Política
Ubaldo Fernandes destaca prioridades para retomada dos trabalhos legislativos no RN
04/02/2025

O deputado estadual Ubaldo Fernandes (PSDB) manifestou entusiasmo com o retorno das atividades na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, reforçando o compromisso de seu mandato em benefício da população potiguar. Em declarações à imprensa nesta segunda-feira (3), o parlamentar destacou a importância de avançar com projetos que promovam uma sociedade mais justa, fraterna e solidária.
"Estou muito feliz com a retomada dos trabalhos, pois temos a missão de cumprir nosso mandato de forma proativa, beneficiando o povo do Rio Grande do Norte. Muitas matérias importantes precisam ser debatidas, especialmente aquelas voltadas para a inclusão das pessoas com deficiência, o fortalecimento das comunidades e a valorização dos idosos", afirmou.
Entre as pautas defendidas pelo deputado, destacam-se iniciativas para ampliar os direitos das pessoas com deficiência e idosos, além de ações voltadas à proteção animal. Ubaldo garantiu que trabalhará para que os projetos em tramitação cheguem ao plenário, sejam aprovados e sancionados o mais rápido possível.
"Nosso foco será fazer um grande trabalho esse ano, garantindo que as matérias de interesse da população avancem. Vamos nos empenhar para que todos os projetos que estão nas comissões sejam discutidos e deliberados no plenário", reforçou.
O parlamentar também comentou sobre o impacto da crise econômica enfrentada pelo estado em 2024, especialmente no que diz respeito à reposição salarial de diversas categorias do funcionalismo público. No entanto, ele demonstrou otimismo com as novas medidas adotadas para equilibrar as contas estaduais.
"Espero que essa crise nacional não volte a afetar o nosso estado. Acredito que, com as medidas econômicas tomadas recentemente, teremos um cenário mais favorável. Vamos continuar colaborando com projetos que impulsionem o desenvolvimento do Rio Grande do Norte, com foco em investimentos essenciais, como na área da saúde", concluiu.
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Lula recebe presidentes da Câmara e do Senado e diz que eles ‘não terão problema na relação’ com o Planalto
03/02/2025

Foto: Ricardo Stuckert / Presidência da República e Evaristo Sá/AFP
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu nesta segunda-feira (3), no Palácio do Planalto, os presidentes eleitos da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Os parlamentares assumiram no último sábado (1º) o comando das Casas do Legislativo. Os mandatos, de dois anos, vão até fevereiro de 2027.
Durante uma declaração à imprensa ao lado de Motta e Alcolumbre, Lula afirmou ser “amigo” dos dois e disse que ambos “não terão problema na relação” com o Executivo.
“Estou aqui com Davi Alcolumbre, eleito presidente do Senado com 73 votos, com o companheiro Hugo Motta, eleito presidente da Câmara com 444 votos. Eu estou muito feliz. Primeiro porque sou amigo dos dois, tenho conhecimento do compromisso democrático que os dois têm E eu quero, na frente de vocês, dizer que eles não terão problema na relação com o poder executivo”, afirmou Lula
O presidente da República também disse que vai torcer pelo sucesso de Motta e Alcolumbre à frente das Casas do Congresso, uma vez que, na avaliação de Lula, o êxito do deputado e do senador será também o do governo e o do país.
“Estou convencido que daqui a dois anos a gente vai poder, com muito orgulho, notar que constataram que a democracia foi reestabelecida na sua plenitude”, declarou o presidente.
Lula afirmou ainda que não enviará projetos ao Congresso sem antes consultar as lideranças políticas do Legislativo. O presidente disse ter “certeza” de que a convivência com Motta e Alcolumbre servirá de “exemplo”.
“Tenho certeza de que a nossa convivência vai ser exemplo, exemplo para o futuro e exemplo para aqueles que hoje fazem o presente e muitas vezes não querem entender a necessidade da convivência democrática. Tenho certeza que a nossa convivência será um exemplo de fortalecimento da democracia brasileira. Cada um tendo noção exata do seu papel”, afirmou.
Motta e Alcolumbre
Motta e Alcolumbre afirmaram que pretendem trabalhar para ter uma boa relação com o governo federal. O novo presidente da Câmara destacou, a exemplo do que fez no discurso de posse, a necessidade da harmonia entre os poderes.
“A Câmara dos Deputados estará à disposição para construirmos uma pauta positiva para o país. Rege a nossa Constituição que os poderes devem ser independentes e harmônicos, e harmonia, penso eu, que é o que o Brasil precisa”, disse Motta.
Alcolumbre afirmou considerar importante que os poderes trabalhem para atender necessidades da população brasileira.
“Fazer um poder legislativo forte, altivo, equilibrado, e que possa verdadeiramente dar as respostas à sociedade brasileira”, declarou.
“O Poder Legislativo não pode se furtar em ajudar o governo do Brasil a melhorar a vida dos brasileiros. Tenho certeza de que esse é o espírito colaborativo […] É um gesto de aproximação, de maturidade institucional”, completou o senador amapaense.
g1
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Sem Bolsonaro, Gusttavo Lima é o mais competitivo contra Lula em 2026, revela pesquisa Quaest
03/02/2025

Reprodução
O cantor Gusttavo Lima (sem partido) é o nome mais competitivo contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais de 2026, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira (3/2). O cantor é o que fica mais próximo do petista em eventual segundo turno. Lula, no entanto, vence todos os candidatos de oposição em primeiro e segundo turno.
No cenário de disputa direta entre Gusttavo Lima e Lula, o cantor aparece com 35% das intenções de voto ante 41% do petista. Uma diferença de 6 pontos percentuais. O levantamento ouviu 4,5 mil pessoas de 23 a 26 de janeiro.
A pesquisa sai uma semana depois de o mesmo instituto de pesquisa revelar que, pela primeira vez desde o início do mandato, o governo Lula é mais reprovado do que aprovado pelos brasileiros. São 49% dos brasileiros que reprovam a gestão contra 47% que a aprovam.
Outros nomes da direita, como o do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), do deputado Eduardo Bolsonaro (PL) e do ex-coach Pablo Marçal (PRTB) são menos competitivos, segundo o levantamento.
A pesquisa testou seis cenários de segundo turno, sendo que em nenhum deles o nome do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece, uma vez que ele está inelegível e não pode concorrer no pleito do próximo ano.
Em uma possibilidade de Lula disputar o segundo turno com Tarcísio, o petista aparece 9 pontos percentuais à frente. Lula tem 43% de intenções de voto contra 34% de Tarcísio.
Já contra Eduardo Bolsonaro (PL) ou Pablo Marçal (PRTB), Lula aparece com 44% ante 34% de ambos os candidatos.
Além dos nomes acima, foi testado também um eventual segundo turno de Lula com os governadores de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), e de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Em ambos os cenários, a vantagem do petista é ampliada. Lula teria 45% de intenções de voto, ante 28% de Zema e 26% de Caiado.
Metrópoles
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Senador Flávio Bolsonaro sobre Alexandre de Moraes: “O remédio é impeachment”
02/02/2025

O senador Flávio Bolsonaro disse, durante entrevista antes da Sessão de eleição da Presidência do Senado neste sábado (1°/2), que o impeachment de um ministro do Supremo Tribunal Federal está previsto na Constituição e, para ele, o instrumento jurídico é “o remédio” para o ministro Alexandre de Moraes. “Não há um autocontrole do próprio Supremo sobre Moraes, que é quem tem colocado lenha na fogueira. Nesse caso, o remédio que tem é o impeachment”, afirmou.
O congressista ainda disse que há quase 40 senadores declaradamente a favor do impeachment de Moraes. “Todo mundo percebe os absurdos, os excessos, as loucuras, as maluquices, as insanidades que ele continua fazendo, completamente à revelia da lei”, declarou. Segundo ele, a maioria do Supremo é “coagida” a concordar com as manifestações de Moraes.
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Hugo Motta é eleito presidente da Câmara dos Deputados com 444 voto
02/02/2025

Apoiado por partidos governistas, de centro e da oposição, o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) foi eleito neste sábado (1°), como o novo presidente da Câmara com 444 votos. Ele comandará a Casa pelos próximos dois anos.
Motta assume no lugar de Arthur Lira (PP-AL), que presidiu a Câmara nos últimos quatro anos e apoiou seu sucessor.
Os acordos com as bancadas para a eleição foram articulados ainda em outubro do ano passado. O deputado recebeu o endosso formal de quase todos os partidos da Casa, com exceção do PSOL e do Novo que lançaram candidatos próprios.
O bloco formado na manhã deste sábado para apoiar a candidatura de Motta e indicar representantes para os demais cargos da Mesa é formado por: Republicanos, MDB, PT, PSD, União, Podemos, PP, PL, PDT, PSDB-Cidadania, Avante, PSB, Solidariedade e PRD.
Dias antes da eleição, Motta participou de jantares com as bancadas de São Paulo e do Rio de Janeiro. Além de congressistas de diferentes partidos, inclusive do PT, os eventos reuniram governadores, prefeitos, chefes de partidos e ministros do governo Lula.
Também participou de eventos em Brasília na véspera da votação.
No seu discurso no plenário neste sábado, antes da eleição, Motta fez diversos acenos às forças políticas da Casa, como para governistas, oposição, partidos pequenos, siglas de centro e a bancada feminina.
Em contraponto às práticas de Lira nos últimos anos, prometeu dar previsibilidade à pauta e às definições de sessões remotas. Também afirmou que vai fortalecer as comissões temáticas e diversificar a indicação de relatores.
A eleição
Na disputa, o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) recebeu 31 votos e o deputado Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ) teve 22 votos.
Sucessor de Lira
A candidatura de Motta ganhou tração depois da desistência de Marcos Pereira (SP), presidente nacional do Republicanos e então 1° vice-presidente da Câmara.
Desde 2023, o deputado ensaiava se candidatar para presidente da Casa, mas recuou da ideia em prol de Hugo Motta.
A candidatura foi oficializada depois de Lira decidir apoiar Motta e preterir o deputado Elmar Nascimento (União-BA), que até a metade de 2024 era apontado como o favorito para a sucessão na Câmara.
A frente ampla formada em apoio a Motta envolveu a desistência de Elmar e do líder do PSD, Antonio Britto (BA). Ambos saíram da disputa após a negociação e a promessa de cargos aos seus partidos.
Com nome consolidado na disputa, Motta reuniu o endosso de congressistas e empresários, em especial do setor do agronegócio que tem a maior bancada do Congresso.
Mesa Diretora
Além do novo presidente, os deputados também votaram para os integrantes da Mesa Diretora. O placar ainda será anunciado. Conforme acordo entre os líderes partidários do bloco que apoiou Motta, a indicações foram:
1º vice-presidente: Altineu Côrtes (PL-RJ)
2º vice-presidente: Elmar Nascimento (União Brasil-BA)
1º secretário: Carlos Veras (PT-PE)
2ª secretária: Lula da Fonte (PP-PE)
3º secretário: Delegada Katarina (PSD-SE)
4º secretário: Sérgio Souza (MDB-PR)
Suplentes: Antonio Carlos Rodrigues (PL-SP); Dr. Victor Linhalis (Podemos-ES); Paulo Folletto (PSB-ES); e Paulo Alexandre Barbosa (PSDB-SP)
Fonte: CNN
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Davi Alcolumbre é eleito presidente do Senado para o biênio 2025-2026
02/02/2025

O senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) foi eleito presidente do Senado para os próximos dois anos. Ele era franco favorito. Alcolumbre conquistou 73 dos 81 votos no plenário do Senado e confirmou as expectativas de que ganharia com facilidade.
Os adversários de Alcolumbre foram os senadores Marcos Pontes (PL-SP), Eduardo Girão (Novo-CE), os dois últimos com 4 votos cada. Marcos do Val (Podemos-ES) e Soraya Thronicke (Podemos-MS) retiraram candidatura após discursos.
Alcolumbre disse em discurso antes da votação ser um “defensor intransigente” do diálogo, da construção coletiva e de soluções compartilhadas. “Para mim governar é ouvir, e liderar é servir, e é disso que nosso País precisa agora, uma liderança que una e não que divida”, afirmou.
“É grande honra subir à tribuna humildade e determinação renovada para apresentar minha candidatura. Vocês me conhecem, sabem do meu compromisso verdadeiro com essa instituição, com Brasil e população que confia em cada um de nós para representar seus sonhos e esperanças”, disse o senador.
AGORA RN
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RN tem um suplente na nova Mesa Diretora do Senado
02/02/2025

Senador Styverson Valentim, suplente – Foto: reprodução/agorarn
Após eleger o senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) para a presidência da Casa, o Senado elegeu, por aclamação, os candidatos da chapa única para a Mesa Diretora no biênio 2025-2026. Confira, a seguir, a lista de senadores.
Primeira-Vice-Presidência: Eduardo Gomes (PL-TO)
Segunda-Vice-Presidência: Humberto Costa (PT-PE)
Primeira-Secretaria: Daniella Ribeiro (PSD-PB)
Segunda-Secretaria: Confúcio Moura (MDB-RO)
Terceira-Secretaria: Ana Paula Lobato (PDT-MA)
Quarta-Secretaria: Laércio Oliveira (PP-SE)
Durante a reunião preparatória, também foram definidos os senadores suplentes.
Chico Rodrigues (PSB-RR)
Mecias de Jesus (Republicanos-RR)
Styvenson Valentim (PSDB-RN)
Soraya Thronicke (Podemos-MS)
No encerramento da reunião preparatória, Alcolumbre convocou, para a próxima segunda-feira (3), às 16h, sessão solene do Congresso Nacional, no plenário da Câmara dos Deputados, para inaugurar a terceira sessão legislativa ordinária da 57ª legislatura.
Fonte: Novo Notícias
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Júlio César acusa Antônio Henrique de nomear estranhos na prefeitura de Ceará-Mirim e pede para sair
31/01/2025

Relações estremecidas entre o prefeito Antônio Henrique e o ex-prefeito Júlio César. A cidade de Ceará-Mirim foi dormir com a notícia de que a ex-primeira-dama Ana Paula já havia pedido exoneração.
Júlio César não deixou barato e usou as redes sociais para anunciar o rompimento político com o seu sucessor, prefeito Antônio Henrique, pessoa que ajudou a conquistar a cadeira do executivo local.
Júlio César é um nome forte na corrida à Assembleia Legislativa e contava com o recíproco apoio do cara que ele ajudou a colocar na prefeitura. O ex-prefeito acusou Antônio de empregar pessoas de fora.
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Eleitos na Câmara e Senado devem bater recorde de votos
31/01/2025

As eleições para as novas Presidências da Câmara e do Senado podem ter um resultado recorde em 2025. Com nomes que despontam em cada uma das Casas, Hugo Motta (Republicanos-PB) tem a preferência entre deputados, enquanto Davi Alcolumbre (União-AP) é favorito para um segundo mandato na votação de senadores.
Os dois indicados ganharam ampla preferência desde o fim do ano passado e caminham para alcançar um patamar inédito neste sábado, 1º de fevereiro.
Motta reúne apoios que o deixam perto dos 500 votos, tendo indicações de todos os partidos da Casa — com exceção do PSOL e Novo, que indicaram nomes próprios à Presidência. Os dois partidos têm, juntos, 17 votos, o que dá ampla margem ao republicano frente a todos 513 deputados.
Mesmo com possíveis traições, que podem mudar o placar final, Motta tende a superar o maior resultado da Câmara. Ele foi alcançado pelo atual presidente, Arthur Lira (PP-AL), durante a reeleição em 2023.
À época, o alagoano reuniu 464 votos. Lira também enfrentou dois nomes de oposição, dos mesmos partidos que se mantêm na disputa. Disputaram Chico Alencar (PSOL-RJ) e Marcel van Hattem (Novo-RS).
No Senado
Levando em conta os apoios anunciados no Senado, Alcolumbre bateria o recorde dos 76 votos alcançado duas vezes: o primeiro com o deputado Mauro Benevides (MDB-CE), em 1971; o segundo por José Sarney (MDB-AP), em 2003.
Em tese, Alcolumbre conta com o apoio de 77 senadores, somando os anúncios feitos por todos os partidos que declararam apoio ao nome do amapaense. A quantidade total de votos, porém, pode passar por alterações, devido a dissidências para apoio a outros candidatos.
O Podemos, por exemplo, conta com uma bancada de seis senadores e anunciou apoio a Alcolumbre. Entretanto, a legenda tem dois senadores do com candidaturas independentes à Presidência: Soraya Thronicke (MS) e Marcos do Val (ES).
O mesmo ocorre no PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro: o senador Marcos Pontes (SP) defende a própria candidatura ao Senado. Há, ainda, uma quarta candidatura avulsa, do senador Eduardo Girão (Novo-CE).
Tranquilidade após eleição mais disputada
Alcolumbre chegou à Presidência do Senado em 2019, quando alcançou 42 votos, naquela que é considerada eleição mais disputada da história entre senadores. O resultado só veio depois de dois processos para apuração de votos.
Em uma primeira votação, o total de cédulas chegou a 82 — mesmo o número total de senadores sendo 81. O resultado equivocado obrigou uma nova votação.
O senador venceu frente a outros cinco nomes: Esperidião Amin (PP-SC), que teve 13 votos naquele ano; Angelo Coronel (PSD-BA), 8; Reguffe (sem partido-DF), com 6; e Fernando Collor (Pros-AL), 3.
No meio da confusão, Renan Calheiros (MDB-AL) retirou a candidatura antes da segunda votação, mas ainda assim recebeu cinco votos.
R7
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Conheça os candidatos à presidência da Câmara e do Senado
30/01/2025

A disputa pelo comando do Congresso Nacional entra na reta final. Neste sábado (1º), deputados e senadores irão eleger os novos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, que estarão à frente dos trabalhos legislativos entre 2025 e 2027. As eleições ocorrem por meio de voto secreto, conforme previsto na Constituição e nos regimentos internos de cada Casa.
A sessão no Senado está marcada para as 10h, enquanto a votação na Câmara acontece às 16h. No cenário atual, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) é apontado como favorito para comandar o Senado, enquanto Hugo Motta (Republicanos-PB) lidera a disputa pela presidência da Câmara. Confira o perfil dos principais candidatos.
Ex-presidente do Senado (2019-2021), Davi Alcolumbre busca retornar ao cargo com forte apoio político. Conhecido por sua habilidade de articulação nos bastidores, ele consolidou alianças estratégicas e controla a distribuição de emendas e cargos, o que fortalece sua candidatura.
Alcolumbre conta com o respaldo de nove dos 12 partidos representados na Casa e o apoio de pelo menos 76 senadores — um número expressivo que torna sua eleição praticamente certa. Sua proposta é atuar como um moderador, garantindo equilíbrio entre os interesses do Executivo e do Legislativo.
No entanto, o parlamentar enfrenta desafios, como o cerco do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre as regras de distribuição de emendas parlamentares, um dos pilares de sua influência.
Senador por São Paulo e ex-ministro da Ciência e Tecnologia do governo Bolsonaro, Marcos Pontes aposta em sua imagem pública como primeiro astronauta brasileiro para se viabilizar na disputa. No entanto, sua candidatura não conta com o apoio integral do PL, que tende a apoiar Alcolumbre nos bastidores.
Sem uma base consolidada de alianças, Pontes tem chances reduzidas de sucesso.
Com um discurso voltado para segurança pública e transparência, Marcos do Val tenta se colocar como alternativa no Senado. Entretanto, a falta de apoio partidário enfraquece sua candidatura, tornando improvável sua vitória.
Senador pelo Ceará, Eduardo Girão representa o campo conservador na disputa. Ele critica o que chama de “sistema político tradicional” e defende a independência do Senado em relação ao governo federal.
Apesar de seu discurso combativo, Girão tem pouco apoio dentro da Casa e sua candidatura é considerada simbólica.
Deputado federal pela Paraíba, Hugo Motta é apontado como o principal candidato à presidência da Câmara. Com apenas 35 anos, ele pode se tornar o mais jovem presidente da Casa. Seu histórico político está atrelado ao Centrão, grupo que detém grande influência no Congresso.
Motta tem o apoio de 18 partidos, incluindo legendas de espectros ideológicos opostos, como PL e PT. O aval do atual presidente da Câmara, Arthur Lira, fortalece sua candidatura.
Ele promete manter diálogo com governo e oposição, garantindo previsibilidade às votações e reforçando as prerrogativas dos deputados.
Deputado federal pelo Rio de Janeiro, Henrique Vieira é pastor, ator e ativista social. Sua candidatura representa a ala progressista e defende pautas como direitos humanos, participação popular e transparência.
Seguindo a tradição do PSOL de lançar candidaturas próprias para marcar posição política, Vieira não tem chances reais de vencer, mas sua presença no pleito é uma forma de dar voz a setores sociais minoritários.
Deputado pelo Rio Grande do Sul, Marcel van Hattem é o nome da oposição ao bloco do Centrão. Com um discurso voltado para o fim dos “acordões políticos” e a defesa da transparência, ele se posiciona contra a hegemonia do grupo que controla a Câmara.
No entanto, sua candidatura enfrenta dificuldades devido à baixa representatividade do partido Novo, que tem apenas quatro deputados na Casa. Assim, suas chances de vitória são mínimas.
TRIBUNA DO NORTE
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Secretária de Saúde de Natal é exonerada menos de um mês após asssumir cargo
30/01/2025

Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi.
A secretária de Saúde de Natal, Leidimar Murr, foi exonerada do cargo nesta quarta-feira (29), menos de um mês depois de ter sido empossada para o cargo na gestão do prefeito Paulinho Freire (União Brasil).
A exoneração foi publicada em uma edição extra do Diário Oficial do Município (DOM) desta quarta. Na mesma edição, o Município também anunciou que interinamente assume a função a secretária adjunta de Atenção Integral à Saúde Rayanne Araújo Costa.
De acordo com a portaria publicada, a exoneração ocorreu a pedido da própria secretária Leidimar Murr. O motivo da saída não foi revelado.
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde de Natal disse que o Município de Natal "atendeu nesta quarta-feira (29), o pedido de exoneração da Dra. Leidimar Murr", da pasta e agradeceu à profissional "por sua dedicação enquanto esteve à frente da SMS", além de fazer votos de, "ainda mais, sucesso em sua brilhante carreira".
Quem é Leidimar Murr
Leidimar Murr, que é médica formada pela UFRN e doutora bioética pela Universidade de Tübingen, na Alemanha, vivia a primeira experiência como secretária de saúde em Natal.
Ela é médica generalista e também advogada, atuan como profissional liberal nas duas áreas e também tendo atuação como consultora em Projetos de Política de Desenvolvimento.
Foi conselheira suplente no Conselho Regional de Medicina (Cremern), foi médica associada da Associação Médica do RN, e membro da diretoria do Sindicato dos Médicos do RN e da Comissão de Ética e Pesquisa da UFRN.
Foi ainda professora precursora do ensino da bioética na Faculdade de Medicina da UFRN nos cursos de graduação e pós-graduação.
Com informações do G1 RN.
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Desaprovação ao governo Lula aumenta e chega a 51%, segundo pesquisa PoderData
29/01/2025

Mais uma pesquisa aponta aumento na rejeição ao mandato do presidente Lula (PT). Depois da pesquisa Genial/Quaest em que a aprovação dele caiu de 52% para 47% (leia aqui), agora foi o levantamento feito pelo PoderData em que 51% dos eleitores desaprovam a gestão petista.
Segundo o Poder 360, é a 3ª vez desde a posse, em janeiro de 2023, que a taxa de desaprovação supera a de aprovação. Desta vez, entretanto, o cenário é mais crítico. A diferença entre as taxas é de 9 pontos percentuais e está fora da margem de erro do levantamento (de 2 pontos, para mais ou para menos).
Os recortes da pesquisa indicam que a queda na popularidade registrada na população geral está relacionada à perda de apoio do petista em grupos considerados esteios para o governo: quem votou no petista em 2022 e, em especial, os eleitores moradores do Nordeste.
TRIBUNA DO NORTE
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Kassab critica condução da política econômica e diz que Haddad é “ministro fraco”
29/01/2025

Foto: Pedro França
O presidente do PSD e secretário de Governo e Relações Institucionais do Estado de São Paulo, Gilberto Kassab, criticou a condução da política econômica brasileira pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em painel da Latin America Investment Conference (LAIC), evento realizado pelo UBS e o UBS BB nesta quarta-feira (28), em São Paulo.
“O sucesso da economia precisa de ministros da Economia fortes. Já tivemos FHC, Henrique Meirelles, Paulo Guedes. Eles comandavam. Hoje existe uma dificuldade do ministro Haddad de comandar”, afirmou Kassab. “Haddad não consegue se impor no governo. Um ministro da Economia fraco é sempre um péssimo indicativo”, complementou.
Apontado como um habilidoso estrategista nos bastidores da política, Kassab coleciona alianças bem-sucedidas nos processos eleitorais mais recentes. Seu partido apoiou o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2022, ao mesmo tempo que aliou-se a Tarcísio de Freitas (Republicanos) no Estado de São Paulo, onde emplacou o atual vice-governador Felício Ramuth (PSD) e tornou-se secretário.
Além disso, o presidente do PSD apoiou o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), nas eleições de 2024, quando o emedebista foi reeleito após passar para o segundo turno com margem estreita de vantagem ante Guilherme Boulos (PSOL) e Pablo Marçal (PRTB).
Vice de Tarcísio em 2026
O presidente do PSD, Gilberto Kassab, busca se viabilizar como candidato a vice-governador na provável chapa de reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos) em 2026. No entanto, o caminho não será fácil. Segundo o Estadão, Bolsonaristas resistem ao nome de Kassab, citando sua atuação no governo Lula e seu partido, que ocupa três ministérios na atual gestão petista.
Em entrevista ao jornal, Kassab garantiu que Tarcísio não disputará a presidência em 2026. “Aqui, em São Paulo, o PSD vai apoiar o Tarcísio e ele vai liderar o processo (de escolha da chapa em 2026)”, falou.
Kassab no Outliers InfoMoney
Gilberto Kassab é um dos painelistas confirmados para a Premiação Outliers InfoMoney, que será realizada no dia 6 de fevereiro, e irá reconhecer os melhores fundos de investimento da indústria. Kassab comporá um painel de discussão com o deputado federal Baleia Rossi (MDB).
O evento contará com a participação de lideranças das 150 maiores gestoras de recursos do Brasil, que juntas administram mais de R$ 8,5 trilhões em ativos. Além disso, haverá a presença de representantes das 10 maiores gestoras internacionais, responsáveis por cerca de US$ 23,4 trilhões em ativos sob gestão.
(Com Estadão Conteúdo e Infomoney)
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Fátima manda indireta para Lula: “Governo tem que estar mais presente no Nordeste”
29/01/2025

Governadora Fátima (PT) – foto: reprodução/96FM
A colunista do jornal O Globo, Renata Agostini, publicou hoje (28) uma entrevista exclusiva com a governadora Fátima Bezerra (PT), que está sendo encarada como uma “indireta” da governadora ao Governo Lula. Entre outros pontos, a governadora destacou que a União precisa se fazer mais presente no Nordeste e que o apoio não está garantido em 2026. Veja o texto na íntegra:
À frente de um dos quatro Estados que o PT comandava no país, a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, antecipa uma disputa dura no Nordeste em 2026 diante do crescimento da direita no país e diz que o partido não pode baixar a guarda na região. Segundo ela, o apoio dos nordestinos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva não está garantido e dependerá de um grande esforço do governo nos próximos dois anos para que o desempenho de 2022 possa se repetir.
– O governo tem que se fazer mais presente exatamente aqui no Nordeste. Não só Lula, mas também os ministros – diz Bezerra ao GLOBO.
A Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda mostrou que a taxa de desaprovação do governo chegou a 49%, superando a aprovação pela primeira vez. O resultado foi influenciado especialmente pelo Nordeste, onde a aprovação da gestão Lula caiu 8 pontos percentuais.
Fonte: Portal 96FM
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Da bancada, três assinam novo impeachment de Lula
28/01/2025



Deputados federais do Rio Grande do Norte que compõem a bancada de oposição ao governo federal assinaram o pedido de impeachment do presidente Lula (PT) por crime de responsabilidade, em virtude de suposta manobra fiscal, a chamada “´pedalada”, para financiar o programa Pé de Meia, beneficiando estudantes do ensino médio. O governo Lula pagou R$ 3 bilhões sem previsão orçamentária e sem autorização do Congresso Nacional.
O deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) vem coletando assinaturas para o pedido de impeachment desde outubro do ano passado, quando já havia conseguindo 30 assinaturas, no fim de semana chegou a 96 e já no final da tarde da segunda-feira (27), contava com 106 assinaturas.
Marcel Van Hattem (Novo-RS) disse no X (ex-Twitter) que Lula cometeu o crime de “irresponsabilidade fiscal” e convocou seus apoiadores para protestos para pedir impeachment. “A história se repete: impeachment à vista! Vamos voltar às ruas; fora, Lula!”, afirmou. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi outro que pediu a saída do presidente Lula do cargo. Em conversa com o deputado Coronel Chrisóstomo, ele afirmou que “esse desgoverno precisa sair logo”.
“Esse desgoverno precisa sair logo, o povo está sofrendo. Não podemos permitir mais esse tipo de erro com o dinheiro do povo”, declarou Bolsonaro.
Da bancada de oito deputados do Rio Grande do Norte, “quatro” assinaram – o deputado Sargento Gonçalves foi o primeiro, aparecendo como terceiro da lista de 106 parlamentares. Também assinam o documento o deputado General Girão (35º) da lista e o prefeito de Natal, Paulinho Freire (União), que assinou antes de deixar a Câmara dos Deputados em dezembro de 2024, aparecendo como 52º assinante do pedido.
A deputada federal Carla Dickson (União) assumiu a vaga de Paulinho na Câmara dos Deputados e seguiu o mesmo caminho, tendo assinado o pedido de impeachment na tarde de segunda, como 106ª assinante. O prazo para a coleta de assinaturas encerra-se nesta terça-feira (28). “Não só já assinei esse pedido de impeachement de iniciativa do deputado Rodolfo, como também já assinei o pedido de abertura de CPI de autoria dos deputados Zé Trovão e Marcos Pollon. E digo mais, se por acaso surgirem outros pedidos nesse sentido daqui por diante, também assinarei””, destacou Carla Dicks
O deputado federal Sargento Gonçalves (PL) afirmou que “somos a favor do programa Pé de Meia, inclusive votamos favoravelmente esse programa, porém a legislação que institui o programa exige que o governo submeta anualmente ao Congresso o valor destinado ao incentivo”. Então, segundo Gonçalves, “o governo não pode tomar as decisões ao bel prazer, gastar dinheiro público sem a devida previsão legal, inclusive passando pela aprovação do Congresso Nacional”.
Gonçalves acredita que a evolução do pedido de impeachment “vai depender muito da conjuntura política, mas eu acredito que há esse sentimento por parte, de boa parte do Congresso, prova que já temos mais de 100 assinaturas de parlamentares apoiando esse pedido de impeachment, e atrelado a isso, acredito que existe o crescimento da desaprovação por parte do governo federal, algo que conta muito dentro desse cenário”.
O deputado Gonçalves disse, ainda, que “infelizmente, um governo que age de forma desastrosa, economicamente falando, moralmente falando, e agora, mais uma vez, cometendo crime de responsabilidade, algo que consideramos muito grave, e por isso entendemos que não há outro caminho a não ser o próximo presidente da Câmara pautar esse pedido de impeachment para que, de forma democrática, a Câmara Federal decida se acata ou não a abertura desse processo”.
Para o deputado General Girão (PL), “esse programa teve clara conotação de programa eleitoreiro. Surgiu em um momento de oportunismo politico. Pagar ao jovem para incentivá-lo a estudar? Sou totalmente contra isso aí e muitos deputados também são”. Agora, enfatizou o deputado Girão, “o Tribunal de Contas da União (TCU) confirma o que nós sabíamos: não havia recurso. Por isso, nem passou pelo Congresso, ferindo a Constituição e caracterizando o oportunismo barato usado pelo governo Lula”.
Girão espera que com a volta do recesso, a partir de 1º e fevereiro, “os deputados se unam e fomentem ainda mais a ideia do impeachment, sobretudo com a aquisição de mais assinaturas e apoio do presidente da Câmara”. Mas, Girão diz “acreditar no poder da população para movimentar ainda mais esse apoio que precisamos por parte do Congresso! Com a união do Congresso e o apoio popular, conseguiremos passar o impeachment do presidente Lula”.
TRIBUNA DO NORTE
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Robinson Faria e ex-secretário são inocentados em caso dos consignados dos servidores estaduais
28/01/2025

Foto: reprodução/blog Alex Silva Assu
O ex-governador Robinson Faria e o ex-secretário de Planejamento, Gustavo Nogueira foram inocentados pela Justiça em ação movida pelo Ministério Público que pedia condenação por improbidade administrativa no caso de empréstimos consignados dos servidores públicos que ao final do então governo deixaram de ser repassados aos bancos.
O MP alegação que o então governador tria causado um prejuízo de cerca de R$ 830 mil aos cofres públicos. Na defesa, foi alegado que o cenário econômico do Governo entre os anos de 2015 e 2016 foi de profunda crise econômica, com atraso de salários e repasses aos Poderes devido a frustração de receitas.
Na análise do caso, o juiz Arthur Bonifácio descreveu que, “no caso em tela, não se constatam os elementos necessários à caracterização da responsabilidade civil dos Réus. Isso porque não subsiste dolo ou erro grosseiro na conduta destes, haja vista que a decisão tomada por eles dependeu de fatores externos e alheios à vontade de ambos, porquanto diz respeito à situação econômica e fiscal em que se encontrava o Estado do Rio Grande do Norte, no período em que os fatos ocorreram, e que os levaram às trágicas, mas razoáveis escolhas, as quais, já anotei, têm seus custos”.
Por fim, indeferiu o pedido do MP.
Fonte: Blog Alex Silva Assu
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Para Rogério Marinho, impeachment de Lula deve ser entrar no radar da imprensa nacional
27/01/2025

O senador Rogério Marinho entende que os parlamentares brasileiros vão se unir pelo impeachment de Lula, assim como a imprensa: “Isso não pode demorar, temos que entrar em ação o mais rápido possível”.
“Lula e o PT transformaram o Brasil em um laboratório de tiranias. Eles atacam a liberdade, manipulam a verdade e perseguem quem ousa desafiá-los, tudo para sustentar seu projeto de poder. A censura virou arma, e a democracia, para o PT, é relativa, apenas uma palavra vazia usada para justificar abusos”, palavras do senador Rogério Marinho.
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Defesa de Bolsonaro critica vazamento de delação de Cid
27/01/2025

Foto: Reprodução
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) divulgou uma nota criticando o vazamento da delação do ex-ajudante de ordens do presidente, o tenente-coronel Mauro Cid. Os advogados Celso Vilardi, Paulo Cunha Bueno e Daniel Tesser afirmaram que a defesa não tem acesso à íntegra da delação, apesar do que chamaram de “vazamentos seletivos”.
Os depoimentos de Mauro Cid para a investigação dos planos golpistas de 2022/2023 são mantidos sob sigilos pelo ministro Alexandre de Moraes. No último domingo (26.jan.2025), porém, foi revelado pelo jornal O Globo um dos depoimentos realizados pelo ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. O documento, de 28 de agosto de 2023, tem 6 páginas e menciona mais de 20 pessoas.
“Investigações ‘semissecretas’, em que às defesas é dado acesso seletivo de informações, impedindo o contexto total dos elementos de prova, são incompatíveis com o Estado Democrático de Direito, que nosso ordenamento busca preservar”, afirmaram os advogados no comunicado divulgado no último domingo (26.jan).
Jair Bolsonaro e outras 39 pessoas foram indiciados em novembro de 2024 pela Polícia Federal pelos crimes de tentativa de golpe de Estado, tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e organização criminosa. Segundo a corporação, uma “organização criminosa que atuou de forma coordenada, em 2022, na tentativa de manutenção do então presidente da República no poder” foi identificada pelo órgão.
A nota assinada pela defesa de Bolsonaro “manifesta sua indignação diante de novos ‘vazamentos seletivos’, assim como seu inconformismo diante do fato de que, enquanto lhe é sonegado acesso legal à integralidade da referida colaboração, seu conteúdo, por outro lado, veio e continua sendo repetidamente publicizado em veículos de comunicação”.
A delação de Cid menciona ainda que Eduardo Bolsonaro (PL), deputado federal e filho de Bolsonaro, e Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, faziam parte de um grupo mais radical próximo ao ex-presidente. O senador Jorge Seif (PL-SC), também citado por Mauro Cid na delação, disse que as declarações eram “falaciosas, absurdas e mentirosas”.
“Jamais ouvi, abordei ou insinuei nada sobre o suposto golpe com o presidente da República nem com quaisquer dos citados na delação vazada. O conteúdo do depoimento ilegalmente vazado é apenas uma opinião de “classificação” que me inclui de forma criminosa como parte de um grupo fictício, e não contém nenhum relato de fato específico sobre participação minha que jamais existiu”, afirmou Seif em nota.
Poder 360
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Aprovação de Lula cai para 47% e desaprovação atinge marca histórica, aponta pesquisa Quaest
27/01/2025

A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) caiu cinco pontos percentuais em janeiro deste ano, atingindo 47%, de acordo com pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira 27. É a primeira vez que o índice de desaprovação supera a aprovação na série histórica, iniciada em fevereiro de 2023.
De acordo com a CNN Brasil, foram ouvidas 4.500 pessoas presencialmente entre os dias 23 e 26 de janeiro. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
A pesquisa também avaliou alguns pontos do atual governo, como o preços dos alimentos, combustíveis e contas de água e luz.
Preço nos alimentos no mercado: 83% dos entrevistados afirmam que subiu;
Preço do combustível nos postos de gasolina: 57% dos entrevistados afirmam que subiu;
Preço das contas de água e luz: 62% dos entrevistados afirmam que subiu.
Ao serem pergunatdos sobre a notícia mais negativa durante o atual governo, os brasileiros elegeram o caso Pix.
Confira as opções e o percentual de cada “notícia negativa”:
PERGUNTA: Qual a notícia mais negativa que você ouviu do governo Lula?
Regulação do Pix: 11%
Não faz o que promete/é corrupto: 3%
Aumento de preços/inflação: 2%
Aumento dos impostos: 2%
Aumento dos combustíveis/gasolina: 1%
Declarações sobre Sergio Moro/PCC: 1%
Falhas no Bolsa Família/Auxílio Reclusão: 1%
Postura negativa do presidente: 1%
Legalização do aborto: 1%
Economia/Juros/Empréstimos: 1%
Desmatamento/Meio ambiente: 0%
Viaja demais/que ele não para no Brasil: 1%
Outras: 29%
Não ouviu nenhuma notícia negativa: 28%
Não sabe/Não respondeu: 17%
Com informações da CNN Brasil.
AGORA RN
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Após recesso, Câmara e Senado voltam nesta semana com eleição de novos presidentes
27/01/2025

Leonardo Sá/Agência Senado
Após recesso de pouco mais de um mês, o Congresso Nacional retomará as atividades nesta semana, com a indicação de novos nomes para a presidência da Câmara e do Senado. A eleição será no sábado (1º), e também vai confirmar o restante da composição diretora das duas Casas.
Desta vez, o processo eleitoral indica ser sem surpresas, com dois candidatos que receberam apoio quase unânime entre parlamentares. No Senado, a expectativa é de eleição de Davi Alcolumbre (União-AP), enquanto na Câmara, o favorito é o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB).
Alcolumbre presidiu o Senado anteriormente, tendo sido eleito em 2019. Desta vez, ele conta com apoio de praticamente todos os partidos e soma, em tese, 79 votos entre os 81 congressistas. O número leva em conta todas as legendas que anunciaram voto no amapaense. Mas o placar final pode passar por mudanças, dada as possíveis mudanças de última hora.
Na Câmara, Hugo Motta ganhou apoio do atual presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), além do endosso de grande maioria das legendas, em projeções que se aproximam aos 500 votos. Entre todos os 513 deputados, apenas dois partidos – o PSOL e o Novo – não confirmaram apoio à candidatura de Motta. Juntas, as legendas reúnem 17 deputados.
A confirmação dos dois nomes é a maior previsão para a semana dos parlamentares. Deputados e senadores também definirão a mesa diretora – que dá apoio administrativo em cada uma das Casas, além de eventuais substituições nas ausências dos presidentes.
Eleição e próximos passos
A escolha de presidentes é necessária para um início oficial do ano no Legislativo. Passada a eleição, os presidentes definirão os comandos de comissões (grupos de trabalho) das respectivas Casas, além de pautar votações. A prioridade para o Congresso é a conclusão do Orçamento, que deveria ter sido finalizado ainda em 2024, mas acabou adiado para este ano.
Entre as etapas, o primeiro passo será a análise na CMO (Comissão Mista de Orçamento) e no próprio plenário do Congresso. Para votar o projeto, no entanto, será necessária uma análise dos vetos presidenciais, conforme indicaram parlamentares ao R7.
Na prática, os parlamentares avaliarão as decisões do presidente Lula ligadas às regras do Orçamento. Entre trechos de mudanças, o presidente decidiu retirar a ampliação prevista para o fundo partidário e um empecilho no bloqueio de emendas parlamentares.
Em outros destaques para o ano, há expectativa de votação do segundo projeto que trata das regras da reforma tributária, debates ligados às emendas parlamentares, que foram destaque por cobranças do ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), além do possível aumento na isenção do Imposto de Renda, e regras para apostas esportivas também devem entrar na agenda dos parlamentares.
R7
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