos preços atinge também pequenos comerciantes e trabalhadores informais. Uma vendedora de espetinhos ambulante que pediu para não ser identificada disse que percebeu a alta nos preços das proteínas nos últimos meses, o que a levou aumentar em R$ 1 o preço dos espetos na semana passada. “São muitos custos. Fazia três anos que esse meu espetinho era R$ 5. Não tive como não aumentar”, completou.

O tema tem sido discutido nos últimos meses pelo Governo Federal, que tenta medidas para conter a alta dos preços. Nos últimos meses, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou um pacote de ações que inclui a isenção do imposto de arrecadação sobre uma série de produtos.

“Essa cesta básica é o grande desafio do Governo, de encontrar um mecanismo que possa, de maneira mais eficiente, reduzir esse preço, porque as pessoas de menor renda – a base da pirâmide – vai encontrar dificuldade de ter acesso a isso. Como alternativa, é procurar sempre ser criativo, pesquisar bastante, buscar os menores preços, proteínas substitutas, seja ovo, frango, é observar no mercado o que está mais acessível”, acrescenta Helder Cavalcanti.

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Economia

Em crise, Correios querem reduzir salários e suspender férias

13/05/2025


 

Correios divulgaram nesta segunda-feira (12) um plano estratégico de trabalho para contornar o prejuízo de R$ 2,6 bilhões. Foto: Agência Brasil

Os Correios divulgaram nesta segunda-feira (12) um plano estratégico de trabalho para contornar o prejuízo de R$ 2,6 bilhões obtido em 2024, e melhorar o fluxo de caixa da empresa.

Entre as medidas anunciadas está o incentivo à redução de jornada de trabalho e, consequentemente, a redução do salário dos trabalhadores.

O documento foi divulgado internamente e disponibilizado pela empresa. Caso o plano consiga alcançar todos os itens apresentados, os Correios esperam economizar R$ 1,5 bilhão em 2025.

“Estamos diante de um desafio importante: a necessidade de reduzir despesas”, afirma o texto.

Para que a proposta funcione, a empresa espera contar com o apoio dos funcionários. São cerca de 86 mil profissionais, que serão atingidos diretamente pelas medidas.

“Neste momento, a contribuição de cada empregada e empregado, por menor que pareça, é valiosa. Juntos, temos todas as condições de superar os desafios e construir um futuro mais promissor e vitorioso para nossa equipe”.

As medidas tomadas pela empresa são:

 

Revisão da estrutura do Correios Sede: redução de pelo menos 20% do orçamento de funções (redução dos cargos comissionados);

Incentivo à redução da jornada de trabalho, com ajuste proporcional de remuneração, em unidades administrativas;

Em um primeiro momento, a empresa havia publicado a medida com a seguinte redação: Incentivo à redução da jornada de trabalho: diminuição do horário de trabalho para 6 horas diárias e 34h semanais. Atualmente, são 8h diárias e 44h semanais. O texto foi atualizado horas depois.

Suspensão temporária de férias: a partir de 1º de junho de 2025, referente ao período aquisitivo deste ano. As férias voltarão a ser usufruídas a partir de janeiro de 2026;

Prorrogação das inscrições para o Programa de Desligamento Voluntário (PDV): até 18 de maio de 2025, mantendo os atuais requisitos de elegibilidade;

Incentivo à transferência, voluntária e temporária, de agente de correios: o pagamento do adicional de atividade será o mais vantajoso para empregados;

Convocação para o retorno ao regime de trabalho presencial: todos os empregados devem retornar ao trabalho presencial a partir de 23 de junho de 2025, com exceção daqueles protegidos por decisão judicial;

Lançamento de novos formatos de planos de saúde: a escolha da rede credenciada será dialogada com as representações sindicais. A economia estimada será de 30%;

 

Lançamento do marketplace próprio ainda em 2025;

 

Captação de R$ 3,8 bilhões com o New Development Bank (NDB), para investimentos internos.

 

Aumento de despesas

No texto, a empresa estatal justifica o prejuízo que teve em 2024 e argumenta que a situação se deve aos impactos da “queda nas receitas com encomendas internacionais”, conforme mostrou o g1 em abril. Porém, reconhece um aumento de despesas no período.

Entre os aumentos significativos registrados ano passado estão os custos operacionais, que aumentaram R$ 716 milhões em relação ao ano anterior. Passando de R$ 15,2 bilhões para R$ 15,9 bilhões. Esse é o maior custo anual realizado pelos Correios desde 2017, quando a empresa gastou R$ 16 bilhões, diz o texto.

A maior parte desse aumento de custos corresponde aos gastos com pessoal, que passou de R$ 9,6 bilhões em 2023 para R$ 10,3 bilhões em 2024.

 

No relatório de Demonstrações Financeiras, os Correios justificaram que esse aumento se deveu ao Acordo Coletivo de Trabalho assinado com mais de 80 mil empregados (R$ 550 milhões).

Além do reajuste do vale alimentação/refeição (R$ 41 milhões). Por isso, a empresa aponta a necessidade de apoio dos funcionários.

Demonstrações financeiras são relatórios de contabilidade que mostram a situação financeira de uma empresa em um determinado período.

 

Prejuízo de R$ 2,6 bilhões

O déficit em 2024 é quatro vezes maior do que o registrado no ano anterior, quando o prejuízo foi de R$ 597 milhões.

O termo “déficit” significa que o gasto somado foi maior que a receita que os Correios conseguiu gerar no ano.

Na apresentação deste ano, os Correios reajustaram os dados de 2023 para melhor representar as normas contábeis e, assim, o resultado final do ano anterior acabou subindo para R$ 633 milhões.

Esta é a primeira vez, desde 2016, que os Correios apresentam um prejuízo bilionário em suas operações. À época, a empresa teve prejuízo de R$ 1,5 bilhão (R$ 2,3 bilhões em valores atualizados).

Entre as justificativas dadas pela empresa para o resultado negativo, está o fato de que apenas 15% das 10.638 unidades de atendimento terem superávit — quando as receitas são maiores do que as despesas.

“Ainda que 85% das unidades sejam consideradas deficitárias, os Correios garantem o acesso universal de todas e todos aos serviços postais, com tarifas justas, em cada um dos 5.567 municípios atendidos”, ponderou os Correios.

 

Investimentos

Por outro lado, a empresa também justificou que houve um investimento de R$ 830 milhões ao longo de 2024, totalizando R$ 1,6 bilhões desde que a nova gestão assumiu.

Nos últimos dois anos foram R$ 698 milhões na aquisição de novos veículos e outros R$ 600 milhões gastos em manutenção da infraestrutura operacional da empresa.

Parte dos veículos adquiridos faz parte do plano estratégico da empresa, que estabelece um prazo de 5 anos para transição ecológica de suas atividades.

 

Desta forma, apenas em 2024 foram adquiridos:

 

50 furgões elétricos;

3.996 bicicletas cargo com baú; e 2.306 bicicletas elétricas.

A empresa ainda comprou 1.502 veículos para renovar a frota já existente.

Apesar do prejuízo em 2024, a estatal reafirmou que manterá sua estratégia de investimentos que ampliem “soluções tecnológicas” e reduzam o impacto no meio ambiente.

“A sustentabilidade continuará a ser tema central em nosso dia a dia. Esperamos evoluir ainda mais em nossos propósitos de caráter social e ambiental”, afirmou a empresa.

 

Fonte: g1

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MARE MOVEIS TOUROS

Economia

Beneficiários do Bolsa Família recebem novo calendário de maio

12/05/2025


O Bolsa Família é um programa de transferência de renda implementado pelo governo brasileiro com o objetivo de auxiliar famílias em situação de pobreza e extrema pobreza. Criado para garantir direitos básicos como alimentação, educação e saúde, o programa visa melhorar a qualidade de vida dos beneficiários. Desde sua criação, o Bolsa Família tem desempenhado um papel crucial na redução da desigualdade social no Brasil, sendo uma ferramenta essencial para a promoção da inclusão social.

O programa é reconhecido internacionalmente por sua eficácia em aliviar a pobreza imediata e promover o desenvolvimento humano. Ele incentiva a educação e a saúde, criando uma rede de segurança para milhões de famílias brasileiras. A importância do Bolsa Família vai além da simples transferência de renda, pois ele também contribui para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

 

Como funciona o calendário de pagamentos do Bolsa Família?

Os pagamentos do Bolsa Família são realizados mensalmente, seguindo um calendário específico que organiza as datas de acordo com o último dígito do Número de Identificação Social (NIS) dos beneficiários. Essa organização escalonada visa evitar aglomerações e facilitar o acesso ao benefício. Em 2025, por exemplo, os depósitos para o mês de maio começam no dia 19, com cada dia subsequente atendendo a um grupo diferente de beneficiários, conforme o dígito final do NIS.

O calendário de pagamentos é ajustado em eventos sazonais, como em dezembro, quando os depósitos são antecipados para que as famílias possam planejar suas despesas de fim de ano. Essa flexibilidade demonstra a capacidade do programa de se adaptar às necessidades dos beneficiários em diferentes momentos do ano, garantindo que eles tenham acesso aos recursos quando mais precisam.

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101 FM

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MARÉ MÓVEIS TOUROS - MINHA MÃE É IMCOMPARÁVEL

12/05/2025





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MARE MOVEIS TOUROS

Economia

Safra recorde de cana-de-açúcar em 2024/2025 impulsiona economia do RN

11/05/2025


 

O Rio Grande do Norte colheu, na safra 2024/2025, o maior volume de cana-de-açúcar da história recente do estado: 4,5 milhões de toneladas processadas, com geração superior a R$ 1 bilhão, segundo dados da Secretaria de Estado da Agricultura, da Pecuária e da Pesca (Sape-RN). A marca confirma a recuperação de uma cultura historicamente ligada ao desenvolvimento econômico potiguar. O crescimento é resultado direto de boas chuvas no período, aumento da área plantada, entrada de novos produtores no setor e de incentivos que favoreceram a expansão da indústria no estado.

Segundo José Vieira, presidente da Federação da Agricultura, Pecuária e Pesca do RN (Faern), a safra recente foi marcada por chuvas bem distribuídas ao longo do ciclo, o que favoreceu o desenvolvimento das lavouras. “Diferentemente de anos anteriores, em que períodos de veranicos impactaram negativamente a produtividade, a regularidade das precipitações proporcionou melhor formação da biomassa e acúmulo de sacarose, otimizando a colheita”, avalia, ressaltando também o papel das melhorias de manejo agrícola e adoção de variedades adaptadas ao clima.

De acordo com Guilherme Saldanha, secretário da Sape-RN, a cana ocupa entre 32% e 35% da área plantada no estado, sendo um dos principais cultivos no RN. “É uma das atividades que mais cresceram nos últimos anos. Com a cadeia e a indústria incentivadas, você gera a demanda por cana-de-açúcar e, consequentemente, para os produtores plantarem. A gente saiu de uma produção de 2,5 milhões de toneladas há cinco, seis anos, para batermos agora 4,5 milhões. Nunca o estado produziu tanto. É um recorde”, afirma.

A cana-de-açúcar é uma matéria-prima essencial para a produção de dois insumos fundamentais na economia global: o açúcar, amplamente consumido na alimentação humana, e o álcool, que pode ser utilizado tanto na fabricação de bebidas alcoólicas, como cachaça, vinho e cerveja, quanto como combustível automotivo, na forma de etanol. Este último, inclusive, tem ganhado protagonismo em razão das políticas de transição energética e da busca por fontes renováveis.

“[Ela é estratégica] desde o ponto de vista econômico, com atividades que geram muito emprego, renda e oportunidade. Do ponto de vista de abastecimento do combustível do estado, nós temos uma refinação que precisa de álcool para ser incorporado à mistura da gasolina e é necessário que haja um combustível próximo à rede de consumo”, ressalta o secretário.

No Rio Grande do Norte, a maior concentração de áreas plantadas está no Litoral Sul e na região da Grande Natal, com destaque para os municípios de Arez, Goianinha, Ceará-Mirim, Pureza e Touros. Essas regiões se beneficiam das chuvas regulares, fator essencial para a cana, que ainda é, em boa parte, cultivada sem irrigação.

O crescimento expressivo da atividade tem provocado transformações no perfil do produtor. De acordo com Hermano Augusto de Almeida, presidente da Associação dos Plantadores de Cana do RN (Asplan-RN), o setor vem se modernizando e adotando novas tecnologias nos últimos anos. “Todo mundo está procurando tecnologia, melhores variedades de cana, melhor adubação e mecanização. Isso impactou diretamente na qualidade da cana fornecida às usinas”, afirma Hermano. Segundo ele, a mecanização da colheita tem sido uma alternativa à escassez de mão de obra, com mais de 70 máquinas atuando no estado.

O empresário rural Marcelo de Morais Coutinho, que planta cana na Fazenda Baldum, em Arez, desde 1988, confirma a expansão recente da atividade. “O que fez a safra 2024/2025 ser recorde foi o número de novos produtores que ingressaram no setor. Muitos abriram áreas de pastagem para plantar cana”, observa. Na propriedade dele, são cerca de 132 hectares dedicados à plantação de cana-de-açúcar, com produtividade média de 60% por tonelada.

Na Fazenda Baldum, o terreno irregular impede a mecanização total das atividades, o que contribui para a geração de 60 empregos diretos durante o período da safra. Durante o ano de 2024, o acumulado de chuvas no local foi de 637mm. Sem máquinas de irrigação própria, a atividade depende completamente do clima, que necessita não apenas de um acumulado total, mas que as precipitações sejam bem distribuídas em períodos importantes, como os meses de abril e maio.

A valorização da cultura da cana, inclusive, ultrapassa os aspectos econômicos e produtivos. Para o historiador Alexandre Rocha, ela é uma das bases da formação social, política e cultural do Rio Grande do Norte. “A economia da cana está presente desde o período colonial. Era a atividade que garantia o domínio da terra e formava os núcleos de poder. Ela moldou o território, as relações sociais e até a paisagem que ainda vemos hoje no Litoral Sul e no Vale do Ceará-Mirim”, explica.

No Brasil, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) registrou, em 2024/2025, a segunda maior produção de cana-de-açúcar da história, com um total estimado de 676,96 milhões de toneladas. Diferentemente do Rio Grande do Norte, que registrou recorde, o acúmulo do Nordeste deve ter uma queda de 3,7% em relação à safra anterior, com 54,4 milhões de toneladas.

 

 

Desafios na safra 2025/2026

 

Apesar do recorde contabilizado no RN, as expectativas para o ciclo 2025/2026, cuja safra começa entre julho e agosto, são menos otimistas. A irregularidade das chuvas observada nos últimos meses já comprometeu parte da lavoura e pode resultar em uma redução média na produtividade, segundo estimativas preliminares da Asplan-RN. “A estiagem já passa de 45 dias. Isso vai impactar diretamente a produção de matéria-prima para açúcar e etanol. Todo mundo vai ter queda”, afirma Hermano de Almeida, presidente da Associação.

Como empresário rural, Marcelo Coutinho confirma que o maior gargalo na nova safra está associado ao clima. “Choveu bem em janeiro e fevereiro, mas praticamente nada em abril e maio. Faltaram chuva na fase de terminação da cana, o que impacta diretamente na produtividade. A produção vai cair, e isso não é falência, é questão de clima mesmo”, explica. Ele projeta que o volume de cana na próxima safra será menor, o que deve gerar uma redução de aproximadamente 20% na produtividade na fazenda em relação a 2024/2025.

Outro ponto que limita o ganho de produtividade no RN é o uso de cultivares tradicionais e menos adaptadas às condições do semiárido. José Vieira observa que o estado carece de programas robustos de melhoramento genético voltados à cana-de-açúcar, como existem em polos consolidados do país. A ausência de variedades específicas para solos menos férteis e climas mais secos compromete o desempenho das lavouras, ainda que haja esforços pontuais de órgãos como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para desenvolver sementes mais resistentes.

Diante dessas limitações, o papel do poder público tem sido decisivo para a retomada da cultura no estado. De acordo com Guilherme Saldanha, o Governo do RN vem investindo em medidas de incentivo ao setor que buscam desburocratizar processos, facilitar o licenciamento ambiental, oferecer segurança jurídica para investidores e ampliar a atratividade da atividade no estado. “Está sendo criado um ambiente que as pessoas estão investindo. A gente cresceu 100% em relação a 2017”, afirma o secretário.

Além da segurança jurídica, o setor aponta para uma necessidade de ampliar a capacidade de moagem, em especial no litoral Norte. “O setor conta com mais de mil produtores, que poderiam aumentar ainda mais esse volume se as usinas fossem capazes de absorver um volume maior”, destaca Vieira. Para isso, a Sape-RN está buscando investimentos para a instalação de uma usina na área que atualmente sofre com a ausência de uma unidade processadora. “Estamos atraindo investidores para instalação de uma nova usina e acredito que entre 2025 e 2026 vai estar se instalando um grupo”, projeta Guilherme Saldanha.

José Vieira acredita que uma das respostas para o crescimento do setor está na diversificação e no reposicionamento da produção em nichos de maior valor agregado, como a cachaça premium e produtos orgânicos. “Acompanhando a demanda crescente por alimentos naturais, esses segmentos podem garantir maior retorno financeiro e valorização da produção artesanal”, aponta. Além dos nichos gourmet, a bioeconomia e a energia renovável também despontam como oportunidades para o setor sucroenergético.

Outro caminho apontado é o agroturismo, uma ideia que se alinha com a proposta do historiador Alexandre Rocha, de maior integração entre a população e sua história. “Imagina se a gente tivesse passeios para conhecer os engenhos e as estruturas. É a formação econômica do Rio Grande do Norte”, comenta. Já Vieira vê nos roteiros turísticos uma chance de resgatar a tradição e impulsionar a economia local. “O agroturismo pode explorar engenhos históricos, destacando o processo artesanal de produção da cachaça e da rapadura, agregando valor à cultura”, afirma.

Embora o destino da produção potiguar ainda seja majoritariamente o mercado interno, já há uma crescente integração com o mercado nordestino. Parte da cana produzida no estado é comercializada com a Paraíba, principalmente por produtores de Arez, Goianinha e Canguaretama, que vendem para usinas na região de Mataraca. Cerca de outras três exportações ainda ocorrem por ano.

 

 

TRIBUNA DO NORTE

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Economia

MEC libera nova bolsa de R$ 1.050 para estudantes de licenciatura

10/05/2025


O Programa Pé-de-Meia Licenciaturas é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) do Brasil, projetada para oferecer suporte financeiro a estudantes de licenciatura. Este programa visa não apenas facilitar o acesso ao ensino superior, mas também garantir a formação de novos educadores para o sistema de educação básica do país. Com o objetivo de melhorar a qualidade do ensino, o programa faz parte de um esforço mais amplo conhecido como Mais Professores para o Brasil.

 

 

Os estudantes que se qualificam para este programa estão matriculados no primeiro semestre de cursos de licenciatura presenciais. Em 2025, o MEC ampliou o número de bolsas disponíveis, demonstrando um compromisso contínuo com a educação e a formação de professores.

Os pagamentos das bolsas do Pé-de-Meia Licenciaturas são geridos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Cada estudante recebe mensalmente R$ 1.050, dos quais R$ 700 podem ser sacados imediatamente. O restante, R$ 350, é depositado em uma poupança social no Banco do Brasil, acessível apenas após a conclusão do curso, desde que o graduado comece a trabalhar na rede pública de ensino básico dentro de cinco anos.

Para estudantes que já possuem conta no Banco do Brasil, os fundos são depositados diretamente. Aqueles sem conta no banco recebem os valores em uma poupança social, que deve ser ativada pelo estudante através do aplicativo do Banco do Brasil.

 

Quem pode se inscrever no Pé-de-Meia Licenciaturas?

O programa é destinado a estudantes que ingressaram em cursos de licenciatura presenciais por meio de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (Prouni) ou o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Além disso, é necessário que os candidatos tenham alcançado uma pontuação mínima de 650 no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2024.

As diretrizes do edital nº 1/2025 da Capes definem os critérios de seleção, assegurando que as bolsas sejam atribuídas a estudantes que demonstrem mérito acadêmico e necessidade financeira.

 

Quais são os objetivos do programa Mais Professores para o Brasil?

O programa Mais Professores para o Brasil, que inclui o Pé-de-Meia Licenciaturas, foi lançado para valorizar e aprimorar a formação de professores da educação básica. As ações do programa buscam incentivar a carreira docente, melhorar a formação de professores e, assim, elevar a qualidade do ensino em todo o país.

Ao oferecer incentivos financeiros e promover a formação de novos educadores, o programa não apenas aumenta o número de professores qualificados, mas também assegura que esses profissionais estejam bem preparados para os desafios da educação básica no Brasil.

 

Como ativar a poupança social do Banco do Brasil?

Para ativar a poupança social no Banco do Brasil, o estudante deve baixar o aplicativo do banco e seguir as instruções para criar a conta. Isso inclui inserir o número do CPF, atualizar informações pessoais e enviar uma foto do documento de identidade e uma selfie.

 

 

TERRA BRASIL NOTÍCIAS

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DROGARIA POUPE JÁ

Economia

Mega-Sena: prêmio acumula e vai a R$ 45 milhões

09/05/2025


                                                        Reprodução/Caixa

 

O sorteio do concurso 2.860 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (8), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 45 milhões.

 

Veja os números sorteados: 02 - 05 - 17 - 24 - 38 - 57

 

5 acertos - 119 apostas ganhadoras: R$ 25.909,13

4 acertos - 6.632 apostas ganhadoras: R$ 664,13

O próximo sorteio da Mega será no sábado (10).

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101 FM

Economia

Pix movimenta R$ 81 bilhões no RN nos primeiros quatro meses de 2025

09/05/2025


 

O uso do Pix segue em alta no Rio Grande do Norte e apresentou crescimento expressivo nos primeiros quatro meses de 2025. De janeiro a abril, foram realizadas 371,3 milhões de transações, que movimentaram R$ 81 bilhões no estado, segundo dados do Banco Central (BC). Em comparação com o mesmo período de 2024, o número de operações cresceu 35,5%, enquanto o valor movimentado aumentou 33%. No primeiro quadrimestre do ano passado, o sistema registrou 274 milhões de transações e um volume financeiro de R$ 60,9 bilhões.

No recorte por tipo de usuário, as pessoas físicas foram as maiores responsáveis pelo total de transações no estado neste ano: 323,5 milhões, que somaram R$ 47,4 bilhões. Já entre pessoas jurídicas, o sistema contabilizou 47,8 milhões de operações, movimentando R$ 33,5 bilhões. Em ambos os segmentos, os dados superam os resultados do ano anterior, quando foram registradas 260,8 milhões de operações entre pessoas físicas e 13,1 milhões entre empresas, com R$ 38,2 bilhões e R$ 22,6 bilhões movimentados, respectivamente.

Para o economista Helder Cavalcanti, conselheiro do Conselho Regional de Economia (Corecon-RN), a expansão no uso do Pix reflete a consolidação da ferramenta como meio de pagamento preferencial no cotidiano do brasileiro. “O Pix tem um poder de atingir a todas as camadas da população. Quando a gente tem uma economia que começa a se aquecer e a gente começa a ter os negócios, as transações com mais frequência, as pessoas se valem do mecanismo de transferência de recurso. Nisso, o Pix é a ferramenta mais acessível, mais democrática que está para todo mundo”, afirma.

A facilidade de uso, a ausência de tarifas e a liquidez imediata são características que tornam o Pix especialmente atrativo, sobretudo em economias locais, onde predomina o comércio de bens e serviços de baixo valor. No Rio Grande do Norte, segundo dados de 2024 da pesquisa “Geografia do Pix”, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), os moradores do estado usaram o sistema em média 36 vezes por mês, ficando acima da média nacional (32 transações) e superando, inclusive, estados como São Paulo (29) e Rio de Janeiro (34). O valor médio por operação no estado foi de R$ 146,26, o que indica predomínio de transações rotineiras, como pagamentos em supermercados, salões de beleza, oficinas e serviços informais.

Helder Cavalcanti destaca que a simplicidade e a instantaneidade das operações com Pix impulsionam o giro do dinheiro na economia local. “Não tem papel, a transação é extremamente prática, permissível para qualquer nível, não tem taxas, não tem impostos, não tem transação bancária. A agilidade é muito grande, e para a economia isso é super saudável”, pontua.

Dados da pesquisa nacional “O brasileiro e sua relação com o dinheiro – 2024”, publicada pelo Banco Central, mostram que o Pix já é aceito por 98,7% dos estabelecimentos comerciais no país, à frente de cartões de débito (com 98%) e de crédito (com 97,4%). O mesmo estudo revela que o uso do sistema é predominante entre pessoas de até 44 anos, com boa distribuição entre os gêneros.

A tendência de crescimento também acompanha as sazonalidades do calendário econômico. Helder projeta um novo pico nas transações para os meses de junho e julho. “A gente entra numa época dessa de São João, quando a venda é mais democrática, e você vai comprar uma espiga de milho, vai estacionar seu carro, vai comprar um adereço. Em tudo isso, o Pix vai ser a grande ferramenta e a gente deve ter resultados mais expressivos ainda para o futuro”, prevê.

O avanço do Pix como principal meio de pagamento também se dá em meio à queda no uso de dinheiro em espécie. Segundo a mesma pesquisa, apenas 13,2% da população afirma utilizar cédulas para compras e pagamentos com muita frequência. Em 2021, esse percentual era de 18,4%. No valor de compras de até R$10,00, o Pix é utilizado por 35,9%, enquanto acima de R$ 500,00 reduz para 31,5%.

 

NÚMEROS

 

33%

Foi o aumento percentual no valor movimentado via Pix no RN no 1º quadrimestre

 

R$ 47,4 bi

Foi o valor transferido por meio de Pix por pessoas físicas entre janeiro e abril no RN

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RÁDIO FAROL - TOUROS

Economia

Etanol tem alta de 8,68% no RN e registra maior aumento do País na última semana

07/05/2025


 

O Rio Grande do Norte registrou a maior alta no preço médio do etanol hidratado em todo o país entre os dias 27 de abril e 3 de maio, segundo dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). No período, o litro do biocombustível subiu 8,68% no estado, passando a custar, em média, R$ 5,26 nos postos potiguares.

A variação contrasta com o cenário nacional, onde os preços permaneceram estáveis, com média de R$ 4,32 o litro. Segundo o levantamento, compilado pelo serviço AE-Taxas, os preços caíram em 13 estados e no Distrito Federal, subiram em 5 e ficaram estáveis em 8 unidades da federação.

Apesar da alta expressiva no RN, o valor máximo registrado no Brasil foi de R$ 6,49 o litro, em Pernambuco. Já o menor preço encontrado foi de R$ 3,38, em um posto no estado de São Paulo.

O estudo também apontou os estados onde o etanol apresentou maior competitividade em relação à gasolina. O Rio Grande do Norte, no entanto, ficou fora da lista. A paridade média entre os dois combustíveis no país foi de 68,57%, nível considerado favorável ao etanol. No entanto, a viabilidade do biocombustível depende do desempenho específico de cada veículo, segundo especialistas do setor.

Os estados com maior competitividade do etanol foram: Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e São Paulo — todos com paridade inferior a 70% entre os preços do etanol e da gasolina.

 

Com informações do Estadão Conteúdo

 

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Economia

Comércio potiguar deve registrar R$ 589 milhões em vendas no Dia das Mães, aponta pesquisa da Fecomércio

07/05/2025


 

O Dia das Mães de 2025 promete ser um dos mais movimentados para o comércio do Rio Grande do Norte, com expectativas de crescimento no volume de vendas. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Fecomércio RN (IFC), a previsão é de que o consumo gere R$ 195,9 milhões em Natal, representando um aumento de 12,1% em relação ao ano anterior. Mossoró também se destaca, com uma estimativa de R$ 37,9 milhões em vendas, o que representa uma alta de 12,8%.

Em todo o estado, a projeção total de movimentação econômica é de R$ 589 milhões, abrangendo não apenas a compra de presentes, mas também as tradicionais celebrações em família. De acordo com o levantamento, 76,2% dos consumidores de Natal afirmaram que pretendem presentear no Dia das Mães, índice que se mantém estável em relação a 2024, mas que é significativamente superior aos 46,9% registrados em 2020. O ticket médio de gasto por pessoa deve ser de R$ 177,01.

O estudo também apontou uma mudança no comportamento dos consumidores. Pela primeira vez, a maioria (65,1%) das pessoas disse que irá às compras motivada pelo “carinho”, ultrapassando aqueles que tradicionalmente compram por “tradição” (33,5%).

Em relação aos locais de compra, os shoppings continuam sendo o destino preferido para as compras de presentes, com 47,9% das compras concentradas nesses estabelecimentos, seguidos pelo comércio de rua (34,3%) e as compras online (15,1%). Quanto à forma de pagamento, o cartão de crédito segue liderando, com 45,9% das transações, à frente de métodos como o Pix (43,9%) e o dinheiro (43,9%).

No aspecto das celebrações, 60,5% dos natalenses afirmaram que planejam se reunir com a família para um almoço no Dia das Mães. A maioria dessas confraternizações ocorrerá em casa (32,9%) ou na residência de familiares (15,2%), o que contribui para o aumento do gasto médio com as celebrações, que passou de R$ 171,05 para R$ 198,93.

Apesar de a maioria (79,5%) dos consumidores prever aumento nos preços, o cenário financeiro apresenta sinais de otimismo. Cerca de 40,5% dos natalenses acreditam que sua situação financeira está mais favorável do que no ano anterior, e 38,2% consideram este um “bom” ou “ótimo” momento para realizar compras.

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Economia

Como funciona o auxílio-doença este ano

07/05/2025


 

O auxílio-doença é um benefício essencial oferecido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para trabalhadores que estão temporariamente incapacitados de exercer suas atividades laborais. Em 2025, as regras que regem esse benefício continuam a ser influenciadas pela Reforma da Previdência de 2019, que trouxe mudanças significativas nos critérios de elegibilidade e no cálculo do valor a ser recebido

Para garantir o acesso ao auxílio-doença, é fundamental que os trabalhadores compreendam os requisitos necessários e o processo de solicitação. Este artigo explora como o benefício funciona, quem pode recebê-lo e as alterações que ocorreram nos últimos anos.

Para solicitar o auxílio-doença, o trabalhador deve atender a três condições principais. A primeira é a carência, que geralmente exige 12 contribuições mensais ao INSS. No entanto, essa exigência pode ser dispensada em casos de doenças graves, como câncer ou tuberculose ativa. A segunda condição é a qualidade de segurado, que depende de contribuições ativas ou de períodos de graça, que variam conforme a situação do trabalhador.

A terceira condição é a incapacidade laboral, que deve ser comprovada por meio de perícia médica. Para empregados, a incapacidade deve exceder 15 dias, enquanto outros segurados podem solicitar o benefício assim que a condição for constatada. A documentação médica, como atestados e exames, é crucial para aumentar as chances de aprovação.

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Economia

Gás de cozinha fica mais caro no Rio Grande do Norte a partir desta quarta-feira (7)

06/05/2025


 

O preço do gás de cozinha vai aumentar aproximadamente R$ 4 para o consumidor final do Rio Grande do Norte a partir desta quarta-feira (7), confirmou o Sindicato dos Revendedores de Gás Liquefeito de Petróleo do estado (Singás).

Segundo o presidente da entidade, Ivo Lopes, o aumento será efeito de um reajuste de R$ 2,73 repassado pelas distribuidoras sobre o valor do produto entregue no estado.

Por causa do aumento dos custos, o preço do botijão de 13 kg poderá chegar a uma média de R$ 120. “Para o consumidor final, o aumento vai ser de aproximadamente R$ 4. O preço médio, que hoje está em R$ 115, vai para R$ 119 ou até R$ 120”, explicou.

 

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RÁDIO FAROL - TOUROS

Economia

Dia das Mães: comerciantes esperam aumento superior a 50% nas vendas

06/05/2025


 

Considerada uma das melhores datas para o comércio, o Dia das Mães já movimenta as lojas do Alecrim, na zona Leste da capital potiguar, desde a semana passada, o que tem animado e provocado boas expectativas em quem atua no setor. Comerciantes disseram à reportagem que esperam alta nas vendas acima de 50%. Nesta segunda-feira (5), a movimentação no bairro ainda era tímida, algo considerado comum, uma vez que a maioria dos clientes deixa para ir às compras à medida em que a data se aproxima, conforme relatos dos lojistas ouvidos pela TRIBUNA DO NORTE.

A loja de chocolates em que Bruna Carolyne trabalha espera um incremento nas vendas de 50%. Para isso, segundo a vendedora, a aposta é nos kits personalizados. “Estamos com uma grande expectativa para o movimento entre a quinta-feira (8) e o sábado (10), porque o brasileiro deixa tudo para a última hora. Mas estamos bastante animados”, falou Carolyne. Os kits pensados especialmente para o dia são os mais procurados, segundo ela. “O conjunto é composto por ursinhos de pelúcia, barras de chocolate e caixinhas temáticas”, conta.

Quem também aposta na personalização é a rede de perfumes que Karoline Cristina trabalha. Por lá, a projeção é de um aumento nas vendas de 60% no Dia das Mães. “A procura já está a mil, desde a última sexta-feira. Estamos com um kit personalizado para presente, composto por body splash, perfume e desodorante. E aqui nós ajudamos o cliente que fica em dúvida na hora de escolher a fragrância”, relata Karoline. Nadeje Pereira, vendedora em uma loja de bolsas e calçados, diz que a meta é que as vendas fiquem, pelo menos, no patamar de 2024.

“Estamos esperando os clientes para as compras, porque as mães merecem muito. Existe uma procura muito grande por sandálias e sapatos, que são produtos mais em conta. Então, estamos com alguns desses itens em promoção, pensando no público que quer presentear”, afirma Pereira. Já na loja em que Camila Ferreira atua, as expectativas são altas. “A gente nem definiu uma meta, mas espero que a alta chegue a 90%. Tem uma procura muito intensa por sutiãs, camisolas e calcinhas, por causa das promoções”, disse Ferreira, que trabalha em um estabelecimento que vende roupas e peças íntimas.

Para os consumidores ouvidos pela reportagem, a segunda-feira ainda era o momento de pesquisar. O casal Andreza Maria, de 32 anos, e Valtércio Silva, de 33, sequer havia decidido o que comprar. “Estou pesquisando, mas acho que darei um mimo, um kit de perfume ou algo do tipo. Ano passado, dei uma máquina de lavar, então, pretendo comprar algo mais barato agora. Até sexta-feira devo comprar esse presente”, falou Andreza.

O marido dela tem uma missão mais ampla: escolher o presente da esposa (o casal tem dois filhos), o da mãe e, antes disso, do irmão, que faz aniversário esta semana. “É muita gente para presentear. Se sobrar algum dinheiro, pretendo gastar uns R$ 300 nesses presentes de Dia das Mães”, brincou. A farmacêutica Lívia Melo, de 24 anos, também não havia escolhido o que comprar. “Provavelmente será um calçado, mas ainda não decidi. Acho que vou gastar em torno de R$ 150, que é o valor que estou podendo pagar”, afirmou.

José Lucena, presidente da CDL Natal, mencionou que a expectativa é de um crescimento acima do índice de alta registrada na Páscoa, de 6% no comércio da cidade. “Até porque, geralmente os filhos investem mais na hora de presentar as mães. Estamos com um tíquete médio de presente variando de R$ 30 a R$ 300. Observamos um aumento no gasto médio por consumidor, o que mostra maior disposição em investir em presentes mais elaborados. Os produtos mais procurados continuam sendo perfumes, roupas e itens de uso pessoal. Além disso, os shoppings devem ser os locais preferidos para as compras, com mais de 50% da preferência do público. Essa é uma excelente oportunidade para o varejo local”, frisa Lucena.

Em todo o País, de acordo com uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a Offerwise Pesquisas, o comércio deve receber cerca de 126,9 milhões de consumidores que pretendem comprar algum presente nos próximos dias. Segundo o levantamento, 78% dos consumidores devem realizar pelo menos a compra de um presente no período. A data deve movimentar cerca de R$ 37,75 bilhões nos segmentos de comércio e serviços. Apesar da grande movimentação, a pesquisa mostra uma queda nominal de R$ 2,46 bilhões em relação ao ano passado.

 

 

As principais presenteadas serão as mães (77%), a sogra (18%) e a esposa (17%).

 

 

A pesquisa aponta que os consumidores pretendem gastar em média R$ 298 com as compras, sendo maior o valor entre os homens (R$ 334) e entre as classes A/B (R$ 351). De acordo com a pesquisa, 15% devem gastar de R$ 101 a R$ 200 e 11% até R$ 100. Os produtos campeões de venda devem ser os perfumes (47%), roupas, calçados ou acessórios (41%), cosméticos (26%), chocolates (23%) e flores (19%). Em média, serão comprados dois presentes por consumidor.

 

 

TRIBUNA DO NORTE

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