Mundo
Trump planeja acabar com canudos de papel: “De volta ao plástico”
07/02/2025

Reprodução
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Republicano), afirmou nesta 6ª feira (7.fev.2025) que assinará um decreto na próxima semana para revogar o plano de Joe Biden (Democrata) para encerrar o uso de itens descartáveis de plástico em organizações federais até 2035.
O republicano classificou a medida assinada pelo democrata em julho de 2024 como “ridícula” e ineficaz. “De volta ao plástico”, disse Trump em seu perfil no Truth Social.
O anúncio da era Biden foi motivado por manifestações de ambientalistas que levou estabelecimentos a trocarem os canudos de plástico por similares de papel para ajudar os consumidores a reduzir sua “pegada ecológica” –impacto pessoal para o meio ambiente.
Alguns Estados e jurisdições democratas também aprovaram leis proibindo ou desincentivando totalmente os plásticos de uso único.
Poder 360
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Justiça barra decreto de Trump sobre cidadania americana de nascimento
07/02/2025

Anna Moneymaker/Getty Images
O decreto de Donald Trump que determinava que agências governamentais do país não emitam mais documentação de cidadania para bebês nascidos de pais que não estejam em situação legal nos Estados Unidos foi suspenso nesta quinta-feira (6/1) pela Justiça americana.
Suspensão do decreto de Trump
Em audiência nesta quinta-feira (6/2), o juiz federal, John Coughenour, emitiu uma segunda decisão para suspender indefinidamente o decreto assinado por Trump.
O magistrado afirmou que o decreto é inconstitucional e que Trump tenta driblar a lei.
“Tornou-se cada vez mais claro que, para o nosso presidente, o Estado de Direito não passa de um obstáculo para seus objetivos. Para ele, o Estado de Direito é algo a ser contornado ou simplesmente ignorado”, disse.
Coughenour já havia bloqueado o decreto pelo período de 14 dias, onde os advogados de Trump apresentariam seus argumentos.
A ideia do presidente Donald Trump era que as medidas do decreto fossem implementadas a partir do dia 19 de fevereiro.
“Hoje, basicamente todo bebê nascido em solo americano é cidadão americano ao nascer (…) Essa é a lei e a tradição de nosso país. Essa lei e essa tradição são e continuarão sendo o status quo até a resolução desse caso.”
O decreto assinado por Trump reinterpreta a 14ª Emenda da Constituição, que concede cidadania a todas as pessoas nascidas em solo americano.
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Presidente do México diz que tarifas de Trump terão “pausa” de um mês
03/02/2025

Presidente do México, Claudia Sheinbaum. Foto: Reprodução/ Instagram
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou nesta segunda-feira (3) que as tarifas impostas pelos Estados Unidos aos produtos importados do país terão pausa de um mês a partir de hoje.
A líder do país conversou com o republicano nesta manhã, após os EUA oficializarem durante o fim de semana a taxação de 25% para itens mexicanos e canadenses, além de tarifas de 10% aos produtos da China.
A medida entraria em vigor nesta terça-feira (4).
A suspensão ocorre após o governo mexicano afirmar que vai trabalhar em conjunto com autoridades dos EUA em pautas de segurança e comércio.
Em pronunciamento na manhã desta segunda, Sheinbaum afirmou que o país vai mandar imediatamente 10 mil membros da guarda nacional para reforçar o controle da fronteira.Play Video
Trump justificou a entrada de drogas e imigrantes ilegais aos EUA pela fronteira ao sul como um dos motivos para a taxação de importações do México.
Em postagem na sua rede social, a Truth Social, Trump classificou a conversa como “amigável”.
“Concordamos ainda em suspender imediatamente as tarifas previstas por um período de um mês, durante o qual teremos negociações lideradas pelo Secretário de Estado Marco Rubio, pelo Secretário do Tesouro, Scott Bessent, e pelo Secretário do Comércio, Howard Lutnick, e por representantes de alto nível do México. Estou ansioso por participar nessas negociações, com a Presidente Sheinbaum, enquanto tentamos alcançar um “acordo” entre os nossos dois países”, escreveu o presidente.
O presidente dos EUA também conversou com o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, à medida que os dois países se preparam para impor novas tarifas de importação um ao outro.
Trump disse que falará com Trudeau novamente às 17h (horário de Brasília).
Ele citou as regulações bancárias canadenses e o tráfico de drogas como motivos para as tarifas dos EUA em uma publicação na plataforma Truth Social.
Fonte: CNN
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Enfermeira é presa após rebolar sobre a cabeça de pacientes com deficiência
02/02/2025

Uma enfermeira de Loganville, na Geórgia (EUA), foi detida após aparecer em dois vídeos virais no TikTok dançando de maneira sensual sobre a cabeça de pacientes com deficiência.
Lucrecia Kormassa Koiyan, de 19 anos, aparece esfregando-se na cabeça de um homem sem camisa, sentado em uma banheira em um asilo, antes de colocar a medicação na boca do paciente.
A TARDE
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Não há sobreviventes, diz chefe dos bombeiros sobre acidente com avião e helicóptero nos EUA
30/01/2025

Foto: Reuters
Um grave acidente aéreo abalou a capital dos Estados Unidos, Washington, no fim da noite de quarta-feira (29). Um avião comercial da American Airlines e um helicóptero militar bateram em pleno voo nas proximidades do aeroporto Ronald Reagan, um dos principais da capital americana. As duas aeronaves caíram no rio Potomac.
No começo da manhã desta quinta-feira (30), o chefe do Corpo de Bombeiros e Serviços Médicos de Emergência de Washington, John Donnelly, informou que foram recuperados 27 corpos do avião e um do helicóptero.
Ao todo, 67 pessoas estavam a bordo das duas aeronaves. Ele afirmou que não há sobreviventes e que as operações no local passaram de resgate para recuperação de corpos.
Segundo o jornal Washington Post, os corpos recuperados estão sendo levados para uma base de helicópteros da polícia local, próxima à ponte Frederick Douglass Memorial.
O voo
O jato bimotor Bombardier CRJ-700, com 60 passageiros e quatro tripulantes, decolou às 17h18 (20h18, no horário de Brasília) do aeroporto de Wichita, no estado do Kansas, com destino a Washington DC, capital dos Estados Unidos. A aeronave percorreu 1.785 km, e o pouso estava previsto para as 21h (23h em Brasília).
O CRJ-700 era operado pela companhia regional PSA Airlines, subsidiária da American Airlines, maior empresa aérea dos Estados Unidos.
O acidente
A batida com o helicóptero — um Sikorsky UH-60 Black Hawk do Exército dos EUA — ocorreu quando o avião da American Eagle estava a poucos metros da cabeceira do aeroporto nacional Ronald Reagan. Havia três tripulantes na aeronave militar.
O controlador de tráfego aéreo chegou a perguntar ao helicóptero sobre a separação de segurança entre as duas aeronaves, mas não houve resposta, conforme revela um áudio.
Resgate
Socorristas foram enviados imediatamente ao local da tragédia. Embarcações e mergulhadores começaram as buscas por sobreviventes nas geladas águas do rio Potomac.
No momento do acidente, fazia cerca de 0ºC em Washington. Perto do aeroporto, as rajadas de vento superavam 40 km/h, e a temperatura no rio Potomac estava entre 0º e 4ºC. Neste contexto, um sobrevivente do acidente poderia suportar entre 15 minutos e 30 minutos às condições adversas.
Donnelly informou que a aeronave está a cerca de 2,5 m de profundidade, em águas escuras e turvas, cobertas de pedaços de gelo. “Estamos vasculhando cada centímetro quadrado do espaço para ver se conseguimos encontrar alguém”, disse.
Ao amanhecer, o Sindicado dos Policiais de Washington publicou no X a seguinte mensagem:
“Foi uma noite longa e árdua no [rio] Potomac. Há mais de uma dúzia de agências aqui fazendo tudo o que podem. Por favor, rezem por essas vítimas e suas famílias, bem como pelas centenas de socorristas que ainda têm muito trabalho traiçoeiro e difícil para fazer.”
Investigação e repercussão
A tragédia levou à suspensão imediata das operações no aeroporto, que fica a poucos quilômetros da Casa Branca.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, emitiu duas declarações sobre o incidente. Na primeira, expressou condolências e elogiou o trabalho dos socorristas. Na segunda, questionou a prevenção do acidente, sugerindo falhas na comunicação entre a torre de controle e o helicóptero. “Por que o helicóptero não subiu, desceu ou virou? Isso parece uma situação que poderia ter sido evitada”, afirmou.
Autoridades seguem investigando as causas do acidente, analisam imagens do momento da colisão e as gravações de conversas entre pilotos e controladores de voo.
A FAA (Federal Aviation Administration) confirmou que o avião envolvido era um Bombardier CRJ-700, operado pela PSA Airlines para a American Airlines, e que investigações estão em andamento em conjunto com o NTSB (National Transportation Safety Board).
O CEO da American Airlines, Robert Isom, divulgou um comunicado em vídeo expressando “profunda tristeza” pelo ocorrido e afirmou que a companhia está focada em apoiar as famílias das vítimas e fornecer informações precisas.
R7
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OMS alerta que suspensão de recursos dos EUA a programa de Aids pode causar ‘ameaça global’
29/01/2025

Foto: Wikimedia/Domínio Público
A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que a recente decisão do governo de Donald Trump de interromper o financiamento para programas de HIV, que beneficiam milhões de pessoas em países de baixa e média renda, incluindo o Brasil, pode representar uma “ameaça global” significativa para pessoas que vivem com o vírus.
Segundo a OMS, a medida, que afeta diretamente iniciativas como o Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS (PEPFAR, na sigla em inglês), põe em risco a vida de mais de 30 milhões de pessoas ao redor do mundo que dependem desses programas para acesso a terapias antirretrovirais essenciais.
“Essas medidas, se prolongadas, podem levar ao aumento de novas infecções e mortes, revertendo décadas de progresso e possivelmente levando o mundo de volta aos anos 1980 e 1990, quando milhões morriam de HIV a cada ano, incluindo muitos nos Estados Unidos”, afirmou a organização, em nota.
Com o congelamento do financiamento, Trump determinou que países onde o PEPFAR está presente deixem de distribuir medicamentos contra o HIV adquiridos com a ajuda dos EUA, mesmo que já estejam estocados em clínicas locais.
Por causa disso, a medida já resultou no fechamento de clínicas e na suspensão de atendimentos em diversos países africanos.
“Pedimos ao governo dos Estados Unidos que conceda isenções adicionais para garantir a entrega de tratamento e cuidados essenciais para o HIV”, acrescentou a OMS.
Na África do Sul, serviços de HIV/AIDS foram suspensos por ONGs devido aos cortes no financiamento. Já na Nigéria, estima-se que a perda de US$ 390 milhões anuais (aproximadamente R$ 1,9 bilhão) afetará os serviços de saúde.
No Brasil, o PEPFAR também tem um papel importante no enfrentamento ao HIV. O programa financia ações para facilitar o acesso a autotestes em várias capitais brasileiras e colabora com instituições como a Fiocruz para implementar projetos de conscientização e prevenção.
Além disso, o programa também contribui para fortalecer os sistemas de saúde, ampliando a profilaxia pré-exposição (PrEP), melhorando o diagnóstico precoce e ajudando a evitar a interrupção do tratamento.
O g1 questionou o Ministério da Saúde sobre os impactos da suspensão do financiamento do PEPFAR no Brasil, mas ainda não obteve resposta da pasta.
Números do HIV e da Aids
A estimativa do Ministério da Saúde é de que um milhão de pessoas vivem com HIV no Brasil.
E em 2023 (números mais recentes), o país registrou 46.495 novos casos de infecção, um aumento no número de pessoas que testaram positivo.
Por outro lado, no mesmo ano, o país também enfrentou 10.338 mortes relacionadas à Aids, a menor mortalidade pela síndrome dos últimos 10 anos.
Já a faixa etária com maioria dos casos de Aids é a de 25 a 29 anos de idade, com 34%, seguida da de 30 a 34 anos, com 32,5%.
G1
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Primeiro voo de deportados da era Trump com destino ao Brasil pousa em Manaus
25/01/2025


Um voo com 88 deportados pelos Estados Unidos com destino ao Brasil, pousou em Manaus, Amazonas, nesta sexta-feira (25). A aeronave estava prevista para decolar para o aeroporto de Confins, em Minas Gerais, mas não realizou voo poque o avião precisou passar por manutenção.
Essa operação faz parte de um acordo estabelecido entre Brasil e EUA em 2017, que visa facilitar o retorno de cidadãos brasileiros que foram processados por entrada ilegal no país norte-americano e que não têm direito a apelação. Ao chegarem ao Brasil, esses deportados não enfrentarão penas.
Representantes do governo de Lula esclareceram que a chegada desse voo não deve ser vinculada à nova política migratória implementada por Donald Trump, uma vez que a organização de tais voos demanda um tempo considerável. A responsabilidade pela recepção e procedimentos relacionados à chegada dos deportados será da Polícia Federal.
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Hamas liberta mais 4 reféns israelenses em acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza
25/01/2025

Foto: Reuters
O grupo terrorista Hamas libertou na manhã deste sábado (25), por volta das 6h, pelo horário de Brasília, quatro reféns israelenses como parte acordo de cessar-fogo de Gaza, informou a agência de notícias Reuters.
Karina Ariev, Daniella Gilboa, Naama Levy e Liri Albag deixaram o território palestino em veículos da Cruz Vermelha.
As quatro militares israelenses foram levadas até um palco na Cidade de Gaza, no meio de uma multidão de palestinos e cercadas por dezenas de homens armados do Hamas. Elas acenaram e sorriram antes de serem levadas para os veículos da Cruz Vermelha. Minutos depois, autoridades israelenses informaram já estar com elas.
A libertação da segunda leva de reféns do grupo terrorista foi anunciada pelo grupo Hamas na segunda-feira (20), confirmando a previsão feita no domingo (19) pelo porta-voz militar de Israel, Daniel Hagari.
Ariev, Gilboa, Levy e Albag foram capturadas na base militar de Nahal Oz, que foi invadida por homens armados do Hamas.
Ainda neste sábado, Israel, em troca, deverá entregar até 250 presos palestinos. O acordo entre as duas partes prevê entre 30 e 50 presos libertados para cada refém devolvido e a interrupção dos bombardeios e incursões militares na Faixa de Gaza.
Nos primeiros 42 dias de acordo de cessar-fogo, a previsão é que três a quatro reféns mantidos em Gaza sejam soltos a cada semana.
G1
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Trump quer discutir redução de quatro armas nucleares com Putin e Xi Jinping
24/01/2025

Foto: Reprodução/Instagram @realdonaldtrump
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou o desejo de discutir a redução de 4rmas nucleares com os líderes da Rússia e China, Vladimir Putin e Xi Jinping. A declaração do mandatário norte-americano aconteceu nesta quinta-feira (23/1), durante participação no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.
Apesar do alto número de 4rmas nucleares ao redor do mundo, Trump se mostrou otimista, e disse acreditar que é possível atingir uma desnuclearização completa.
“Queremos ver se podemos desnuclearizar, e acho que isso é bem possível”, disse o presidente dos EUA durante participação no fórum em Davos, por meio de um vídeo.
No seu primeiro mandato, entre 2017 e 2021, as discussões sobre a redução de 4rmas de destruição em massa entre as três principais potências nucleares enfraqueceram. Sob ordens de Trump, os EUA se retiraram de tratados importantes com a Rússia e o Irã.
Apesar disso, o acordo de controle nuclear com a Rússia, o novo tratado Start, permaneceu em vigor até Putin decidir, no início de 2023, suspender a participação do país no pacto.
Rússia, Estados Unidos e China são os países que mais possuem armas nucleares. Segundo dados da Campanha Internacional para a Abolição de 4rmas Nucleares (Ican, na sigla em inglês), mais de US$ 2,8 mil dólares foram gastos por segundo com armas de destruição em massa em 2023.
Nos últimos anos, a retórica nuclear cresceu, o que fez a Organização das Nações Unidas (ONU) a classificar a atual situação como o maior risco de conflito com armas de destruição em massa desde a Guerra Fria.
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Trump ameaça impor novas sanções contra a Rússia e manda recado a Putin: “Pare com esta guerra ridícula”
23/01/2025

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou impor novas sanções e tarifas contra a Rússia nesta quarta-feira (22) se a guerra na Ucrânia não for encerrada.
Em publicação nas redes sociais, ele advertiu que “podemos fazer isso do jeito fácil ou do jeito difícil”.
“Se não fizermos um ‘acordo’, e logo, não tenho outra escolha a não ser colocar altos níveis de impostos, tarifas e sanções em qualquer coisa vendida pela Rússia aos Estados Unidos e vários outros países participantes. Vamos acabar com essa guerra, que nunca teria começado se eu fosse presidente!”, escreveu Trump.
O presidente americano também dirigiu-se diretamente a Putin que afirma que acabar com a guerra é benéfico para a Rússia, dado o estado atual da sua economia. “Pare com isso agora e pare com esta guerra ridícula”, finalizou.
Com informações de CNN Brasil.
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Mortes em incêndio em estação de esqui na Turquia sobem para 66
21/01/2025

Pelo menos 66 pessoas morreram e mais de 50 ficaram feridas em um incêndio no hotel Grand Kartal, localizado em uma estação de esqui na região noroeste da Turquia. O incidente ocorreu na madrugada desta terça-feira (23), por volta das 3h27 no horário local (21h27 no horário de Brasília), no restaurante do hotel de 12 andares, situado no resort Kartalkaya, nas montanhas Koroglu.
O ministro do Interior da Turquia, Ali Yerlikaya, declarou no local: "Nossa dor é imensa". Segundo a emissora NTV, o revestimento em estilo chalé, feito de madeira, pode ter contribuído para a rápida propagação do fogo.
As autoridades enviaram 30 caminhões de bombeiros e 28 ambulâncias para o local, mas o acesso foi dificultado pela localização do hotel, que fica próximo a um penhasco. Por precaução, hotéis vizinhos foram evacuados, e os hóspedes foram realocados para outras acomodações da região.
O hotel, com 161 quartos, estava com cerca de 80% a 90% de ocupação devido ao período de férias escolares, abrigando mais de 230 hóspedes. Testemunhas relataram que o sistema de detecção de incêndio não funcionou. "Minha esposa sentiu cheiro de fumaça, mas o alarme não disparou", disse Atakan Yelkovan, um hóspede do terceiro andar, à agência IHA. "Tentamos subir, mas havia chamas. Descemos correndo e saímos do prédio. Levou cerca de uma hora para os bombeiros chegarem", contou.
O ministro da Justiça da Turquia, Yilmaz Tunc, designou seis promotores para liderar a investigação sobre o incidente, cuja causa ainda é desconhecida. Ministros da Saúde, Interior e Cultura eram esperados no local ainda nesta terça-feira.
R7
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Infiel: Barack Obama e Jennifer Aniston estariam vivendo romance; Ex-presidente deve anunciar o divórcio a Michelle
21/01/2025

Michelle e Barack Obama, um dos casais mais icônicos dos últimos tempos, tornaram-se centro de especulações sobre uma possível separação. Rumores surgiram após Michelle não acompanhar o ex-presidente americano no funeral de Jimmy Carter e anunciar que não compareceria à posse de Donald Trump. A situação ganhou ainda mais atenção quando fontes anônimas sugeriram um suposto envolvimento de Barack com Jennifer Aniston, atriz da famosa série “Friends”.
A jornalista Jessica Reed Kraus, em sua coluna no Substack, compartilhou uma mensagem direta que recebeu, alegando que Barack e Jennifer estariam juntos. Segundo a fonte, o ex-presidente e a atriz foram apresentados por um amigo em comum e o romance não seria segredo entre os mais próximos de Aniston. “Definitivamente, não é segredo entre seus amigos mais próximos”, revelou a fonte. A notícia se espalhou rapidamente, ganhando espaço na mídia internacional e intensificando as especulações sobre o estado do casamento dos Obamas.
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Brasileiros “precisam mais de nós; nós não precisamos deles”, diz Trump
21/01/2025

Reprodução
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), disse nesta 2ª feira (20.jan.2025) que o país não precisa do Brasil, mas que a relação com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “deve ser ótima”.
A declaração foi feita enquanto Trump assinava os primeiros decretos do governo no Salão Oval, na Casa Branca, após tomar posse. O republicano foi questionado sobre as relações com o Brasil e com a América Latina. Há a expectativa de que o governo Trump volte a taxar produtos brasileiros e cerceie as intenções do Brics de criar uma moeda própria para fazer comércio sem o dólar.
“Ótima, deve ser ótima. Eles precisam da gente mais do que nós deles. Nós não precisamos deles. Todos precisam da gente”, declarou o presidente dos EUA.
Trump também foi questionado sobre o papel do governo Lula nas tratativas para encerrar a guerra na Ucrânia. Lula buscou se consolidar como um mediador do conflito em 2023, mas passou a ser visto por Kiev como um ator pró-Rússia.
“Isso é bom. Estou pronto. [Mas] Como o Brasil se envolveu nisso? É novo para mim, não sei como o Brasil ficou envolvido”, disse a jornalistas.
RELAÇÃO COM LULA
Mais cedo, Lula disse em publicação nas redes sociais que deseja sucesso ao republicano. Afirmou que as relações entre ambos países são “marcadas por uma trajetória de cooperação, fundamentada no respeito mútuo e em uma amizade histórica”.
Em novembro do ano passado, no entanto, o petista disse que torcia por Kamala Harris (Partido Democrata), vice de Joe Biden e adversária de Trump. Na época, também afirmou que a vitória do republicano seria a volta de um “nazismo e fascismo com outra cara”.
Durante a reunião ministerial, Lula disse que quer eleger um governo, em 2026, que mantenha o Brasil em um processo democrático e defendeu que é preciso deixar essa vontade em “alto e bom som” para não “entregar” o país “de volta ao neofascismo, ao neonazismo e ao autoritarismo”. Deu as declarações depois de citar Trump.
Em 2024, o Brasil exportou US$ 40,3 bilhões em mercadorias aos Estados Unidos, segundo a Amcham Brasil (Câmara Americana de Comércio). Trata-se do maior valor já registrado. O país é o 2º maior parceiro comercial do Brasil, ficando atrás apenas da China.
Poder 360
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Donald Trump presta juramento e toma posse como 47º presidente dos EUA
20/01/2025

Foto: reprodução/CNN
Donald Trump tomou posse nesta segunda-feira (20) como presidente dos Estados Unidos. Ao entrar na rotunda do Capitólio, ele cumprimentou o presidente Joe Biden.
O juramento foi administrado pelo presidente da Suprema Corte dos EUA, John Roberts, na rotunda do Capitólio, a sede do Congresso dos Estados Unidos.
Trump usou a mesma Bíblia que Abraham Lincoln utilizou na posse de 1861, além de uma Bíblia pessoal.
A cerimônia foi adaptada devido ao frio extremo – as temperaturas podem chegar a -12 °C em Washington nesta segunda –, sendo transferida para a parte interna do Capitólio. A última vez que isso aconteceu foi em 1985, na segunda posse de Ronald Reagan.
Ainda nesta segunda, Trump e JD Vance, que tomou posse como vice-presidente dos Estados Unidos, devem assistir a um desfile presidencial, que também foi adaptado e será realizado na arena Capital One.
Outros eventos programados são bailes, nos quais o presidente dos EUA deve dançar com a primeira-dama Melania Trump. Há a expectativa que ele também discurse.
Chefes de Estado e empresários comparecem à posse de Trump
Além de Joe Biden, ex-presidentes dos Estados Unidos estão presentes na cerimônia de posse de Donald Trump, incluindo Barack Obama e Bill Clinton.
Javier Milei, presidente da Argentina, e Giorgia Meloni, também compareceram. Trump os convidou, apesar de não ser costume chamar chefes de Estado para a posse presidencial nos EUA.
Atrás dos familiares do republicano estão empresários do ramo da tecnologia, como Elon Musk, dono do X, Mark Zuckerberg, CEO da Meta, Sundar Pichai, CEO do Google, e Jeff Bezos, fundador e presidente executivo da Amazon.
CNN Brasil
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Trump assume presidência dos Estados Unidos nesta segunda-feira 20
20/01/2025

Nesta segunda-feira 20, o presidente eleito Donald Trump assume a presidência dos Estados Unidos pela segunda vez. A cerimônia deve começar às 8h (horário de Brasília), com apresentações musicais por volta das 11h30.
Devido um tempo frio em Washington D.C., a cerimônia de posse precisou ser transferida para um local fechado e o desfile deve ser em uma arena esportiva.
Donald Trump venceu as eleições em 6 novembro de 2024 com 77.303.573 votos (49.9% dos votos). O republicano tinha como principal adversária a democrata Kamala Harris, que teve 75.019.257 votos (48.4% dos votos).
O discurso de posse de Donald Trump pode fornecer um indicativo do tom que ele pretende adotar em seu novo mandato, especialmente após recentes declarações. Nos últimos dias, o ex-presidente provocou reações ao sugerir a possibilidade de os Estados Unidos assumirem o controle da Groenlândia e do Canal do Panamá, além de afirmar que o Canadá poderia se tornar um estado americano.
Com informações da Agência Brasil/Reuters e Lusa
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Com 11 bilionários, gabinete de Trump vale mais do que o PIB de 154 países
19/01/2025

Foto: Jim Watson / AFP
O presidente dos EUA Donald Trump selecionou, até o momento, onze bilionários para compor seu próximo governo. A renda conjunta dos indicados é de pelo menos 452,8 bilhões de dólares, pouco mais que R$ 2,7 trilhões.
Bilionários são 0,00024% da população americana, mas 12,5% dos indicados por Trump. Dos 80 indicados pelo presidente eleito para seu governo, dez são bilionários e ao menos cinco outros são multimilionários.
Governo vale mais que PIB de 154 países. A fortuna dos indicados por Donald Trump vale mais que a produção anual de nações como Dinamarca, Chile, Portugal, Peru, Grécia, África do Sul, Colômbia, Iraque e Venezuela.
Caso aprovado nas sabatinas, gabinete de Trump valerá 3.837 vezes mais que o de Biden. Os membros do atual governo valem juntos cerca de 118 milhões de dólares. Não havia bilionários nos cargos apontados por Biden.
Fortuna de Elon Musk representa 94,4% do valor do governo. Entretanto, se o homem mais rico do mundo não fosse um dos indicados, o gabinete ainda seria o mais valioso da história americana, com fortuna conjunta de pelo menos 25 bilhões de dólares — 211 vezes mais valioso que o governo atual.
Os bilionários vão gerir a vida de milhões de habitantes dos EUA, e terão controle sobre a educação, comércio, pequenos negócios e recursos naturais. Além disso, Musk e Ramaswamy tomarão conta da redução de custos do governo.
UOL
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Presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol é preso por tentativa de golpe
15/01/2025

O presidente deposto da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, foi preso na manhã de quarta-feira, 15 (noite de terça-feira em Brasília) pela imposição da lei marcial em dezembro, anunciou a equipe conjunta que o investiga por suposta insurreição. A prisão ocorreu horas depois que centenas de investigadores e policiais da agência chegaram ao seu complexo presidencial para prendê-lo.
“O Escritório Conjunto de Investigação executou um mandado de prisão para o presidente Yoon Suk Yeol hoje às 10h33”, disse o escritório em um comunicado.
Em uma mensagem de vídeo gravada antes de ser escoltado para a sede de uma agência anticorrupção, Yoon lamentou que o “estado de direito tenha entrado em colapso total neste país”, mas disse que estava cumprindo o mandado de prisão para evitar confrontos entre autoridades policiais e o serviço de segurança presidencial.
Durante interrogatório, após a detenção, Yoon se recusou a responder às perguntas dos investigadores.
Yoon, que foi afastado em um processo de impeachment e acusado de insurreição por seu esforço de curta duração para impor a lei marcial em dezembro, torna-se assim o primeiro presidente ainda no cargo a ser preso na história do país asiático.
Cerca de três horas antes, centenas de agentes da lei entraram no complexo residencial do mandatário e enfrentaram resistência de forças de segurança. Uma primeira tentativa de prisão fracassou no início de janeiro por conta do serviço de segurança presidencial.
Após um impasse de horas no portão do complexo, investigadores anticorrupção e policiais foram vistos subindo o complexo montanhoso. Alguns usaram escadas para escalar fileiras de ônibus colocados pelo serviço de segurança presidencial perto da entrada.
Estadão
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Guerra da Ucrânia já matou cerca de 300 soldados de Kim Jong-un
13/01/2025

Cerca de 300 soldados norte-coreanos morreram na guerra da Rússia com a Ucrânia e outros 2,7 mil ficaram feridos, disse o parlamentar sul-coreano, Lee Seong-kweun, após participar da apresentação de um relatório de inteligência de Seul nesta segunda-feira (13).
A divulgação do relatório ocorre em meio a acusações da Ucrânia, Estados Unidos e Coreia do Sul de que a Coreia do Norte enviou mais de 10 mil soldados para ajudar a Rússia na guerra contra a Ucrânia.
Em novembro de 2024, em Pyongyang, capital da Coreia do Norte, Putin e Kim Jong-un assinaram pactos de defesa mútua. Desde o encontro, os líderes aprofundaram parcerias estratégicas e tratados militares.
No mês passado, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky disse que 3 mil soldados norte-coreanos foram mortos ou feridos no conflito. Seul apresentou números distintos, afirmando que 1 mil soldados da Coreia do Norte haviam sido removidos do conflito.
No sábado (11), Zelensky afirmou que dois soldados norte-coreanos foram capturados na região russa de Kursk e estavam sendo interrogados em Kiev. Assessores do Kremlin e de Kim Jong-un não reconheceram que tropas norte-coreanas foram enviadas à guerra para combater as forças ucranianas.
“O NIS (Serviço Nacional de Inteligência da Coreia do Sul), por meio de cooperação em tempo real com a agência de inteligência da Ucrânia (SBU), confirmou que o exército ucraniano capturou dois soldados norte-coreanos no dia 9 de janeiro no campo de batalha de Kursk, na Rússia”, disse a inteligência sul-coreana.
No dia da captura, a SBU divulgou um vídeo mostrando dois homens em macas de hospital, um com as mãos enfaixadas e o outro com a mandíbula imobilizada. Um médico do centro de detenção disse que um deles também tinha uma perna quebrada. A SBU afirmou que os homens disseram aos interrogadores que eram soldados do exército norte-coreano.
Kiev, no entanto, não apresentou provas concretas de que os homens capturados fossem norte-coreanos. Agências internacionais de notícias também não conseguiram verificar a nacionalidade dos combatentes capturados.
O suposto envolvimento de um exército estrangeiro no conflito representa uma escalada significativa na invasão russa à Ucrânia, que começou há quase três anos.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou no domingo (12) que está disposto a entregar à Coreia do Norte os dois supostos soldados de Pyongyang, em uma troca por militares ucranianos presos na Rússia.
“A Ucrânia está disposta a entregar a Kim Jong-un seus soldados, se ele puder organizar uma troca por nossos combatentes detidos na Rússia”, escreveu Zelensky na rede social X, antigo Twitter. “Para os soldados norte-coreanos que não desejam retornar, pode haver outras opções disponíveis. Em particular, aqueles que expressarem o desejo de trazer a paz para mais perto, espalhando a verdade sobre esta guerra em coreano, terão essa oportunidade”.
Reação internacional
O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Antony Blinken, declarou neste mês que Washington acredita que a Rússia está ampliando sua cooperação espacial com a Coreia do Norte em troca de tropas para lutar na Ucrânia.
“A República Democrática da Coreia está recebendo equipamentos e treinamento militar russos. Agora temos razões para acreditar que Moscou pretende compartilhar tecnologia espacial e de satélites avançada com Pyongyang”, declarou Blinken durante visita à Seul.
Blinken, assim como a embaixadora dos EUA na ONU, Linda Thomas-Greenfield, afirmou que os Estados Unidos acreditam que a Rússia “poderia estar próxima” de reconhecer formalmente o status da Coreia do Norte como potência nuclear.
Em uma carta de Ano Novo, o líder norte-coreano Kim Jong-un elogiou o presidente russo Vladimir Putin e fez uma possível referência à guerra na Ucrânia. O líder norte-coreano afirmou que 2025 seria o ano “em que o exército e o povo russos derrotarão o neonazismo e alcançarão uma grande vitória”.
R7
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G-7 denuncia falta de legitimidade em posse de Nicolás Maduro na Venezuela
13/01/2025

Os ministros de relações exteriores dos países integrantes do G-7 (Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos) assinaram uma nota conjunta denunciando falta de legitimidade na posse de Nicolás Maduro como presidente da Venezuela.
“Rejeitamos a contínua e repressiva pressão de Maduro sobre o poder às custas do povo venezuelano, que votou pela mudança pacificamente e em grande número em 28 de julho de 2024, de acordo com observadores independentes e registros eleitorais disponíveis publicamente”, diz o texto.
Além disso, o G-7 condenou a repressão contra membros de partidos contrários ao governo Maduro, citando a líder da oposição, María Corina Machado. A nota afirma ainda que Edmundo González Urrutia recebeu uma “maioria de votos significativa, de acordo com relatos confiáveis”, e foi forçado a sair do país após a eleição.
O ditador venezuelano tomou posse na última sexta-feira, 10, para um mandato de seis anos em uma cerimônia esvaziada de chefes de Estado e governo, expondo seu isolamento político. O Brasil enviou a embaixadora Glivânia Maria de Oliveira para a cerimônia. Outros países de esquerda da região, como o México e a Colômbia, também enviaram embaixadores. O Chile não enviou ninguém.
Maduro diz ter vencido as eleições de julho, em meio a denúncias de fraude. Atas de colégios eleitorais reunidas pela oposição e verificadas por centros de monitoramento e por órgãos de imprensa internacional indicaram a vitória de González por ampla margem.
Na nota conjunta, os chanceleres de Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos, além do alto representante da União Europeia, reforçaram o compromisso de trabalhar com os cidadãos venezuelanos e a comunidade internacional para assegurar a democracia do país da América Latina, como expressada na eleição de julho de 2024, com uma transição de poder pacífica.
Um dia antes da posse de Maduro, a líder opositora da Venezuela, María Corina Machado, foi detida após ser interceptada ao deixar o protesto em Caracas contra o ditador. O Comando Nacional da Venezuela, que havia inicialmente anunciado a interceptação, afirmou que Corina Machado foi liberada após algumas horas. O regime chavista negou a denúncia.
Diante das críticas, os governos dos Estados Unidos e do Reino Unido ampliaram a pressão e aplicaram novas sanções contra a ditadura de Nicolás Maduro. Os americanos incluíram oito lideranças do regime na sua lista de congelamento de ativos e proibição de viagens. O presidente Joe Biden também aumentou a recompensa pela captura de Maduro de US$ 15 milhões para US$ 25 milhões. Os britânicos, por sua vez, anunciaram sanções contra 15 funcionários de alto escalão do regime venezuelano, o qual chamou de “fraudulento”.
Estadão Conteúdo
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Trump vai assumir presidência dos EUA com ameaça de morte vinda do Irã
12/01/2025

Alex Wong/Getty Images
Mesmo que quase cinco anos tenham se passado, o assassinato de um dos homens mais poderosos do Irã ainda é um assunto indigesto na história do país, que desde então ameaça vingança pelo episódio. Um dos principais alvos do regime liderado pelo aiatolá Ali Khamenei é Donald Trump, que assume a presidência dos Estados Unidos em janeiro de 2025 com um alvo desenhado na testa.
Aos 62 anos, Qassem Soleimani foi morto em 3 de janeiro de 2020, durante um ataque aéreo norte-americano em Bagdá, no Iraque, a mando de Trump. O ex-major-general da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) era apontado como a mente por trás da estratégia militar do Irã e acusado de participar de ataques contra instalações norte-americanas no Oriente Médio.
Desde que Trump ordenou a ação, sob a justificativa de que a morte de Soleimani iria deter planos de futuros ataques do Irã contra os EUA, autoridades do país persa sempre reforçam a retórica de vingança contra o bilionário republicano.
Em 2023, um general da nação comandada pelo aiatolá Ali Khamenei chegou a afirmar que o Irã ainda quer matar Trump, assim como Mike Pompeo e Frank McKenzie, duas importantes figuras militares no primeiro mandato de Trump.
Plano recente
Em meio a campanha presidencial dos EUA, o FBI identificou um suposto plano iraniano que tinha como objetivo o assassinato de cidadãos dos EUA, incluindo Trump.
Na época, três suspeitos de participar da trama foram identificados pelo FBI: Farhad Shakeri, Jonathon Loadholt e Carlisle Rivera.
Metrópoles
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