Mundo
Em visita a Israel, secretário municipal de Natal se refugia em bunker após bombardeio ao Irã
13/06/2025

O secretário municipal de Planejamento de Natal, Vagner Araújo, passou parte da madrugada desta sexta-feira (13) em um bunker, um abrigo contra ataques aéreos, após Is
rael bombardear a capital do Irã, Teerã.
Araújo está em Israel junto com uma comitiva de representantes de cidades brasileiras e de outros países da América Latina, a convite do governo local, para conhecer sistemas de tecnologia em diversas áreas de segurança, de educação, e de cidades inteligentes.
De acordo com ele, por volta das 3h da madrugada no horário local, cerca de 21h da quinta-feira (12) no horário de Brasília, todos os membros do grupo receberam um alerta nos telefones determinando que se dirigissem a um abrigo.
O grupo chegou a Israel no dia 9 de junho e está na cidade de Kfar Saba, na região central de Israel. A princípio, a viagem se encerraria no dia 20.
"Nós recebemos um alerta bastante barulhento no telefone, nos telefones de todo mundo, dizendo para a gente se dirigir imediatamente a um abrigo antiaéreo que tem em vários lugares, inclusive nesse lugar onde a gente está hospedado aqui, que é um uma espécie de um campus universitário. Nós então nos nos dirigimos para lá e ficamos aguardando notícias. Há nesse momento uma expectativa de que haja uma é, vamos dizer assim, um retorno do Irã. Um ataque de volta contra Israel", afirmou o secretário.
De acordo com o secretário, o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, que faz parte da comitiva, ligou para o presidente da Câmara, Hugo Mota, relatando a situação e pedindo apoio do governo brasileiro para uma possível retirada da delegação brasileira de Israel.
Vagner explicou que o espaço aéreo do país foi fechado por 48 horas, mas ele acredita que esse tempo deve se estender.
"Quando isso acontece, as companhias aéreas internacionais não operam voos. Mesmo que o espaço seja reaberto, as companhias levam um certo tempo, talvez uma semana, para voltar a operar no país. Dentro das circunstâncias, da gravidade, da tensão que se estabeleceu com esse ataque contra um país com como o Irã - são dois países importantes, com grande capacidade militar e com toda a complexidade que a gente sabe - nós não acreditamos na possibilidade de operação de voos de companhias internacionais nos próximos dias", pontuou.
Apesar da tensão que se estabeleceu no país, o secretário afirmou que a comitiva está tranquila, especialmente porque o grupo não está em uma região central como Tel Aviv, que tem mais propensão a receber ataques.
"É uma região que fica um pouco afastada e isso é um fator de segurança, um fator que nos dá um pouco mais de tranquilidade porque tem menor risco de se tornar alvo de algum ataque", pontuou.
O ataque de Israel ao Irã
As Forças de Defesa de Israel realizaram um ataque no Irã na madrugada de sexta-feira (13), noite de quinta-feira (12) no horário de Brasília. O bombardeio mirou infraestruturas nucleares iranianas. Teerã prometeu responder ao ataque.
A TV estatal do Irã disse que o chefe da Guarda Revolucionária, Hossein Salami, e o chefe das Forças Armadas do país, Mohammad Bagheri, morreram nos ataques. Dois cientistas nucleares também foram mortos.
Israel afirmou que o Irã lançou mais de 100 drones contra o território isralense. A população foi orientada a permanecer próxima de abrigos e evitar áreas abertas.
Essa publicação é um oferecimento
Trump faz alerta para Irã fechar acordo nuclear “antes que seja tarde”
13/06/2025

Foto: Reprodução
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, instou o Irã na sexta-feira a fechar um acordo sobre seu programa nuclear, afirmando que ainda há tempo para o país evitar novos conflitos com Israel.
“Já houve muita morte e destruição, mas ainda há tempo para pôr fim a esse massacre, com os próximos ataques já planejados sendo ainda mais brutais”, escreveu Trump em uma publicação no Truth Social.
Israel lançou ataques contra o Irã nesta sexta-feira (13), afirmando ter atingido instalações nucleares, fábricas de mísseis balísticos e comandantes militares durante o início de uma operação para impedir que Teerã construísse uma arma nuclear.
CNN
Essa publicação é um oferecimento
Não há sobreviventes entre as 242 pessoas a bordo de avião que caiu na Índia, segundo autoridades
12/06/2025

Foto: Reprodução
O acidente aéreo ocorrido na Índia, na manhã desta quarta-feira (12), não deixou sobreviventes, segundo autoridades do país. Estavam a bordo do Boeing 787-8 Dreamliner, da Air India, 242 pessoas — 169 indianos, 53 britânicos, sete portugueses e um canadense.
Oficiais da Índia afirmam que há possibilidade de vítimas em solo, já que a aeronave atingiu um alojamento de estudantes de medicina localizado em uma área residencial na cidade de Ahmedabad. A queda do avião, que tinha como destino Londres, na Inglaterra, aconteceu pouco depois da decolagem do Aeroporto Internacional Sardar Vallabhbhai Patel.
R7
Essa publicação é um oferecimento
Avião com mais de 240 pessoas a bordo cai perto de aeroporto na Índia
12/06/2025

Um avião com 242 pessoas a bordo caiu na Índia nesta quinta-feira (12). O incidente ocorreu próximo ao aeroporto da cidade de Ahmedabad, no oeste da Índia, no início da manhã, no horário de Brasília, início da tarde no horário local.
O voo era operado pela Air India e tinha como destino o aeroporto de Gatwick, em Londres, no Reino Unido. Mais de 50 britânicos estavam a bordo. A linha aérea indiana e o aeroporto britânico confirmaram a queda.
Até a última atualização desta reportagem, não havia sido divulgado o número de mortos e de feridos.
Segundo autoridades indianas de aviação, havia um total de 242 pessoas a bordo do avião, 232 passageiros, e 10 membros da tripulação. Entre os passageiros, 169 eram indianos, 53 britânicos, sete portugueses e um canadense, confirmaram a Air India e a agência de notícias Reuters.
Um ex-ministro indiano da região de Gujarat estava na aeronave, segundo o jornal “India Today”.
Fonte: g1
Essa publicação é um oferecimento
Pré-candidato da direita à presidência da Colômbia sofre atentado a tiros e leva vários disparos na nuca
08/06/2025

O senador colombiano Miguel Uribe, pré-candidato à presidência da direita nas eleições de 2026, foi alvo de um atentado a tiros neste sábado (7) durante um evento de campanha no distrito de Fontibón, em Bogotá.
Segundo o jornal El Espectador, Uribe foi atingido por cinco ou seis disparos na região da nuca e se encontra em estado de saúde considerado delicado.
O prefeito de Bogotá, Carlos Fernando Galán, confirmou que o autor dos disparos foi capturado pela polícia local. “O senador Miguel Uribe está recebendo atendimento de emergência após ser vítima de um ataque esta tarde em Fontibón. O atirador foi capturado. Toda a rede hospitalar de Bogotá está em alerta caso ele precise ser transferido”, declarou Galán em publicação na plataforma X/Twitter.
Em nota oficial, o governo da Colômbia condenou o atentado. “O Governo Nacional condena de forma categórica e veemente o ataque que recentemente visou o Senador Miguel Uribe Turbay. Este ato de violência constitui um atentado não apenas à integridade pessoal do senador, mas também à democracia, à liberdade de pensamento e ao exercício legítimo da política na Colômbia”, diz o comunicado.
Uribe, que atualmente integra a oposição ao presidente Gustavo Petro, é um dos principais nomes do campo liberal-conservador na disputa presidencial.
Essa publicação é um oferecimento
Trump abre processo contra Moraes por censura na Justiça dos EUA
06/06/2025

Trump abre processo contra Moraes por censura na Justiça dos EUA - Foto: Casa Branca e Agência Brasil
A Trump Media, empresa ligada ao ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, entrou com uma ação judicial nesta sexta-feira (6) no Distrito Central da Flórida contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), alegando que o magistrado teria promovido censura a cidadãos e empresas americanas. A petição foi apresentada pela plataforma Rumble, controlada pela Trump Media, e acusa Moraes de violar a Primeira Emenda da Constituição dos EUA, que protege a liberdade de expressão.
Com 62 páginas, o documento alega que Moraes emitiu “ordens secretas de censura extraterritorial” com base em investigações conduzidas no Brasil, incluindo o inquérito das fake news e uma apuração recente envolvendo o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que atualmente reside nos Estados Unidos. Segundo a ação, as determinações do ministro teriam forçado empresas como a Rumble a remover conteúdos e bloquear usuários sediados em território americano.
Os advogados da Trump Media argumentam que as ações do ministro seriam ilegais por aplicarem leis brasileiras fora do Brasil, e pedem que a Justiça dos EUA reconheça a impossibilidade de executar essas ordens em solo americano. Além disso, solicitam medidas como:
Declaração de que as ordens de Moraes são inexequíveis nos EUA por violarem a Primeira Emenda e leis locais;
Concessão de liminar que impeça a aplicação dessas ordens nos Estados Unidos;
Proibição de que o ministro acione empresas como Apple e Google para remover o aplicativo Rumble de suas lojas;
Indenizações por supostos danos comerciais, reputacionais e à liberdade de expressão;
Reconhecimento da responsabilidade pessoal de Moraes pelas alegadas violações;
Outras medidas que o tribunal considerar cabíveis.
A petição afirma ainda que o ministro teria tentado obrigar a Rumble a aceitar notificações judiciais brasileiras e a nomear um representante legal no Brasil, embora a empresa não possua operação direta no país. Segundo a Trump Media, isso configuraria uma atuação “ultra vires”, ou seja, além da autoridade legal de Moraes.
Procurado pela CNN, o Supremo Tribunal Federal não se pronunciou sobre o caso até o momento.
Interlocutores da empresa americana afirmaram ao veículo que o processo representa um “teste histórico” sobre os limites da atuação de autoridades estrangeiras frente às garantias constitucionais dos Estados Unidos.
A Justiça americana ainda não decidiu se aceitará ou não julgar o caso.
Fonte: CNN
Essa publicação é um oferecimento
Presidente mandou me matar, diz Evo Morales , foragido no meio da mata boliviana
04/06/2025

As horas que antecederam a viagem foram tensas. Após quatro tentativas frustradas, surgiu enfim uma chance real de entrevistar Evo Morales. Hoje com 65 anos, ele foi presidente da Bolívia por três mandatos consecutivos, de 2006 a 2019.
Foragido após receber uma ordem de prisão por suposto estupro, que ele nega, Morales estava escondido em uma comunidade indígena no estado de Cochabamba, protegido por apoiadores que barravam até militares. Com o prazo das eleições de 2025 se encerrando, e ele decidido a concorrer, tentei mais uma vez. E funcionou.
Patricia Castillo, prestigiada jornalista da Rede Uno de TV em La Paz e amiga de vários anos e coberturas, apresentou-me um importante sindicalista e braço-direito de Evo Morales. Após duas semanas de contatos na madrugada, veio a resposta: na segunda, 12 de maio, a entrevista foi autorizada.
As incertezas persistiam: ele nos receberia? Seria preso antes? Onde seria o encontro?
Na quinta, dia 15, defini a equipe: o repórter de vídeo Fabio Mengatti, o cinegrafista Juarez Rossi de Oliveira e o auxiliar Alberes dos Santos.
Segunda-feira, 19 – A viagem
Saímos de São Paulo e chegamos a Cochabamba à noite, sem saber onde seria o encontro com Morales. Suspeitávamos de Lauca Ñ, no Chapare (o que se confirmou depois). No aeroporto, alertas: se a candidatura de Morales fosse rejeitada, haveria protestos. A crise de combustíveis era grave. Do hotel, acompanhei as notícias. À meia-noite, Morales estava fora das eleições e sem partido legalizado; algo inédito em 24 anos.
Terça-feira, 20 – Rumo ao Chapare
Às duas da madrugada, uma ligação da minha fonte confirmava nossa entrevista. Pela manhã, ele disse temer “um banho de sangue”, mas garantiu que Morales não convocaria confrontos. Nosso guia nos levou até Villa Tunari. Foram mais de sete horas por estradas precárias, ladeadas por penhascos, floresta e bonecos enforcados com ameaças a ladrões.
A crise de combustível era visível. Longas filas e revenda clandestina em garrafas. Na ida, a caminhonete perdeu os freios. Na volta, tivemos que sair da estrada e parar com o freio de mão.
Quarta-feira – O exército popular
Pela manhã, seguimos para Lauca Ñ. Enfrentamos estradas de terra e barricadas. Em cada uma, nossos guias se identificavam. Chegamos à Rádio Kawsachun Coca, protegida por indígenas com lanças e escudos. Cada grupo se identifica pela cor da lança. Revezam-se em turnos e controlam o acesso com corredores humanos. A entrada foi autorizada após alguns minutos. Estávamos dentro.
R7
Essa publicação é um oferecimento
vulcão entra em erupção na Itália, e turistas correm para escapar
02/06/2025

A prefeita de Parnamirim, Nilda Cruz, nomeou na manhã desta segunda (2) 55 novos agentes da Guarda Municipal de Parnamirim. A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Município da última quinta-feira (29), em edição extra. A partir desse ato, os convocados têm até 30 dias para se apresentarem ao município para tomar posse e, posteriormente, começarem a servir à sociedade parnamirinense.
A Prefeitura de Parnamirim realizou uma cerimônia de posse, no Parque Aristófanes Fernandes, aberta aos futuros agentes da Guarda Municipal e seus familiares, para celebrar o momento marcante na vida de cada convocado. A convocação dos aprovados é um compromisso da prefeita Nilda com o fortalecimento da segurança pública na cidade. “Estamos muito felizes em poder contar com o reforço desta nova turma da Guarda Municipal. Estou certa de que eles farão um grande trabalho em reforço à segurança em Parnamirim, que já vem obtendo números bem positivos neste ano de 2025″ concluiu a Prefeita Nilda.
Essa publicação é um oferecimento
Rússia e Ucrânia negociam paz nesta segunda (2) em meio à piora da guerra
02/06/2025

Foto: Serviço de Emergência de Estado da Ucrânia/Handout via Reuters
Delegações de Rússia e Ucrânia se reúnem nesta segunda-feira (2) em Istambul, na Turquia, para uma nova rodada de negociações de paz.
Após dias de incerteza sobre se a Ucrânia participaria ou não, o presidente Volodymyr Zelensky anunciou que o ministro da Defesa Rustem Umerov estará presente.
As conversas, propostas pelo presidente russo, Vladimir Putin, renderam até o momento a maior troca de prisioneiros da guerra, mas nenhum consenso sobre como interromper os combates.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exigiu que os dois países façam um acordo e ameaçou se retirar das negociações caso não o fizessem.
Se isso acontecer, a responsabilidade de apoiar a Ucrânia cairia quase que totalmente sobre as potências europeias — que têm muito menos dinheiro e estoques de armas muito menores do que os Estados Unidos.
Trump chamou Putin de “louco” e repreendeu Zelensky em público no Salão Oval da Casa Branca neste ano, mas o presidente dos EUA também disse que acha que a paz é alcançável e que, se o líder russo estiver boicotando as negociações, ele poderá impor sanções duras à Rússia.
Roteiro para a paz
De acordo com Keith Kellogg, enviado de Trump, os dois lados apresentarão na Turquia seus respectivos documentos descrevendo suas ideias para os termos de paz, embora esteja claro que, após três anos de guerra intensa, Rússia e Ucrânia continuam com muitas divergências.
Os negociadores ucranianos apresentarão ao lado russo um roteiro proposto para alcançar um acordo de paz duradouro, de acordo com uma cópia do documento vista pela Reuters.
De acordo com o texto, não haverá restrições à força militar da Ucrânia depois que um acordo de paz for fechado, nenhum reconhecimento internacional da soberania russa sobre partes da Ucrânia tomadas pelas forças de Moscou e reparações para o país comandado por Zelensky.
O documento também afirma que a localização atual da linha de frente será o ponto de partida para as negociações sobre o território.
Atualmente, a Rússia controla um pouco menos de um quinto da Ucrânia, ou cerca de 113.100 quilômetros quadrados.
Em junho do ano passado, Putin estabeleceu seus termos iniciais para um fim imediato da guerra: A Ucrânia deve abandonar suas ambições na Otan, a aliança militar ocidental, e retirar todas as suas tropas de todo o território de quatro regiões ucranianas reivindicadas e controladas principalmente pela Rússia.
Os Estados Unidos dizem que mais de 1,2 milhão de pessoas foram mortas e feridas na guerra desde 2022.
Intensificação da guerra
Na véspera das negociações de paz, a Ucrânia e a Rússia aumentaram drasticamente a guerra com uma das maiores batalhas de drones do conflito e um ambicioso ataque a bombardeiros com capacidade nuclear na Sibéria.
A Ucrânia atacou bombardeiros russos de longo alcance com capacidade nuclear em uma base militar na Sibéria, o primeiro ataque desse tipo até agora a partir das linhas de frente, a mais de 4.300 km de distância.
Um funcionário da inteligência ucraniana disse que 40 aviões de guerra russos foram atingidos e que o prejuízo estimado passa de US$ 7 bilhões.
Antes disso, a Rússia lançou 472 drones contra a Ucrânia durante a madrugada de domingo, segundo a força aérea ucraniana, a maior ofensiva noturna da guerra até o momento. Também foram lançados sete mísseis, de acordo com a força aérea.
A Rússia pontuou que avançou ainda mais na região de Sumy, na Ucrânia, e mapas pró-ucranianos de fonte aberta mostraram que o Exército de Vladimir Putin tomou 450 quilômetros quadrados de terras ucranianas em maio, o avanço mensal mais rápido em pelo menos seis meses.
Além desses acontecimentos, pelo menos sete pessoas morreram e 69 ficaram feridas quando uma ponte rodoviária na região russa de Bryansk, vizinha da Ucrânia, foi explodida sobre um trem de passageiros que ia para Moscou com 388 pessoas a bordo, segundo a Rússia.
Ninguém reivindicou a responsabilidade sobre esse caso.
CNN
Essa publicação é um oferecimento
“Não estou usando drogas!”, diz Elon Musk após reportagem do NYT
01/06/2025

Foto: Reprodução/ Redes Sociais
Elon Musk negou neste sábado, 31, ter feito uso frequente de drogas em 2024, como apontou reportagem do New York Times. Segundo o jornal, o bilionário teria consumido cetamina, ecstasy, cogumelos alucinógenos e outras substâncias enquanto atuava na campanha de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos.
A publicação afirma que Musk fez uso tão intenso de cetamina — um anestésico potente — que teria desenvolvido problemas de bexiga. Também teria viajado com uma caixa contendo cerca de 20 pílulas, algumas com marcações do estimulante Adderall. Ainda segundo o Times, não está claro se ele consumia drogas enquanto chefiava o Departamento de Eficiência Governamental (Doge), responsável pelos cortes de gastos do governo Trump.
Em publicação no X, empresário rebateu a reportagem:
“Para ser claro, NÃO estou consumindo drogas! O New York Times estava mentindo descaradamente”, escreveu.
“Experimentei cetamina ‘prescrita’ há alguns anos e falei disso no X, então isso nem sequer é notícia. Ajuda a sair de buracos mentais obscuros, mas não a tomei desde então”, acrescentou.
Salão Oval
Na sexta-feira, 30, Musk apareceu ao lado de Trump no Salão Oval durante sua despedida formal do Doge. Com um hematoma visível no rosto, o bilionário evitou responder perguntas sobre o suposto uso de drogas. A lesão chamou atenção por ter ocorrido no mesmo dia em que a reportagem foi publicada.
Musk alegou que o ferimento ocorreu durante uma brincadeira com o filho de cinco anos, chamado X. Segundo ele, teria pedido ao menino que o acertasse no rosto.
Ainda na sexta, ao ser questionado por um repórter se estava ciente do “consumo regular de drogas” por Musk, Trump respondeu:
“Eu não estava”, e acrescentou: “Acho que Elon é um cara fantástico”.
Reportagem do New York Times
De acordo com o New York Times, o uso de substâncias por Musk teria se intensificado em 2024, enquanto ele organizava comícios para Trump.
Pessoas próximas relataram mudanças no comportamento do empresário, incluindo oscilações de humor, atitudes erráticas, insultos a autoridades e gestos considerados extremistas.
A reportagem também menciona conflitos pessoais e familiares. Musk estaria envolvido em disputas judiciais com ex-parceiras pelo controle de seus filhos. A artista Claire Boucher, conhecida como Grimes, trava uma batalha legal em relação ao filho X, que já acompanhou o pai em reuniões de alto nível na Casa Branca.
A Casa Branca não comentou se Musk foi submetido a testes de drogas durante sua atuação no governo. A SpaceX, empresa de Musk que possui contratos com o governo federal, realiza testes aleatórios com seus funcionários. Fontes ouvidas pelo jornal disseram que o empresário era previamente avisado sobre os testes.
O Antagonista
Essa publicação é um oferecimento
Elon Musk anuncia saída do governo Trump
29/05/2025

Foto: Divulgação/Casa Branca (via Flickr)
O empresário Elon Musk anunciou, por meio de sua conta oficial na rede social X, o encerramento de sua atuação como funcionário especial do governo dos Estados Unidos. A mensagem foi publicada na noite desta quarta-feira, 28, com um agradecimento direto ao presidente Donald Trump.
Na publicação, Musk declarou: “Conforme meu período programado como funcionário especial do governo chega ao fim, eu gostaria de agradecer ao presidente Trump pela oportunidade de reduzir gastos desnecessários”.
O cargo de funcionário especial do governo é uma função temporária prevista na legislação federal norte-americana. É destinada a profissionais externos convocados para prestar apoio técnico ou estratégico em áreas específicas, sem vínculo permanente com o Estado.
Musk também mencionou o Departamento de Eficiência Governamental (Doge), iniciativa do segundo mandato de Trump com o objetivo declarado de modernizar a tecnologia da informação, maximizar a produtividade e eficiência, e cortar gastos desnecessários. “A missão Doge apenas se fortalecerá com o tempo à medida que se torne um modo de vida em todo o governo.”
Saída de Musk já era especulada no governo
A saída de Musk do governo já era objeto de especulação dentro da administração norte-americana desde o começo de abril. Na primeira semana daquele mês, o site norte-americano Politico noticiou que Trump teria comunicado a auxiliares próximos e membros do gabinete que o empresário deixaria o governo e a política “nas semanas seguintes”.
Segundo a reportagem, Trump afirmou estar satisfeito com o trabalho de Musk à frente do Doge, mas ambos teriam concordado que o momento era apropriado para o empresário sul-africano retornar à condução de seus negócios privados.
A legislação federal dos EUA prevê um limite de até 130 dias para o exercício da função de “funcionário especial do governo” — o que, segundo a apuração, se encerraria no final de maio ou início de junho.
Apesar da saída formal, membros do alto escalão da Casa Branca afirmam que Musk poderá manter uma atuação informal no governo. Um representante ouvido sob condição de anonimato afirmou que “qualquer um que pense que Musk desaparecerá completamente da órbita governamental está enganando a si mesmo”.
Na ocasião, a notícia teve reflexos imediatos no mercado financeiro. Com a expectativa de que Musk voltasse a se dedicar integralmente aos seus negócios, a Tesla — uma das principais empresas sob sua direção — registrou valorização expressiva.
As ações da montadora de veículos elétricos subiram 4,50% na Bolsa de Valores de Nova York no mesmo dia da divulgação da reportagem, revertendo parte das perdas superiores a 6% acumuladas no início da sessão, causadas por uma queda nas vendas no primeiro trimestre.
Além da Tesla, Musk é dono da rede social X. Ele também é o principal executivo da empresa de transporte aeroespacial SpaceX e da Neuralink, do ramo de neurotecnologia.
Revista Oeste
Essa publicação é um oferecimento
Trump diz que Putin está ‘brincando com fogo’; Rússia reage e cita risco de 3ª Guerra Mundial
28/05/2025

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (27) que o presidente russo, Vladimir Putin, está “brincando com fogo” em relação à guerra na Ucrânia.
“O que Vladimir Putin não entende é que, se não fosse por mim, muitas coisas realmente ruins já teriam acontecido com a Rússia — e quero dizer REALMENTE RUINS. Ele está brincando com fogo!”, escreveu Trump.
Horas depois, a Rússia reagiu. Em uma rede social, o principal responsável pela segurança do Kremlin, Dmitry Medvedev, mencionou diretamente o risco de uma Terceira Guerra Mundial.
“Sobre as palavras de Trump, dizendo que Putin está ‘brincando com fogo’ e que ‘coisas realmente ruins’ podem acontecer à Rússia, eu só conheço uma COISA REALMENTE RUIM — a Terceira Guerra Mundial. Espero que Trump entenda isso!”, afirmou.
As trocas de ameaças ocorrem após a Rússia lançar, entre domingo (25) e segunda-feira (26), os maiores ataques aéreos desde o início da guerra.No domingo, foram disparados 367 drones e mísseis; no dia seguinte, o número chegou a 355 apenas com drones.
Trump endurece discurso
No fim de semana, Trump já havia chamado Putin de “louco”, dizendo que conhece o líder russo, mas que “algo aconteceu com ele”. Em abril, o presidente americano já havia feito uma cobrança direta a Moscou: “Vladimir, PARE!”.
As falas mais recentes evidenciam o desalinhamento entre Trump e as ações do Kremlin. Durante a campanha e desde que voltou à Casa Branca, Trump prometeu “encerrar a guerra em 24 horas” — algo que ainda não se concretizou.
Rússia acusa Ucrânia
Também nesta terça, o Kremlin acusou a Ucrânia de provocar uma escalada do conflito para envolver diretamente a Europa.
Para justificar as alegações, os russos disseram que os ucranianos intensificaram bombardeios no território russo, chamando-os de “provocativos”, e que os ataques aéreos contra a Ucrânia seriam uma “resposta”.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que os ataques ucranianos contrastam com o desejo pela paz e não contribuem para as negociações. Peskov disse ainda que a Europa “participa indiretamente” do conflito com o fornecimento de armas a Kiev, segundo a agência estatal RIA Novosti.
“Vemos que a Europa participa de forma indireta, com o fornecimento contínuo de armamentos — os mais diversos sistemas de armas e munições — e isso constitui uma participação indireta na guerra contra a Rússia”, disse Peskov a jornalistas.
Na segunda-feira, aliados europeus autorizaram a Ucrânia a usar mísseis de longo alcance para atingir alvos dentro do território russo, segundo o chanceler alemão, Friedrich Merz. EUA e Reino Unido já haviam dado sinal verde para o uso limitado desse tipo de armamento no final de 2024.
Fonte: g1
Essa publicação é um oferecimento
Trump diz que Putin enlouqueceu após ataque contra a Ucrânia
26/05/2025

Foto: Reprodução
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste domingo (27) que o líder russo, Vladimir Putin, “ficou completamente louco” e que ele “não está feliz com o que Putin está fazendo” depois que Moscou lançou o maior ataque aéreo em três anos de guerra contra a Ucrânia.
“Sempre tive um ótimo relacionamento com Vladimir Putin, da Rússia, mas algo aconteceu com ele. Ele ficou completamente LOUCO! Ele está matando muita gente desnecessariamente, e não estou falando apenas de soldados. Mísseis e drones estão sendo disparados contra cidades na Ucrânia, sem motivo algum”
O post foi feito horas depois de Trump dizer a repórteres: “Não estou satisfeito com o que Putin está fazendo. Ele está matando muita gente, e não sei o que aconteceu com Putin”.
O presidente americano, em sua postagem, voltou a fazer críticas ao presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, que disse na manhã de domingo que “o silêncio da América” ??encoraja Putin a continuar seu ataque.
“Da mesma forma, o presidente Zelensky não está fazendo nenhum favor ao seu país ao falar do jeito que fala”, escreveu Trump.
“Tudo o que sai da boca dele causa problemas, eu não gosto disso e é melhor parar”, completou.
Pelo menos 12 pessoas foram mortas nos ataques na Ucrânia, incluindo crianças, disseram autoridades, e dezenas de outras pessoas ficaram feridas.
A Rússia vem intensificando seus bombardeios aéreos na Ucrânia à medida que aumenta a pressão internacional para que Putin aceite a proposta de cessar-fogo.
“O mundo pode sair de férias, mas a guerra continua, apesar dos fins de semana e dos dias úteis. Isso não pode ser ignorado. O silêncio dos Estados Unidos e de outros países no mundo só encoraja Putin”, disse Zelensky na manhã de domingo.
Trump também disse a repórteres no domingo que está “absolutamente” considerando sanções adicionais contra a Rússia, algo que Zelensky tem defendido.
O presidente dos EUA disse anteriormente que não adotaria nenhuma nova sanção porque acreditava que “havia uma chance” de progresso, mas observou que poderia mudar.
Trump disse que ficou “muito surpreso” com o ataque aéreo, embora apenas uma semana atrás a Rússia tenha lançado seu maior ataque de drones contra a Ucrânia — um dia antes de Putin e Trump falarem ao telefone.
“Estamos conversando, e ele está disparando foguetes contra Kiev e outras cidades”, disse Trump a repórteres em Nova Jersey, a caminho de Washington.
Trump, que frequentemente afirma ter um bom relacionamento com Putin, conversou com o líder russo na segunda-feira (19), numa tentativa de negociar um cessar-fogo de 30 dias entre a Rússia e a Ucrânia.
Após a ligação com Putin e ligações subsequentes com Zelensky e outros aliados europeus, Trump anunciou que “Rússia e Ucrânia iniciarão imediatamente negociações para um cessar-fogo e, mais importante, um FIM para a guerra”.
Trump acrescentou que as condições “serão negociadas entre as duas partes, como só pode ser, porque elas conhecem detalhes de uma negociação dos quais ninguém mais teria conhecimento”.
CNN
Essa publicação é um oferecimento
Rússia ataca Kiev com mísseis e drones após troca de prisioneiros
25/05/2025

Um dos ataques mais intensos da guerra voltou a atingir a capital da Ucrânia neste sábado (24). De acordo com o Ministério da Defesa da Ucrânia, a Rússia lançou 14 mísseis balísticos e cerca de 250 drones do tipo Shahed contra Kiev e outras regiões do país. A ofensiva ocorreu poucas horas após uma significativa troca de prisioneiros entre os dois países, na qual 307 pessoas foram libertadas por cada lado.
Segundo a reportagem da CNN Internacional, as defesas aéreas ucranianas conseguiram interceptar a maior parte do ataque — seis mísseis e 245 drones foram derrubados. Mesmo assim, os artefatos que escaparam ao sistema de defesa causaram destruição em diversos pontos da cidade. Pelo menos 12 civis morreram, entre eles crianças, e dezenas de pessoas ficaram feridas. Incêndios foram registrados no distrito de Solomianskyi, e edifícios residenciais sofreram danos graves na região de Obolon.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, usou as redes sociais para condenar o ataque, que chamou de “mais uma prova de que a Rússia não está interessada em negociações sérias de paz”. Ele também pediu por sanções mais duras contra Moscou e cobrou uma resposta firme da comunidade internacional.
A troca de prisioneiros, realizada na véspera, havia sido considerada um raro gesto de cooperação entre as duas nações, que estão em guerra desde fevereiro de 2022. O novo ataque, no entanto, levanta dúvidas sobre o compromisso russo com qualquer avanço diplomático.
Líderes europeus também reagiram ao bombardeio, acusando o Kremlin de minar os esforços de paz deliberadamente. A ofensiva acontece em meio a uma escalada de tensão no front e deixa ainda mais incerto o futuro das negociações entre Moscou e Kiev.
R7
Essa publicação é um oferecimento
Zelensky lamenta nova onda de ataques russos: “Noite difícil"
24/05/2025

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou neste sábado (24) que o país enfrentou mais uma noite de intensos ataques russos. Em publicação na rede social X (antigo Twitter), ele lamentou as mortes e destruições provocadas por mísseis e drones em diversas regiões ucranianas.
“Foi uma noite difícil para toda a Ucrânia”, escreveu Zelensky. “Fragmentos de mísseis e drones russos estão sendo removidos em Kiev. As equipes de resgate continuam atuando nos locais dos impactos. Houve muitos incêndios e explosões na cidade durante a noite. Mais uma vez, edifícios residenciais, veículos e empresas foram danificados. Infelizmente, há feridos.”
O presidente destacou que os ataques foram direcionados contra civis e atingiram diferentes partes do país. Ele citou as regiões de Odessa, Kharkiv, Sumi, Vinnystia, Dnipro e Donetsk. De acordo com Zelensky, houve 250 ataques com drones do tipo Shahed, de fabricação iraniana, além de 14 ataques com mísseis balísticos.
“Há mortos. Minhas condolências às famílias e entes queridos das vítimas”, declarou.
Zelensky também criticou a postura da Rússia diante das tentativas de cessar-fogo. “A Ucrânia propôs várias vezes um cessar-fogo — total e também no espaço aéreo. Mas tudo foi ignorado. Cada novo ataque mostra ao mundo que o prolongamento dessa guerra é responsabilidade de Moscou.”
O líder ucraniano voltou a pedir por sanções mais duras. “É preciso aumentar a pressão sobre a Rússia para alcançar resultados reais e abrir caminho para a diplomacia. Esperamos por novas sanções dos Estados Unidos, da Europa e de nossos parceiros. Apenas medidas adicionais contra setores-chave da economia russa podem forçar Moscou a aceitar um cessar-fogo. Agradeço a todos que nos ajudam e apoiam.”
Os ataques aconteceram na mesma semana em que Rússia e Ucrânia deram início a uma troca histórica de prisioneiros. Na sexta-feira (23), cada país libertou 270 militares e 120 civis. A expectativa é de que a troca envolva cerca de mil pessoas de cada lado e continue ao longo do fim de semana.
O acordo para a troca foi firmado na semana passada durante negociações em Istambul, na Turquia — local que também sediou as primeiras conversas entre Moscou e Kiev no início da invasão russa, em fevereiro de 2022. Após a conclusão dessa troca de prisioneiros, espera-se que os dois países avancem na definição de termos para uma possível resolução do conflito.
A guerra na Ucrânia, iniciada em 24 de fevereiro de 2022, mergulhou a Europa em sua maior crise de segurança desde a Segunda Guerra Mundial.
Essa publicação é um oferecimento
Governo Trump descarta sanção contra Lula e prevê derrota do petista em 2026
24/05/2025

Foto: André Ribeiro/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO/Seth Wening/Pool via REUTERS
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não planeja impor sanções ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A Casa Branca avalia que uma ofensiva direta contra o Palácio do Planalto seria desnecessária e contraproducente, uma vez que o cenário mostrado pelas pesquisas é de que o petista deverá perder a eleição em 2026.
As informações são do site Metrópoles. De acordo com fontes de Washington, o governo norte-americano avalia que Lula pode perder “talvez no primeiro turno” e que sanções poderiam fortalecer sua base e atrair apoios fora do núcleo petista. Por isso, a estratégia tem se concentrado no ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.
A pressão aumentou depois que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, declarar que há “grande possibilidade” de Moraes ser enquadrado na Lei Magnitsky, que prevê sanções severas.
Itamaraty tenta conter crise com Trump
Diplomatas do Itamaraty atuam nos bastidores para conter a crise. O objetivo é convencer Trump a recuar das sanções ao magistrado. Até agora, o Ministério das Relações Exteriores não se manifestou oficialmente sobre a fala de Rubio.
No entorno de Lula, alguns assessores defendem uma resposta pública e firme, alegando interferência norte-americana na soberania brasileira.
Além de Moraes, a Casa Branca analisa a possibilidade de punir outras autoridades brasileiras envolvidas na derrubada de redes sociais e perfis de usuários.
Revista Oeste
Essa publicação é um oferecimento
Papa Leão XIV faz apelo para que Israel permita ajuda humanitária em Gaza
21/05/2025

Foto: Reprodução/Vatican Media
O papa Leão XIV apelou nesta quarta-feira (21) a Israel para permitir a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza, classificando a situação no território palestino como “ainda mais preocupante e triste”.
“Renovo meu apelo… para que permita a entrada de ajuda humanitária justa e ponha fim às hostilidades, cujo alto preço é pago por crianças, idosos e doentes”, disse o pontífice durante sua primeira audiência geral semanal na Praça de São Pedro.
Leão XIV foi recebido por uma multidão enquanto percorria o local da audiência no papamóvel, parando para abençoar bebês.
O pontífice, eleito há duas semanas, é o primeiro líder americano da Igreja Católica.
Ele mencionou a situação em Gaza diversas vezes nas primeiras semanas de seu papado.
Em sua primeira mensagem de domingo, no dia 11 de maio, o novo papa pediu um cessar-fogo imediato e a libertação de todos os reféns israelenses mantidos pelo grupo militante Hamas.
Israel afirmou na segunda-feira (19) que permitiria a entrada de ajuda humanitária em Gaza após um bloqueio de 11 semanas, mas as Nações Unidas informaram que nenhuma ajuda havia sido distribuída até terça-feira (20).
O apelo ocorre um dia após o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, anunciar que seu governo suspendeu as negociações de livre comércio com Israel e convocou o embaixador israelense no Reino Unido para discutir a situação em Gaza.
Israel afirma que planeja intensificar as operações militares contra o Hamas e controlar toda a Faixa de Gaza, devastada por uma guerra aérea e terrestre israelense desde o ataque transfronteiriço do Hamas contra comunidades israelenses em outubro de 2023.
O governo israelense declarou que seu bloqueio visa, em parte, impedir que militantes palestinos desviem e apreendam suprimentos de ajuda humanitária.
O Hamas negou ter feito isso.
CNN
Essa publicação é um oferecimento
Venezuela ignora cobranças do Brasil por acerto de dívida bilionária
18/05/2025

Foto: Marcelo Garcia/Presidência da Venezuela/AFP
O regime do ditador venezuelano Nicolás Maduro tem ignorado as cobranças do Brasil pelo acerto de dívida bilionária referente aos financiamentos de obras e serviços prestados por empresas brasileiras na Venezuela.
As informações constam em um documento assinado pela secretária de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Tatiana Rosito, em resposta a um requerimento de informação solicitado pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).
“A negociação se encontra suspensa em razão da ausência de respostas do governo venezuelano”, diz trecho do documento. “A resolução da questão depende do engajamento da contraparte, não sendo possível assim estimar um prazo para conclusão.”
Segundo o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a cifra atualizada do calote correspondia a US$ 1,74 bilhão (cerca de R$ 10 bilhões) em fevereiro, incluindo os valores indenizados pela União aos bancos financiadores e os juros cobrados pelo atraso da dívida.
“Diante da ausência de resposta das contrapartes venezuelanas, o processo de cobrança foi retomado (…) tanto por meio diplomático quanto por comunicações diretas ao Ministério da Economia venezuelano”, diz o governo no texto.
A equipe econômica informou também que os atrasos têm sido reportados a instituições multilaterais, em especial ao Clube de Paris —organização informal que reúne grandes fornecedores de crédito, como França, Alemanha e Estados Unidos.
Segundo a Fazenda, outras quatro parcelas (se confirmado o não pagamento) serão indenizadas até junho, no valor de cerca de US$ 16 milhões (em torno de R$ 90 milhões). Além disso, haverá cobrança de juros conforme os termos dos contratos de financiamento cedidos à União até a data de quitação dos atrasos.
No passado, o BNDES concedeu financiamento para empreiteiras brasileiras realizarem obras no exterior. Essa modalidade de crédito serviu para bancar projetos de infraestrutura em diversos países, como o metrô de Caracas.
Nesse tipo de operação, o pagamento era feito pelo país onde a empresa brasileira prestava o serviço. Em caso de calote, o banco contava com o FGE (Fundo de Garantia à Exportação), instrumento criado em 1997 e vinculado ao Ministério da Fazenda.
O financiamento de obras e serviços exportados ao exterior nos governos do PT é alvo constante de questionamentos da oposição, principalmente as operações que envolveram Venezuela e Cuba.
O atual governo Lula chegou a reabrir a mesa de negociação da dívida no início de 2023, logo após a visita de Maduro a Brasília. O Ministério da Fazenda fez reuniões preparatórias em busca de uma conciliação, mas o documento enviado ao deputado do PL mostra que os venezuelanos não têm respondido às tentativas de contato.
Apesar de historicamente próximas, as relações entre Lula e o chavismo estão em crise desde que o governo brasileiro vetou a entrada da Venezuela como parceira do Brics (grupo atualmente formado por Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã).
Caracas contava com o apoio da Rússia e da China para entrar na aliança como parceira, um status inferior, mas que lhe permitiria acompanhar algumas reuniões do Brics.
Com o esfriamento das relações diplomáticas, não há perspectiva para a resolução do impasse. A renegociação da dívida bilateral foi tema de conversas telefônicas entre Lula e Maduro em mais de uma ocasião ao longo do terceiro mandato do petista.
Em junho do ano passado, o Palácio do Planalto comunicou que os presidentes dos dois países “discutiram o início de tratativas para a celebração de Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos e a renegociação da dívida bilateral”.
Propostas para a retomada do pagamento da dívida e medidas para facilitar o comércio entre Brasil e Venezuela também foram discutidas por Lula e Maduro em outubro de 2023.
Na posse de Aloizio Mercadante como presidente do BNDES, em fevereiro de 2023, Lula culpou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pela falta de solução para o caso.
“Os países que não pagaram, seja Cuba, seja Venezuela, é porque o presidente resolveu cortar relação internacional com esses países para não cobrar, para poder ficar nos acusando, deixou de cobrar”, disse.
“Eu tenho certeza que no nosso governo esses países vão pagar, porque são todos países amigos do Brasil, e certamente pagarão a dívida que têm com o BNDES”, declarou à época.
Na ocasião, Lula também afirmou que o BNDES “foi vítima de difamação muito grave durante o último processo eleitoral” e rebateu a acusação feita pelo bolsonarismo de que a instituição teria aberto mão de desenvolver o mercado interno para emprestar dinheiro a obras em outros países e ficado no prejuízo.
Folha de S.Paulo
Essa publicação é um oferecimento
Lula deve se encontrar com Trump em cúpula do G7 no Canadá
16/05/2025

Foto: Ricardo Stuckert/PR e Reprodução/Facebook
O G7 convidou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para participar de sua próxima reunião, que será realizada em Kananaskis, cidade da província de Alberta, no Canadá, de 15 a 17 de junho de 2025. O brasileiro ainda não respondeu, pois, quando recebeu o convite, estava em viagem à Rússia e à China.
Se Lula aceitar o convite, será seu 1º encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (republicano). O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, também foi convidado para participar da cúpula que reúne os 7 países mais industrializados do mundo.
O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, também deve ser convidado já que é o atual presidente do G20, que reúne as maiores economias do mundo. É tradição ter o representante do grupo nas cúpulas do G7. Também participam representantes do FMI (Fundo Monetário Internacional), do Banco Mundial e da OMC (Organização Mundial do Comércio).
O G7 é formado por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido.
Um eventual convite para a cúpula já estava no radar dos assessores de Lula, por isso é provável que o petista confirme sua participação. O brasileiro participou das duas últimas reuniões, realizadas no Japão, em 2023, e na Itália, em 2024, sempre como convidado.
O possível encontro de Lula com Trump deverá ser realizado durante os eventos oficiais da cúpula. Por enquanto, seus assessores consideram ser difícil uma reunião bilateral.
Durante a campanha presidencial dos Estados Unidos, em 2024, Lula disse que torcia pela vitória da democrata Kamala Harris (democrata), que era, na época, vice-presidente.
Em entrevista ao jornalista Darius Rochebin, da emissora de televisão TF1, da França, em 1º de novembro de 2024, o petista disse que o modelo democrático dos EUA havia ruído e que o “nazismo e o fascismo” voltaram a aparecer no mundo com outra cara.
“Agora temos o ódio destilado todo santo dia, as mentiras, não apenas nos EUA, na Europa, na América Latina, vários países do mundo. É o fascismo e o nazismo voltando a funcionar com outra cara. Como sou amante da democracia, acho coisa mais sagrada que nós humanos conseguimos construir para bem governar o nosso país, obviamente estou torcendo para Kamala ganhar as eleições”, disse na época.
Trump venceu as eleições em 6 de novembro com 312 votos dos 538 delegados do Colégio Eleitoral. Tomou posse para seu 2º mandato em 20 de janeiro, como 47º presidente dos Estados Unidos. Lula deu os parabéns a Trump no dia e desejou “um mandato exitoso”.
O petista, porém, tem sido crítico à política tarifária deflagrada por Trump que atingiu quase todos os países. O norte-americano determinou uma taxa recíproca de 10% a produtos brasileiros importados. Também subiu para 25% as alíquotas incidentes para alguns produtos específicos, como aço e alumínio.
Lula voltou na 5ª feira (15.mai) da viagem à Rússia e à China. Se falar diretamente com Trump, terá conversado com os 3 principais players no cenário internacional em 2025.
Em Pequim, o brasileiro disse na 3ª feira (13.mai) que “não tem medo de retaliação” dos Estados Unidos depois de fazer diversos discursos alinhados aos chineses durante sua visita ao país.
Na viagem presidencial, Lula fez críticas ao protecionismo norte-americano e repetiu o discurso chinês de que o multilateralismo é o melhor caminho para a economia global, mesmo que nesse contexto o Brasil tenha que competir com produtos dos EUA.
O presidente repetiu a vontade de negociar com os EUA a redução das tarifas norte-americanas aplicadas aos produtos brasileiros, mas declarou que, se um acordo não avançar, o Brasil “buscará seus direitos” na OMC (Organização Mundial do Comércio).
Lula também disse que a relação entre o Brasil e a China “nunca foi tão necessária”. A declaração foi feita ao lado do líder chinês, Xi Jinping (PCCH), durante a cerimônia de assinatura de mais de 30 acordos entre os 2 países.
LULA NO G7
Lula é o único presidente brasileiro que já participou de cúpulas do G7. Antes do seu 3º mandato, a última participação brasileira em reuniões do grupo havia sido em 2009, quando o petista estava em seu 2º mandato.
Os ex-presidentes Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB) não foram convidados para a reunião em seus respectivos governos.
Em 2020, o então presidente brasileiro, Jair Bolsonaro (PL), disse ter sido convidado por Donald Trump para participar da cúpula, que seria realizada nos Estados Unidos. No entanto, o evento foi cancelado por causa da pandemia. Em 2021, o Reino Unido foi o país-sede e chamou representantes de Austrália, Índia e Coreia do Sul.
O Brasil voltou a ser convidado depois de 14 anos da cúpula realizada no Japão em 2023. Foi o único país da América do Sul com representante no encontro.
Poder 360
Essa publicação é um oferecimento
Zelensky decide não ir à reunião com Rússia na Turquia com Putin ausente
15/05/2025

Foto: Getty Images
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, optou por não ir à negociação com a Rússia na Turquia após o presidente russo, Vladimir Putin, decidir não comparecer ao evento.
O chefe de Estado ucraniano está na Turquia e se encontrou com o presidente do país. Uma fonte ucraniana havia dito à agência de notícias Reuters na quarta-feira (14) que ele participaria da reunião.
Zelensky disse a repórteres que decidiu nomear seu ministro da Defesa, Rustem Umerov, para chefiar a delegação ucraniana. Umerov fala ucraniano, inglês, turco e russo.
Se a reunião for realizada, esta será a primeira vez que autoridades dos dois países se falarão diretamente desde 2022, ano do início da guerra.
O líder ucraniano pontuou ainda que decidiu enviar uma delegação de alto nível a Istambul, apesar de a Rússia ter enviado uma equipe de nível inferior. Segundo ele, a medida foi tomada “em respeito” ao presidente dos EUA, Donald Trump, e ao presidente turco, Recep Tayyip Erdogan.
“Apesar do nível relativamente baixo da delegação russa, em respeito ao presidente Trump, em respeito ao alto nível da delegação turca e ao presidente Erdogan, ainda queremos tentar dar pelo menos os primeiros passos em direção a um cessar-fogo, então decidi enviar nossa delegação a Istambul agora”, destacou.
“Nem todos estarão lá, é claro; o chefe do Serviço de Segurança e o Chefe do Estado-Maior não estarão. Mas a delegação será liderada pelo Ministro da Defesa. Apesar de seu homólogo não estar lá”, adicionou.
O chefe de Estado também ressaltou espera que mais sanções sejam impostas à Rússia se o Kremlin não tomar medidas para encerrar a guerra.
Os aliados europeus da Ucrânia e Donald Trump ameaçaram aplicar novas sanções à Rússia caso o país não aderisse à proposta de cessar-fogo incondicional de 30 dias, apoiada pelos EUA.
Vários países europeus pontuaram que poderiam impor novas sanções “massivas” à Rússia se ela não interrompesse os combates até segunda-feira. No entanto, esse cronograma mudou depois que ficou claro que os dois lados poderiam se reunir esta semana.
“A Ucrânia estava caminhando para um formato que poderia nos aproximar um pouco mais do fim da guerra. Mas isso não pode ser unilateral, apenas de um lado. E a pressão não pode ser unilateral”, argumentou Zelensky.
“É por isso que realmente queremos ver (pressão) contra a Rússia e Putin. Sanções da Europa, dos Estados Unidos e de outros países. Pelo menos sanções”, concluiu.
CNN Brasil
Essa publicação é um oferecimento










